Notas iniciais
Cap novo! Super rápido! kkk. Obrigada por todos os comentários meninas, fico muito feliz com eles, obrigada msm.

Klaus

Eu nunca fui claustrofóbico. Ou pelo menos, não me lembrava de ser claustrofóbico. Mas agora, dentro daquele tubo eu me sentia sufocado. Com medo do que haveria de errado na cabeça. E eu só podia ser algo muito ruim para fazer com que mais de um ano da minha vida tenha sido completamente apagado.

A ressonância foi rápida e eu consegui sair de lá, enquanto eu vestia minhas roupas eu pensava no que poderia estar acontecendo na sala ao lado. Os médicos veriam outro problema no meu cérebro? Eles poderiam concertar? Ou não havia nada de errado, e meu cérebro simplesmente não funcionava como deveria?

Caminhei de volta para a sala do médico sabendo que Caroline estava lá. Foi até um pouco reconfortante pensar nisso, mas estranho mesmo assim. Como eu podia me sentir confortável com essa mulher? E por quê?

Eu não me sentia atraídos por garotas como ela. Madonas e que adoravam me desafiar sempre que eu queria algo. Mas eu me casei com ela. E não me lembrava disso. Era tão frustrante. Tentar pensar no que fiz a três semanas e estar apenas um buraco vazio no lugar. Coisas que eu fiz, ou não fiz. Tudo apagado da minha cabeça como se não fosse nada.

Tudo parecia fora do lugar, nada estava do jeito que eu tinha deixado, ou do jeito que eu me lembrava. Minha mãe, meus irmãos, Hayley... Tudo. O relacionamento que eu sabia existir entre mim e minha família era de uma indiferença calculada. Não fazíamos perguntas e não nos importávamos muito com o que estava acontecendo. Mas agora, meus irmãos estavam aqui a maior parte do tempo. E meu relacionamento com Elijah se transformou em algo que eu quis ter, mas nunca achei possível. Eu estava noivo de Hayley, que até onde eu me lembrava era o lógico a se fazer, agora eu tinha simplesmente dispensando ela e me casado com outra mulher.

Isso tudo fazia com que minha cabeça não quisesse desligar a noite. As vezes eu me via desejando não dormir, com medo de perder algo. Medo de que as coisas que eu estava associando sumissem também. A sensação de que tudo podia sumir a qualquer momento era opressora e me fazia ficar muito mal humorado, quer dizer mais que o de costume. Mas a Caroline é claro, ignorava meus resmungos e tentava a qualquer custo me fazer esquecer um pouco a ansiedade.

Sorri involuntariamente ao me lembrar de suas tentativas loucas de, usando as palavras dela, “arrancar aquela carranca da minha cara”. Mas imediatamente fechei a cara. Eu não deveria me apegar ao que quer que ela fizesse. Não parecia certo. Era como se ela estivesse cuidando do marido dela, alguém que ela amava. Mas que não era eu.

Cheguei a sala e abri a porta. Eles já estavam a minha espera e eu me sentei. Quase no mesmo segundo Caroline segurou minha mão e entrelaçou os dedos nos meus, e eu fiquei bravo comigo mesmo por me sentir tão bem com seu toque.

― Os resultados foram ótimos, a hemorragia foi totalmente eliminada e não tem sinais de inchaço. Seu cérebro teve uma ótima recuperação.

Falou ele sorrindo para nós, Caroline sorriu de volta e apertou meus dedos um pouco mais forte, mas eu não sorri, aquilo não parecia uma vitória para mim.

― Então porque eu não me lembro? Se meu cérebro está bem, porque eu não consigo lembrar?

Eu falei mais alto do que o necessário. Mas aquela situação estava me enlouquecendo. Eu precisava lembrar. Era a minha vida e eu precisava saber o que eu fiz, e o que aconteceu para mudar tanto seu rumo.

― O motivo da amnésia pode não ser a lesão.

