Shatter Me

4 Estilhaço de Agonia


Notas iniciais
Bom dia gente bonita.

Eu estou muito feliz com a minha recomendação, e muito obrigada à fofa que mandou ela pra mim.

Shiki, ti love.

Mas bem, agora um papo serio.

O que está acontecendo com vocês, leitores? Fugiram?

Estou querendo explicações, viu?

E aos que ainda não sumiram, bom capitulo de SM.

Kiss.

Capitulo Três.


Estilhaço de Agonia.



Hector:



— Minerva precisamos... – Começo, mas a vejo alinhar as mexas negras de maneira elegante. Seu quimono era de seda rosa com desenhos femininos e muito delicados. As suas mexas negras estavam sendo presas com um pente antigo e com uma flor de cerejeira como detalhe principal. Por fim colocou outro quimono por cima, vermelho sangue com detalhes em ricos fios dourados. – Ir. – Termino surpreso ao vê-la tão linda.



— Acho que não vou para guilda hoje, meu bem.

— E aonde você vai?

— Vou visitar a minha mãe. Hoje é o aniversario dela. – Falou com graça e calma, a deslizar o batom vermelho nos seus próprios lábios carnudos.

Não pude responder nada, pois sabia muito bem a importância daquele dia.

— Tudo bem. – Digo sentando-me na cama.

Suspirei pesadamente.

— Teve outro sonho?

— Sim... Mas o mesmo de antes novamente. – Ela se aproximou preocupada, arrastando-se imperialmente com as suas sedas glamorosas.

— Tudo bem?

— Eu te amo. – Murmuro, aproximando meus lábios dos dela e dando–lhe um beijo sereno e apaixonado. Era meu erro, sempre que a beijava ficava mais louco pelo seu corpo e pelo seu jeito. Esquecia de mim mesmo e idolatrava suas curvas, a sua voz que me clamava.

— Hector... – Gemeu devagarzinho, sem ligar para nada já que a casa estava praticamente solitária sem Hermione a correr por ela. Deitei–lhe na cama. – Você vai me desarrumar. – Invocou, com bico.

— Você se arruma depois. – Segredei em seu ouvido, um dos seus pontos mais sensíveis e a fiz suspirar avidamente.

— Mas eu...

— Quer casar comigo? – Perguntei de súbito, vendo seus olhos ficarem arregalados de surpresa. Seus lábios vermelhos perderam mais um pouco desse fantástico batom, pois os meus lábios deslizaram neles buscando a resposta em seus movimentos e não em suas palavras. Quando dei por mim, estava tirando seu belo quimono e, sem esperar mínima afirmação, distribuía beijos cálidos em seu pescoço fazendo a mesma gemer baixinho e maneira entrecortada meu nome.

— Nn... Hector... Deixe que eu responda pelo menos... – Rogou com a expressão levemente assustada.

— Diga o que deve dizer.

— Eu aceito. – Falou por fim, instigando–me a ficar mais guloso e voraz.

— Aceite as minhas exigências, Minerva... – Cochichei em seu ouvido, forçando a minha voz a fica rouca e sedenta, o que necessariamente não foi difícil.

Não sei descrever detalhadamente o que aconteceu entre nós depois disso, porque foi necessariamente rápido e prazeroso demais.

Só que tive de comprar outros quimonos e lençóis para o nosso quarto.



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Sting



Buried Alive!



Stan:



O vagão em que eu estava sacudiu.



O cheiro de fumaça era intenso, mas parecia ter sido bem longe.

—Que raios aconteceu nesse lugar? – Perguntei a mim mesmo, despertando depois de uma recaída com Zef na noite anterior.

Aquele cretino havia me chupado no pescoço e deixado uma marca permanente, totalmente arroxeada, de maneira bem visível ali.

— Senhor? Deseja algo? – Perguntou uma das mulheres que trabalha me servindo nesse vagão.

— Quero saber o que desembalou o meu sono. – Falo ríspido, passando as mãos nos meus cabelos de cores diferentes.

— Houve uma pequena confusão agora a pouco, no terceiro vagão, mas nada que afete a sua viagem novamente. Desculpe-nos pelo transtorno, prometo que não acontecerá novamente. – Abaixei meus olhos até as minhas mãos e com um aceno rápido ela partiu.

Por culpa de Zef eu estava num total caos e numa desordem digna de alguém que nunca teve um treinamento de elite como eu.

Meu cabelo estava um transtorno digno de um ninho de ratos. Em todas as direções ele estava, misturando-se e causando uma desordem desordeira nos fios brancos e negros. As mexas que ainda continuavam retilíneas eram as brancas. A franja que tapava meu olho direito tinha, praticamente, sido arrumada para que não cobrisse mais.

Preciso de um banho, isso sim.

Tomei o meu merecido banho e ainda fiquei irritado ao perceber que a marca tornará a surgir com ainda mais vigor e cor.

