Shadows Glaring
1 Capitulo 1- Primeiro contato
Notas iniciais
Os gritos não cessavam, os rangidos eram constantes, Emmy não sabia o que fazer para dormir, ela virava para um lado, para o outro, mas os barulhos da sua casa atualmente vazia, graças a seus pais que esolveram ficar em uma reunião até tarde, a calada da noite era aterrorizante e os espectros continuavam a assombra-la, ela não sabia o que fazer e os estrépitos perpetuavam ao longo da duradoura escuridão.
Emmy não suportava mais a detença dos pais, não conseguia dormir então resolveu proceder com o recalcitrar que era o que não faltava à pequena moça.
Levantou e sem delongas trocou a roupa de repouso, e colocou o seu esvoaçante vestido de seda fina negro, o seu predileto, Seguiu até a sala de principal, contundindo levemente sobre a escadaria, para não despertar os empregados, isso era o que ela menos desejava.
Buscou o seu celular que tinha esquecido no parapeito da janela entre aberta, o pegou e procurou o nome de Ian, ele sempre tem uma festa pronta e ela não estava mais aguentando os espectros que insistiam em atormentar a inocente garota.
E assim aconteceu, o Ian atendeu o celular como era de esperado, ele nunca deixava o celular tocar mais de 3 vezes antes de atender e disse como ela aguardava, que estava em uma festa que por sorte de Emmy era apenas 15 minutos de sua casa, o que era otimo.
Emmy proceguiu até a tal festa, estava lotada com casais encostando-se os labios constantemente de uma forma que dava nojo, gente caindo bebada pelos cantos do muro, e gente dançando loucamente perto da porta de entrada, Emmy estava pensando seriamente se gostaria mesmo de entrar ali, mas antes que pude-se raciocinar alguem a tinha puxado para dentro, alguem cujo nome é Ian.
-Oi boneca, que bom que você veio, pensei que era a certinha que ficava até tarde esperando os pais, e não procurando amigos que pudessem ajuda-la a achar uma festa, está aprendendo com o Ian aqui né?- ele falou acompanhado de risos com certeza não estava sobrio.
-É...- eu falei certamente desejando não ter entrado lá.
-Hm, e você quer champanhe, wisk, vodka, vinho... O que?- ele perguntou segurando um drink na mão.
-Ah eu aceito um suco de morango com vodka por favor.-eu falei querendo passar um pouco dos limites hoje, eu não tenho atecendentes com os pais como a maioria dos adolescentes sempre fui certinha, meus pais não iriam se enfurecer tanto.
Não tive nem tempo de ficar bebada pelo exeso de álcool, pois os meus olhos e estomago já estavam me deixando louca com o deslumbre de uma venustidade descumunal, que eu ainda não tinha noção que existia, uma garota me puxou por traz e sussurrou no meu ouvido:
-O nome dele é James e não é para qualquer uma admiro o seu bom gosto.
Mas antes que ela pude-se explicar a garota que não é nada disso que ela esta pensando, agradecer talvez, ou até mesmo conversar com a tal garota misteriosa ela já tinha sumido ou se misturado com a multidão porque ela não avistou mais ninguem atrás de dela.
Ela Seguiu adiante e finjiu se esbarrar “acidentalmente” com o garoto deslumbrante.
-Ah me desculpe- ela disse com a voz mais meiga possivel.
-Não tem problema, qual o teu nome, senhorita desatenta?- ele perguntou em uma voz de piada.
-(risos dos dois)- Emmy, e o seu piadista?- rimos de novo.
-James e o que uma garota com beleza angelical faz em um ambiente de puro alcool como este?
-Huumm, não sei mas o que, que um proprio anjo faria aqui?- ela fal e dessa fez os dois desabaram em risos.
-Pelo seu vestido de estampa de borboletas dark, você é uma mistura de princesa das sombras e da luz?- ele falou meio que serio agora.
-Não sei o que quer dizer com isso, mas eu gosto muito de borboletas, mas não vou muito com a cara de coisas muito coloridas.- falei meio desconfiada do interesse do rapaz misterioso.
-Ah, você gosta de borboletas? Quero te mostrar um lugar então.- ele disse segurando o meu braço e me levando a saida, antes que eu pude-se se quer me pronunciar.
Ele estava me arrastando a uma floresta densa, escura e sinistra eu estava arrepiada, esse é o tipo de lugar onde os espectros custumam me assombrar, e eu não queria me esbarrar com um agora, pois foi por isso que eu sai de casa, onde eles estavam rodeando o muro fazendo balburdia.
-Que lindo...- eu falei ao avistar um céu limpo negro sem uma nuvem, uma lua cheia aterrorizante e amistosa ao mesmo periodo de tempo, plantas dividindo entre tons de cinza e verde, secas e florindo, com grandes mariposas e borboletas por todo o lugar de todos os tons e cores.
-É pensei que iria gostar.
-Tchau, eu tenho que ir agora, meus pais devem estar desesperados a minha procura.- eu falei avistando o relogio que mostrava 1:30 da manhã, se eles estivessem em casa quando eu chega-se poderia me considerar uma pessoa morta, já deveria está procurando um Jazigo apropriado.
-Tchau até mais Emmy.- ele pronunciou o meu nome com delicadeza como se quize-se memoriza-lo.
Eu não queria sair dali, mas era preciso amanha eu teria que ir para o inferno do colegio, e meus pais ficariam um bom tempo berrando comigo ainda hoje, então segui trilha a dentro, voltando aos portões obscuros da minha casa.
Segui sorrateiramente pelas escadas barulhentas que agradeci aos céus por não fazerem nenhum chiado no momento, entrei no quarto troquei de veste e fui dormir, teria um dia cheio amanhã como primeiro dia de aula, depois do enorme periodo de recesso ela estava morrendo de saudade de suas amigas.
Fale com o autor