Sexy

7 Capítulo 7-Deseje-me,possua-me


Notas iniciais
Olá sex queens.Vou confessar para você que eu havia ficado triste pela quantidade de rewiens,mas foi só avisar por Mp algumas meninas e ela já leram.Quem quiser que eu avise sempre por MP me mande um aviso por rewien.
Esse capítulo é de seis páginas do word e tem mais de duas mil palavras,portanto,ele é especial pra mim porque foi o maior que escrevi até agora.
Espero do fundo do meu coração que amem o capítulo.
Boa Leitura.

Estacionei o carro em frente a enorme casa dos Kaulitz, sai pela porta e fui à direção a de trás pegar William.

-Mamãe, você trouxe a nossa mochila no carro?-Ouvi Belle gritar para mim.

-Não, ela ficou na casa da...Nossa!-falei sem concluir. A casa dos Kaulitz havia me espantado.

Com a cor branca prevalecida nas paredes, alguns pilates a beira e tendo um lindo lago ao redor, a casa mais parecia ser de um conto de fadas.

-Para que queria a mochila?-perguntei colocando William no chão.

-Tio Bill me disse que eles têm uma piscina no quintal e que podia me ensinar a nadar-falou vindo correndo em minha direção–Will, ele também disse que têm instrumentos musicais na casa.

-Tendo uma casa desse jeito, não duvidava que tivesse uma piscina no quintal-murmurei para mim mesma.

-Sério?-Belle assentiu- Nossa, espero que ele me deixe tocar em algo-continuou Will.

-Vamos entrar crianças-chamou Bill abrindo a porta e entrando em seguida juntamente com o Tom.

Os três foram e entraram correndo.

-Preciso conversar com você depois do almoço-alguém murmurou enquanto eu passava pela porta. Tom. Ele devia ter me esperado passar para falar comigo; devia saber que eu procuraria a companhia de algum de nossos filhos para evitar falar com ele. Nossos, porque eu tinha começado a acrescentar aquela palavra quando me referia aos meus filhos?

Não faça nenhuma besteira por você Anne, não faça nenhuma besteira por seus filhos, falou novamente a voz irritante em minha cabeça. Não faça nada do que se arrependeria com Tom.

“-Anne...você é somente uma adolescente, uma garota de dezessete anos grávida, não terminou o ensino médio e não tem nenhum curso profissionalizante. O que pretende fazer sozinha nesse mundo?-falava-me Juliet pelo telefone. Eu já estava com seis meses de gravidez, e já havia seis meses que Tom tinha ido embora ,para sempre.

-Não estou sozinha. Tenho Lukas e a Marge do meu lado-argumentei.

-Você é muito teimosa, faz uma semana que você foi para aí e já confia nesse garoto!-se irritou.

-Homem. Lukas é um homem, ele tem vinte e sete anos.

-Tom chega amanhã. E se ele vir atrás de você?-mudou de assunto.

-Tom não vem atrás de mim. Ele nem deve lembrar que eu existo. Apenas por uma noite, lembra?”

Flashbacks de tempos atrás invadiam minha cabeça de vez em quando, me atormentando ainda mais. Tempos difíceis, tudo havia ficado para trás, eu havia precisado crescer e agora ser o que sou.

Não acredito que passei a noite toda afagando o cabelo de meus pequenos por causa da tempestade, para almoçar na casa dos meus maiores ex-ídolos, do tio e do pai dos meus filhos. Tudo o que eu menos queria.

Tenha dó de mim, Deus. É muita sacanagem sua me fazer passar hoje, por uma coisa que eu nunca queria passar. Encontrar um dos meus “piores” pesadelos.

-Então, vamos por a mão na massa?-falou Bill ficando a minha frente, já com um avental branco enrolado ao seu corpo.

-Vamos!

-A cozinha é por aqui-falou e seguiu para uma porta que não estava muito longe. As crianças foram as primeiras a seguir para lá.

-Não se esqueça da nossa conversa-sussurrou perto de minha orelha, com seu hálito quente já tão conhecido por mim, mas ainda assim, inesquecível.

