Sexy Secret HIATUS
5 Capítulo 4
Notas iniciais
O som em zumbido da porcaria do meu despertador não para de tocar, enchendo minha cabeça com esse som estridente e quase me fazendo desejar a morte. Lentamente eu rolo meu corpo nu para fora da cama e ando em direção ao banheiro, meu corpo está exausto e tenho a impressão que esse final de semana rendeu mais do que o necessário.
No banheiro me ponho de frente para o espelho, examinando os estragos do meu banho no domingo, alguns chupões no pescoço e uma mordida que deixou um roxo enorme perto do meu mamilo. Homens, o que eles veem em seios? Pergunto divertida, circulando a mordida com meu dedos, seguro meu seio, preenchendo minha mão, pesado e firme. Roço o biquinho rosado nos dedos e me lembro da boca deliciosa do Jack fazendo isso. Só de pensar nele já sinto meu corpo responder, e sinto a umidade crescente entre minhas coxas, as quais eu deliberadamente aperto, em uma tentativa de me aliviar a tensão, quem diria que o professor Frostpoderia me causar esse efeito?
Rindo eu vou para o banho, lavar meu corpo e minha mente de um professor muito safado que trabalha para o meu pai.
Eu ainda consigomelembrar a maneira que ele praticamente rosnou no meu ouvido como eu seria sua putinha. Eu ficara extremamente irritada na hora, mas só de lembrar agora chegava a ficar com tesão.
“Se concentra Elsa, você tem aula hoje... Na mesma escola que o Professor Frost.” Sorrindo para mim mesma, eu terminei meu banho e procurei meu uniforme mais antigo.
Com o meu uniforme mais antigo, minha saia fica mais curta, não tanto quanto eu gostaria, mas ainda sim, menores que as atuais “sais puritanas” como eu gostava de chama-las implementadas pelo conselho educativo.
Quando finalmente chegoo colégio, deu de cara com Sabrina, agora sem bota ortopédica, usando uma das saias que eu emprestei para ela. (Uma das antigas também, para horror de Jack, e sorte dos garotos do colégio) e Spencer me esperando no estacionamento. Eu esperei um pouco dentro do carro, porque ambos estavam sorrindo e a menina estava da cor de um tomate. Ah, eu tinha que resolver essa questão com Spencer, afinal, agora meu alvo era outro.
Eu desci do carro e andei em direção a eles, dando um beijo na bochecha de cada um. Juntos nós fomos em direção aos corredores principais, onde a maioria dos formandos tinham aulas.
– Então Sabrina... — passei meu braço ao redor dos ombros dela, e encarei Spencer pelo canto do olho. — O Spencer é muito melhor que eu em espanhol, quem sabe, ele não poderia te ajudar? — Spencer ficou sem entender, e apenas deu de ombros.
– Não, não precisa, você está ótima Elsa. — ela comentou arrumando o cabelo atrás da orelha, sorrindo eu soltei dela, e entrelacei os dedos com Spencer. Continuamos nosso caminho pelo corredor principal, passando perto da sala de papai, quando uma bela ideia me ocorreu.
– Nossa, droga! — parei no meio do caminho e encarei os dois. — Esqueci meu livro de gramática, eu encontro você na aula, Spencer, leva a Sabrina até a sala dela para não ir sozinha. -com um selinho rápido eu voltei no corredor, indo ‘supostamente’ para meu armário, quando na verdade, eu iria até o nível C, onde as salas dos professores ficavam, especificamente na sala C-07, que eu sabia por fonte segura, entenda-se meu pai, que era a sala do professor de matemática do fundamental, leia-se Jack Frost.
Jack estava sentado na mesa dele quando eu entrei.
– Oi. — eu disse animada, sentando-me na cadeira de couro em frente a sua mesa. — Saí do banho ontem e não te vi...
–Tinha umas coisas para resolver. — ele comentou baixo, sem erguer os olhos do papel. Eu me ergui e andei até o lado dele, me escorando contra a mesa.
– Por que você não está olhando pra mim?
– Elsa... – ele levantou seu olhar por um instante — O que a gente fez ontem... – e então voltou sua atenção novamente para os papeis em sua mesa. — Eu dou aula pra sua irmã, sou quase vinte anos mais velho que você. Seu pai é meu chefe E eu sou casado! — ele passou as mãos pelos cabelos e me encarou, os olhos azuis frustrados — Isso tem que parar, seja lá, o que for, é loucura. — eu mordi os lábios, me sentindo um pouquinho culpada. Afinal, era com o casamento dos pais da Sabrina que eu estava mexendo, porém, Jack me enlouquecia, estar perto dele me tirava toda a concentração e ele praticamente se jogava nas minhas artimanhas, mas eu devia ter noção que eu estava me metendo com um pai de família, não com um garoto como Spencer.
