Shattered By Broken Dreams

3 Just live your life blind like me


Notas iniciais
Oláá Avengers, como estão?
Mais um capítulo para vocês ;)
Boa leitura :)

- Fica comigo, esta noite. — A voz suplicou vagamente atrás de uma porta fechada. – Liadan, só está noite. Minha última noite...

Eu tentava correr em direção à porta. Tentava com todas as forças que podia, mas mesmo assim era como se eu não estivesse saindo do lugar.

Estiquei meu braço na tentativa de girar a maçaneta, e meus dedos chegaram a toca-la. Lágrimas ardiam em meus olhos quando a voz disse com ressentimento:

- Eu sempre estive com você. E agora preciso da sua presença, não está comigo.

- Me desculpe! – Choraminguei. — Eu já estou indo, por favor, eu estou indo.

- Agora é tarde.

Abri a porta em um solavanco e entrei em uma sala esbranquiçada. Sentia um forte cheiro de incenso de canela e álcool no local. Principalmente de álcool.

Um toque de celular tocava ao fundo: TRIIIIIIIIIIIIIIM...

- Cadê você? – murmurei entrando no local. – Sou eu. Estou aqui.

Estava tudo vazio, e a não ser pelo toque de celular que inundava o local, também estava completamente silencioso. Caminhei com passos lentos, procurando a origem da voz.

- Cadê você?! – Perguntei novamente, só que dessa vez me interrompi depois de tropeçar em um objeto ao chão.

Minha respiração parou ao perceber que o objeto na verdade, se tratava de um homem estirado no chão. Esse convulsionava bizarramente. A voz havia vindo dele.

Um sentimento forte de solidão e angustia me tomaram, como se estivessem vindo dele. As tatuagens em suas costas e braços eram-me tão familiares. Eu o conhecia, mas não conseguia dizer quem era... Um clarão me cegou os olhos e uma força invisível me puxou pra fora do cômodo.

- Não, eu tenho que ajuda-lo, não posso ir embora. Não...! – Gritei me debatendo para continuar ali.

- Agora é tarde, pequena. – A voz dele sussurrou.

...

Acordei aos prantos em minha cama olhando em volta do meu quarto assustada e ofegante.

Foi só um sonho. Pensei comigo mesma, tentando me acalmar. Um terrível sonho, mas ainda assim um sonho.

No entanto, ainda conseguia ouvir o toque de celular. Demorei a perceber que era o meu.

Estiquei-me para pegá-lo no meu criado mudo e atendi com a voz trêmula:

- A-alô, quem é?

- Sou eu, Jimmy. – Eu mal o conseguia ouvir. Sua voz estava misturada ao som do que parecia ser sirenes e chaves. – Tá tudo bem com você?

Bocejei, enquanto limpava as lágrimas que eu havia derramado enquanto sonhava. Estava com uma dor de cabeça terrível.

- Tá tudo bem... Acabei de acordar. – Murmurei.

- Foi mal por te acordar. E foi mal por ontem a noite também, eu acabei dormindo e nem te vi indo embora, hehe. – Ele continuou. – Seu pai deve ter te dado uma dura do caralho.

Eu ri amargamente.

- Se George pelo menos lembrasse-se da minha existência, então sim. Ele não é muito apegado ao velho habito de checar minha cama antes de dormir. Tentei não fazer muito barulho, e ele nem notou que eu cheguei em casa e muito menos que eu sai. – Novamente o som de sirenes. – Jimmy, isso são sirenes? Onde você está?

Ele rapidamente mudou de assunto, o que era sua especialidade.

— Falando nisso, você conseguiu voltar sozinha pra casa? Você é tão lesada, deve ter se perdido uma centena de vezes antes de achar o caminho. – Ele riu alto.

Claro que eu não havia vindo embora totalmente sozinha, mas não ia citar o fato de que fora Synyster quem me trouxe, e muito menos que ele havia me aliciado no meio do caminho. Tive sorte por Jimmy ter continuado antes que eu respondesse.

