Sexy
16 Capítulo 16- Então, eu te peço para ser minha.
Notas iniciais
Hoje tem quase duas mil palavras de Sex&Love para vocês *-*
Obrigada a todas que comentaram no capítulo passado, é para você que eu escrevo!
Para quem está torcendo pelo Tom... Boa sorte na torcida, lembrem-se da minha promessa no começo da fic( a de que sexy terá de 40 a 50 capítulos).
As que torcem pelo Bill, Boa sorte também...
Para quem está como a lik, não entendendo nada, sugiro prestar BEM atenção nesse capítulo.
Eu estou desde as 9:00 da manhã até agora(19:30) terminando o cap da sexy e da say(que já foi postado), com pausa SOMENTE para almoçar e ir ao banheiro. Então eu espero que valha muito apena ter escrito isto aqui...
Boa leitura!
– Você disse que eu estou linda a mais ou menos uma hora atrás- sorri, respondendo a pergunta junto a sua boca.
Eu sabia que Bill havia praticamente me dado o fora hoje de manhã, mas o meu corpo e todos os meus pensamentos queriam aquilo, novamente. Mesmo que eu soubesse que ele estava bêbado e poderia não ter a mínima ideia do que estava fazendo, mesmo que me usasse somente mais uma vez, mesmo que eu parecesse uma vadia.
Eu o queria por completo, só meu e de mais ninguém.
Senti a respiração de Bill, tão suave e trêmula quanto a minha e tão perto que desligou meu cérebro do mundo externo deixando-me livre para analisar cada mínimo detalhe de seus lábios absurdamente convidativos que pairavam a menos de sete centímetros dos meus.
Seus dedos tocaram meu rosto com cautela, como se eu fosse de porcelana e com a mesma delicadeza, o pouco de espaço que separava nossas bocas foi vencido.
Toquei seu rosto e desenhei as linhas de suas feições com a ponta dos dedos. Suas mãos desceram até o meio de minhas costas e me puxaram para mais perto de si enquanto as minhas desciam por seu pescoço, contornando seus ombros e por fim afundando em seu cabelo.
Seu cheiro era delicioso; viciante, eu diria.
Soltei um gemido involuntário quando nossas línguas se encontraram. Era uma sensação maravilhosa ter seu hálito misturado ao meu, sentir o calor de seus braços me envolvendo, aquelas vibrações no bolso de sua camisa...
Espera aí. Vibrações no bolso de sua camisa?!
– Droga! – ele descolou nossos lábios, ofegante.
Quase repeti seu ato de irritação com alguns acréscimos. Bill pegou o celular e olhou o número.
– É o Tom. – ele avisou visivelmente irritado.
Revirei os olhos enquanto Bill atendia, aos gritos, a ligação do irmão mais velho.
“O que é?” e “Tudo bem” foram as únicas expressões que ele pronunciou, e logo depois, sorriu cúmplice para mim.
–O que acha de ir para minha casa?
(...)
Bill abriu a porta de uma vez, jogando-me contra a parede.
Sem me dar chance de defesa, agarrou meu corpo, pressionando-o cada vez mais contra a parede.
Nós dois estávamos todos molhados. Lá fora uma tempestade caia, fazendo questão de nos molhar no caminho do seu carro até a casa. A camiseta branca, que antes era coberta pelo blazer negro, estava grudada ao corpo magro, mas ainda assim, perfeito, do Kaulitz a minha frente.
P.O.V 3° pessoa
Para Bill, a mulher a sua frente estava ainda mais linda. O cabelo longo que antes estava preso em um coque perfeito, caia em gordos cachos perfeitos até a metade das costas estava desarrumado, sua boca seca e completamente suja pelo batom vermelho que usava, implorava para se encontrar novamente com a do homem presente ali.
Anne se movimentou bruscamente, tentando se soltar. Para ela, o que estavam prestes a fazer era completamente errado, mesmo que tudo nela quisesse aquilo. A mulher levantou os braços para puxá-los para trás, sem se dar conta de que o gesto repuxava o tecido de seu vestido sobre os seios fartos. E então, foram poucos os segundos para que Bill notasse que ela trajava apenas uma calcinha.
Suas bocas se chocaram em uma profunda colisão, Anne passou seus braços em volta do pescoço de Bill, e ele aprofundou o beijo, levando o coração de ambos à mil.
Delicadamente, Anne rodeou suas pernas na cintura de Bill e ele não ousou fazê-la descer, pelo contrário, a levou para seu quarto, o mesmo em que ela havia sido confortada um dia antes; a região em que Anne encostava formigava. Para Bill era como se estivesse recebendo vários choques, sempre no mesmo lugar, porém ao contrário do que se esperaria, a sensação era ótima.