O meu único extinto foi afastar-me, seguir em direção à cozinha onde esperavam por mim.

Tom já estava me irritando com essa “perseguição”. Se ele queria conversar era isso que ele iria ter mais tarde. Mas... Eu sabia que não era só isso, nunca foi só e nunca vai ser, ele me queria novamente, estava me caçando, me rondando, igual como fizera no banheiro só que agora, com aviso prévio. E se ele me atacasse, eu estaria vulnerável, não sei se conseguiria resistir. Como resistir a algo que você não tem há anos? A sua droga preferida?

Como um coelho sendo caçado por uma raposa.

(...)

-E aí, o que acharam?-preguntei as pessoas na mesa, que logo passaram a me encarar.

-Está ótima como sempre mãe-falou Will, dando a última colherada de seu prato.

-Tenho que admitir que comer a sua lasanha foi uma das melhores coisas que já aconteceram comigo há semanas-comentou Bill-Ter uma mulher cozinhando dentro dessa casa não é algo que se acontece todo dia. Obrigado por aceitar almoçar conosco Anne.

-Deve ter sido difícil para você aceitar vir aqui conosco. Ainda mais depois do que acabamos de descobrir-comentou Tom sério. Idiota, cretino.

-Crianças, sabiam que eu e o Tom temos uma sala de música aqui?-perguntou Bill fugindo do assunto anterior.

-A Belle me falou. Você pode nos mostrar?-falou William, mas colocando o ‘nos’ como ‘nós’, se referindo aos irmãos.

Os três sempre foram fascinados por qualquer coisa que envolvesse música, mas nunca mostraram interesse por serem músicos. Mas sendo filhos de quem são eu realmente esperava que isso fosse acontecer mais tarde.

-Posso-concordou Bill com um sorriso magnificamente fofo, fazendo covinhas aparecerem em sua face-Vamos- se levantou e puxou a mão de William, levando-o para a sala. Meus outros dois filhos os seguiram.

Não esperei para ficar sozinha com Tom, então os segui segundos depois. Quando estava perto da única por aberta no corredor, onde supus ser a sala de música, ouvi Tom me chamar.

-Anne, eles não vão sentir falta de você agora-falou e me puxou fraco pelo braço, abrindo uma porta qualquer e me colocando para dentro.

Acho que devia ser o seu quarto, mesmo que não parecesse. A minha visão do quarto de Tom era algo totalmente bagunçado, com pedaços de pizza jogados pelo chão, latas de refrigerantes em cima da cama, e cheiro de meia molhada vindo do banheiro. Mas o quarto que eu via era algo totalmente chique e requintado.

-Eu não deveria estar aqui-falei já me voltando para a porta, mas senti algo me segurando pelos braços. Encolhi-me e Tom me prensou contra a porta.

-Eu não vou fazer nada com você, só quero conversar. Porque está fugindo de mim?-falou com a voz embargada, roçando o nariz contra meu pescoço que já estava meio torto, bem convidativo para um aprofundamento maior.

-Meus filhos devem estar me procurando-disse e logo depois engoli em seco.

Tom me apertou ainda mais contra a porta fazendo com que eu não conseguisse mexer um músculo. Minha respiração já estava ofegante com nossa aproximação.

-Nossos filhos-corrigiu-me-E eu já disse que eles não vão sentir sua falta por enquanto, Bill deve estar entretendo-os.

Olhei nos olhos de Tom pela milésima vez no dia, eles ardiam de desejo. Eles me queriam, ardiam por mim. Eu com toda certeza não deveria estar diferente.

Tom continuava a roçar seu nariz contra minha pele, passando com ele por meu ombro, meu colo, parando com ele dentro do decote de meu vestido tomara que caia, respirando o meu cheiro, matando a saudade. Eu continuava na mesma, ofegante.

Devíamos estar em silêncio há quase dois minutos. Tom queria brincar com o meu corpo. Começou a deslizar as mãos lentamente sobre minha cintura. Ele desfrouxou o aperto, levantei uma de minhas mãos assim que pude e toquei seu rosto. Tudo a partir desse momento parecia acontecer em câmera lenta.