- Enfim, liguei para avisar que vamos tocar lá no Chiefs hoje a noite. Quer ir?

- O Synyster também vai? – Perguntei quase automaticamente, me arrependendo logo em seguida.

A pergunta não deveria ter pegado nada bem. O sono acompanhado daquela dor de cabeça terrível fazia com que eu não pensasse antes de falar. No momento eu queria me socar.

— Obviamente sim – Jimmy disse um pouco desconfiado. – Tem algum motivo especial para querer ele lá?

Na verdade era exatamente o contrário. Eu não o queria ver nunca mais com aquele sorrisinho insolente, e aquela voz rouca, e aqueles lábios tocando meu pescoço... Só de pensar naqueles lábios em mim...

- Lia, ouviu o que eu disse?!

A voz de Jimmy interrompeu meus pensamentos obscenos. Balancei a cabeça, tentando retomar a conversa.

- Ah não, é só que... – Tentei bolar alguma desculpa rápida. – Meu pai está me chamando tenho que ir...

Eu podia até imaginar a cara do Jimmy ao ouvir aquilo. Desculpas nunca foram meu ponto forte, e ele também não era nenhum idiota.

- Tá, mas você vai ir não é?

Synyster estaria lá, o que não era boa coisa. Seria apenas coincidência que a minha dor de cabeça estivesse aumentado subitamente?

- Claro.

- Certo então, Estarei esperando as sete da noite. – Jimmy disse rapidamente, parecia querer desligar o celular. – Agente se vê!

Suspirei depois que ele desligou o celular. Tá, eu tinha que me controlar.

Eu nunca fui o tipo de pessoa que foge dos problemas, e aquele não era uma exceção. E dai que ele tinha dado mole pra mim? Ele nem era tão bonito assim (oi, essa sou eu tentando me enganar), e também pelo o que tinha ouvido dele, era um completo mulherengo.

Balancei a cabeça, tentando retirar esses pensamentos da minha cabeça. Não pense nisso agora, apenas se prepare para o dia de hoje e deixe isso para depois.

Fui até o banheiro onde tomei um longo banho, e após me arrumar, desci as escadas indo direto para a cozinha.

Meu pai estava como de costume lendo o jornal e tomando café.

- Bom dia... – Passei por ele e fui preparar meu café da manhã.

Ele não respondeu de principio, o que me deixou preocupada. Logo depois começou a falar com a voz calma:

- Chegou tarde ontem, filha. – Aquilo não tinha sido uma pergunta.

Ele havia percebido. Fiz uma careta sem que ele visse e não respondi, dando chance para ele continuar.

- Provavelmente deve ter saído na companhia daquele seu amigo. A festa foi boa?

- Claro, foi ótima. – insolente como sempre. Eu tinha que parar com aquilo.

- Hum, que bom que se divertiu. — Ele voltou a tomar o café.

E foi só o que disse. Esperei pelo sermão, mas esse não veio.

- Espera ai, sem sermões? – Disse me colocando em sua frente. – Acabo de confessar que sai escondida com Jimmy e é só isso que tem pra me dizer?

É, eu estava definitivamente louca. Não sei ao certo o que me levou a dizer aquilo mas talvez fosse por que meu pai andava sempre tão distante de mim que a única maneira dele demonstrar que ainda se importava comigo eram com as broncas e sermões.

Ele levantou os olhos para me encarar um pouco surpreso.

- Você já tem dezessete anos, não posso prendê-la para sempre. Já é velha o suficiente para tomar as próprias decisões, e saber distinguir o certo do errado.

Estava chocada. Como meu pai podia agir tão indiferente frente a essa situação? Conhecia muito bem o pai que tinha. Algo estava errado.

- Mas eu sou sua filha. – O murmúrio não saiu mais alto do que um sopro de voz. – Você deveria estar gritando comigo nesse momento o quanto eu sou irresponsável, e me colocando de castigo pelos próximos anos da minha vida.