P.O.V Anne
Bill deitou-me na cama e retirou sua camiseta molhada, a calça e os sapatos. Deixou apenas a Box cinza no corpo.
Ele se colocou por cima de mim e aproximou seu rosto do meu. Um avanço perigoso para meu corpo e coração.
–Primeiro, eu quero que você entenda, que eu estou completamente sóbrio e consciente do que eu vou dizer a seguir...
–Tudo bem.
– Eu não vou mentir. Não amo você, mas não vou dizer que o que eu sinto possa se jogar fora- respirou fundo- Sei que meu irmão machucou você, e que as feridas que ele te fez ainda estão abertas, sei que você o ama.
–Eu não...
–Não diga nada. Eu quero te levantar, quero ser o seu amor, eu quero segurar você, enquanto adormece nos meus braços, mesmo que isso seja por pouco tempo. Meu coração se partiu quando eu vi você chorar por ele, por isso quando o mundo se fechar e você não conseguir respirar, deixe-me amar você. Eu quero ser o seu escudo, porque Anne, tudo o que eu vivi até hoje, vale apena ser trocado por um momento com você, se esse momento for tão especial como o de ontem. Eu não estou falando de sexo, estou falando de outras coisas... Quero que você esqueça o que eu te disse sobre “somente por uma noite”.
–Eu já esqueci- falei, o puxando para baixo, fazendo-o deitar por cima de mim e afundando minha cabeça em seu pescoço.
–Então, eu te peço para ser minha- sussurrou, remexendo meu cabelos, delicadamente.
–Eu já sou.
Bill me soltou, me olhou feliz e encostou seus lábios nos meus lentamente. Então, ele me beijou. Um beijo totalmente diferente dos demais que ele já havia me dado. Havia tanto amor e carinho, que ele não tinha como ser descrito sem tais palavras.
Sua língua macia ia de encontro a minha, enlouquecendo-me. Ele deslizou os lábios para meu pescoço, distribuindo beijos úmidos até meu ombro nu.
Soltei um gemido baixinho e notei que isso estimulou Bill. Ele passeava os dedos por minhas coxas e apertava minhas nádegas, faminto por meu corpo.
O cheiro doce de Bill fazia com que eu me sentisse tão confortável, como uma criança no colo da mãe.
Quando sua boca tocou a minha novamente num beijo ardente, senti como se todo meu sistema nervoso fosse ligado a um fio de alta tensão, deixando-me em curto-circuito. Uma sensação deliciosa tomou meu corpo.
Ele passeou a língua por meus lábios que estavam entreabertos, fazendo minha respiração falhar várias e várias vezes.
Percebi que Bill me olhava com ternura.
— O que foi?
— Você é perfeita — eu ia dizer que eu não era perfeita, mas fui detida por seus lábios colados novamente aos meus numa explosão de desejo.
Bill beijou meu pescoço e desceu mais um pouco. Brincou com meus seios. Quando seu hálito tocou minha pele, me arrepiei toda. O ar quente de seu hálito me consumindo aos poucos, uma tortura lenta.
Já não conseguia respirar muito bem e quando ele retirou minha calcinha com os dedos gelados tocando minha pele ardente, quase enlouqueci. Abriu um pouco minhas pernas e mordeu minha coxa.
Quando senti sua língua me penetrando soltei um gemido alto de prazer e fechei os olhos com força. Ele mordiscava e acariciava cada dobrinha, cada lugarzinho. Arqueei minhas costas e agarrei os cabelos de Bill com força. Mas isso pareceu não o incomodar, ele estava concentrado.
Gemi seu nome várias vezes, isso apenas o estimulou. Gritei, puxando-o para mais perto. Meu corpo amoleceu e cai deitada na cama. As contrações ainda dominavam parte do meu corpo. Suspirei e Bill sorriu.
Recuperei a consciência aos poucos. Queria que Bill também sentisse o que eu acabara de sentir, queria lhe proporcionar o mesmo prazer que ele me proporcionou.
Ele se deitou ao meu lado e fechou os olhos. Ainda meio tonta, engatinhei até subir em cima de seu corpo.
Ele apenas abriu um imenso sorriso quando nossos sexos se tocaram. Pude sentir seu membro extremamente rígido, mesmo ele ainda estando de box.
Tirei sua box e o olhei admirada.
Coloquei seu membro dentro da boca, fazendo movimentos circulares com a língua. Bill agarrou os lençóis e fechou os olhos. Continuei com os movimentos, só que aumentei a velocidade, dando leves mordidas em sua glande. Ele pirou. Soltou um gemido mais parecido com um urro e agarrou meus cabelos, tentando encaixar melhor seu membro em minha boca.
