Sexy
12 Capítulo 12-Tom, o monstro X Bill, o príncipe.
Notas iniciais
Sei que demorei, mas é que eu realmente estava muito triste, e ainda estou, só que melhorei um pouco. Pensei( e ainda penso uma escala menor em) em desistir de todas as minhas fics. Então primeiramente um obrigada a TODAS vocês, até os fantasmas que clicam em acompanhar mas não mandam rewiens. Mas principalmente, obrigada a você que ficou me pentelhando pelo msn, twitter ou facebook para que eu postasse, se você não tivesse feito isso, talvez eu já até teria tomado a real decisão de abandonar o mundo do nyah.
Sex queens, eu estou de luto, então se você me perguntou se eu estou bem e eu respondi mal e não quiz te dizer o porque, ou se eu disse que estou bem; obrigada por aceitar e não insistir.
O capítulo é pequeno, mas é o que eu tenho por enquanto...
Em homenagem a Ana Alice Silva *pra sempre* (f)
Se você não leu as notas iniciais, por favor leia, é MUITO importante.
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Ele voltou a me deitar e como previsto, ficou por cima de mim, continuando a me penetrar fortemente. Parecia que ele não ouvia o meu choro, os meus pedidos, ou talvez ele apenas não queira ouvir.
Senti Tom aumentar o ritmo das investidas e sua barriga se contrair sobre a minha.
-Não vai gozar vadia?- cuspiu as palavras na minha cara.
Senti as lágrimas embaçando minha visão e descendo quentes pelo meu rosto. E logo a porra quente do garoto de tranças me preencheu por dentro, fazendo com que as feridas internas que ele me provocou, ardessem.
Tom Kaulitz não estava usando camisinha.
Seu corpo pesado caiu em cima de mim sem qualquer rastro de pena, machucando ainda mais meus seios. Meus olhos se fecharam cansados, e eu teria dormido se o relógio digital que estava no criado mudo não apitasse, avisando que chegamos à meia noite. Meu inferno particular tinha completado um dia e eu já estava cinquenta por cento acabada.
Tom Kaulitz não tem pena.
“ –Mamãe, porque as outras crianças tem papai e nós não?- Belle perguntou, enquanto estávamos em uma reunião da escola. Thomas e William, me olharam intrigados, esperando pela resposta. A primeira decepção em suas vidas.
-A mamãe nunca mais viu o papai de vocês desde que engravidou, me afastei dele para que vocês ficassem seguros.
-Você fez isso porque nos ama, não é?
-Claro, tenho certeza de que o pai de vocês nunca os amaria da mesma forma.”
Reunindo as últimas forças, empurrei seu corpo para o lado. Rapidamente fiquei de joelhos e me voltei para dele, ergui a mão ao alto, e desferi uma tapa em seu rosto. Você merece mais, desgraçado. Levantei da cama, juntei minhas roupas intimas e vesti-as.
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Tom se levantou da cama, veio até mim.
-Vadia!
Fechei os olhos e senti-o me dando uma tapa, fazendo-me cair sentada ao chão. E novamente lágrimas. Gritei alto, rouca.
Tom Kaulitz não ama.
Levantei do chão com o resto de força que eu ainda tinha. O mínimo.
-Isso vai lá, saia daqui- gritou com os braços abertos- Vá se foder com Lukas! Vá engravidar dele e fugir com o filho dele. Deixe-o na mão, deixe-o sozinho e deixe-o sem coração como fez comigo.
Nossos olhos se encontraram no ar. Seus olhos castanhos –agora– avermelhados, expressando raiva.
Tom Kaulitz não tem coração.
Abri a porta do quarto e sai. Andando de cabeça baixa, soluçando.
Você já se sentiu imponente? Você já se sentiu um lixo?
Dei de encontro com algo, ao qual instantaneamente, abracei.
-Anne...
-Por favor, me tira daqui- pedi, com voz chorosa.
Bill se inclinou e me pegou no colo. Não se importando se eu estava de roupas intimas, ou se eu estava chorando. Levou-me para um quarto ao qual a única coisa que pude perceber, foram às paredes em tons de preto e branco.
