Notas iniciais
Hey suas lindas, cap novo. Espero que gostem. Talvez... KKKK. Mas enfim, boa leitura. =D

Assim que entrei em casa fui direto por quarto. Estava bastante cansada e só queria me jogar na cama e dormir por 12 horas seguidas. Mas assim que pus os pés para dentro, Klaus estava confortavelmente sentado em uma poltrona com um copo de Wisque na mão.

Tranquei a porta e fui tirando os sapatos tentando ignorá-lo. Ainda estava magoada pela forma como ele me tratou hoje de manhã.

Fui ao banheiro e comecei a escovar os dentes. Ele surgiu na porta segundos depois.

― Então... Como foi o jantar?

Lavei o rosto e me virei para ele.

― Você quer falar comigo agora?

Ele franziu as sobrancelhas como se não tivesse ideia do que eu estava falava. Como os homens podem ser tão burros. Revirei os olhos e passei por ele em direção ao guarda roupa.

― Eu estava aqui te esperando, então obviamente quero falar com você.

Tirei a blusa as roupas e joguei de lado procurando um pijama.

― Caroline?

Me virei para ele, e a seu favor, ele não estava olhando para meu corpo seminu, encarava meu rosto como se estivesse desvendando um enigma.

― Hoje de manhã você se livrou de mim tão rápido que parecia que eu estava fedendo, e agora você quer conversar? Sério?

A compreensão pareceu brilhar em seus olhos e ele terminou de beber o Wisque num único gole.

― Eu precisava ficar um pouco sozinho e você precisava descansar. Porque isso é uma coisa ruim?

Dei alguns passos em sua direção e enfiei o dedo em seu peito.

― Ótimo. Continue sozinho e dê o fora do meu quarto.

Minhas emoções estavam a flor da pele. Desde que eu finalmente assumi o que eu sentia, tudo parecia mais intenso, por um lado eu estava feliz que ele estava aqui, mas me doía ver o quanto ele ainda era distante.

Ele pegou minha do seu peito e me puxou para ele, envolvendo seus braços no meu corpo.

― Senti sua falta. Estava aqui te esperando porque não ia aguentar ficar em casa pensando que você estava...

Afastei meu rosto para poder olhar seu rosto.

― Que eu estava o quê?

Ele parecia não querer me responder, hesitou alguns segundos até que finalmente olhou meus olhos.

― Jantando com outro homem, um que podia...

― Você está com ciúmes do Stefan?

Seu rosto demonstrou irritação e ele me soltou.

― Não é ciúme. Só não gosto de pensar que ela estava lá com você. Podendo tocar em você...

Senti um arrepio bom no estômago, ele não era tão distante afinal. Toquei em seu rosto e passei a mão por seu rosto.

― Ele não podia me tocar. Sabe porquê?

Seus olhos brilharam e pouco e ele deu aquele meio sorriso que eu tanto gostava.

― Porquê?

Me inclinei para ele e deu um beijo leve em seus lábios.

― Porque só você pode me tocar.

Ele enlaçou minha cintura e me puxou tão forte que meus pés deixaram o chão.

― Ótimo.

Ele acariciou minhas costas e barriga e eu puxei sua camisa. Ele deu uma risadinha com isso e me puxou para cama, sem parar de me beijar bem devagar.

Ouvi passos no corredor e alguém bater a porta. Nós dois congelamos.

― Care? Está aí?

Olhei para Klaus e me sentei.

― Eu... hum... Estou.

― Posso entrar?

A maçaneta girou mais eu tinha trancado a porta quando o vi.

― Estou meio cansada... Podemos conversar amanhã?

Ela demorou alguns segundos para responder, e eu tinha certeza que ela estava imaginando o porque da minha resposta. Afinal isso nunca tinha acontecido com a gente, não importava o quão cansada estivéssemos, sempre estávamos ali uma para a outra.

― Com certeza vamos conversar a amanhã.

Ela resmungou e ouvi seus passos se afastando. Suspirei e deitei ao lado de Klaus. Ela me faria um interrogatório daqueles amanhã.

Me virei para ele e passei os dedos em seus braços. Olhei seus olhos e meu coração se apertou um pouco. Eu conhecia seu corpo muito bem, ele já tinha me tocado e transando comigo várias vezes, mas no fundo, eu o conhecia tão pouco.