Ele bufou.

- Eu sei disso, mas percebi que nada que eu faça ou diga vai colocar juízo em sua cabeça.

- Mas pai...

- Liadan não estou dizendo que aceito essas suas atitudes rebeldes, é só que eu já estou farto disso tudo. Já tentei conversar com você, te deixar de castigo, escola em tempo integral, até mudamos de estado! – George Suspirou alto. – Enfim, não vou mais te aplicar castigos, mas a única coisa que peço em troca é que seja responsável e que tenha respeito ao seu pai. – Ele então voltou a bebericar o café. – Você será liberada do castigo a partir de agora. Será como um teste. Pode sair com esse James Sullivan, contanto que não me apareça com um filho dele, pelo amor de Deus!

Eu engasguei. Ah não, até meu pai.

- Como disse?!

- É isso mesmo que você ouviu mocinha, trate de usar camisinha. Pelo menos nisso você tem que ser sensata. – O desconforto ao dizer aquilo era visível. – Acredite, eu não queria entrar nesse assunto mas pelo o que vejo, creio que será necessário...

Eu não estava acreditando que meu pai estava falando isso pra mim.

- PAI, ELE É MEU AMIGO! SÓ UM AMIGO...! – Disse antes que ele começasse a falar. Ultimamente essa era uma frase bem comum em meu vocabulário. — Agh, de onde você tiram uma coisa dessas? Eu não posso sequer pensar em andar com um garoto que você já pensa que tô grávida.

George soltou um longo suspirou aliviado.

- Ufa, pelo menos nisso não vou ter que me preocupar. – Ele olhou pra mim com os olhos semicerrados. – Estou de olho em você Liadan, se fizer qualquer coisa errada eu ficarei sabendo.

É, meu pai não podia ficar sem fazer uma pequena ameaça.

- Com a Sra Grammer te dando informações detalhadas da minha vida, não duvido... – Murmurei, terminando de tomar meu café da manhã rapidamente.

- Eu ouvi isso. – Ele disse. – E saiba que a Sra Grammer tem se mostrado muito preocupada com você. Foi ela que, gentilmente, me avisou da sua chegada ontem a noite.

- Não acredito, de novo ela veio me dedurar?! O que aquela velha tava fazendo me vigiando as duas da manhã?! — Caralho, ela deveria ter um quartel de espionagem dentro daquela casa. – Essa velha caduca deveria estar em um asilo! Só o que faz é cuidar da vida dos outros. Mas ela vai ver só...

Meu pai tomou as dores dela.

- Olha como se refere a Sra Grammer. Ela já é uma senhora de idade, e não uma velha caduca. Eu acabo de te dar uma chance de se redimir e é assim que age?! Você não tem jeito mesmo, eu sempre disse que deveríamos ser mais duros com você, mas a sua mãe sempre passou a mão na sua cabeça em tudo o que fazia! É por isso que agora você virou uma desmiolada... – O velho George estava de volta. Eu sabia que toda aquela cena de pai compreensivo não ia durar por muito tempo. – Liadan onde pensa vai? Estou falando com você! LIADAN!!

Eu já estava pegando minhas chaves e saindo de casa. Definitivamente, eu preferia ser esquecida a ter que ouvi-lo defendendo ela.

- Já entendi tudo! – Gritei da porta, fechando-a antes de ouvir seus gritos: LIADAAAAAN!!

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Caminhei até a praia e me sentei em um banco de pedra, embaixo de uma pequena sombra. Senti a brisa quente soprar em meu rosto, trazendo um cheiro marítimo que de uns tempos pra cá eu havia aprendido a apreciar. – Tinha que admitir, Huntington beach não era um local tão ruim. Apesar de ainda preferir Nova Iorque.