― E o que pode ser então? Porque ninguém consegue me explicar o que aconteceu comigo e porque eu não lembro?

Gritei para ele levantando da cadeira e soltando a mão de Caroline, ela parecia querer me transmitir calma, mas eu não queria calma agora. Queria brigar com alguém, para resolver tudo que podia estar errado.

― O cérebro é um órgão com várias facetas que ainda não desvendamos Senhor Mikaelson, talvez... algum trauma relacionado a lesão possa ter desencadeado a amnésia. Mas é impossível dizer com certeza.

― Ótimo, você é incompetente. Obrigada por não fazer nada!

Eu sai da sala furioso. A respiração era superficial demais. Tudo parecia estranho e intimidador agora. E eu não podia fazer nada. Gritar ordens ou qualquer coisa parecida. Nada parecia capaz de concertar aquilo.

Segurei meu rosto entre as mãos, com aquela sensação terrível de que minha vida não estava sobre o meu controle. Algo que me era familiar, mas aterrador.

― Klaus.

Alguém me chamou e eu me virei para ela.

― Não precisa ficar assim, vamos dar um jeito.

Deveria ser reconfortante. Mas não era. Eu nunca fui alguém que dependesse de alguém para cuidar de mim, e não queria isso agora.

― Pare de ser tão otimista! Foram três semanas! Três! E eu não lembrei de nada além da droga do seu café, então não me diga que as coisas vão ficar bem, apenas me leve para casa!

Ela se assustou com minha explosão e por um segundo eu senti remorso por falar assim. Não era culpa dela, e muito além do que eu merecia, ela esteve lá o tempo todo comigo.

Mas ela não disse nada, apenas caminhou até o carro e eu a segui. Não trocamos uma palavra no caminho. E eu me senti um lixo. Eu não deveria magoá-la e sabia disso. Mas era meu jeito de me proteger, sempre que alguém ameaçava me machucar eu revidava e o machucava primeiro. Mas não era ela que estava fazendo isso comigo, e eu era o imbecil que estava gritando com a única pessoa que esteve ali o tempo inteiro.

Eu pensei que deveria me desculpar. Mas aquelas palavras não eram muito fáceis de sair pela minha boca. Quando chegamos em casa eu subi para o quarto e ela, fugindo totalmente do costume, não disse coisa alguma e me deixou subir.

Olhei por sobre o ombro no topo da escada e a vi imersa em seus pensamentos. Mas algo em sua expressão me fez parar. Algo doloroso e complicado, quase como se fosse... culpa. Continuei andando e fui para o quarto, tentar colocar os pensamentos em ordem e pensar numa solução para aquele problema. Mas o rosto dela não saia da minha cabeça.

Tinha algo errado. Algo que eu deveria saber, mas não lembrava. E algo que ela sabia.

Andei em círculos pelo quarto tentando fazer meu cérebro trabalhar. Mas era inútil, não havia no que trabalhar. E só havia uma pessoa que podia me dar essa resposta.

Desci as escadas a procura dela e vi a porta do escritório entreaberta, fui até lá e a abri, ela estava sentada na mesa segurando uma caixinha mas fechou rápido assim que eu entrei. A expressão de culpa foi muito clara em seu rosto e eu senti raiva dela por isso. Por me deixar de fora de algo que eu claramente deveria saber.

― Você sabe de alguma coisa. Algo que eu deveria saber, mas não lembro. Então diga, agora. O que está acontecendo?

Seus olhos estavam um pouco vermelhos e se arregalaram um pouco.

― Não é nada. Pode não significar nada Klaus.

Sua voz tremulou um pouco e avancei vários passos ficando a centímetros do seu rosto.

― O que não significa nada?

― Não precisamos falar disso agora.

― Eu deveria decidir isso, só que eu não lembro e você está me escondendo coisas? Alguém que diz me amar? Era assim que você agia? Porque se for, foi bem melhor para mim não lembrar de você!