Sozinho com meus pensamentos, analisei-me apenas com as vestimentas baixas. Meus cabelos soltos e molhados estavam longos o bastante para baterem na cintura com facilidade. No lado esquerdo do meu rosto uma tatuagem tribal que marcava o final e o aperfeiçoamento do meu treinamento, mas no lado direito um sinal claro do meu sucesso derradeiro.

Meu olho tinha uma coloração diferente do outro. Já que um era vermelho o outro se tornou num tom ônix digno de dar medo. E a cicatriz que quase o destruiu ainda continua ali.

O roxo feito recentemente por Zef se destacava no meu pescoço. Talvez fosse uma breve lembrança da sua partida.

Coloquei o cinto, para depois pegar uma camisa nova e branca ao no banco ao lado. Por cima então, coloquei a capa de negra.

Era questão de dias para que o meu plano entrasse em ação.



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Lucy:



Eu acordei enjoada pela manhã e naquele dia, Sting ainda estava dormindo.



Levantei com cuidado, sem acordá-lo com as vezes fazia e corri até o banheiro. Só fiquei no enjôo, mas decidi que era minha vez de fazer algo para agradá-lo logo cedo.

Faltavam três dias para que o bebê completasse três meses.

Desci as escadas com o cuidado necessário e me dirigi à elegante cozinha da casa.

Como todas as semanas, esta tudo muito bem organizada e as coisas tinham-se em fartura.

Recolhi alguns ovos da geladeira, pegando vasilhas e copos diversos. Comecei a preparar uma deliciosa omelete, com deliciosos frios como recheio e também, acompanhada com um suco de laranja.

Tive uma vontade louca de comer torta de maça e indaguei comigo mesma se acordava ou não o Sting para que ele me comprasse uma. Tive que improvisar, dai surgiu uma salada de frutas vermelhas coberta com leite condensado.

Arrumei a mesa e escutei passos nas escadas.

— Hum... Que delicia. – Falou o loiro todo desarrumado e sonolento. – Fez isso por mim?

— Você tem sido um amor. – Respondo, recebendo um beijo na testa antes de sentar.

— Fez omelete para mim? – Os olhinhos dele brilharam quando viu algo que eu não preparava fazia meses em sua frente. – Serio, agora eu me sinto paparicado. – Numa garfada, ele comeu metade da omelete e eu suspirei, preocupada com o caso dele se engasgar. – E que é isso ai? – Perguntou quando me viu comendo calorosamente a minha colorida salada de frutas.

— Meu desejo de hoje. – Respondi, porque hora ou outra no nosso dia a dia ele me fazia algo que eu quisesse.

Mesmo parecendo que o bebê pode e vai ser tão guloso quanto o pai, eu não resisto a essas tentações.

— Parece bom. – Comentou ele, com vontade.

— Quer um pouco? – Perguntei, estendendo a colher que eu comia.

— Sim. – Logo depois pegou a minha mão e a puxou até a sua boca, a alguns centímetros distantes. Degustou-se glutão e depois riu da minha expressão. – Esta mesmo uma delicia.

— Claro que esta, eu que fiz. – O mirei rir daquilo, tomando novamente um copo do meu delicioso suco.

— Vai para a guilda comigo hoje ou vai ficar dormindo em casa novamente?

— Acho que vou me arriscar e sair ao mundo humano hoje. – Brinquei com tamanha sutileza, lambendo a colher sem frutas.

— Vou lavar a louça hoje, já que você me banqueteou com seus pratos. Vai me esperar ou vai tomar banho logo? – Ele se levantou, com a claridade do seu sorriso a me esquentar.

Usava uma blusa regata fina e uma calça de moletom confortável para se dormir juntinho.

— Vou tomar banho antes. – Levantei, sem qualquer impedimento pela parte do bebê como o mesmo fazia durante as manhãs.

Subi apressadamente as escadas enquanto podia escutar o som realmente confortável da melodia assobiada pelo jovem Dragão Branco.

Despi-me com extremo cuidado e tratei de tomar um banho rápido e adequado. Sai e encontre-o a analisar as sua gaveta de blusas, sem encontrar a que queria:

— Precisa de ajuda?

— Onde esta o meu colete?

— Esta pendurado no seu guarda roupa, Sting.

— Ah, obrigado Lucy. – Respondeu ele, já deixando as suas roupas prontas na cama. O observei pendurar a toalha no ombro e deixar a porta aberta, jogando as roupas de dormir pelo caminho.

— Você sabe que vai ter que recolher isso, não sabe? – Mesmo sem querer, acabei virando maníaca por limpeza. Ainda mais nessa casa gigante.

— Sim! – Respondeu, ligando o chuveiro.

Depois de me secar e atravessar cuidadosamente o quarto por causa das roupas dele, e fui até a minha parte do guarda roupa para pegar algo para vestir.

