Notas iniciais
N/Carol: E aí, girls?!
Como a tia Carol não consegue ser ruim com vocês, porque seus reviews fazem a minha alegria, aqui estou eu!
Meninas, vocês tem que parar de querer matar o Edward, cara, isso me dói. Eu sei que o Edward é um demente, mas vamos dar um tempo ao menino...
E, vocês já estão ficando confusas em relação a Tanya. Eu gosto assim
Mas, enfim, vamos ler. Beijinho *u*

– E aí? – Um garoto cumprimentou, encostado a porta do meu armário.

– Eu te conheço? – perguntei, encarando-o desconfiada.

– Ainda não, mas se depender de mim, isso vai mudar. – Ele deu um sorriso.

Sorri de volta, antes de parar para analisá-lo.

Ele era realmente muito bonito, mas não parecia ser do tipo que conversava com garotas como eu. Era moreno, com a cabeça raspada e olhos verdes. Vestia uma camiseta branca colada a seu corpo por baixo de uma camisa aberta, e jeans surrados.

– Então, quem é você? – perguntei, ainda sorrindo levemente.

– Nathan Parker, as suas ordens. – Se apresentou, galante.

– Bella Swan. – Sorri, fechando a porta de meu armário. – É um prazer.

– O prazer é todo meu.

– Nunca vi você por aqui... – comentei.

– É que eu acabei de me mudar.

– Oh! Bem vindo à Flórida, então. – Sorri.

– Obrigado. – Ele sorriu também.

– Quer ajuda para encontrar sua aula? – perguntei, tentando ser gentil.

– Quero. – Ele assentiu.

– Para onde você vai?

– História, com Carson.

– Temos uma aula juntos, novato. – Sorri para ele.

– Isso é bom. – Ele sorriu também.

Ele andou ao meu lado durante todo o caminho até a sala de aula, atraindo muitos olhares desnecessários para nós enquanto ele me contava que seus pais haviam se separado e ele havia se mudado com a mãe.

– De onde você veio?

– Los Angeles.

– A cidade dos Anjos. – Sorri um pouco.

– Mais ou menos isso. – Ele abriu um sorriso enorme.

Ele sentou ao meu lado durante a aula, e enquanto Mr Carson não entrava em sala, nós ficamos conversando. Nathan era uma pessoa muito legal, daquelas que você sabe que, mesmo conhecendo há pouco tempo, poderia confiar.

– Bella? — Ouvi Edward me chamar, assim que eu saí da aula, com Nathan ao meu lado.

– O que foi? — perguntei. Ele encarou Nathan, e depois voltou seu olhar para mim.

– Precisamos conversar. — Ele disse. – Sobre aquilo.

– Depois. — Respondi. — Agora, eu tenho que ir para a aula.

– Mas...

– Até mais, Edward. — Me despedi sem deixá-lo terminar, e me virei para Nathan. — Qual é a sua aula?

– Filosofia.

– Ótimo. — Sorri — Estamos juntos nessa também.

– Aquele cara tem sorte. — ele disse de repente, e eu o encarei interrogativamente.

– Desculpe, quem? — perguntei.

– Seu namorado. — Ele disse, se referindo a Edward.

– Edward? Oh, não. Edward não é meu namorado. — Disse, achando graça do fato de ele achar que eu e Edward fôssemos namorados. Tudo bem, para todos na escola, nós tivemos um affair, mas eu e ele não combinávamos. Ele combinava com Tanya. Ela era bonita o suficiente para ele. E era ela quem ele queria. — Somos só amigos.

– Bem, então, eu retiro o que disse. — Ele disse. — Aquele cara é um bundão. Deixar alguém como você escapar é muita idiotice.

Eu abaixei os olhos para meus pés, corando.

– Você não sabe do que está falando. — Balancei a cabeça, os olhos ainda em meus pés. — Quer dizer, todo mundo sabe que Edward é apaixonado pela garota mais bonita e popular da escola.

– Ela não deve ser isso tudo. – Ele disse.

– Você não sabe do que está falando. – Repeti. – Tem muitas garotas melhores que eu aqui.