Eu estava me erguendo para deixá-lo em paz de vez, quando eu ouvi o som da voz do meu pai perto da porta de Jack. Nos encaramos apavorados, era óbvio para onde meu pai estava indo, e eu não fazia ideia de como ia explicar minha presença naquela sala.
Tomada pelo desespero fiz a única coisa que passou pela minha cabeça, agarrei minha mochila e me meti debaixo da mesa dele. Frost congelou por um instante e assumiu seu lugar, justo quando a porta abriu.
– Diretor Dronning!O que faz aqui? — o joelho de Jack estava próximo da minha cabeça e meu corpo não estava numa posição agradável. Eu podia ouvir meu pai sentando do outro lado, apenas os pés visíveis para mim. Graças a deus a mesa ia até o chão, me cobrindo completamente.
O mais quieta possível tentei me ajeitar entre as pernas dele, minhas mãos se apoiando em suas coxas, firmes e gostosas ao toque. Eu não estava prestando atenção no que meu pai dizia, mas ao perceber Jack ficar tenso um sorriso malicioso surgiu nos meus lábios. Minhas mãos subiram levemente em suas pernas, alcançando o zíper de sua calça, ele se moveu na cadeira e limpou a garganta, isso só me motivou. Meus dedos brincaram com o zíper, alisando para cima e para baixo, eu podia sentir seu pau ficando duro sob meus toques, mas ainda não era o suficiente.
Cobrindo-o com toda minha mão e o apertei de leve, acho que Jack gaguejou a resposta para o meu pai, porque tenho certeza que ele perguntou: ‘Como professor Frost?’ Mordendo os lábios para não rir, continuei roçando o pênis do meu querido professor. Silenciosamente eu abri o botão da calça social dele e puxei o zíper para baixo. Infelizmente ele usava uma boxer branca, impedindo seu pau de saltar para fora, como eu já o tinha visto fazer ontem.
Levei minhas mãos para a lateral da roupa dele e forcei para baixo. Agora era a hora, se o Jack não me quisesse era só se manter sentado, porém, ele ergueu levemente os quadris, me ajudando a baixar levemente sua calça e cueca.
Agora sim, o pau dele soltou para fora, a cabeça rosada linda, as bolas depiladas implorando para serem chupadas, ainda cobertas pela cueca, e aquela base grossa e comprida, a pele de mármore dele deixava possível ver todas as veias grossas, bombeando sangue para manter o lindo “Jack Jr.” duro como rocha para mim.
Envolvi a base dele com os dedos e alisei uma, e outra vez, a cada toque ele ficava ainda mais duro, era tão delicioso, já estava lambendo os lábios com a ideia de chupá-lo. Com destreza, abaixei o elástico de sua boxer, e trouxe a superfície, suas bolas.
Ficando de joelhos, delicadamente eu enfiei uma das bolas dele na minha boca, e tentando não fazer nenhum som, comecei a chupá-la, o pau de Jack pulsava na minha mão, enquanto eu gulosa enfiava sua bola cada vez mais para dentro dos meus lábios.
Não demorou muito para eu sentir uma gotinha de pré-esperma na ponta do pau dele, com o polegar eu a espalhei pela base e pelas bolas, e depois limpei os dedos na minha boca, como uma boa aluna faria por um ótimo professor, já não estava mais suportando apenas olhar para a cabeça de seu pau, praticamente latejando sob minha mão, então a enfiei em minha boca, e chupei como se fosse o melhor pirulito do mundo.
Eu deixei minha garganta relaxar, e fui enfiando cada vez mais, até sentir que as bolas dele tocavam no meu queixo. Será que sua mulher sabe fazer garganta profunda? Eu pensei divertida, enquanto os músculos da minha garganta massageavam o pau dele para mim.
Retirei ele da minha boca, e voltei a alisa-lo, uma mão de Jack discretamente desceu para se enrolar nos meus cabelos, puxando com força, novamente mordi os lábios para não gemer, enquanto ele, cegamente, tentava guiar minha boca de volta para o seu pau.
Boazinha como eu sou, o enfiei novamente na boca, chupando de cima a baixo, prazerosamente, tomando meu tempo com a língua, passando em volta da ponta rosada, uma das minhas mãos envolvendo as bolas dele.
Fiquei tão envolvida no meu trabalho, que nem percebi em que momento meu pai saiu da sala, só fui me dar conta disso quando do nada, Jack afastou a cadeira e puxou meus cabelos com força, me fazendo encarar seus profundos olhos azuis gelo, que agora queimavam minha pele, e conseguia fazer meu sangue ser direcionado para o ápice de minhas coxas.
– O que você pensa que está fazendo? – eperguntou sério, passando o dedão envolta dos meus lábios, e limpando um pouco de baba que escorria.
– Chupando seu pau. – eu sorri, e voltei a masturba-lo lentamente, Jack fechou os olhos, e gemeu. – Seu lindo pau. – eu estava louca para enfiá-lo na boca de novo, mas Jack tinha outros planos.