Depois de mais alguns movimentos rápidos, Bill revirou os olhos e suas pernas amoleceram. Senti o gozo quente em minha boca.
P.O.V Bill
Estava fascinado em como Anne conseguia me deixar maluco.
Depois de sair do transe que entrei quando ejaculei, olhei para Anne que sorria toda linda, sentada ao meu lado. Ela parecia realizada, completamente feliz. Sentei-me ao seu lado e acariciei seu rosto de porcelana.
— Eu adoro você — ela sussurrou e me beijou suavemente.
Fomos deitando aos poucos, nossas bocas ainda coladas. O corpo de Anne estava ainda mais quente do que antes e seu coração disparado, quase saía pela boca.
Não separamos nossos lábios um só minuto. Trocamos carícias íntimas, até que eu não consegui mais esperar. Meu membro rígido latejava e ansiava por Anne.
Rapidamente coloquei uma camisinha que estava jogada no criado mudo, separei um pouco suas penas e penetrei lentamente.
Anne cravou suas unhas em minhas costas e mordeu meu ombro. Gemi juntamente com ela e aumentei o ritmo das investidas.
Segurei em seu quadril delicado para que nos encaixássemos melhor. Ela gemeu e apertou minhas nádegas para que fosse mais rápido.
Aumentei ritmo. Anne entrelaçou as pernas em volta de mim e beijou-me com urgência. Brincou com minha língua várias vezes e sugou meus lábios.
Estava me sentindo tão feliz e completo ao lado da mulher que me fazia feliz. Tudo era perfeito, a chuva lá fora havia aumentado mais, não me importava. Eu estava com ela, só isso.
Ainda me puxando cada vez mais para dentro de si, Anne gemia alto. Pendi a cabeça para trás sentindo que estávamos chegando ao orgasmo. Então, parei.
Nós dois respirávamos pela boca com dificuldade. Anne olhou-me com os olhos cheios de lágrimas, imaginando que eu iria embora ou pararia ali, naquele exato momento.
— O quê foi? — Perguntou triste, num tom de voz de reclamação.
— Eu te adoro tanto que às vezes nem sei como consigo... — Sorri — você é especial!
Voltei a dar fortes estocas em ritmos selvagens. Estava sentindo um prazer tão desconhecido. Meu sistema nervoso estava em curto-circuito, elétrico, quase explodindo...
Anne se contorceu, arqueando mais uma vez as costas e agarrou-se ao lençol. Seu quadril se mexia para se chocar mais e mais contra mim. Senti que também estava bem perto do orgasmo novamente e aumentei um pouco mais o ritmo.
— AAHH... Bill, eu... Eu! AAHH! — Anne beijou-me intensamente.
Anne P.O.V
O momento de prazer foi prolongado pelos beijos maravilhosos que tínhamos. Aos poucos nossos corpos se amoleceram, se aquietaram e nos deitamos.
Bill olhava-me satisfeito, sorrindo torto, meio travesso. Um sorriso de fazer qualquer mulher perder a linha onde quer que fosse.
Aninhei-me em seus braços, deitando a cabeça sobre seu tórax. Minha respiração, já normal, tocava sua pele arrepiada enquanto eu passeava os dedos por seu rosto. Passando por seus lábios, o contorno de seu nariz, olhos e queixo.
— Desenhando meu rosto? — Sorriu.
— Não. Estou guardando você no meu coração — sussurrei fechando os olhos.
— Sente isso.
Bill segurou minha mão e a pousou em cima de seu coração disparado.
— Ele fica tão inquieto quando está do seu lado, tão feliz e animado... Saudável, seria a palavra certa. — Acariciou meus cabelos e percorreu com a ponta dos dedos a linha do meu braço até minha mão direita.
Ele a segurou de uma forma diferente e sorriu.
Beijamo-nos apaixonadamente. Meus dedos entrelaçados em seus cabelos negros, suas mãos firmes em minha cintura nua... Faziam-me refletir o quanto ele me fazia feliz. Eu não precisava buscar a felicidade ou mudar minha vida, pois o que eu realmente precisava para ser feliz naquele momento estava ao meu lado.
Notas finais
Eu já me decidi, e tem algumas garotas para quem eu dei um spoiler gigante, então elas já sabem quem vai ser...
Aviso: Eu vou viajar dia 29 de junho e só volto em agosto e como eu não tenho um modem portátil, vou ficar sem internet e logo, sem postar por um mês. Trágico, eu sei.
Mas eu vou continuar mandando rewiens, entrando no twitter, facebook e MSN graças ao meu celular. E vou continuar escrevendo graças ao meu notebook...
Espero vocês nos rewiens!
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