Sexy

5 Capítulo 5-Metade de um coração


Notas iniciais
Olá sex queens *-*
Eu queria poder dizer que estou mega feliz,mas não consigo mentir.Mas a minha tristeza não tem nada haver com o nyah,por enquanto vocês é que me sustentam.A alegria de ler cada rewien,de falar com cada leitora,de estar fazendo coisas para pessoas que mesmo longe estão ao teu lado.
Obg gente =D vocês são a minha vida.
1-Capitulo betado pela Rebeca Mattos.
2-Capítulo família s3
3-A música que vai aparecer ni final não tem muito haver com ele,então nem liguem.
4-Sex vai ter versão original,pela razão de que pessoas que eu conheço que não gostam de Tokio Hotel estão querendo ler.Ela será lançada no dia 08,09 ou 10/12/11,e não terá continuação.A única coisa que irá mudar é o fato de que o TH não vai existir,e sim uma banda normal.NÃO VAI MUDAR PRATICAMENTE NADA.Sei que para algumas pessoas isso não é legal,mas foi o modo que eu encontrei para que meus amigos lessem.
Boa leitura.

–Isso crianças, continuem!
Thomas estava do lado esquerdo e William do lado direito. Ambos sorriam abertamente fazendo várias poses. Deviam estar se sentindo a vontade.
O fotógrafo parecia bailar na frente deles,se mexendo a cada flash que a câmera disparava,fotografando em diferentes ângulos.
–Enfim você voltou!
Olhei para os ‘bastidores’ e encontrei Bill vindo em minha direção. Tom estava sentado em uma cadeira que parecia ser ao seu lado.
–Você o encontrou não foi?-perguntou sussurrando ao chegar perto de mim. Assenti com a cabeça- Seus lábios inchados me dizem que o encontro foi... Hum, meio quente.
–Tom é um idiota- afirmei, mudando de assunto. A última coisa que eu queria agora era falar sobre o que acabou de acontecer.
–Quanto a isso não tenho duvida- então ele olhou para o irmão; segui seu olhar.
Tom encarava o fundo branco. Ele observava os fotógrafos darem algumas instruções a William e Thomas. Olhava sério, sem esboçar nenhum sentimento a face, provavelmente escondendo-os para si. Era isso que me preocupava.
–Ela está trocando de roupa. Vai tirar foto sozinha — comentou enquanto eu ainda encarava Tom na tentativa frustrada de desvendar sua expressão. Ele devia estar falando da Belle -Tom se tornou assim desde aquele dia... Frio.
–Que dia?-minha voz saiu falha.
–O dia em que você sumiu- apontou para a garotinha que agora saia do camarim, com um vestido branco e azul escura- Ela está linda. Eu ajudei a escolher o vestido.
Belle estava realmente linda. Parecia uma princesa. Andava levantando a enorme saia do seu vestido rodado, fazendo com que aparecesse a fina sapatilha prateada em seus pequeninos pés. Em sua cabeça carregava uma pequena coroa prateada que parecia estar torta propositalmente.
Bill me puxou para a direção das cadeiras. Sentei-me ao seu lado. Mas não pude deixar de notar Tom com os olhos marejados ao olhar minha pequena.
Tom não chora. Tom não chora.
Olhei para meus pequenos. Eles se abraçavam. Deviam estar felizes por ver a irmã tão bonita do jeito que estava.
–Eles sabem sobre mim?
Olhei para Tom. Ele agora me encarava.
–Não.
Belle fez sinal para que Bill fosse em direção a eles, enquanto conversava com os irmãos. Ele se levantou e foi em direção as crianças. Acho que além de ser chamado por Belle, ele devia ter notado que essa conversa não poderia mais ser adiada e que ela deveria ser somente entre mim e Tom.
–Quem eles pensam que é o pai deles?
–Ninguém — olhei para o chão. Eu não queria encará-lo.
–Como assim ninguém?-elevou o Tom de voz-Então eles não têm pai?Nenhuma figura paterna?
–Em documento não, mas de coração sim. O padrinho deles é como se fosse, mesmo eles nunca o tendo chamado-o de pai.
–Quem é o padrinho deles?
–Lucas. Ele é filho da Marge.
–Não sabia que a Marge tinha filhos.
–Eu também não sabia na época.
Silêncio.
Bill e Will saíram da rodinha que havia se formado, e Belle se juntou ao fotógrafo em outro canto. Thomas fez sinal com a mão para que eu fosse ao seu encontro. Levantei-me e fui até ele. Repetiu o gesto com mão para que eu me abaixasse; o fiz.