Escolhi um vestido mediano e acentuado na cintura, destacando-a. Era cheio de babados e com a cor num marrom formoso e meio avermelhado, contrastando com as minhas sapatilhas brancas.

Tentei prender meu cabelo inúmeras vezes, mas ele fica totalmente ridículo em todas:

— Porque não o deixa solto hoje? – Perguntou Sting, puxando e beijando uma das minhas pontas loiras.

— Bem... Eu queria prende-lo.

— Mas fica lindo solto. – Insistiu ele, virando de costas e se secando totalmente, para depois começar a se vestir. Por fim, ficou só de calça a me mirar tentar, novamente, arrumar o meu cabelo.

— Ele está muito grande. – Anui, vendo as pontas longas e quase na cintura.

— Está lindo.

— Hum... – Fiz bico, emburrada.

— Vai, eu estou pedindo... – Insistiu ele e suspirei derrotada.

— Tudo bem então, se você quer.

Sting era formoso e sensual mesmo não querendo. Mesmo com o cabelo todo desarrumado, bagunçado e molhado ele estava simplesmente incrível.

— Como você consegue ser tão lindo, seu idiota? – Perguntei quando ele me abraçou por trás, colocando as suas mãos sobre onde o bebê estava.

— É um dom natural. – Mencionou com sutileza.

— Então o bebê vai nascer com o seu dom natural, Eucliffe?

— Pode ser que sim, mas acho que ele tende a nascer com o seu charme, Heartfilia. – Ronronou colocando o seu queixo no meu ombro.

— Charme? Onde eu tenho charme? – Satirizei, com graça e desconfiança.

— Onde? – Arqueia uma sobrancelha – Talvez nessas suas curvas esculturais? – Não digo que corei, porque é evidente.

Ele riu de tal maneira que o deixei sozinho no quarto.

— Ei Lu! – Falou pulando vários degraus quando me viu saindo. – Ei! Ei! – Novamente paro e miro-o. – Desculpe, não queria deixar você brava, mas é bonitinho. – Segredou em meu ouvido, displicente.

— Vamos logo, vai. – Insisti, corando novamente.

— Deixe que eu vá pegar o meu colete primeiro. Já estaremos a caminho.



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Dragon Hate You.



Stan:



— A senhora saberia me dizer onde fica a Sabertooth? – Perguntei, já com uma metamorfose singela e estranha.



Ficar com a aparência diferente era doloroso e desgastante.

— Ah, você deve ser um dos novos magos que querem entrar na guilda não é? É bem ali, rapaz. Onde aquela bandeira dourada esta.

— Obrigado. – Respondo, fazendo uma vênia rápida e me direcionando até lá com rapidez.

— Ei me espere! – Falou uma voz a mim conhecida, com extrema alegria e entusiasmo. – Nanami! – Gritou o homem e vejo que seus cabelos negros estavam sendo desalinhados pela correria matutina. Estava usando roupas aparentemente normais e pude ver uma aliança dourada em sua mão esquerda. Ele nem me notou.

— Estamos atrasados! – Respondeu a jovem a sua frente, de beleza enfadonha e graciosa. Ela tinha o cheiro de rosas.

— Nanami! James ainda não esta na cidade! – Repreendeu o outro, já cansado de tanto persegui-la e agarrando-lhe sem estribeiras.

— Não é por isso que eu estou correndo. – Revelou-lhe a moça e percebi que esta também tinha uma aliança dourada na mão esquerda.

Não podia acreditar no que meus olhos estavam vendo... Ele havia casado e estava feliz enquanto eu... Apenas eu...

Sabia da verdade.

— Tenho que te contar uma coisa. – Articulou, sem que me notasse escondido por entre as árvores densas.

— Me contar uma coisa? – Ainda com ela em seus braços, Rogue perguntou.

— É. Eu tinha que falar com a Yuu-chan pra ela acalmar o Nii-san hoje por causa disso. – Pude ver como eles deveriam ser felizes e constatei o que poderia ser a sua verdade.

Mesmo sentindo o cheiro dela pela primeira vez, eu podia sentir a notável alteração causada...

— Eu estou atrasada duas semanas. – Segredou ela, mesmo que no meio da rua.

As expressões que Rogue havia feito me fizeram remoer dentro de mim. Podia ser eu no lugar dele. Eu com aquela vida agradável.

Eu e não ele.

— Atrasada duas semanas?

— Não que eu seja descontrolada, mas tudo estava certinho até pouco tempo. A Yuu-chan que achou que eu podia estar esperando um bebê e me fez fazer um exame doloroso semana passada. Doeu bastante, mas o resultado chegou ontem e confirmou que ela estava certa – Explicou-lhe ela com postura e jeito. Nunca vi Rogue com uma expressão tão surpresa.

Ele piscava, tentava falar e piscava novamente.

— Eu vou ser pai? – O moreno simplesmente fala, ainda no seu estado de choque.