Tom fechou os olhos e respirou fundo, aproximou sua boca da minha. O empurrei levemente, em sinal de reprovação para seu ato. Mais assim que o fiz sentir meu corpo queimar só com a possibilidade de ter suas mãos tocando-me novamente.

Engoli em seco novamente e senti Tom me puxando pelo braço grudando nossos lábios. Nosso beijo agora era voraz, mais encaixado e mais desejoso do que antes. Seus lábios grossos se uniram os meus finos, eles praticamente os devorava, os engolia, chupava, mordia. Um minuto e já estávamos gemendo com um beijo. Doía, queimava, mas eu já nem ligava.

Meu corpo queria continuar ali, mas eu queria sair. Você tem que sair daqui Anne, você precisa sair. Tom nunca vai deixar.

Nossos corpos se tocavam assim como nossas bocas se chocavam. Involuntariamente toquei no meio de suas pernas e senti a sua excitação. Tom parou de beijar e começou a passar as mãos na minha virilha, descendo e subindo, por cima do vestido. Eu havia ficado tensa com aquele ato, então fiz o que pude para retrair meus músculos. Respire fundo, não ceda.

Tom parou e levou as mãos ao meu rosto, puxando-me para mais um beijo. Ele me prensava não agora contra a porta, mas sim contra ele.

-Anne- chamou-me ofegante. Sua voz estava falha.

-O que?

-Não resista. Deseje-me-falou gemendo em meu ouvido. Fechei os olhos e o puxei para um beijo obsceno pela primeira vez no dia. Dane-se tudo.

Tom correspondendo o meu ato, me puxou e me pôs sentada em sua cama. Então passou as mãos para meus seios ainda cobertos com o vestido, e passou a beijar com vontade as minhas coxas. Em nenhum momento desde que começamos com isso, Tom foi delicado, não estava sendo como era antes de tudo.

Ele me jogou para trás lentamente até fazer-me deitar sobre a cama. O beijo intenso continuou, estávamos com animais brigando; não queria de jeito nenhum pensar no que aconteceria depois, ou se eu me arrependeria.

Dei uma volta em seu pescoço firme com meus braços, enquanto minhas pernas já estavam encaixadas em sua cintura. Agora eu queria deixar com que ele fizesse tudo que quisesse comigo. Ele continuou me beijando e logo passou as mãos para abrir sua calça. Assim que o fez, retirou uma camisinha do bolso e jogou a calça longe.

Imediatamente pensei que aquele já era um ato ensaiado. Muitas já haviam presenciado aquilo, ele só queria se divertir, só sexo por uma noite. Mas lembrar que foi assim que ele entrou na minha vida, que ele estragou com a minha paz, foi o combustível que eu precisava para alimentar ainda mais o ódio que já existia por ele dentro de mim. Novamente eu estava sendo apenas mais uma.

Tom tirou a camisa, exibindo o seu novo físico para mim pela segunda vez no dia, exibindo o peitoral e a barriga perfeita, revirei os olhos. Nada que Lukas ou outros homens que eu já tenha ficado não tivessem igual, ou melhor.

Deixou a camisinha na mesa de cabeceira e se virou para mim. Ele agora estava em pé, a minha frente, e eu sentada na cama apenas observando. Tom me puxou pela mão para que eu me erguesse, e juntou nossas bocas. Senti sua respiração quente contra a minha. Levantei os braços para o alto em um convite para que ele retirasse meu vestido, se abaixou, pegou a barra do mesmo e o puxou rapidamente para cima; jogou-o no ar logo em seguida.

Meus seios foram os primeiro lugar onde Tom colocou o olhar por estar sem sutien. Ele olhava-os admirado, os cobiçava como se fossem diamantes raríssimos.

O Kaulitz mais velho circundou minhas costas com as mãos e as depositou ao final de minha coluna, puxando-me para si.

-Você está mais sexy, sex queen-falou com voz falha em meu ouvido. Depositou o pescoço no vão do meu, respirando fundo o meu perfume.Há quanto tempo você não era chamada assim Anne?

Senti-me mais excitada do que já estava.