Ainda me lembrava das ruas coloridas, e dos prédios altos que pareciam querer tocar o céu. Recordava-me da neve, fria sob meus dedos, com carinho. Os invernos de nova Iorque sempre foram rigorosos. Mamãe sempre fazia chocolate quente nesses dias frios. Pensar dela ainda fazia meu coração doer, apesar de todos esses anos.

Ela era uma pessoa tão amável, com certeza se daria bem com Jimmy. Ela sempre gostou de todos os meus amigos, e aqui não seria diferente.

Bem, se ela soubesse a que caminho eles quase me levaram talvez não os tratasse tão bem quanto tratava. Aqueles nova-iorquinos drogados inconsequentes.

Parecia que eu tinha algum tipo de magnetismo que atraia esses tipos de pessoa. Quem dirá Jimmy. Esse era a prova viva disso.

Eu ri sozinha ao me lembrar dele. Não, mas Jimmy era diferente. Ele nunca me faria mal como aquelas pessoas da minha cidade natal.

— Lia? – Uma voz chamou ao meu lado, interrompendo meus pensamentos. Virei-me para me deparar com Brian. – Nunca pensei que gostasse de praia.

Maldita cidade onde não posso dar um passo sem me encontrar com alguém. Esqueçam tudo o que eu disse sobre aqui não ser tão ruim. Aqui era definitivamente muito ruim.

- Eu odeio praias. – Disse sem olhar para ele. Pensei em completar que também odiava ele, mas achei o tom de voz que eu usei já era o suficiente para ele perceber que eu não queria conversa.

Ele pareceu achar aquilo engraçado.

- Mas mesmo assim aqui está você... – Ele se sentou ao meu lado sem se acanhar. – Eu também não gostava muito de praia quando era mais novo. Mas isso foi a muito tempo atrás, quando eu era frio, antipático e ignorava tentativas de puxar um bom papo. Viu Lia, temos muitas coisas em comum. Talvez eu te ajude a superar isso como eu fiz.

- Escuta aqui Brian, qual é o seu problema?! Depois do que aconteceu ontem a noite, quer que eu aja como se nada tivesse acontecido?

Virei para encará-lo diretamente e, céus, ele estava tão... Perfeito. Seus olhos castanhos me observavam, carregado com um típico ar de segundas intenções. Ele sorriu, e meu coração disparou.

- Do modo que você fala, parece que eu te estuprei. – Ele riu. – Relaxa, aquilo foi só... Um jeito alternativo de te dar as boas vindas. – E com um sorrisinho irônico disse. – Welcome to California, baby.

- Você é um babaca Haner.

- E você é muito gostosa Lia... – O murro o acertou em cheio. – EI! CARALHO, AQUILO FOI UM ELOGIO.

Ele massageou o lado direito do rosto, onde eu o havia acertado. Minha mão agora doía, mas o rosto dele provavelmente também.

Brian sorriu. Esse homem era masoquista ou o quê?

- Adoro garotas temperamentais. – Disse em tom provocativo.

- Ah gosta? Veremos se gosta, Haner. Veremos – O duplo sentido na ameaça não tinha sido proposital, mas não havia dúvidas de qual sentido ele entendeu.

Nossos olhares se prenderam novamente, e então Brian fez o que eu temia: Tomou meus lábios com os seus com certa violência. Minha mente gritava para que eu me desvencilhasse, mas a verdade era que o que menos queria era me afastar de seus braços que agora seguravam-me com firmeza. A desistência de tentar resistir a ele veio quando retribui seu beijo na mesma intensidade.

Minha cabeça girava, enquanto nossos hálitos se fundiam. Uma de suas mãos desceu até a base da minha cintura, puxando-me para mais perto, enquanto a outra acariciava meu rosto. Nossas línguas se entrelaçavam com urgência enquanto minhas mãos vagavam sobre seu peito.

Ele retirou os lábios dos meus, mas manteve-os quase encostados.

Meu coração estava a mil, e a sua respiração pesada contra o meu rosto só o fazia acelerar ainda mais.