— Nós vamos ser pais. – Confesso a sua mulher com um sorriso largo.

Rogue beijou-lhe carinhosamente, puxando algumas mexas do seu cabelo para trás e segurando seu rosto branco com as mãos.

— Obrigado Nanami. – Falou vendo algumas lagrimas caírem pela face dela. Novamente beijou-a.

Tal cena fez-me sentir um atordoamento suplico e estranho. Tive de sair dali o mais rápido possível.

Eu tinha que resolver logo o meu problema.

Meu primeiro alvo era alguém muito mais perigoso que ele.



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Alois:



— Vamos parar em Magnólia hoje, Alois? – Perguntou Hermione e assenti, de tão cansado que estava. Senão continuássemos, seria mais um dia nesse trem desconfortável e malcheiroso.



— Graças aos Deuses, sim. – Comentei acariciando o pelo do Ryuu que estava a mirar a janela com curiosidade.

— Acha que Sting-kun esta com saudade de mim? – Perguntou Lecter a Hermione, que assentiu ao mesmo.

— Acha que não? Sting-san te ama, Lec.

— Se ele me amasse mesmo, não me trocaria pela aquela loira bruta. – Sorri pelo comentário, entendendo que o outro sentia-se trocado.

— Eles estão juntos há bastante tempo, Lecter. Passaram por varias coisas juntos. – Respondi–lhe. – Há uma coisa que eu quero te contar, Lecter.

— Me contar uma coisa?

— Sim.

— O que é?

— É bem simples na verdade. – Respondo, atraindo também a atenção de Ryuu. – Existe um fio vermelho chamado fio vermelho do destino. Segundo ele, duas pessoas que nem deveriam se conhecer se apaixonam profundamente uma pela outra por que estão ligadas pelo mesmo fio. Isso acontece com muita precisão nos Dragon Slayers, se eles se apaixonam por uma pessoa, que definitivamente é a certa, nunca deixam de amá-la.

— Sting-kun esta sofrendo disso? Desse tal fio vermelho?

— Não diria sofrendo, mas ele ama a minha mãe. E eu sei que ela também o ama.

— Mas e se ela não for a pessoa certa para ele?

— Não somos nós que decidimos, Lecter. – Hermione tomou a palavra. – É pura magia, pura química entre eles. – E depois de fazer um carinho dengoso nele continuou – Você não percebe que o Sting–kun parece mais feliz agora? Como ele está sempre sorrindo e brincando? Como ele gosta de ficar perto da tia Lucy e provocá-la?

— Você está certa... Mas eu... Também gostava do antigo Sting–kun. – Falou ele com certo pesar.

— E como era o antigo Sting-kun? – Perguntei. Ryuu estava quietinho demais.

— Ele era muito feroz e vibrante nas batalhas. Mas perto de mim ele era bonzinho e meio chato, sempre me dando doces escondidos.

— Lecter-kun, o papai não mudou tanto assim. – Ryuu falou, finalmente, algo que eu ia falar. – É que ele está sempre preocupado com a mamãe porque ela fica dodói muito rápido. Mas quando machucam a gente ou a mamãe, ele dá medo.

— Ryuu–chan...

— Eu estou com saudade da mamãe. Eu quero que ela me abrace. – Confessou ele, olhando para mim.

— Eu também estou, Ryuu-chan.



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Minerva:



— Hector? – Chamei vendo-o com o olhar vazio sentado a mesa do escritório. – Hector. – Passei a mão na frente de seus olhos e só assim ele notou a minha presença. – O que esta acontecendo com você?



—Nem eu mesmo poderia te responder, Minerva. Mas a minha cabeça esta doendo tanto que...

— Você acha que algo ruim vai acontecer.

— Não, que eu preciso ir a uma clinica psiquiátrica e me internar.

— Acha que esta ficando louco?

— Não sei. Eu definitivamente não sei de nada. – Me aproximo mais, levantando-o e vendo-o curvar-se para um abraço carinhoso.

Apesar de tudo, Hector e sua saúde tem ficado cada vez mais frágeis depois do torneio de magia e da descoberta dos meus abortos. Ele tenta não me preocupar com o que sente, mas sofre com isso:

— O que esta acontecendo com você, Hector? – Perguntei, com o ar quase preso na garganta.

— Eu sinto que estou morrendo Minerva. – Confessou ele isso pela primeira vez. Meu coração quase se partiu ao meio.

— Hector...

— Não deveria ter dito isso a você. – Completou sentando-se novamente a mesa, agora a desviar o olhar de mim. – Isso só se tornará doloroso para mim. Ver-te sofrer me machuca mais que qualquer outra coisa, Minerva.

— Foi por isso que você me pediu em casamento? Para me deixar viúva?

— Minerva... – Ele sussurrou, mas eu já queimava de ódio e culpa:

— Você acha que eu gosto dessa situação? Que eu quero ver você sofrendo desse jeito? Que fico preocupada apenas com a Hermione?

