Shatter Me
11 Capítulo XI - O Baile parte1
Notas iniciais

No passado:
Pov’ Victória Mikaelson
Eu andei por aquele aglomerado de pessoas bem vestidas e pomposas. Todas com suas máscaras de festa. Homens conversando e dando altas risadas. Mulheres ao cochichos e fofocas pelos cantos. Jovens casais aproveitando aquele momento para danças e momentos românticos. Era um cenário bonito, na verdade encantador, mas nada poderia estar me preparando para os acontecimento daquela bela e proibida noite.
Ao começar pelo jovem e valente Lorde Arthur Dayne. Ele era um homem bonito e interessante sem dúvidas, mas não era o que queria naquela noite, mas mesmo assim quando ele se aproximou de mim com seus olhos gulosos, me vendo apenas como uma posse a ser conquistada, eu apenas fiquei parada sorrindo para o homem que parou na minha frente.
Tudo nele cheirava a segundas intenções e ele era uma pessoa ligeiramente desinteressante, na verdade entediante. Por isso sugeri uma dança, apenas para ver se Arthur parava de falar.
— Claro milady. — Foi tudo que ele disse.
Arthur me guiou até o salão de dança. Ele estava dançando uma música suave e lenta. A música era linda e ele estava muito perto. Então ele voltou a falar novamente me deixando entediada novamente. Então, cheguei a conclusão que ele não estava mais servindo ao seu propósito.
— Lorde Arthur o senhor é um cavalheiro, mas eu creio que devo encontrar meu irmão agora mesmo. — Falo educadamente, tentando fazer ele me soltar.
— Não pode ficar nem mais um pouco? — Ele indaga sem me soltar.
— Eu não posso. — Nego secamente. – Agora se me der licença. — Falo séria parando de dançar.
Eu senti o aperto de Arthur aumentar e cheguei a conclusão que ele era apenas um homem desprezível, que não sabia ouvir uma recusa. Apesar do título e de sua reputação ele era apenas um homem qualquer. E eu tenho pena dele ao pensar que pode encostar em um fio de cabelo meu. Ele não faz a mínima ideia de quem eu sou e do que sou, isso faria as coisas tão divertidas quando eu sugasse sangue até sua cabeça sair do lugar.
— Irmã o cavalheiro lhe incomoda? — Elijah surgiu de repente.
— Na verdade sim, irmão. — Respondo e vejo que Arthur se encolhe.
Elijah se aproxima e o compele para sair rapidamente. Quando Arthur sai de perto, Elijah assume o lugar que era dele, agora me guiando por aquela dança. Dessa vez eu me senti melhor. Conforme eu e Elijah deslizamos por aquele salão tão absortos em nossos movimentos que o mundo a nossa volta parecia apenas um borrão.
Nossas mentes estavam concentradas em nós dois, naquele momento e em todas as sensações que estávamos sentindo. As outras pessoas não podiam entender o que eu enxergava completamente agora. Eu enxergava claramente que nós dois fomos feitos para estarmos juntos, aquele momento era tão certo. Tão completo.
Quando a música tocou para uma mais animada, nós dois nos separamos. Mas, eu não podia deixar que aquela noite termina-se assim. Eu queria mais! Eu queria sentir mais! Eu queria Elijah comigo me amando.
— Elijah vem comigo, por favor. — Peço em um fio de voz.
— Está bem, Victória. — Ele concorda.
Eu pego sua mão e praticamente o puxo para fora do salão. Quando estávamos longe de qualquer olhar curioso, uso minha velocidade para ir mais rápido para os meus aposentos. Quando finalmente cheguei lá, Elijah veio logo atrás.
Com apenas um olhar em seu rosto , eu pude ver que ele sabia o que eu queria e o mesmo queria isso tanto quanto eu. Aproximo-me lentamente de Elijah e coloco minha mão em cima de seu peito.
— Você sabe do que precisamos essa noite, Elijah. — Eu digo utilizando a voz mais envolvente e sensual.
— Se Niklaus... — Antes que ele pudesse falar qualquer coisa, eu coloco meu dedo em seu lábio para silencia-lo.
— Ele não vai descobrir. Nossos irmãos estão ocupados festejando. — Falo e aproximo meu rosto do dele. — Você sabe que quer e precisa disso, tanto quanto eu. — Eu digo contra seus lábios.
Não demorou muito para Elijah quebrar a distância entre nós. Ele me beija ferozmente no começo, mas depois o beijo ficou um pouco mais calmo, mas ainda apaixonado. Quando separamos nossos lábios em busca de ar, pude ver o olhar feroz no rosto de Elijah. Eu uni nossos lábios novamente e quando eu menos esperava Elijah me empurrou contra a parede e continuou a me beijar.
Eu entrelacei minhas pernas em sua cintura, enquanto ele me beijava apaixonadamente. Ele finalmente me tirou da parede e me colocou na cama. Elijah arruinou o vestido, o rasgando em pedaços dando a ele minha visão nua.