— Não deveria ter feito isso... – murmurei erguendo meus olhos a altura dos seus.

Por um momento, achei tê-lo ouvido dizer um “eu sei que não”. Um semblante triste surgiu em seu rosto, mas ele logo se recuperou lançando-me um sorrisinho de canto de boca.

- O que foi? – Perguntei, incomodada com o modo que ele parecia me despir com os olhos.

- Oh nada. – Respondeu. Mas seu olhar não condizia com suas palavras.

- Esse nada me soa como... – Fiz uma pausa. — Brian, será que dá pra você tirar a mão da minha bunda?

- Bem, isso é uma coisa a se discutir. – Ele se aproximou novamente e então nos beijamos, dessa vez, mais lentamente.

O celular dele tocou insistentemente, mas Brian parecia querer ignorar.

- Seu celular tá tocando. – murmurei com os lábios ainda juntos dos seus.

- Eu sei. –Quando o celular continuou a tocar, ele se recuou meio a contragosto e o atendeu com um bufar. – O que você quer? Espero que tenha um bom motivo pra me ligar, bolota. – Ele rolou os olhos com algo que ouviu. – Sei que a putinha da fofoca não se contém, mas isso não é novidade. Tenho mais o que fazer do que ficar ouvindo o Shadows gritar no meu ouvido... – Ele ouviu por um tempo e então começou a rir jogando a cabeça pra trás — O quê?! Caralho. Tá bem, já tô indo.

Ele desligou o celular se levantando.

– Me desculpe Lia, mas preciso ir.

- Problemas? – perguntei.

- Sim, com nome e sobrenome. – Ele respondeu rindo. – James Sullivan tá na cadeia.

Porque não estou surpresa? Bem, aquilo explicava o som de sirenes quando Jimmy havia ligado de manhã. Synyster continuou, sabendo que eu iria querer mais detalhes:

- Ele acabou de ser liberado, só ligou mesmo por que quer uma carona pra casa. – Syn riu mais uma vez. – Jimmy tinha sumido depois que eu te levei pra casa. Parece que ele arrumou briga com uns caras na rua, e mijou na roda de uma viatura policial que tentava detê-lo. Matt tá puto por que achou que ele não ia sair antes da apresentação de hoje. Pior, ele tá puto comigo por que o deixei sair por ai bêbado. — E completou. — Como se eu fosse capaz de impedir Jimmy de arrumar confusão.

Quanto a última frase, eu tinha que concordar.

- E os pais dele sabem que ele foi preso?

Ele deu de ombros.

- Os pais dele. – começou em tom irônico. – conhecem muito bem o filho que tem, depois da segunda vez que ele foi preso a tarefa de ir busca-lo foi passado pra os amigos. Por eles, Jimmy continuaria preso para, supostamente, aprender do que o mundo é feito. Bem, de qualquer modo é melhor eu ir antes que o Shadows mate alguém. E nada impede que esse alguém seja eu. – disse dando-me um leve selinho. Sorriu quando eu pareci corada. — Até mais Liadan.

Dito isso, foi embora.

Franzi o cenho ao perceber que sorria como uma idiota. Talvez, perplexidade, choque e confusão não fossem palavras o suficiente para definir o meu estado de espirito nesse instante. E também raiva, por eu ter cedido tão facilmente.

No final ele conseguiu o que queria, e eu cai feito uma patinha. — Mas afinal, a culpa não era inteiramente dele, já que eu também o queria.

Jimmy disse que me preocupo demais com as coisas. ele tem razão. Pensei comigo. Tinha que parar de me preocupar com as coisas e deixá-las acontecer como deveriam. Afinal, eu não estava fazendo nada de errado.

Mas então por que eu sentia como se estivesse?

Notas finais
Nem a Lia resistiu aos encantos do Syn u_u tsc tsc
Mas enfim, o que acharam do capítulo? Comentem n_n