— Eu sei que não.

— E age dessa maneira!

— Não tenho outra escolha Minerva. E eu quero me casar com você, mesmo que eu morra depois.

— Por que você não para um pouco e olha o que está fazendo, Hector. Está me tratando como um objeto. Apenas sirvo para satisfazer seus desejos sexuais e depois, quando é a minha hora de cuidar de você, apenas recebo evasivas e respostas tortas. – Lágrimas rolavam pela minha face e ele não ousava olhar-me. – Você nunca tem escolhas quando se trata de mim, não é Hector? – Isso o fez olhar-me e tamanho o seu desespero quando me viu começar a soluçar.

O silêncio se alastrou pela sala enquanto ele nada me respondia:

— Então é isso, sou apenas uma escolha para você não é? Ou ficar com a Minerva ou não ficar com ela e fazê-la sofrer. Ah, vou ficar com ela por culpa, mesmo.

— Minerva, por favor...

— Eu não quero mais você na minha casa. Saia antes que a Hermione chegue e o veja. – Falei ainda engasgada com as lágrimas.

Sai da sala dele ainda entre gemidos e entrei na porta ao lado, na biblioteca onde vi Rufus sentado a ler:

— Minerva? O que aconteceu? – Perguntou-me ele quando me viu tão frágil quanto uma rosa e a soluçar compulsivamente.

Ele se aproximou e me abraçou, porque eu mal pude mover meus lábios para responder-lhe. Chorei em seu ombro por mais tempo que desejaria.



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Sting:



—Hector? – Bati na porta vendo-a destrancada e com ele sentado desolado a mesa.



— Sting? – Murmurou ele, abrindo os olhos depois de esfregar as têmporas.

— O que houve aqui? Você não parece nada bem.

— Minerva e eu terminamos agora a pouco.

— Terminaram? O que aconteceu?

— Eu sou idiota.

— Isso não é novidade alguma para mim, agora se explique.

— Disse a ela que achava que estava morrendo. – Suspirei fundo ao vê-lo tão frágil em questão de segundos. Perder Minerva é um golpe duro demais para ele, ainda mais com essa saúde débil.

— E você fez mais alguma coisa antes que a tenha irritado ou a deixado magoada?

— Eu a pedi em casamento. Ela achou que estava tentando compensar algo e por isso queria me casar, que queria compensá-la e lhe deixá-la com a minha herança e viúva. – Sussurrou em voz fraca, escondendo o rosto com as mãos. – Sting... Eu me sinto cada vez pior... É como se o meu mundo estivesse ruindo pedaço por pedaço...

Vi as lágrimas caírem uma a uma por sua face desesperada.

— Vou pedir pra Lucy conversar com a Minerva.

— Espere Sting! – Alertou ele quando eu estava abrindo a porta. – Tenho algo para lhe falar.



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Lucy:



— Oi. – Falou um rapaz, sentando-se à mesa no lugar de Sting.



— Er... Oi.

— É um prazer conhecê-la Lucy-san.

— Não sei se posso dizer o mesmo. Bem, meu namorado estava sentado ai.

— Ah, desculpe. Mas não vou demorar, só vim pedir um pequeno favor.

— Um favor?

— Minha irmãzinha está meio doente e ela gosta muito de você. Poderia ir comigo visitá-la?

Num momento tive a compaixão de querer ir com ele, mas Sting ficaria irritado.

— Não posso ir.

— Mas ela está piorando! E eu prometi que te levaria. – Meu coração doeu, eu sabia o que era perder alguém amado.

Olhei os seus olhos e os vi levemente apreensivos, deixei-me levar pela minha própria culpa. Por fim, aceitei.

—Vamos, mas não posso demorar. – Confidenciei.

O rapaz sorriu e comecei a notar as suas expressões. Era moreno e tinha olhos verdes, obscuros.

Levantei meio zonza e antes de sair da guilda mandei beijinhos para o Shiro-chan e ele riu.

Segui o rapaz, mas não sabia o que me esperava.



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Sting:



— Entendeu? – Hector fala e miro-o mais branco ou tanto quanto ele mesmo.



— Sim. – Fui curto e grosso.

— Agora vá e faço o que eu ordenei. – Falou ele, a respirar fundo depois.

— Peça para alguém cuidar de você, idiota.

— Dessa vez eu mereço essa dor, Sting. Deixe-me com ela.

Deixei-lhe com sua tortura mental e desci avidamente as escadas da guilda.

Não encontrei a Lucy no andar de baixo.

— Onde a Lucy está? – Perguntei e notei um olhar estranho vindo de Rufus:

— Ela saiu acompanhada de um rapaz agora a pouco. – Informou, tomando chá gelado.

— Como assim saiu da guilda? E com um rapaz ainda?!

— Tipo, ela saiu da guilda. Saiu andando... – Shiro fez os dedinhos malditos dele se moverem como se estivessem andando.