E a prova disso veio quando nós entramos na sala de aula. Tanya, Rose, Nessie e Alice estavam sentadas em seus lugares, conversando.

Pov Tanya

– Para. Tudo. – Alice interrompeu nossa conversa, poucos minutos antes de o segundo sinal tocar. – Olhem o homem que está com Bella. Aquilo tudo não pode ser um garoto. Tem que ser maior de idade.

Seguimos o olhar discretamente, confirmando o que Alice disse. Ele era realmente... Bom. E parecia muito legal também.

– Não parece ser do tipo que fala com garotas como Bella. – Nessie comentou.

– Ele parece ser legal. – eu disse. – Bella merece.

– Com certeza. – Rose concordou. – Ela é uma ótima amiga. E eu concordo com a Tan. Ele parece ser legal.

– Não sei... – Nessie disse. – Eu me preocupo com a Bella.

– Todas nós nos preocupamos, Ness. – disse. – Mas, Bella merece ter mais amigos, e talvez até um namorado. Ela merece ser feliz.

Pov Bella

– Aquelas são Renesmee Whitlock, Alice Brandon, Rosalie Hale e Tanya Denali. – Apontei discretamente, enquanto eu ocupava minha cadeira e ele a cadeira ao lado da minha. – São as mais populares daqui. As mais cobiçadas também.

– E você não gosta delas. – Ele conjecturou

– Na verdade, Alice, Rosalie e Nessie são minhas melhores amigas. – Admiti, e ele arqueou as sobrancelhas. – Alice é minha prima, Rosalie é minha vizinha e Nessie é prima de Rosalie. Eu as conheço desde que nasci.

– A outra...

– Tanya é uma garota arrogante e prepotente que acha que é melhor que os outros. – Bufei. – Dela eu não gosto. Não consigo imaginar por que as meninas gostam tanto dela.

– Já tentou falar com ela? – ele perguntou.

– Oh, sim. – Assenti. – Não foi agradável.

Lembrei-me de todas as vezes em que precisei falar com Tanya. Nenhuma havia sido agradável.

– Isabella, deixe de ser imprestável! — Tanya gritou.

Tanya havia me encaixado nas coreograias das cheers, e bem... Eu não estava me encaixando, óbvio.

– Estou tentando, Tanya. — Suspirei.

– Sei. — Ela assentiu, ironica. — Um aleijado se sairia melhor que você.

Meu sangue ferveu, e eu senti vontade de bater naquela loira oxigenada, mas uma partezinha sensata da minha mente me alertou que não valia a pena, então, eu respirei fundo, e continuei a tentar acertar a coreografia complicada.

– Tanya, você prometeu que se eu entrasse para as cheerleaders, você sairia com Edward. — Cobrei, assim que o ensaio terminou.

– Mudei de ideia. — Ela sorriu maldosa, e eu arregalei os olhos.

– Como é?! — Guinchei, desesperada. — Você tem que sair com ele! Você prometeu!

– Você quer que eu saia com seu amigo? — ela perguntou, com o esboço de um sorriso cínico no rosto.

– Quero.

– O que você faria?

– Qualquer coisa.

Eu estava desesperada. Queria terminar logo esse plano, para eu poder me ver livre das cheerleaders, de Tanya, e ter meus trabalhos feitos.

Mas, não queria ficar longe de Edward, e isso era um fato. O problema era que eu não podia ter as duas coisas.

A voz de Tanya me tirou de meus devaneios.

– Pinte o cabelo de loiro. — Ela disse maldosamente.

– O QUÊ?! — gritei. — Você não pode estar falando sério.

– Eu e as meninas vamos ao cabeleireiro assim que sairmos daqui, você pode ir conosco.

É uma brincadeira, Bella. Tanya está só sendo engraçadinha.

E por que ela brincaria com você, idiota? Tanya te odeia!

Por que, Deus? O que eu fiz para você? Por que você me castiga mais a cada dia?

Respirei fundo, engolindo a histeria.

– Eu vou com vocês.

Tanya sorriu de um jeito macabro.