― Porque você é tão fechado?

A pergunta escapou por meus lábios antes que eu pudesse conter. Ele ficou vários segundo sem responder, por fim respirou fundo e me encarou.

― Porque quanto mais as pessoas sabem sobre você, mais você fica vulnerável.

Senti meu rosto murchar, e minha garganta a apertar um pouco.

― Você acha que eu machucaria você?

Ele acariciou meus lábios com o polegar.

― Não, não acho.

Ficamos ali, olhando um para o outro como se pudéssemos desvendar o que tinha dentro de nós assim.

― O que você quer saber?

Ele parecia quase com medo de fazer essa pergunta, mas fez mesmo assim. Quase como se quisesse provar que confiava em mim, e aquilo me tocou profundamente, e fez eu amá-lo ainda mais.

― Que tipo de música você gosta?

Sua expressão foi surpresa, mas ele apenas sorriu.

― Clássica.

― Qual sua comida favorita?

― Isso vai soar ridículo, mas adoro espaguete com molho de carne.

Dei uma risada abafada e encarei seu peito, senti a curiosidade pulsar em cada célula do meu corpo, e já que ele estava disposto a falar, eu não consegui resistir.

― O que significa essa tatuagem?

Ele olhou para cima da minha cabeça, e eu prendi a respiração esperando.

― Liberdade.

Ouvir aquilo de novo foi tão desanimador que eu quase rosnei, e me virei de cotas para ele. Mas ele me puxou de volta e segurou meu rosto.

― Liberdade do meu pai.

Aquilo me surpreendeu muito, não era nada disso que eu esperava, mas mantive a boca fechada enquanto ele continuava.

― Meu relacionamento com meu pai era... difícil. Ele é um homem intransigente e até cruel as vezes. Comigo isso era dez vezes pior. Desde que eu me lembro ele me trata diferente dos meus irmãos. Nada que eu fazia era o bastante, e qualquer erro era dez vezes pior que o dos outros. Eu me sentia sufocado, eu tinha que ter cuidado com o que fazia, falava ou até pensava perto dele.

Meu peito comprimiu com força e senti meus olhos marejarem. Ao imaginar uma criança tão vulnerável e com medo do próprio pai, querendo desesperadamente sua aprovação e não recebendo nada.

― A primeira noite que eu passei fora de casa, no meu apartamento perto do campus, foi de pura felicidade. Parecia que eu podia respirar de verdade pela primeira vez em muitos anos. A sensação era tão incrível, que eu ficava horas sentando sem fazer absolutamente nada. Só apreciando o alívio que eu sentia.

Ele parou de falar e olhou para mim de novo.

― É isso que ela significa.

Eu me atirei em seus braços e enterrei o rosto em seu pescoço. Ele acariciava meus cabelos e depois de um tempo murmurou em meu ouvido.

― Me desculpa por ser um babaca.

Não consegui deixar de sorrir.

― Não se preocupe, eu já estou acostumada.

― Eu só queria poder... Ser seu.

― Você é meu.

Ele ia dizer mais alguma coisa mais colei seus lábios nos meus e saboreei o seu gosto, passando a língua por seu lábio inferior. Ele me segurou pela cintura e eu comecei a descer os beijos por seu pescoço e peito. Ele suspirou e olhou meus olhos, seus olhos verdes e pronfundo me encheram de amor, e tive que morder a língua para que essas palavras não me escapassem.

Levei as mãos ao cinto e comecei a desabotoar, seus olhos quase se fecharam quando eu desci sua calça pelas pernas e comecei a puxar a cueca. Ele já estava duro e pronto quando eu pressionei minhas mãos em volta dele. Ele serrou os dentes, e eu passei a língua em toda sua extensão, ele emitiu ruídos graves no fundo da garganta, e aquilo me fez querer ainda mais, então coloquei-o completamente dentro da boca.

― Nossa! Caroline... Que delícia...

Eu gemi um pouco contra ele e comecei a chupar com vontade, cada gemido que passava por seus lábios me estimulava, podia sentir a pulsação no meio das minhas pernas. Olhar para aquele homem poderoso tão vulnerpavel a mim me enchiam de desejo de forma supreendente.