Bufei de raiva.

— Eu entendi isso, seu animal. Mas porque ela saiu sozinha com ele?

— Ele pareceu pedir algo a ela, Sting. – Diz–me Orga.

— E ela foi?!

— Foi, idiota!

Lucy não pode ficar sozinha

Senti uma vertigem misturada com ciúme e desespero. Hector havia dito que a partir dessa semana as coisas começariam a ficar complicadas. E que eu deveria ficar vinte e quatro horas com ela.

— Estou indo. – Falo por fim, saindo de súbito e notando que a cidade estava tranquila. Sem nenhuma rastro da minha Lucy.

Novamente senti uma vertigem, e acompanhada dela, um calafrio que percorreu minha coluna e eriçou os meus pelos. Comecei a correr, tentando sentir o seu cheiro, mas não o encontrei.

Ofegante, cruzei a cidade inteira e fui para casa, procurando-a.

Nada.

Voltei para o centro da cidade.

Nada.

Percorri totalmente a floresta.

Novamente, nada.

Meu desespero começou a tomar conta de todo o meu ser. Algo tinha ocorrido e era tudo minha culpa.

— Lucy! – Gritei – Lucy!



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Eu me sinto errado e esse é o meu sinal



Stan:



— Zef? Onde você esta? – Perguntei, limpando o sangue das minhas mãos nas roupas que eu estava a ponto de queimar. O lacrima no meu pescoço brilhou:



— Ficou com saudade, Stan-chan? – Não compreendi seu tom animado. Talvez seus quatrocentos anos de seca o tivessem feito ficar animado depois deu concordar – eu tomei algumas, ou muitas, doses de álcool – a relembrá-lo do que se chama relação sexual.

— Cretino, eu terminei o trabalho. Onde você está?

— Estou mais perto do que você imagina. – Suspirou e quando percebi, ele estava encostado nas minhas costas.

— Filho de uma... – Comecei, mas antes que eu pudesse terminar vi algo diferente quando ele olhou a loira caída aos meus pés.

— Ela deveria estar feliz, não é?

— Cara, você é bipolar sabia? – Falei e ele suspirou:

— Você tem que levá-la para perto da guilda que te falei ontem.

— Porra, é longe pra caralho.

— Vai querer que o plano dê certo ou o que?

— Hum. – Respondo mirando-o sentar-se no chão.

Apesar de tudo, ele parecia muito zen.

— Você fumou? – Perguntei com a sobrancelha arqueada.

— Nem de longe.

— Bebeu conhaque?

— É amargo demais. – Mas você não disse isso da última vez disse, cretino? Não falou que gostava de “coisas amargas”?

— Porque você ainda esta sentado ai? Porque não vai fazer alguma coisa de útil?

— Ficar sentado é algo útil. Eu passei cem anos assim, então...

— Você é um desgraçado, Zef.

— E você não é o primeiro que me diz isso.

Ignorei o fato das emoções dele estarem oscilando.

— Vem comigo ou vai morar ai?

— Acho que é melhor eu verificar que você está fazendo tudo certo. – Foi uma de suas piores mentiras.

Por fim carreguei, sozinho, a loira desacordada e ensanguentada.

— Qual o nome dela? – Perguntou Zef curioso.

— Lucy Heartfilia. É uma maga estelar.

— Um casal interessante não é? Uma maga estelar e um Dragão Branco.

— É um casal poderoso demais. Se essa criança tivesse continuado viva, poderia ser o herdeiro.

— Mesmo que o outro nascesse antes?

— Mesmo assim.

Ele pareceu ponderar um pouco, para depois abrir um sorriso estranho:

— Eu queria poder ver a reação dela quando acordar.

— Nós vamos estar bem longe, Zef. Acredite.



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Lucy:



Meus olhos não queriam abrir por causa da dor que senta. Estava confusa e não compreendia o que havia acontecido, não gostava de sentir a dor que sentia. Quando os abri, não reconheci o teto que mirava, pois era de madeira velha, diferente da minha casa.



Movi a minha cabeça para a esquerda, vendo a simplicidade do lugar. Uma cozinha pequena com uma mesa, mas não haviam paredes para separar a cozinha de onde eu estava. Parecia que a pessoa que vivia ali deveria ser sozinha. Meu braço direito estava para fora do cobertor macio e quentinho que estava sobe o meu corpo, estava ralado perto do ombro e enfaixado. Notei que a região da minha barriga era onde mais doía.

Oh, minha querida. Você finalmente acordou. – Disse uma senhora de cabelos brancos e expressão preocupada. Vestia-se com coisas simples e estava carregando uma bacia cheia de água.

— O que aconteceu comigo? – Perguntei sussurrando.

— Eu não sei querida, mas eu te encontre na floresta há algumas horas. Tratei de suas feridas e cuidei de sua febre.

Pisquei, com a memória falha.