Eu falei aquelas palavras com raiva, extrapolando todas coisas que estavam me angustiando esses dias. Uma fagulha de dor cruzou seu rosto, e ela respirou fundo. Depois pegou a caixinha e me entregou. Eu a peguei com uma tensão estranha, podia ser qualquer coisa, mas eu sentia que era muito importante.

Quando levantei a tampa vi um par de sapatinhos brancos, eu os levantei tentando identificar o que aquilo deveria significar, mas nada me ocorreu, e ela sequer levantava o rosto para ver minha expressão.

― O médico disse que algum trauma associado ao acidente poderia ter causado a amnésia. Acontece que a mais ou menos três meses eu engravidei.

O choque me abalou completamente. E eu não conseguia pensar em coisa alguma, apenas me agarrava aquelas palavras ditas em tom baixo como se fosse me salvar de tudo que estava acontecendo.

― Estávamos felizes e... queríamos o bebê. Mas eu sofri um aborto e foi uma época terrível para nós. Nos distanciamos e quase nos separamos. Mas então nós ficamos bem. O que tínhamos era mais importante, só que logo depois você sofreu o acidente.

Concluiu ela finalmente levantando os olhos para mim, e havia tanta dor neles que eu mal conseguia falar.

― Talvez seu cérebro tenha feito você se esquecer de mim porque era doloroso lembrar.

Falou ela e então saiu de lá.

Eu fiquei parado lá segurando aquela caixinha. Muita coisa ia passando por minha cabeça. Eu ia ser pai. E quis ser pai. Mas nós perdemos o bebê e aquilo quase acabou com o casamento. Mas eu a amei o bastante para ficar. E ela me amava o bastante para ficar até agora.

Era difícil assimilar a dor de perder um filho a meus próprios sentimentos, mas era até fácil na verdade perceber que aquilo estava fazendo-a sofrer, e eu não queria isso. De jeito nenhum. Mas ao invés de protegê-la que é o que qualquer homem faria, eu a estava magoando ainda mais.

Deixei a caixinha sobre a mesa e fui atrás dela, ela não estava no meu quarto nem em nenhum lugar visível. Então eu abri várias portas no andar de cima até encontrá-la encolhida numa cama. Pensei que ela estaria chorando, mas não estava.

Mas quando cheguei perto e vi seu rosto, foi muito pior. Ela parecia exausta. Sua expressão e sua posição eram totalmente indefesa e incapaz de fazer qualquer outra coisa além de ficar ali.

Então eu me sentei a seu lado, ela não ergueu os olhos para mim.

― Sinto muito não ter te contando.

Falou em ela sem inflexão nenhuma no tom te voz, como se estivesse apenas lendo um cartão com essas palavras.

― Forçar você a assimilar coisas que aconteceram e que já foram difíceis uma vez não parecia certo.

Concluiu ela e eu assenti, mesmo sabendo que ela não estava olhando para mim. Era estranho estar ali, na posição de alguém que devia lhe dar força, e eu nem mesmo sabia como fazer isso.

― Eu entendo.

Falei tentando arrancar alguma reação dela. Mas sua total imobilidade estava me assustando muito, e o pensamento que eu era o responsável por isso era terrível.

Eu cuidaria dela. Sempre.

Esse pensamento me ocorreu enquanto eu esticava o braço para tocar seu rosto.

― Me desculpe também, por ser um idiota.

Falei a ela. Era estranho me desculpar com uma mulher. Ou com qualquer pessoa. Eu definitivamente não estava acostumado a isso.

Mas então ela ergueu um pouco o rosto e uma fagulha de emoção brilhou no fundo dos seus olhos azuis, que só agora me acorreu serem lindos e profundos. Como se pudesse se conectar com o mais fundo que existia em mim.

― Eu já estou acostumada.

Falou ela e deu um pequeno sorriso. E eu ri também, mesmo sem querer e sem pensar no quanto era bom fazê-la sorrir.