Eu sorrio para o mesmo lhe ajudando com suas roupas e quando ambos estávamos desnudos, Elijah se deitou sobre mim. Ele começou a beijar meu pescoço, enquanto eu gemia de prazer.
Após muitas provocações ele finalmente me tomou. A cada estocada era como se sentir no paraíso. Um tipo de paraíso doce, feito apenas para vocês dois e mais ninguém. Quando atingimos nosso ápice, caímos exaustos um ao lado do outro.
— Eu amo você. — Eu digo antes de adormecer no peito de Elijah.
— Eu também amo você — Ele falou e eu sorri.
No presente:
Pov’ Victória Mikaelson
Eu estava vestindo o vestido preto com duas alças. Uma reta a outra caída delicadamente. Ele tinha um decote generoso e tinha uma fenda na perna. (A: Vestido 3) Vesti um par de saltos prestos com detalhes dourados. Coloquei um cordão de ouro com pedras de diamantes, pulseira de brilhantes. Um anel de ouro com o diamante em formato de coração. Coloquei uma maquiagem perfeita para a ocasião. Perfumei-me como melhor dos meus perfumes e ajeitei o peteado perfeito .
Quando cheguei à frente do espelho sorri satisfeita com a minha imagem. Eu estava incrível. Antes que eu pudesse continuar me admirando, ouço batidas na porta e quando abro dou de cara com Stefan. Ele estava lindo e sexy de terno.
— Você está maravilhosa. — Ele diz me olhando de cima abaixo. Me analisando com carinho.
— Você também não está nada mal. — Digo sorrindo.
—Vamos senhorita Victória? — Ele oferece seu braço e eu sorrio.
— Claro senhor Salvatore. — Respondo e entrelaço nossos braços. – Stefan eles estão lá embaixo? — Indaguei.
— Sim, Frederick está aqui e eles seguiram seu rastro. E segundo Damon, ele viu eles entrando e falou com eles. — Stefan responde. Ele olha para mi e me dá um olhar de conhecimento. – Tem certeza que quer fazer isto agora? Desse jeito?
Eu respiro fundo e encaro Stefan decididamente.
— Eu tenho certeza absoluta! — Digo e nos preparamos para descer as escadas.
— E com vocês a grande mulher que está promovendo este baile beneficente. — Elena finalmente anunciou.
Desci as escadas ao lado de Stefan. O momento todo parecia estar em câmera lenta. Os degraus pareciam que nunca iriam chegar até o fim. Foi quando eu olhei brevemente para os convidados e foi ai que eu vi todos eles.
Todos eles juntos me olhando espantados e surpresos. Tudo o que eu fiz foi sorrir com essa visão e depois voltei a me concentrar no momento. Pego o microfone da mão de Elena e me viro a todos os convidados.
— Estamos aqui hoje nessa noite reunidos por uma causa nobre. – Comecei o meu discurso. — Estamos aqui em uma missão para arrecadar fundos para a cidade que passa por um momento difícil atualmente. Temos que ajudar Mystic Falls a prosperar e é por isso que chamei todos vocês aqui. Espero que possam contribuir para nossa causa e também espero que tenham uma noite divertida. Pois eu tenho certeza que terei. — Falo encarando minha não tão queria família. – E declaro a parti de agora que o Baile Imperatriz da Esperança começou. — Assim que termino entra a música.
Dou o microfone para Elena e desço do palco improvisado, indo de encontro com Stefan. – Foi fantástica. – Ele diz me elogiando.
— E quando eu não sou. – Comento, fazendo Stefan rir.
Então muitos dos convidados vieram me cercar, mas não as pessoas que eu queria. Avistei Frederick parado perto de uma das mesas do bufê e não muito atrás todos os Mikaelson. Caminhei em direção a Frederick, com Stefan logo atrás.
— Vamos ir para um lugar mais calmo. — Falo assim que chego perto do meu bruxo favorito.
— E eles? — Stefan pergunta observando meus irmão de longe.
— Eu não irei ir até eles. Eles viram até mim. – Respondo dando uma piscadela para o mesmo. – Agora vamos subir. — Digo e os dois me seguem.
(...)
— Me conte Frederick, o que descobriu de útil, além de eu ter uma sobrinha. — Falo pegando uma taça de champanhe.
— Eu descobri que sua sobrinha é uma hibrida, assim como você. — Ele respondeu.
— Ninguém pode se comparar a mim, sou a criatura mais poderosa existente! — Retruco e Frederick assente.
— Sim, mas sua sobrinha também pode ser. — Frederick fala e bebe seu champanhe.
— Eles já deveriam estar aqui. — Stefan comenta.
— Pensei que estivesse morta. — Ouvi uma voz conhecida falar e dei um sorriso amargo.
Stefan e Fred ficaram em estado de aleta. Eu apenas ergui o meu olhar e continuei sentada no sofá. Dei a eles um olhar frio.
— Olá Nik. — Digo dando um sorriso. — Sentiu minha falta? Pois eu tenho novidades! Dessa vez eu vou ficar e nenhum de vocês irá fazer nada contra isso.
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