– Loiro vai combinar com você. — disse, falsamente educada, enquanto nós íamos para o carro de Rose depois de nos trocarmos.

– Não precisa mentir.

– Obrigada! — Ela sorriu mais abertamente, e eu arregalei os olhos.

Vagabunda.

– Isabella vai com a gente! — Tanya anunciou, quando nós chegamos ao estacionamento.

Alice, Rose e Nessie me encararam desconfiadas.

– Quero mudar um pouco. — Menti, dando de ombros.

– LOIRO?! — As três gritaram, quando eu disse ao cabeleireiro como queria meu cabelo. Tanya disfarçou um sorriso de contentamento — Bella, você está bem? — Nessie perguntou.

Estou péssima.

– Melhor impossível. — Forcei um sorriso.

– Deixem ela, meninas! — Tanya interveio. — Se Isabella quer pintar o cabelo de loiro, deixem-na.

Será que se eu a atropelasse com um ônibus, ela ficaria paralítica feito Regina George em Mean Girls? Eu esperava que sim. Aquilo seria uma vingança a altura de tudo o que ela estava me fazendo passar.

– Meu Deus! — Minha mãe e Edward gritaram, assim que eu passei pela porta de casa.

– Será que hoje é o dia de gritarem de susto? — perguntei retoricamente. — Aliás, aconteceu alguma coisa?

– Aconteceu. — Edward disse, e eu esperei pelo acontecimento. — Você está loira.

Vamos sorrir porque torturar e matar ainda é proibido.

– Quis mudar. — Dei de ombros, ainda sorrindo feito o Coringa, sentindo meu olho esquerdo tremer.

Eu esperava que Edward percebesse meu sorriso de psicopata e fugisse enquanto havia tempo...

– Precisamos conversar.

... Mas era ter uma imaginação fértil demais.

Minha mãe ainda estava petrificada, encarando meu cabelo de olhos arregalados.

– Com o tempo você acostuma, mãe. — Garanti. — Vem, Edward.

Ele me seguiu até o meu quarto, e eu tranquei a porta.

– Quer que eu te mate agora ou mais tarde? — perguntei, o rosto demonstrando meu verdadeiro estado de espírito.

Edward arregalou os olhos.

– Sabia que o loiro caiu muito bem em você? — ele perguntou, a voz tremendo enquanto tentava me bajular.

– Eu teria gostado mais — Assenti. — Se não tivesse sido a sua vagabunda a me obrigar a pintar o cabelo de loiro! — berrei, possessa, e ele se afastou um passo, ainda com os olhos arregalados.

Era um frouxo mesmo.

– Então? Ela vai sair comigo? — perguntou, esperançoso de repente.

Eu berrei e avancei em cima dele, estapeando-o.

– Será que você pode parar de pensar nessa merda de plano algum minuto e prestar atenção no fato de eu estar sofrendo toda essa porra dessa exploração enquanto você assiste de camarote a minha humilhação? — perguntei, distribuindo tapas em seus braços e em em seu peito.

– Eu sei, Bella. — ele disse. — E eu agradeço pelo que está fazendo por mim. É mais do que qualquer um faria.

– Você acha que seus agradecimentos vão trazer de volta o meu cabelo castanho, a minha vida, e os meus hematomas causados somente por quedas em superfície lisa e plana?! Eu estou odiando você agora, Edward! — Solucei.

Eu odiava a minha incrível capacidade de chorar copiosamente quando estava com muita raiva.

Edward me abraçou, acariciando meu cabelo agora loiro.

– Uau! — Nathan fez, ao me ver na escola no dia seguinte. — Loiro caiu bem em você. Mas, eu não pensava que você quisesse ser loira.

– Longa história. — Murmurei.

– Vamos para a aula? — perguntou, passando um braço por meus ombros.

– Vamos. — Suspirei.

Pov Tanya

– Eu sei que tem o seu dedo nisso. — Rose acusou, assim que eu me encontrei com ela, Alice e Nessie.

– Tem sim. — Suspirei, sabendo exatamente do que ela estava falando.

– Por que?