Ele se pôs de pé e andou até a porta, a trancando, e abaixando a cortina que ficava em frente a janelinha. Tudo isso com suas calças pendendo em seu quadril, eseu belo e no momento extremamente rígido pau me encarando.
Ele voltou a cadeira e sentou-se, colocando uma mão embaixo do queixo e me examinando.
– Vem aqui. – ele estendeu a mão, e eu a peguei, ele me puxou com força em direção a ele, e de joelhos eu fui até estar no meio de suas pernas. – Escuta bem aqui, se for pra me chupar, então faz direitinho, como uma boa vadiazinhatem que fazer. – eu soltei um pequeno gemido, e voltei a tocá-lo. – Vai enfiar meu pau nessa tua boquinha linda, e me chupar até eu gozar... – ele começou a mordiscar minha orelha, e beijar o meu pescoço. – E vai engolir tudo.
Jack, ergueu meu rosto, e colocou nossos lábios, em um beijo que literalmente fez meu mundinho girar, a língua dele explorando minha boca com tanto domínio que quase senti meus joelhos fraquejarem, quando ele finalmente separou nossos lábios, com uma mordida, eu já estava de volta para minha posição inicial, colocando o máximo que eu conseguia dele na boca.
Os dedos dele se embrenharam nos meus cabelos, enquanto ele forçava minha cabeça contra o pau dele, me fazendo tomar tudo e sem descanso, ele fodia minha boca como se fosse a boceta mais gostosa do mundo, e sem me aguentar meti dois dedos na minha calcinha e lentamente comecei a acariciar meu clitóris.
Depois de algum tempo meu maxilar já doía de tanto ficar aberto, e eu podia sentir que minha calcinha já estava perdida. Novamente eu relaxei a garganta enfiei ele até o talo na minha boca, com um último grunhido eu senti Jack relaxar, liberando os jatos quentes de porra no fundo da minha garganta.
– Isso foi ótimo. – ele comentou, enquanto eu limpava minha boca. Jack guardou o amiguinho dele dentro da calça e me puxou para o seu colo. – Você é ótima. – ele resmungou contra minha pele, alisando meu seio com sua mão. – Sabe o que é melhor?
–Hum? – eu estava ocupada demais, com a boca dele no meu pescoço para prestar atenção.
– Agora você vai para a sua aula, beijar a boca daquele imbecil do seu “namorado”, com sua linguinha cheia da minha porra. – ele disse com um sorriso maléfico. Nossa, quem diria que por de trás dessa carinha de anjo, tínhamos um sugar daddy. – Escuta Elsa, eu avisei que deveríamos parar, mas se você quer mesmo entrar nesse jogo, tenha na sua cabecinha linda e loura, que eu não sou moleque, e quando você chegar no meu limite, você vai ficar sem andar.
Eu ri, e o beijei lentamente nos lábios, louca para me esfregar nele, sua mão começava a descer pela minha perna, quando o sinal tocou, nos trazendo para uma realidade onde eu não deveria estar assim, no colo de um professor.
– Eu tenho que ir. – resmunguei, fazendo biquinho, Jack sorriu e apertou minha bunda, me beijando novamente. – Até mais professor Frost.
Lentamente eu andei até a mesa dele, e me inclinei perigosamente para juntar minha mochila. Jack estava sentado, encarando minha bunda com aquele olhar faminto. Com um sorriso de quem cumpriu sua missão. Porém, antes que eu pudesse me levantar completamente para sair de sua sala, ele estava a trás de mim, podia sentir sua ereção pressionando contra meu traseiro, quase nu. Olhei por cima do meu ombro em direção a ele, suas mãos agora vagueavam por minhas pernas, para baixo de minha saia, encontrando os elásticos laterais da minha calcinha.
– Agora, — ele passa um de seus dedos, para a parte literalmente encharcada da minha calcinha, e pressiona meu clitóris, arrancando um gemido meu. – Você saiba que EU, fiz isso com você. – e então volta para a lateral dela, e começa a retirá-la de mim. Com uma mão ele continua a baixa-la enquanto aperta minha bunda com a outra, eu saio dela, uma perna de cada vez, quando ele a pega do chão, planta um beijo inesperado onde ela estivera. – Isso, ainda vai ser meu. – e desliza um dedo dentro de mim rapidamente o retirando e colocando em sua boca. Eu fico pasma, quando ele me ajuda a ficar ereta novamente, e inala profundamente em minha calcinha, antes de colocá-la em seu bolso.
Quando entrei na sala, mais vermelha, do que jamais estive desde que competi pela última vez no time de Cross Country, Spencer até me perguntou onde estava o bendito livro que tinha me tomado todo tempo livre para achar, mas eu estava ocupada demais, sentindo o gosto da porra de Jack na minha boca, e me concentrando em não pensar o que ele tinha em mente para me deixar apenas de saia, para me preocupar em responder.
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