Eu lambia e passava os dentes por ele, que enterrou a mão em meus cabelos e puchou com força me fazendo sentir algumas pontadas no couro cabeludo, mais eu não me importei, isso me estimulava e me fazia querer muito muitos, minha intimidade estava tão molhada que eu quase podia sentir escorrer por minhas pernas. Eu estava tão excitada que bastava um toque para eu gozar.

― Caroline! Porra! Sua boca é tão quente... É tão bom... Eu vou gozar...

Perfeito. Tirei a boca dele e me ergui montando em seu colo. Posicionei sua ereção entre minhas pernas e desci em seu colo de uma única vez. Senti ele tocar fundo dentro de mim, e soltei vários gemidos enquanto gozava com força em volta dele.

Ele agarrou minha cintura e me penetrou algumas vezes antes de gozar também falando meu nome e vários palavrões.

Depois que ele se acalmou eu deitei em seu peito e beijei várias vezes.

― Se eu pudesse passaria a maior parte do meu dia assim sabia?

Ele murmurou baixo.

― Na minha cama?

― Não. Dentro de você.

E beijou minha testa. Essa era meu lugar favorito do mundo. Nos braços dele.

***

Cheguei no trabalho quase 15 minutos atrasada na manhã seguinte. Graças a inquisição de Elena. Eu dei meia dúzia de respostas vagas, e disse que tinha que ir trabalhar. Mas sabia que não teria para onde correr a noite. Nem que ela tivesse que me acorrentar em casa.

Cheguei na minha mesa e graças aos céus Klaus não tinha chegado ainda. Eu estava de ótimo humor, e brigar com ele essa hora da manhã não ia me fazer nada bem.

Quando ele chegou, o seu bendito café já estava pronto. Levei até a mesa e coloquei em sua frente. Ele deu um meu meio sorriso, e quase me derreti por dentro.

― Venha aqui Srta. Forbes.

Me aproximei de sua mesa devagar, e ele me puxou pelo braço fazendo-me sentar em seu colo. Depois me beijou, sua língua acariciava a minha lentamente e eu suspirei contra sua boca. Depois ele se afastou, e coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha.

― Agora sim esse café vai estar delicioso.

Me levantei de seu colo sentindo meu rosto corar. Eu me sentia tão feliz que ia ignorar a piadinha sobre o café.

― Deseja mais alguma coisa Sr. Mikaelson?

― Desejo. Mas o horário é impróprio. Portanto vamos deixar para mais tarde.

E me deu uma piscadinha sensual. Sai da sala com um sorriso pateta no rosto.

Assim que bati a porta atrás de mim uma mulher vinha entrando na sala. Ela vestia um vestido verde claro, tinha cabelos e olhos castanhos. Suas feições eram fortes, porém esbanjava confiança, do tipo que só as pessoas muito ricas tinham. Franzi a testa surpresa. Klaus não tinha nenhum compromisso agendado para esta manhã.

― Posso ajudar?

Ela deu um pequeno sorriso para mim. E apontou para porta.

― Preciso falar com o Klaus.

Aquilo me surpreendeu. Quase ninguém o chamava pelo primeiro nome.

― Desculpe senhora. Mas o Sr. Mikalson só atende com hora marcada, a senhora pode ligar outra hora e...

― Se eu marcasse hora, estragaria a surpresa.

Ela sorriu divertida para mim.

― Desculpe de verdade. Mas eu não posso deixar ninguém entrar sem autorização dele.

Ele fez um aceno para mim e se aproximou.

― Sou Hayley. E tenho certeza que ele não vai demitir você porque deixou a noiva dele entrar.

Meu corpo inteiro congelou. Senti um zumbido nos ouvidos, e o ar preso na garganta.

Noiva? Como assim Noiva?

Olhei para ela de novo, como se esperasse que ela dissesse que era brincadeira, uma piadinha interna. Vi Elijah se aproximar, e sorrir para ela.

― Hayley! Quando chegou? Niklaus não me disse que você viria.

Ela o abraçou carinhosamente, depois apontou para mim.

― Era para ser surpresa, mas parece que ele aterroriza os funcionários aqui também.

Os dois deram risadinhas e então Elijah me olhou e seu sorriso diminuiu.

― Caroline? Você está bem?

Não consegui responder. Não conseguia nem pensar. Eu me sentia traída e usada. Ele era noivo? E eu era o quê?

Senti meus olhos começarem a lacrimejar, mas respirei fundo. Não podia desabar agora.