-O seu irmão é um monstro- me colocou deitada na cama.
-O que ele...
Gritei de dor, ele não precisava tocar naquele assunto.
Bill se posicionou a minha frente e me encarou, em seguida passou os olhos por meu corpo ereto na cama.
-Eu não acredito que ele fez isso- tocou meu rosto- Como ele pode...
E então eu percebi a diferença entre os olhos de Bill e Tom.
Bill Kaulitz tinha os olhos brilhantes, seus olhos eram completamente transparentes, me permitindo ver seu interior. Ele era o que eu precisava naquele momento, era tudo que uma mulher deseja, um alguém carinhoso que entenda tudo, alguém romântico e sexy, um verdadeiro príncipe. Ou talvez, um anjo.
-Bill, posso te pedir algo?
-Claro- sorriu, colocando uma mecha do meu cabelo esvoaçante para trás da orelha.
-Me beija.
O Kaulitz inclinou seu rosto sobre o meu, e sorriu, me fazendo respirar seu estonteante perfume cítrico.
Fechei os olhos, e senti seus lábios serem pressionados contra os meus. Lábios completamente macios e finos. Em seguida, se afastou um pouco, presunçoso; e me olhou nos olhos, novamente.
-Tem certeza de que quer beijar o irmão gêmeo do pai dos seus filhos?- arqueou sua sobrancelha perfeitamente delineada.
-Tenho...
E ainda com a boca entreaberta, Bill me beijou, pela primeira vez.
Sua boca na minha, se movendo instantaneamente. Era muito diferente de quando eu beijava Tom. Bill emitia a doçura dos seus atos até nos beijos.
Eu estava ferida por dentro- literalmente-, não fazia nem meia hora que Tom me violentou, mas aquele simples beijo, foi o suficiente para me fazer querer Bill de outra forma.
Gemi baixo, quando Bill ficou por cima de mim.
Se ele ainda não havia reparado nas minhas vestimentas, então estávamos quites, porque eu ainda não havia reparado em sua calça de moletom preta, e uma borda azul extremamente grossa acima do elástico da calça.
Involuntariamente movi minhas mãos até sua cintura, arranhando-a e puxando a borda de sua cueca para baixo. Recebi um olhar surpreso de Bill.
-Você tem certeza de que quer transar com o irmão gêmeo... — começou receoso.
-Tenho certeza, Bill.
-Garota, como você é fogosa- sussurrou em meu ouvido, com sua voz rouca.
O Kaulitz retirou meu top, e beijou meus seios. Beijos leves e úmidos que pareciam curar meu busto das brutalidades que Tom havia feito. Na verdade, cada gesto dele estava me curando.
Logo os restos de nossas peças estavam jogados no chão. Nossos corpos suados entrelaçados por abraços e apertos gentis.
Vi Bill por a camisinha em seu membro pulsante, e esperei pelo momento que me faria ser, com toda certeza, uma mulher diferente. Em partes eu tinha medo, o episodio com Lukas ainda pairava em minha mente e eu torcia para que eu não sangrasse novamente.
E então, como em um conto de fadas, ele me olhou nos olhos, e me penetrou, preenchendo meu coração com um sentimento extremamente...
Retirou seu membro de minha intimidade e voltou a me estocar, dessa vez movendo nossas cinturas. E de novo.
Uma, duas, três, oh Bill.
Sinceramente, não sei por quanto tempo ficamos ali, talvez duas ou três horas já que ele fazia questão de não aumentar o ritmo. Era como se somente aquilo fosse o suficiente.
Quando chegamos ao clímax, Bill caiu ao meu lado, e como em filmes e histórias românticas, me puxou para deitar em seu tórax, afagando meus cabelos.
-Você é um príncipe- afirmei, levantando a cabeça para encará-lo. Seus olhos nunca pareceram tão convidativos e aconchegantes.
-E posso ser seu príncipe, se quiser.
Notas finais
Hoje é domingo, dia 4, e TODAS as minhas fics em aberto, serão atualizadas hoje.
Say: Capítulo 11- A boneca de rapper do Tom.
Em breve: Boa sorte e A garota do All star.
Beijos
The mother sex
J.Lo
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