–O tio Bill foi ajudar o Will a escolher a roupa dele porque eles têm estilos parecidos-sussurrou em meu ouvido. Tom nos olhava de longe- Eu não quis que ele ajudasse a escolher a minha então ele disse que era pra eu pedir ajuda ao Tom.
Tom sorria triste.
–Você acha que ele vai aceitar mãe? -perguntou.
–Não sei. Porque você não pergunta a ele?
–E se ele gritar comigo?
–Hum... Acho que isso não vai acontecer- estendi a mão para ele, em um convite para levá-lo até o garoto de tranças. -Vamos?
Ele assentiu e pegou minha mão.
–Ele quer falar uma coisa com você — falei para Tom assim que chagamos a sua frente. Ele abriu um sorriso rasgado.
–Pode falar Thomas — incentivou meu garoto a prosseguir o que queria. Sorri.
–O tio Bill foi ajudar o Will a escolher a roupa para ele tirar as fotos porque eles têm estilos parecidos, ele se ofereceu para me ajudar também, só que eu não quis. Então me disse para que eu viesse pedir ajuda ao senhor — meu filho olhava nos olhos de Tom — Pode me ajudar?
Thomas havia explicado cada detalhe minuciosamente. Ele devia pensar que o fazendo haveria mais chances de receber uma resposta positiva.
–Seria um prazer — sorriu sem mostrar os dentes.
Tom se abaixou para pegar Thomas no colo, e em resposta recebeu um par de bracinhos estendidos para si. E como se fosse metades de um coração que se junta novamente, os corpos de pai e filho se uniram formando um só.
O mais velho elevou o corpo do pequeno a sua altura retirando-o do chão, e o pôs sentado em seu antebraço, enquanto tinha os bracinhos de seu filho envolvendo seu pescoço misturando-se com as tranças negras e sua cabecinha apoiada em seu ombro.
Era como se o colo que Tom havia dado levasse sono ao meu pequeno,levasse o aconchego que ele nunca tivera com Lucas, com um pai.
Tom virou-se para mim e me deu um sorriso fraco. Assenti com a cabeça e o vi indo com meu filho em direção ao camarim.
(...)
–Pule!Isso está ficando ótimo.
Anabelle tirava as fotos com o vestido de princesa.
–Hey! Você é a mãe dela, não é?-perguntou o fotógrafo.
–Sim.
–Não quer se juntar a foto?
–Posso?
–Claro!
Assenti. Retirei o sobretudo e o deixei juntamente com a bolsa em uma mesa próxima.
Cheguei perto da Belle e ouvi um flash.
–Vamos começar- anunciou o fotógrafo.
Belle assentiu e se preparou em uma posse. Fiz o mesmo. E assim começamos.
Enxerguei de longe Tom vindo com Thomas e William em seu colo, igualmente como havia saído. Assim que me enxergou tirando fotos com a Belle, veio até nós.
Ouvi um flash. Ele deixou os garotos no chão. Meus pequenos estavam lindos.
–Você também não quer se juntar a foto?-perguntou o fotógrafo a ele.
–Quero- respondeu Tom sorrindo.
Tom ficou ao lado direito e eu do esquerdo. Nossa proximidade não era mínima, mas era o suficiente para me deixar nervosa, entretanto Tom parecia normal. Thomas, Belle e Will ficaram no meio. Eu e Tom chegamos mais perto de nossos pequenos.
Observei Bill sair do camarim e nos olhar surpreso. Mas em fração de segundos abriu um sorriso estonteante que esboçava a alegria que provavelmente sentia.
Senti que não havia nada de errado, senti como se Tom sempre estivesse ao meu lado e ao lado de nossos filhos. E por um momento, senti que éramos uma família.
–Sorriam!
Flash.

Entenda as coisas que eu digo,

Não vire as costas para mim

Porque eu passei metade da minha vida lá fora,

Você não faria diferente

Você me compreende?

Ode to my family-The Cranberries


Notas finais
Não sei se vocês estão sabendo mas estão querendo dividir o Pará,o estado em que eu moro;gostaria que vcs me disessem se são a favor ou contra a divisão.Podem dizer'eu sou contra a divisão do estado do Pará' ou 'eu sou a favor da divisão do estado do Pará'.Não posso ficar falando muito sobre isso aqui mas quem quiser saber mais sobre o assunto pode pesquisar no tio google que ele responde =P
Espero rewiens sinceros de vocês.Se tiverem algo em mente não tenham medo ou vergonha de falar;estou aqui por e para vocês.
Beijos com muito carinho e um abraço bem apertado.
The sex queen master [A mestre rainha do sexo]
Joyce Lopes