― E para te recompensar, eu vou fazer o jantar hoje.

Falei me levantando e indo para a cozinha.

Parecia tão bom pensar em fazer algo que iria animá-la. E eu me senti um pouco patético com isso. Mas a sensação boa era muito maior.

Eu não entendia por que. Já que não me lembrava de sentir coisa alguma por ela, mas sabia que fazê-la feliz era bom, fazê-la rir era perfeito. Na verdade apenas estar com ela era perfeito

Eu passei esses últimos dias apenas pensando no exame que faria e no que poderia significar, tanto que não teve mais espaço para muita coisa. Mas enquanto eu pegava uma panela no armário, me dei conta do quão bom tinha sido passar os últimos dias com Caroline. Era estranho, mas era real. Na verdade a coisa mais real que eu me lembrava de sentir em toda minha vida

Quando me virei para pegar o molho eu a vi encostada na entrada da cozinha, e o alívio foi instantâneo. Por vê-la aqui, e sorrindo ainda por cima. Parecia mais do que eu julgava merecer.

― Quer ajudar?

Perguntei.

― Não mesmo. Vim apenas observar.

Respondeu ela se sentando e cruzando os braços sobre o balcão.

Eu já ia abrir a boca para responder quando ouvi a campainha tocar. Ela se levantou do balcão para atender e eu a segui, pensando que provavelmente era Rebekah ou Kol, e nesse caso eu não poderia deixá-lo me ver cozinhando de jeito nenhum, ou nunca me deixaria esquecer isso.

Quando cheguei na sala ela estava abrindo a porta só que não era nenhum deles.

― Max!

Exclamou ela então ele deu um passo a frente e a abraçou. E então algo muito estranho aconteceu. O ciúme ardeu em mim com força. Ele não deveria estar abraçando ela. De jeito nenhum.

Dei um passo a frente e pigarreei bem alto. Aquilo estava me deixando bem aborrecido e não queria esconder isso de jeito nenhum. Então eles se separaram e ele me olhou.

― Sr. Mikaelson.

Me cumprimentou ele, e naquele maldito segundo eu fiquei ainda com mais raiva por não fazer idéia de quem ele era. Olhei de Caroline para ele e então ela pareceu entender.

― Esse é o Max, ele trabalha com você.

Apresentou ela e veio para perto de mim. Bem depois do que deveria, pensei. Ele não pareceu estranhar quando ela nos apresentou, isso queria dizer que sabia sobre a amnésia. E mesmo assim tinha vindo abraçar minha mulher na minha cara?

― Olá.

Cumprimentei e abracei Caroline pela cintura puxando-a para perto de mim. Eu não sabia de onde tinha vindo tanta possessividade. Só sabia que esse cara tinha que manter distancia.

― Eu soube do acidente e vim ver como vocês estavam.

Falou ele olhando para nós sem graça.

― Estamos bem. Estávamos indo jantar. ― Falei apontando a cozinha.

Não era para parecer um convite e sim um “caia fora!”, e ele entendeu o recado.

― Tudo bem, foi uma visita rápida apenas, tenho que ir.

Concluiu ele e eu sai do lado de Caroline para levá-lo até a porta.

Ele saiu meio desconcertado e eu bati a porta atrás dele, me virei e parei quando vi Caroline me encarando de braços cruzados.

― O que foi que aconteceu aqui?

Perguntou ela.

― Qual parte? A que recebemos uma visita ou a que você se atirou para cima dele?

Resmunguei indo em direção a cozinha e ela me seguiu.

― Ele é só um velho conhecido nosso, não seja irracional.

Falou ela e eu parei. Eu realmente me sentia irracional, só de lembrar que ele a tocou já me deixava aborrecido. E se já era complicado digerir o que eu estava sentindo por ela, agora acrescentando o ciúme ficou ainda pior.

