Shards Of Fool Killer: O ataque a Nova Metropolis
12 Capítulo II - Parte 6
Sexta-Feira, 2 de Agosto de 2030 – 2:15
Vários homens estavam naquela sala que parecia ser abandonada. Ao lado deles, Lissie estava amarrada e de olhos vedados, cantarolando. Um dos homens era alto, careca e gordo. Esse já estava irritado com a garota. Pegou-a pelo pescoço e a ergueu.- Ei! Pare com essa merda de barulho irritante! – o homem disse gritando para a menina.Lissie estava ficando sem ar, com a força que o homem apertava. Outros dois homens foram em direção à ele, um de cabelos lisos escuros e magro, com média de uns 23 anos e um velho com uma barba bem feita, cabelos grisalhos e óculos, já bastante idoso. Os homens o fizeram soltar a garota que caiu no chão de joelhos e tossindo muito.- Ficou maluco?! Se acontecer algo com essa garota, você e eu estamos mortos!Os homens começaram a brigar entre eles. Lissie, que parecia já não estar mais sã, começava a sorrir. O sorriso era assustador, de tão largo. Do seu braço de metal, uma fumaça escura começou a tomar conta do local. Os olhos olharam assustados. Três homens logo saíram da sala, deixando o restante com a garota. Ela foi se levantando e ergueu a cabeça. O tecido que a vedava, escorregou pelo seu rosto jovem e revelou seus olhos, que já não eram os seus olhos verdes, de uma garota afetiva e orgulhosa. Não mesmo. Estavam azuis, estampavam o olhar de uma fera assassina e que do jeito que estava ali, era suficiente para matar todos.Os homens que estavam no lado de fora fecharam a porta, trancando-a.- Porque não os ajudamos? Deixar 8 homens nossos morrer assim é idiotice. – falou um dos homens que estava vigiando a sala.- Hahaha. Idiotice seria todos nós morrermos e deixarmos essa aberração escapar. E se não goste, tampe os ouvidos. – Respondeu outro dos guardas.O homem suou frio. Logo, os gritos começaram a mudar a atmosfera do local. Algo parecido com gritos de uma menina furiosa, mas que também lembrava o mais feroz predador no auge da caça, junto com o grito desesperado de vários homens, como se a morte estivesse em sua frente. E não fosse nada como haviam os ensinado.
Fale com o autor