― Não se preocupe. Está é Hayley, noiva dele. Ele não vai brigar com você.

Ele não vai brigar comigo? Isso era sério?

― Não estou me sentindo bem...

Minha voz saiu tão fraca que nem eu mesma poderia entender. Elijah se aproximou de mim e pegou minha mão.

― Você está gelada!

Nesse momento o interfone começou a tocar. Era ele. Minhas pernas fraquejaram, e tive que me forçar a ficar em pé.

― Desça. Outra pessoa pode vir ficar no seu lugar.

Praticamente voei até minha mesa e peguei minha bolsa, ao mesmo tempo que ouvi a porta se abrir.

― Caroline, porque não aten...

Me virei no segundo em que ele se deu conta de quem estava ali. Ele olhou para Hayley depois para mim e seu rosto ficou branco.

― Nik!

Hayley praticamente pulou em seus braços e lhe deu um beijo na boca, que provavelmente ainda estava com o gosto da minha. Senti meu estomago revirar. Dei alguns passos em direção a saída.

― Tudo bem amor?

A voz dela quase me congelou no lugar, eu não queria vê-los juntos, mas ao mesmo tempo queria ver o que ele faria.

― Tudo. Eu só... estou surpreso.

Nossos olhos se encontraram nesse segundo, e a dor em meu peito foi tão forte que me pos imediatamente em movimento. Quase corri pelos corredores, e entrei no elevador. Apertava a bolsa contra o peito como se fosse uma tábua de salvação.

Assim que pus os pés na rua, olhei para todos os lados sem saber para onde ir. Não podia ficar, mas também não podia ir para o apartamento. Onde a presença dele era tão viva, que eu não suportaria.

― Caroline?

Fixei meus olhos em Max e ele se aproximou de mim.

― Tudo bem?

No segundo que ele tocou meu braço a comporta se abriu. Lágrimas começaram a escorrer do meu rosto, e soluços passaram sufocados por minha garganta. Ele me abraçou e eu agarrei sua camisa com força tentando me manter de pé.

― O que aconteceu? Quer que eu te leve para casa?

― Não!

Eu quase gritei entre os soluços e ele me encarou meio aturdido meio chocado.

― Minha casa é aqui perto, você pode beber uma água e se acalmar um pouco.

Ele sugeriu depois de alguns segundos e eu só concordei com a cabeça.

O caminho até a casa dele passou sem que eu nem notasse. E quando me dei conta já estava sentada em seu sofá com um grande copo de água nas mãos, mas minha garganta estava tão apertada que eu duvidava muito que conseguisse beber.

Max sentou ao meu lado e passou o braço por meus ombros. Eu apoiei a cabeça em seus ombros e deixei as lágrimas caírem.

Por um longo tempo.

Ele era noivo. E todo esse tempo, ele mentiu para mim. O lado mais sádico do meu cérebro tentou me dizer que ele não mentiu, e que eu é quem devia ter perguntado a ele. Solucei ainda mais forte quando pensei isso. Só que ele nunca demostrou ter alguém, ou sequer se preocupar com discrição. É claro que não... Pensei com raiva de mim mesma. Ele só demonstrava alguma coisa por mim quando estávamos a sós, e quando aparecíamos em público juntos, eu era a assistente dele. Quem podia desconfiar? Que no fundo para ele, eu era a transa fácil e segura.

A raiva foi substituindo a tristeza, e eu quase me chutei por ser tão burra.

― O que aconteceu?

Demorei vários segundos para conseguir me controlar.

― Eu sou uma idiota, foi isso que aconteceu.

― Você quer me contar o que houve?

A campainha da porta soou. Várias vezes. E no fundo eu já sabia quem era.

Quando Max abriu a porta Klaus entrou feito um furacão, eu me levantei do sofá e ele parou bem na minha frente e me encarou. Seu rosto era uma mascara de gelo, tentei recompor minha expressão, mas não havia nada que eu pudesse fazer quanto aos olhos inchados e vermelhos.

― Sr. Mikaelson? Está tudo bem?

Max quebrou o silencio da sala. A tensão era tanta que podia ser cortada com uma faca.

― Precisamos conversar.

Ele disse finalmente, minha raiva borbulhou, e eu tive que me segurar para não meter a mão na cara dele.