— Minha barriga está doendo e eu estou...

— Meu bem, não sei o que fizeram contigo, mas você perdeu o bebê. – A dor que senti em meu peito foi maior que qualquer outra coisa. Era a dor do meu corpo e a dor da minha alma.

Meus sussurros viraram gemidos dolorosos, as gotas salgadas correram pela minha face. Fechei meus olhos tentando controlar-me e murmurando mentalmente que eu havia sido burra e que precisava de Sting.

— Oh, meu bem, eu sinto muito. O que aconteceu contigo foi muito triste. Você não merece isso.

Não consegui responder-lhe.

As lágrimas tomaram conta de tudo.



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Sting:



— Eu não consigo achá-la Hector!



— Você já...

— Se já procurei em todo lugar? – Exclamei nervoso e irritado – Se você considerar toda a cidade em todo lugar, sim eu já procurei em todo lugar. – Ele remexe no cabelo, nervoso. Ficou decididamente preocupado.

— Será que isso... Pelo sangue de John, Sting. Eu tenho más noticias. Eu acho... Acho que sonhei com isso.

— Você sonhou?

— Essa noite eu estava sonhando com uma jovem e ela estava acompanhada de um homem totalmente de negro. Ela tinha cabelos loiros e brilhantes, se podia notar que a barriga de três ou quatro meses. Lembro que eu vi um Dragão Branco voar sobre eles e também vi esse homem apunhalar a jovem a onde o bebê se encontrava, Ela caiu em terra e o Dragão rugiu no céu, procurando-a. – Estremeci com isso, tendo a súbita sensação de que ele estava certo.

— Não sei o que pensar.

— Precisa achá-la, antes que se torne irreversível.

— Eu já procurei em todo lugar, não sei mais onde ela pode estar.

— Vá até Magnólia.

— Magnólia?



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Lucy:



— Minha filha! Pense direito. Sua vida pode estar correndo perigo e...



— É por isso que eu devo partir. A senhora cuidou de mim, então eu preciso deixá-la segura.

— Sei que não vou conseguir pará–la então... – Ela me deu um sobretudo marrom escuro. – Só poderei levá-la até a entrada da cidade.

— Eu agradeço.

Coloquei o casaco e a segui para fora da casa.

A floresta era densa e me pareceu familiar.

— Estamos longe da cidade? – Perguntei.

— Não é logo ali. – Respondeu ela serenamente e senti minha barriga doer muito. Talvez fosse o fato do meu corpo ainda não estar preparado para rejeitar o bebê. Como eu também não deveria estar.

Aos poucos, a ideia de ter perdido o meu filho foi tomando conta de toda a minha mente novamente. Todos os planos feitos, todas as coisas que pretendíamos fazer e tudo o que iríamos aproveitar juntos tinha virado apenas lembranças.

Apenas idéias sem nexo agora.

— Meu bem, está tudo bem? – Perguntou a senhora quando começou a me ver soluçar.

— Sim, é que eu... Ainda não acredito que... Perdi meu bebê... – Gaguejei isso a ela.

— Se eu pudesse, traria seu bebê de volta querida. Mas não posso.

Não me senti totalmente reconfortada, mas continuei a minha caminhada até a cidade.

Por fim, percebi qual destino aquele caminho era e que dava até a entrada da cidade, foi-me muito mais familiar que normal e notei que devia estar na minha antiga casa.

Eu estava em Magnólia.



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Stan:



— Hum! Hum! – Gritava ela, se debatendo bastante.



—Ora, fique em silencio. – Ordenou Zef em pessoa a segurando. – Ou senão eu irei matá-la também.

Por fim, ela perdeu a consciência nos braços dele e, antes que caísse desacordada, ele já havia feito apodrecer a vida no ventre dela.

— Qual o nome desta? – Perguntei.

— Lisanna Strauss. Amante do Dragão de Fogo.

— Hum... Aquele que você quis que te matasse?

— Isso não vem ao caso agora, Stan. Preciso que você a leve até aquela guilda.

— Deixe-me cortá-la um pouco pelo menos. – Pedi, tirando a espada da bainha.

— Faça como quiser. – Falou ele, caminhando para longe dela. – Apenas mantenha–a vida e termine rápido.

Esqueceu com quem você esta falando, seu idiota? – Perguntei e girando a minha espada, fiz um corte profundo na barriga da albina.



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Natsu:



— Vocês viram a Lisanna? – Perguntei para toda a guilda e a agitação momentânea parou.



— Porque Natsu? – Perguntou Erza em tom preocupado.

— Ela marcou de me encontrar aqui pra me contar uma coisa e ainda não chegou.

— Quanto tempo faz?

— Quase duas horas. – Informei.

— Quer ajuda para procurá-la? – Inquiriu Wendy, com Charles ao lado:

— Você tem certeza que marcou aqui?