– Quero saber até onde ela vai por ele. — Admiti. — Ela não pode estar somente ajudando um amigo.

– Acho que você está errada. — Nessie disse, e eu a encarei com as sobrancelhas arqueadas. — Bella pode considerá-lo só um amigo. Pode ser verdade.

– Estou com a Tan. — Alice concordou comigo. — Não é só amizade.

Pov Bella

– Por favor, pare. — pedi, tentando acalmar minha crise de risos.

– Estou falando sério, Bella. — ele disse.

– É mesmo? — perguntei, descrente. — Quer dizer então que eu estou lidando com um invasor de sets de gravação?

– A atriz era muito gata.

– Pare de ser mentiroso!

– O que eu tenho que dizer pra você acreditar em mim?

– Nada. — Disse, empinando o queixo. — Porque eu sei que é mentira.

– A escolha é sua. — Ele deu de ombros.

Senti um olhar em mim, e virei a cabeça, dando com Edward me encarando da mesa dos amigos nerds dele. Acenei para ele. Ele virou a cara, e eu dei de ombros, voltando a olhar para Nathan.

– Desde que eu cheguei, você me mantém falando sobre mim, e a única coisa que eu sei sobre você é seu nome. — Ele acusou.

– Deve ser porque eu não tenho nada de interessante para dizer. — Dei de ombros, encarando meus biscoitos na bandeja.

– Oi! — Alice, Rosalie, Nessie e Tanya sentaram à nossa mesa.

– O que vocês estão fazendo aqui? — perguntei.

– Boa tarde pra você também, Bells. — Alice sorriu, antes de se virar para Nathan. — Sou Alice, prima dessa desnaturada.

Eu arregalei os olhos. Nathan sorriu.

– Sou Nathan, prazer.

Antes que Alice pudesse dizer mais alguma coisa, Rose a empurrou, para se inclinar por cima dela e ficar mais perto de Nathan.

– Nathan, essa é Rosalie Hale. — Apresentei, antes de qualquer coisa. — E as outras duas são Renesmee Whitlock, e Tanya Denali.

Minha voz endureceu ao falar o nome de Tanya, mas Rose, Alice e Nessie não pareceram perceber. Já Nathan e Tanya me encararam.

– E aí? — Pulei de susto ao ver Jacob Black, Emmett Cullen e Jasper Hale arrastando cadeiras para sentarem. Vi Nessie, Alice e Rose arregalarem minimamente os olhos, enquanto os três fuzilavam Nathan com os olhos. Escondi meu rosto nas mãos.

Nathan me encarou interrogativo, e eu balancei a cabeça, como quem diz para esquecer.

– Olá. — Só me faltava essa.

– Que porra vocês estão fazendo aqui? — Explodi, e todos me encararam assustados. — Que eu saiba, nem eu nem muito menos Nathan convidamos vocês. Certo?

– Isso é jeito de tratar um amigo, Bell? — Edward perguntou, sentando ao meu lado.

– E seus vizinhos desde sempre? — Jasper perguntou.

Alguém me segura, porque eu estou para cometer assassinatos.

– Bella, calma. — Nathan sugeriu.

– Eu estou calma. — Sorri. — Você não me viu nervosa.

– Não mesmo. — Ouvi Edward sussurrar.

– Só que, como você é novo por aqui, eu vou explicar uma coisinha pra você. — Vi Alice, Rose e Nessie me encararem de olhos arregalados.

– Ela vai estragar tudo. — Tanya lamentou aos sussurros.

– Alice, Rosalie, Renesmee e Tanya estão aqui porque eu não o apresentei a elas. Embora, todos saibam que Tanya me odeia. — Tanya ia dizer algo, mas eu fui mais rápida. — Esses quatro estão aqui para dizer para essas quatro: "Você está bonita hoje". Essas três — Apontei para Rose, Nessie e Alice. — vão corar e dizer com um sorrisinho envergonhado: "Obrigada". Esse aqui — Apontei para Edward. — vai ser ignorado como todas as vezes que tentou flertar com essa aqui. — Apontei para Tanya. — Porque o cabeça de fósforo pode ter a cabeça grande e ser inteligente, mas o fato de ela não o querer, e sim Felix Volturi, aquele gostoso lá, — Apontei para Felix do outro lado do refeitório. — não entra no crânio avantajado que ele tem. Não se iluda, Nathan, nenhum deles está aqui porque nossa companhia é agradável. Estão aqui porque todos estão muito concentrados em atingir sua própria felicidade. Embora ninguém admita isso.

