Shards Of Fool Killer: O ataque a Nova Metropolis
10 Capítulo II - Parte 4
Era um quarto escuro. Mais escuro que qualquer um que a menina já houvesse visitado. Porém, sempre visitava aquele quarto. Estava no centro do quarto, onde o único feixe de luz alcançava a visão daquele lugar. Lissie permanecia assentada e abraçando as pernas, com a cabeça deitada sobre os joelhos. Não conseguia pensar em mais nada. Estava muito confusa para tentar pensar em algo. Afinal, aquele quarto era sua mente. Uma risada grave o suficiente para causar ecos foi ouvida. A menina ergueu a cabeça e procurou seguir algo que pudesse indicar de onde viria o som. Não demorou muito, Um par de olhos azuis foram vistos em meio à escuridão. A menina sorriu com certa seguraça e então se levantou: — Fool! – Fleur dizia com um sorriso estampado no seu rosto. — Que bom que está aqui! — Sim, criança de Lamys. – a voz continuava a falar com ela – Estou aqui. Eu preciso de você para continuar vivo. — Nem me importo em ser uma hospedeira agora, prefiro que esteja comigo. Não vou estar sozinha. — Aah, criança... Neste momento, Nova Metropolis está um caos. Eles querem o shard em seu braço de metal. Então é melhor sair daqui rápido. Caso consigam tirar, esse meu fragmento de você será destruído. E você também... Lissie sorria como se não fosse nada. “Fool” era como ela chamava a essência do seu braço de metal. Poucos conhecem o mistério por trás dos “shards”. Segundo Fool, Lissie é uma das pessoas que possui tal fragmento carregado com a essência sombria de um misterioso espírito louco. Lissie às vezes se diverte falando com Fool. Outras vezes, ela fica frustrada e confusa com as coisas que ele diz. Mas Lissie tem certeza que é um poder imenso, jamais calculado. Por isso confia no tal espírito. — Não tem problema, Fool. Eles não vão conseguir. E papai já deve estar pensando numa maneira de me tirar daqui. — Veremos então. Mas já sabe que se nada der certo, tomarei o controle de tudo. — Ei, confie em mim. Sou humana, mas conheço bem este mundo. O Silencio mais uma vez tomou conta da sala. Os sorrisos de Lissie deram um contraste diferente a aquele cenário um tanto depressivo. Era o esconderijo secreto de Lissie. Lugar onde nem o seu diário tem registrado os desejos e sentimentos ocultos da filha de Artha Lamys.
Era um quarto escuro. Mais escuro que qualquer um que a menina já houvesse visitado. Porém, sempre visitava aquele quarto. Estava no centro do quarto, onde o único feixe de luz alcançava a visão daquele lugar. Lissie permanecia assentada e abraçando as pernas, com a cabeça deitada sobre os joelhos. Não conseguia pensar em mais nada. Estava muito confusa para tentar pensar em algo. Afinal, aquele quarto era sua mente.
Uma risada grave o suficiente para causar ecos foi ouvida. A menina ergueu a cabeça e procurou seguir algo que pudesse indicar de onde viria o som. Não demorou muito, Um par de olhos azuis foram vistos em meio à escuridão. A menina sorriu com certa seguraça e então se levantou:
- Fool! – Fleur dizia com um sorriso estampado no seu rosto. — Que bom que está aqui!
- Sim, criança de Lamys. – a voz continuava a falar com ela – Estou aqui. Eu preciso de você para continuar vivo.
- Nem me importo em ser uma hospedeira agora, prefiro que esteja comigo. Não vou estar sozinha.
- Aah, criança... Neste momento, Nova Metropolis está um caos. Eles querem o shard em seu braço de metal. Então é melhor sair daqui rápido. Caso consigam tirar, esse meu fragmento de você será destruído. E você também...
Lissie sorria como se não fosse nada. “Fool” era como ela chamava a essência do seu braço de metal. Poucos conhecem o mistério por trás dos “shards”. Segundo Fool, Lissie é uma das pessoas que possui tal fragmento carregado com a essência sombria de um misterioso espírito louco.
Lissie às vezes se diverte falando com Fool. Outras vezes, ela fica frustrada e confusa com as coisas que ele diz. Mas Lissie tem certeza que é um poder imenso, jamais calculado. Por isso confia no tal espírito.
- Não tem problema, Fool. Eles não vão conseguir. E papai já deve estar pensando numa maneira de me tirar daqui.
- Veremos então. Mas já sabe que se nada der certo, tomarei o controle de tudo.
- Ei, confie em mim. Sou humana, mas conheço bem este mundo.
O Silencio mais uma vez tomou conta da sala. Os sorrisos de Lissie deram um contraste diferente a aquele cenário um tanto depressivo. Era o esconderijo secreto de Lissie. Lugar onde nem o seu diário tem registrado os desejos e sentimentos ocultos da filha de Artha Lamys.
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