— Sim eu tenho certeza. É melhor começarmos a procurá-la agora. – Pedi e vi que Levy olhava seriamente para Gazille. – Aconteceu algo Levy?

— Não só... – Ela estava gravida de seis meses completos. A barriga estava grande como se a baixinha tivesse comigo uma melancia de vez. – Gazille anda com um mau pressentimento hoje.

— Mau pressentimento?

— Normalmente isso é um mau sinal. – Advertiu Laxus.

—Vamos procurá-la logo então! – Anunciou Cana.

— Sim! – Por fim, toda a guilda tinha saído para ajudar a procurar.

Sai da guilda e a primeira coisa que senti foi um forte cheiro de sangue. Corri em sua direção como também Laxus e Wendy:

— Natsu! O que esta fazendo? – Perguntou Happy.

— Estou sentindo o cheiro de sangue! – Gritei de volta vendo Romeo correr ao lado da pequena Dragon Slayer do Ar.

— Esta perto! – Gritou Laxus na frente, afinal, Lisanna era sua cunhada.

— Lisanna! – Gritei quando vi seu corpo a nossa frente em cima de uma possa densa de sangue.

Ela estava amordaçada e desacordada, com sangue saindo de sua barriga com rapidez. Era tanto que fiquei com medo.

— Lisanna! – Gritei chamando-a e seu corpo gelado mal pode me responder. – Wendy! Me ajude! – Implorei, sentindo que a estava perdendo.

— Sim!

— Temos que levá-la para guilda! – Ordenou Laxus.

—Ela esta morrendo! – Gritei de volta.

— De nada vai adiantar ficar fazendo as coisas aqui Natsu! Vamos levá-la para a guilda! – Gritou Gray e peguei Lisanna nos meus braços, jurando ódio eterno ao infeliz que tinha feito tal coisa.



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Klaus:



— Droga Nolan! Mil vezes droga! – Retorqui quando vi Keith com febre alta.



— E o que acha que eu posso fazer? Não sou eu que cura essas coisas, seu idiota.

— Eu sei que não. Porque você não foi no lugar do Mandragora? – Disse e em seguida ele saiu a passos rápidos do chalé, deixando-me sozinho com Keith.

Depois de cuidar dele por horas e horas, ele continua a gemer e delirar.

Quando dei por mim, havia adormecido e Keith tinha desaparecido.

— Por Skiadrum, agora tudo está perdido.



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Keith:



— Mama? – Chamei, ainda que febril.



— Keith? O que faz aqui? – Perguntou ela, puxando-me rapidamente para dentro da casa.

— Estou mau mama. Algo realmente ruim acontece comigo. – Respondi e ela orientou que eu sentasse apenas com um dedo.

— Estou fazendo chá. Conte-me tudo, querido.

Expliquei tudo a ela, desde a questão do herdeiro e da Aloise. Vi sua expressão piedosa quando disse que a amava.

— Keith, querido... Você está febril, meu amor. Sei que veio aqui para que eu cuidasse de você antes que algo ruim acontecesse.

— Você me conhece muito bem, mama.

Ela era loira e devia ter entre quarenta e cinquenta anos. Tinha a aparência bem vivida e era doce comigo, também porque, sou praticamente seu filho.

Deitei-me na cama que não era minha e tive um tratamento que não era para ser meu.

— Eu sonhei com o seu filho, mama. – Disse e em seguida ouvi a jarra que ela trazia ir ao chão.

— Keith você... – Fiz com que a jarra voltasse a sua forma normal em suas mãos, mas a sua expressão assustada não vinha do fato dela ter caído.

— Ele tem uma família grande. Mulher, filho adotivo e dois gatos falantes. – Murmurei baixinho. – Apesar de tudo, Weisslogia fez a escolha certa, mama.

Ela chorou compulsivamente uns minutos e depois veio para perto de mim:

— Ele está feliz? – Perguntou ela com lágrimas salgadas escorrendo de seus olhos azuis marinhos.

Sting é feliz, mama.


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Notas finais
Revelações Babys.

Essa senhora é mesmo a mãe do nosso querido Sting-kun? E o que acontecerá com Lucy? Sting vai chegar a tempo? Lisanna realmente está gravida? E o que Zef tem em mente?

Descubra isso, e muito mais, no próximo capitulo.

Ps: Pobrezinho do Keith-kun >0<

Ps²: Pessoal, agora é serio.

As medias de reviews andam muito abaixo da media. Não sei se vou voltar a postar tão cedo.
O fato é que, fazer cada capitulo demanda muito esforço e dedicação tanto de mim quanto da minha beta.
Não é querendo ser chata, mas vejam também o lado do seu autor. As vezes ele passa fins e fins de semanas para escrever e deixar tudo perfeito para você ler.

Então faremos um trato.
A partir de agora, pelo menos dez reviews por capitulos okay?

*Espero suas criticas e/ou comentarios nos Reviews.

Amy ♥