Sexy

19 Capítulo 19- Aúrea.


Notas iniciais
Oie sex queens!
Gostaria de pedir desculpas a vocês pela demora. Acontece que eu tenho um problema de saúde, que me fez ficar hospitalizada ontem e dopada durante a noite por causa dos remédios (LayKaulitzTom, você sabe bem o que eu passo por causa dessa doença...) , porém, o capítulo está aqui. Para vossa alegria!
Boa Leitura.

“Me atingiu como um raio de sol,

A queimar através da minha escura noite

Você é o único que eu quero

Acho que estou viciando na sua luz

Eu jurei que nunca iria cair novamente(amar de novo)

Mas eu nem me sinto como se estivesse a cair.

A gravidade não pode esquecer

De me puxar de volta para o chão..”

Halo – Beyoncé

POV TERCEIRA PESSOA

Uma semana depois.

—Anne, você está bem?

Lukas e os trigêmeos olhavam preocupados para Anne. Era a quarta vez só naquele dia que ela tinha aqueles ataques de vômitos.

—Estou. Só foi um enjoo... Deve ter sido nosso jantar de ontem, sempre soube que sushi não me fazia muito bem... — contorceu a cara de uma maneira divertida.

—Eu avisei para você! Mas como a mula é teimosa, deixe-a pisar na merda... — Lukas comentou.

—Você está muito palhaço maninho! Tanta correria para o aniversário de cinco anos dos gêmeos, e você implicando comigo. — se jogou ao lado do loiro, que somente a abraçou de lado, logo tirando o filme do pause.

Agora eram três e quarenta de uma tarde de terça-feira, e o sol em Hamburgo brilhava forte – do seu jeito manhoso e preguiçoso de sempre, formando uma temperatura ótima, para um final de inverno.

As cinco pessoas componentes da família Munzer, se reunião para ver um filme de aventura infantil que Bill havia presenteado as crianças, dois dias antes. Lukas estava de folga, e com a correria dos preparativos do aniversário dos três, Anne mal tinha tempo de se reunir com a sua turma, como sempre havia sido, desde o fato verídico de 2008.

Uma semana já havia se passado, e Anne e Bill continuavam firmes e fortes.

Tudo da mesma maneira de sempre, com uma pitada de falta de privacidade. Sim, os paparazzi ainda continuavam caindo em cima de “Bill, a mulher misteriosa e os dois fãs covers”. É claro que nenhum dos gêmeos se pronunciou sobre o acaso – e nem queriam -, muito menos Anne; porém, absolutamente, todos tinham sua aposta.

Mas, ninguém se preocupava com aquilo, eram tudo boatos.

Passaram-se meia hora, até que eles fossem interrompidos novamente, dessa vez pelo barulho do celular de Anne. A jovem pediu desculpas, e foi atender o telefonema na cozinha.

—Alô! — falou esbaforida, sem nem ao menos olhar no visor para saber quem a ligava.

—Oi meu anjo... — soprou a voz suave pelo telefone.

—Oi Bill. — a morena sorriu ao pronunciar o nome do rapaz.

—Eu preciso te ver, faz...

Anne o cortou:

—Você jantou comigo, Lukas e as crianças ontem, não devia estar com saudades! — repeliu brincalhona.

—Eu não devia, porém, felizmente, minha mente não comanda meu coração. — Anne se derreteu com a fala de seu amante.

—Ainda são — Anne procurou o relógio da cozinha com os olhos, e rapidamente o achou — quatro horas da tarde, o máximo que podemos fazer é tomar um sorvete!

Bill fez uma carreta reprovadora do outro lado da linha, e logo soltou:

—Que tal um jantar? Ganhou mais tempo com você e com as crianças, além do que, estou meio solitário aqui em casa...

—Ele dormiu fora de novo e ainda não voltou, acertei? — falou com um sorriso triste.

—Eu disse que não estaria disposto a deixar você ir assim! Eu não sou ele Anne. Não vou ser covarde de não assumir o meu amor por você e te fazer sofrer sem apoio algum, como ele.

—Sete horas. — mudou completamente de assunto. Aquilo nunca a fazia se sentir bem.

—Estarei ai. — dito isso, Bill terminou a ligação.

(...)

Roupa da Anne: http://www.polyvore.com/he_is_we/set?id=51790431#stream_box

Anne ajeitou — pela “ézima” vez — seu vestido.

Estava nervosa, e não sabia o porquê. Estava tudo saindo perfeitamente normal, maquiagem, ondas no cabelo negro, salto impecável, as crianças perfeitamente arrumadas. Dez para as sete da noite.

Lukas chegou por trás, e abraçou a garota, logo depositando seu pescoço na curva do dela, sentindo seu perfume adocicado que ele tanto amava.

—Hum, floral refrescante.

Anne olhou no espelho o reflexo dos dois, e logo se afastou do loiro. O único que podia toca-la era Bill, então tratou logo de se justificar com seu irmão:

—Estou menstruada. — pronunciou e saiu do quarto, se dirigindo a sala, onde seus filhos já a esperavam.