-Você também está mais gostoso, sex gott- sussurrei em seu ouvido, lambendo a extensão de seu pescoço com desejo logo em seguida.

Essas palavras eram a permissão que nossos corpos precisavam para comandar o ato que aconteceria dali a alguns minutos.

Nossas mãos pareciam lutar uma com as outras, marcando o corpo de nosso parceiro com puxões, arranhões e apertões de outro universo. Doía muito, porém o prazer era maior. Às vezes tentávamos nos grudar mais ainda. Impossível.

Eu mesma me livrei da minha calcinha, joguei-a longe, assim como havia acontecido com as outras peças de roupa. Vi Tom retirar a boxe e jogá-la longe também; foi até a mesa de cabeceira e pegou a camisinha. O vi coloca-la em seu membro ereto.

Involuntariamente deitei na cama esperando que ele me tomasse. Tom deitou em cima de mim, e continuou a me beijar ferozmente. Não sei se fazia de propósito, mas ele estava pressionando sua intimidade contra a minha, enquanto que com as mãos continuava a apertar-me os seios.

“–Porque você é muito convencido-falei consumindo a pouca proximidade que restava para colar nossos corpos. Senti as mãos de Tom em minha cintura, fazendo com que meu corpo ficasse prensado ao seu.

–E o que te faz pensar que sou convencido?-perguntou juntando nossas testas.

–O simples fato de você se achar sexy o suficiente para me deixar sofrendo uma tortura dessas e ainda querer que eu te peça para me beijar.”

Ele queria que eu pedisse.

-Tom- chamei-o assim que paramos o beijo. Ele aprofundou seu olhar no meu.

-O que é?-perguntou ofegante, ainda pressionando nossas intimidades.

-Possua-me.

Notas finais
pontinhos:
1-Relembrando:Quem quiser avisado por mim por MP quando houver capítulos novos,me avise.Também posso avisar pelo twiter,facebook,MSN,e-mail,orkut...
2-Fiquei de recuperação em ciências portanto vou continuar por aqui e janeiro,mas ainda vou viajar,não sei quando.
3-Rewiens e recomendações são sempre bem vindos.Então não exitem em manda-lós.Realmente não me importa o tamanho dos rewiens e como vocês mandam eles,até mesmo uma carinha ou um amei ou adorei me emociona muito,porque é para vocês que eu vivo nesse momento.
4-Eu amo muito vocês,sério,cada coisa que acontece comigo,em cada parte da minha vida desde que eu conheci cada uma de vocês...não sei nem como me expressar.Algumas conversam comigo pelo MSN,e falam que estam ao meu lado e que podem contar comigo,me elogiam.Muito obrigada a todas.Leitores fantasmas,não querem comentar?tudo bem,mas me mostrem que existem,me adicionem no MSN/orkut(o endereço é o mesmo): lopesjoyce11@hotmail.com
No twiter: @joycelopes352
Para que eu fique mais tempo perto de vocês,resolvi aproveitar uma idéia que tive com uma amiga.A partir do mês de janeiro vou começar a postar fotos do meu cotidiano e da minha vida em redes sociais para que vocês me conheçam melhor;também poderei gravar alguns videos falando algo para vocês.Eu gosto muito de fazer novas amizades e acho que assim poderei ficar mais perto de vocês.
Feliz ano novo.Desejo um feliz 2012 com muita saúde,alegria,amor,dinheiro e um pouquinho de perverção-quem vive sem? ;).Que nesse ano eu possa sempre estar ao lado de vocês ,que eu consiga terminar a sexy,começar a burning e termina-lá nesse longo ano que está por vir,para assim satisfazer vossas rainhas.
Bejos para todas vocês sex queens maravilhosas.
Com MUITO amor,carinho e prazer.
The sex queen master.
Joyce Lopes
P.S:Uma sex queen maravilhosa faz aniversário em janeiro e como eu a amo muito,vou dar-lhe uma one-shot de presente,tendo o maravilhoso Tom Kaulitz como shipper.Em breve falarei mais sobre o assunto.Assim conmo postarei o link aqui.
P.P.S:Querem que eu continue a cena de sexo no próximo capítulo,ou que passe ela?