Acho que aquele foi o maior discurso que eu fiz na vida.

– Bella... — Jacob começou, e eu virei a cabeça para encará-lo. — O que a vida te fez?

– Você quer realmente saber? — perguntei, e ele assentiu.

– Não! — Edward, Alice, Rose, Nessie e Tanya gritaram, desesperados, antes que eu pudesse dizer algo. — Ele não quer saber!

– Quero sim. — Ele insistiu.

– Não, Jacob. — Nessie discordou, entredentes. — Você não quer.

– Mas eu quero contar! — Sorri. Só isso faria a minha alegria voltar.

– Não! — Senti cinco mãos taparem a minha boca.

– Me soltem!– Tentei dizer.

– Ela não quer contar nada! — Tanya disse, encarando todos na mesa com um sorriso forçado.

Foram vocês que pediram, pensei, ao morder uma das mãos que tapavam a minha boca.

– Caralho, sua louca! — Edward gritou, e todos o encararam. — Você me mordeu.

Dei de ombros. Ainda não podia falar, porque Rose, Alice, Nessie e Tanya ainda tapavam minha boca.

– Você é uma canibal. — Jasper disse.

– Você promete ficar quietinha? — Rose perguntou. Eu revirei os olhos. — Promete?

Assenti.

– Tem certeza?

Assenti com mais intensidade.

– Ótimo. — Elas tiraram as mãos de mim, e eu pude respirar aliviada.

– Ótimo digo eu. — Sorri. — Agora, todo mundo fora dessa mesa. Isso não é normal, e nem vai se tornar normal.

– Bellinha, assim você magoa. — Emmett se pronunciou pela primeira vez.

– Puxa, que pena, não é? — perguntei, sarcástica.

– Vaca, nem pra dividir o cara. — Alice sussurrou.

– Sabem de uma coisa? Fiquem aí. — Me encostei na cadeira, com os braços cruzados.

Todos no refeitório nos encaravam, mas parecia que eu era a unica que se importava com isso, já que os outros continuaram conversando amigavelmente como se fossem melhores amigos de infância.

Durante as aulas que tive com Nathan depois da hora do almoço, ele me fez falar sobre cada detalhe insignificante de minha vida, enquanto ele ouvia tão atentamente quanto eu quando ouvi sua história. Não era algo injusto. Como ele mesmo disse, eu o havia mantido falando sobre sua vida sem contar nada sobre mim. Era uma troca justa.

– E o seu pai? — Ele perguntou, enquanto nós íamos para o estacionamento, depois da última aula.

– Não falo com ele há um mês e meio. — Suspirei.

– E por que não?

– Char... Ele abandonou a mim e minha mãe quatro anos atrás, e desde então não teve tempo para me ver. Um mês e meio atrás, ele me procurou, dizendo que queria conversar comigo. Ele queria me dizer que ia se casar. Ele já estava morando com a noiva dele, estava criando os dois filhos dela. Eu fiquei furiosa. Quer dizer, ele não teve tempo para mim nos últimos quatro anos, nem sequer deu um telefonema, e quando fez, foi para dizer que ia se casar e que eu adoraria meus novos irmãos. Desde então, nós não nos falamos.

Nathan franziu as sobrancelhas.

– Isso é ruim. — Ele disse. — Mas, não acha que, se ele demorou quatro anos para te procurar, pode ter sido porque ele estava com medo da sua reação? Eu acho que se ele te procurou, ele quer que você faça parte da vida dele, e quer fazer parte da sua. Você devia dar uma chance a ele.

Eu suspirei. Nathan podia estar certo.

Notas finais
N/Carol: Então? Capitulo mais levinho né?
Espero que vocês tenham gostado :D