Lukas se sentou na enorme cama de casal, que eles dois tantas vezes dividiam, e franziu a testa.

Fazia um pouco mais de uma semana que ele nem tocava na morena, que ele nem ao menos a beijava direito – porque selinhos não contavam. Também fazia mais ou menos uma semana que Anne dava a mesma desculpa, sobre estar menstruada, mas Lukas sabia que aquilo não era possível.

Era mentira. Ele não era burro.

(...)

—Ignore, não olhe para eles...

—Mas e as crianças? — Anne perguntou, preocupada.

—Assim que entrarmos, um amigo meu vai levar o carro e os fazer entrar pelos fundos. — Bill sorriu orgulhoso de seus planos.

E assim aconteceu, minutos depois.

—O que gostariam de pedir? — um garçom perguntou aos cinco.

—Eu gostaria de um prato de berinjela recheada, um de nhoque de ricota com espinafre e três de...

—Batata frita com molhe rosê. —Belle pediu, encarando os irmãos que assentiram.

Bill sorriu com a escolha dos garotos.

—Aqui não temos esse prato, Senhor. — ele falou para Bill, que logo franziu a testa.

—Oras, então faça separado! Pago duzentos euros por cada prato, se fizer. — falou convencido.

—Vou falar com o gerente. — o garçom falou e logo saiu.

—Hey tio Bill, sabia que eu vi a gente na revista da minha escola? — Thomas perguntou.

—O que? — o Kaulitz mais novo perguntou surpreso.

—É. Nós estávamos na capa, numa foto grande assim ó — Thomas abriu os braços ao máximo que podia — Mas eu não sei o que dizia, porque eu não sei ler direito...

Graças a Deus, Anne agradeceu mentalmente.

Bill sorriu para Anne, que retribuiu. Aos garotos aquilo não tinha a mínima importância, eles não sabiam a consequência de tal Renome. Sim, porque ser capa de revista é um renome, e grande.

—Anne, você resolveu a papelada com o pessoal do cerimonial?

—Sim. Falta cuidarmos dos brindes, do show de mágica e ilusionismo, e você fica com o designer da festa junto com a equipe de decoração. — os trigêmeos os encararam tensos. —Falou com o seu amigo sobre a confecção de entrada do tapete vermelho e do fundo?

—O Jost?

Anne assentiu.

—Sim, e ele sugeriu que o tapete fosse azul escuro e o fundo fosse uma mistura de rosa e verde, porque preto iria ficar esquisito para uma festa de cinco anos. — Bill comentou. —Tom conversou comigo ontem, e se dispôs a ajudar em alguma coisa. Eu disse que poderia cuidar da contratação da equipe de segurança...

—Como é? Isso é para nossa festa? — Belle perguntou surpresa. —Eu não acredito mãe. Para que tudo isso? Quem vai lotar a festa vão ser só os amigos do Tio Lukas, porque a nossa família, fora nós, são só, a vó Marge e a Juliet!

—Vocês vão entender quando for o dia. Deixa que eu e a Anne cuidamos disso. — Bill falou a eles.

(...)

Bill estacionou o carro em frente à casa de Anne, abrindo a porta para os trigêmeos que logo saíram correndo para dentro da casa, gritando um “Tchau, tio Bill” alto.

—Esses garotos são impossíveis! — Anne gargalhou logo após pronunciar a frase.

—Eu conheço outra pessoa impossível... —Bill comentou, logo após abrir a porta para a morena.

—Ah, e quem é? Eu posso saber? — ela se pendurou no pescoço do moço, sussurrando em seu ouvido e o prensando contra o carro.

Bill gemeu baixo, era sempre assim, ela o controlava primeiro, sendo castigada depois... Mas ah! Como ele adorava aquilo.

—Você! — ele pronunciou forte no ouvido da moça.

Bill apertou as adegas da morena, e por ali, virando para ser prensada no caro. Era a vez dela.

—Hum, Bill...

E então, eles encostaram suas bocas, que logo foram sugadas com volúpia, um pelo. Um beijo que fazia os pelos de ambos se eriçarem de uma forma indescritível.

Acima deles, a lua gorda os abençoava, e os iluminava com sua pouca luz. Uma pequena rajada de vento os atingiu, trazendo um cheiro de mato, que os incitava de uma forma calma.

Pela janela da casa, Lukas observava Anne e Bill aos beijos. A morena o estava enganando. Sentiu uma fúria enorme percorrer seu corpo. Era por isso que ela a rejeitava tanto, ela estava namorando o gayzinho de merda.

Anne estava praticamente o traindo, mesmo que eles não estivessem juntos oficialmente. Ela sabia que ele lhe dava tudo, dava-lhe moradia, alimento, roupas e lhe dava sexo. O que ela queria mais?

Lukas fechou às mãos em punho. Isso não ficaria assim.

Notas finais
E caminhemos rumo ao final...
Espero vossos rewiens, e até quinta feira( cinco dias)!
Para leitoras de Srta.Kaulitz, o capítulo novo sai hoje ou amanhã amores!
E passem na página principal da fic e me digam o que acharam da capa nova!
Beijinhos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.