― Não temos nada para conversar. Você é noivo e eu sou a idiota.

― Não é bem assim, eu não sabia...

― Não sabia o quê? Que ela ia aparecer e estragar seu joguinho? Ou não sabia que eu ia me importar de ser sua amante?

Uma veia pulsou em sua têmpora e ele respirou fundo várias vezes.

― Espera aí, vocês estão tendo um caso?

Nós dois olhamos para Max, que parecia chocado ao nos encarar de volta.

― Isso não é da sua conta Daniels ― Depois se virou para mim e deu um passo a frente. Eu dei um para trás quase instintivamente.

― Vamos conversar, num lugar particular. Eu posso explicar.

― Não vamos conversar porra nenhuma!

Eu berrei para ele e joguei o copo de água no chão.

― Você é um filho da puta egocêntrico, arrogante e mentiroso. E eu fui a idiota que deixei acontecer o maior clichê de todos os tempos, me deixei envolver por você, enquanto você estava só me comendo!.

― Para de falar assim, eu não estava só comendo você, nós tínhamos...

― Chega! Nós não tínhamos nada! Era só sexo para você,e eu não quero mais olhar para você, não quero mais nem ouvir sua voz. Eu não quero suas desculpas, nem suas explicações, eu só quero que você fique bem longe de mim. E se você entrar no meu apartamento de novo eu vou chamar a polícia!

Meu peito subia e descia com força, eu podia sentir lágrimas escorrendo pelo meu rosto e me odiei por demonstrar fraqueza na frente dele.

― Não tem que ser assim Caroline, por favor...

― E como você achou que seria? Que eu aceitaria ser sua amante? Pois pensou errado, que eu ia ficar morando na droga do seu apartamento e você podia ir la me foder quando quisesse?

― O apartamento não tem nada a ver, eu só estava tentando te ajudar!

― Eu não preciso da sua ajuda! Eu vou sair de lá amanhã mesmo, e você pode enfiar seu apartamento no...

― Você não pode sair de lá.

Ele estava tão ofegante quanto eu agora. Os punhos estavam cerrados ao lado do corpo, e seus dentes estavam travados.

― Eu faço o que quiser! Você não manda na minha vida!

Ele olhou para os lados como se procurasse o que dizer, até que finalmente me olhou nos olhos.

― Você assinou um contrato de dois anos. Não pode sair agora.

Sua expressão era de triunfo e tristeza ao mesmo tempo. Mas eu não me permitir sentir pena dele. Ele não merecia. Meus ombros arriaram um pouco, e eu passei a mão pelos cabelos.

― O único motivo deu continuar trabalhando para você, é porque eu vou te pagar cada centavo pelo apartamento.

Caminhei até ele e bati em seu peito.

― Mas eu não quero que você fale comigo nada que não tenha a ver com trabalho, tudo que aconteceu acaba aqui e agora, e eu nunca mais quero me lembrar de nada que tenha a ver com você.

Ele tentou pegar meus braços mas eu me afastei, no segundo que Max se colocou do meu lado. Ele olhou com raiva para Max depois para mim.

― Ela não tem mais nada para falar Sr. Mikaelson. É melhor você ir embora.

Eu quase pude ver Klaus tremer de raiva, mas por fim ele me olhou nos olhos, e eu senti uma dor aguda no peito ao ver auqles olhos verdes que eu amava, e que tinha me traído e magoado tanto.

― Eu preciso falar com você. E não vou desistir até que você me ouça.

Ele nos deu as costas e foi até a porta, depois parou e olhou por sobre o ombro.

― E nunca foi só sexo para mim.

Depois de dizer isso, ele saiu e bateu a porta, desabei no sofá novamente e encarei o vazio a minha frente.

Eu estava apaixonada por ele. Ele não sentia nada por mim.

“Eu só queria poder... ser seu”

Aquelas palavras dele brincavam na minha cabeça enquanto Max me puxava para o seu colo e eu me entregava de novo as lágrimas.

Notas finais
Alguém aí que nos matar? kkkkk. Claro que não. =D Amamos vcs suas lindas, esperando os comentários amorosos. ;) Gente estive pensando aqui, podiamos montar um grupo no wats, para podermos falar dessa fic, de outras, divulgar a de vcs, dar idéias e fazer pedidos... É isso então. Quem quiser me manda o número.