Peguei uma panela e comecei a preparar o molho sem responder. Na verdade porque não havia o que responder. Estávamos convivendo como amigos, não dormíamos juntos e depois daquele beijo eu não a toquei mais daquele jeito. Então como explicar o que eu estava sentindo para ela? Como dizer que eu estava com ciúme daquele cara?

Ela veio para perto de mim e eu continuei a cortar o tomate.

― Você não está sendo justo. Foi só um abraço e não significou nada.

Parei por alguns instantes para olhar para ela, e vi que ela estava um pouco preocupada e triste, mas não aborrecida. E eu me senti um babaca na segunda vez aquele dia por colocá-la nessa situação.

― Eu vou preparar nosso jantar. Deixa isso para lá.

E com isso continuei cozinhando, o que era ótimo porque me dava tempo para tentar digerir aquilo.

Primeira constatação: eu gostava dela. Não fazia diferença se eu me lembrava ou não, mas o que eu sentia no fim das contas era que gostava muito dela.

Segunda constatação: eu me sentia atraído por ela, mas do que seria racional, e muito mais forte do que eu.

Agora o problema era: Seria certo fazer qualquer coisa? Tocar nela? Para ela eu era seu marido, mas para mim não era bem assim. Então como fazer qualquer coisa de uma maneira decente? Da maneira que ela merecia de mim?

Eu não consegui resolver isso, mas acabei sendo arrancado dos meus pensamentos quando a tigela de molho escorregou da minha mão e caindo no chão, sujando minhas roupas e o chão inteiro.

― Droga!

Resmunguei e Caroline chegou perto de mim, ela esteve sentada na bancada em silêncio, apenas me observando esse tempo todo.

― Vá trocar de roupa, deixa que eu limpo.

Falou ela e eu acenei com a cabeça e depois subi para o closet. Fui procurar uma bermuda jeans ou algo mais confortável que pareciam ficar nas últimas prateleiras. Nada funcional eu diria, mas podia ter sido planejado por mim mesmo.

Quando cheguei ao fundo vi uma moldura escondida por entre as camisas penduradas, então a peguei e fiquei estarrecido.

Era um quadro de Caroline. Só que não era só a pintura, seus traços eram bem definidos e femininos, cada pincelada parecia ter sido feita com a destreza de alguém que conhecia intimamente seus traços. Mas o mais importante foi a expressão em seu rosto. O prazer era vivido, o êxtase emanava de sua expressão tão poderosamente que eu quase podia ouvir seus gemidos enquanto ela se perdia.

A excitação correu rápida e forte em minhas veias, só de pensar em ver seu rosto com aquela expressão fazia meu pau pulsar desconfortavelmente na calça.

― Está perdido?

Falou ela entrando no closet, então parou quando viu o quadro.

― Eu pintei isso?

Perguntei a ela.

― Pintou. Foi na noite em que nos conhecemos.

Falou ela e eu voltei a contemplar o quadro. Mas estava um pouco difícil me concentrar. Com sua voz tão perto, seu cheiro dominava cada centímetro do quarto, estava me intoxicando.

― Costumava ficar no nosso quarto, mas eu o coloquei aqui antes de voltar para casa. Pensei que seria mais fácil para você.

Ela continuava falando e eu me sentia cada vez mais perto de perder os sentidos, e então ela tocou meu ombro. Foi algo inocente, sem qualquer conotação sexual, mas seu toque quase me fez explodir. Então eu soltei o quadro e me virei para ela.

Jogando todas as dúvidas pelo ralo.

Não importava que eu não lembrava. Não importava o que já aconteceu. O que importava era o que eu estava sentindo por essa mulher que era tão poderoso que jogava minha razão para o espaço. Eu a queria, brutalmente, ferozmente, incansavelmente. Queria vê-la gozar muitas vezes gritando meu nome, mas também queria ouvir sua respiração depois, queria tocar seu rosto e vê-la adormecer.

Independente do que eu era ou seria daqui para frente. Algo era mais do que certo.

Eu estava apaixonado por Caroline Forbes.