Era a quarta xícara de chá de Cravo que shaka levava a boca em menos de 10 minutos,seus lábios e sua língua se quer se incomodavam com a temperatura do líquido.Não conseguia meditar,não conseguia ler,não conseguia pensar em algo que não fosse Mu.Toda essa dependêndia o irritava, esse amor repentino que surgirá da amizade fazia com que temesse perder seu melhor amigo,fazia-o temer a perda de seu único amor.

Shaka pousou sua xícara na mesa,olhou vagarosamente atendo ao nada,ainda se martirizando,relebrando os fatos daquele final de tarde;eram em torno de cinco horas,estava chovendo forte,mu por telepatia o avisará que visitária a casa de virgem em instantes.O ariano usou de telesinese para escapar da chuva e por uma pequena distração se teletransportou ao jardim -próximo as arvores salagêmeas em campo aberto- mu sentia-se desnortiado enquanto a água da chuva delisava nas curvas de seus traços e escoria de seus longos cabelos cor lavanda, comunicou-se mentalmente até que shaka viesse em seu auxilio,o loiro sorriu ao ver o desespero do amigo pensando \'\'é só mais uma manisfestão da natureza,vc já deveria ter se acostumado com isto\'\'.O cavaleiro da primeira casa zodiacal começou a espirrar freneticamente,o que explicou a precupação,sua saude estava fraca,seu cosmos retraido.Ambos entraram pela entrada da cozinha

Shaka:Deveria cuidar melhor do seu corpo mu,afinal ele é nosso santuário nesta terra amaldiçoada

Mu:Em vezes o físico é o espelho da alma

Shaka:Se acreditasse em suas palavras você teria de me dizer em que dor reflete seu corpo

Mu*atchinnn /forçando um espirro:e você deveria me fazer um chá antes que eu piore ^ ^

Shaka desarma sua cara seria,vai em direção a caixinha de chá,retira um sachê de ervas indianas

Shaka:tire sua roupa mu,tire-a imediatamente

mu corado: o.o isso é realmente sério? *atchhinnn -aqui na cozinha? *atchin- com a janela aberta?

Shaka:não seja tolo vá até o quarto,feche a janela

mu : o.o

shaka:você pode pegar qualquer roupa,creio que devem servir,qndo chegar o chá estará pronto

mu:ahhhh... ok

Mu sai do quarto com as vestes indianas do amigos,digamos que tortas a parte do braço não consegirá passar pela cabeça,ainda estava com seu jeans molhado,porque aquele \"vestidinho\" do shaka era uma coisa muito complicada.Saiu andando feito um zoombie da São Paulo Fashion Week,acabou tropeçando nos panos agarrou- se nas cortinas da sala (nem o própio sabe como conseguio chegar lá), em um estrondo caiu e tudo desabou em sua cabeça.Shaka sai em disparada para verificar o que acontecerá,Vê uns fiozionhos roxeados misturados com cetim branco de suas cortinas,e algo que parecia muito com o traje budista \'ligeiramente modificado\' que ganhou de afrodite no natal passado.Começou a rir em seguida foi ajudar mu que estava soterrado ( e que por tanta vergonha imaginou que seria melhor ficar debaixo de todos aquelas panos mesmo). A mão de Shaka pousou sob a mão do ariano ( que corou mais do que pensava ser possivel),o loiro ajeitou os cabelos macios,cumpridos cor-de-lavanda do até então amigo,e suave-impulsivamente tocous seus lábios no dele,fechando seus olhos,transparencendo serenidade e por fim se afastou.Shaka levantou e puxou mu para si,evitou olhar dentro de seus olhos,foi surpreendido ao sentir-se sendo puxado pela cintura e mais ainda qndo teve a boca invadida pela lígua de textura indescritivél de mu,retribuio fervorosamente.Trocaram carinhos o resto da tarde e da noite,mu dormirá lá e na manhã seguinte saiu as pressas a mando do Santuario,teve de consertar amaduras...se passaram 3 dias e Shaka não consegue pensar em qualquer outra coisa.

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