Sexandrugs
14 Capítulo Catorze.
Notas iniciais
e então quero acabar SAD (Sex And Drugs.) logo :333 lets go

Thalia.
Eu fiquei ajudando Bianca a se vestir, o pijama que Silena escolheu era confortável por ela. Depois que eu e Nico a ajudamos a se vestir, Nico se deitou na cama com ela para os dois dormirem. Eu sai do quarto e logo fui em direção ao meu, eu iria dividi-lo com Silena, o pior de tudo não era isso, eu teria que dividir uma cama de casal com ela. Eu entrei no quarto e não vi Silena. Eu troquei minha roupa por um short rosa de dormir (não conte para ninguém) e uma regata preta. Eu deitei na cama morta de cansaço e logo eu ouvi a porta se abrir e alguém falar comigo.
– Thals?
– Luke? — eu falei assustada me sentando na cama.
Luke não poderia me ver assim, eu estou ridícula, meu cabelo deve estar horrível, ai o que é isso? Eu to parecendo a Silena.
– Calma, calma, eu posso dormir aqui? Silena e Charles estão se pegando la e eu não quero fazer parte daquilo, eu prometo que não vou tentar nada. — disse Luke calmo finalmente entrando no quarto e encostando a porta.
Eu suspirei.
– Eu estou boazinha hoje então vem, deita aqui e sem tentar nada.
Eu não via Luke mas ele provavelmente sorriu.
– Eu prometo Thals. — disse ele e logo ele ligou a luz. — Ok, não prometo não me excitar. — falou ele e desligando a luz antes de deitar com um sorriso malicioso.
Eu suspirei. Logo Luke se deitou atrás de mim nos fazendo ficar mais ou menos de conchinha como namorados. Quando eu estava quase pegando no sono Luke me chama.
– Thals? — ele perguntou.
– O que foi caralho? — reclamei com a voz cheia de sono.
– Desculpe. — disse ele se virando para o outro lado.
– Agora fala idiota. — reclamei bufando.
– Você voltaria comigo? Thals, eu amo você, eu amo muito você e você sabe disso. Por que Thals, porque você não quer voltar comigo.
Eu suspirei. Eu queria falar que sim, que eu voltaria com ele mas o meu bom senso falava que não, eu nunca deveria voltar com ele, ele é um babaca. Mas do que adianta voltar quando o seu namorado é um idiota que só sabe se drogar e beber e no outro dia não lembra de nada, como eu vou realmente confiar que ele nunca me traiu olhando o tempo todo para outras garotas. Falando como uma é mais meiga com o seu namorado, outra é mais gostosa, outra tem mais bunda, eu odeio ser comparada e Luke sabe, eu sei que ele não faz sério, que ele só quer me zoar, mas é ruim, muito ruim isso. Depois de algum tempo pensando finalmente respondi.
– Sete dias. — eu disse e Luke deu um pulo.
Não, ele não se assustou apenas com a minha voz. Luke deu um pulo na cama e logo se levantou.
– Ai meu Deus, o que porra você fez com a Thals? Ela é bonita e legal, eu sei disso mas sai do corpo dela, sai. SAI DO CORPO DELA AGORA SAMARA! — disse ele assustado.
Eu comecei a rir, gargalhar, me debater, tudo o que é coisa possível de tão engraçado que foi a cena. Eu não podia ver Luke mas se eu visse riria muito mais.
– Luke............eu não...s.to...possuí....da. — falei rindo em meio as palavra.
– Não mesmo? — perguntou ele clareando o quarto com o celular e ligando aquelas lâmpadas de natal que tem em alguns quartos.
– Não Luke, não. — eu falei rindo. Eu via pela pouca luz um Luke meio assustado.
– Mas e o lance dos sete dias? — perguntou ele erguendo uma sobrancelha.
– Não é que eu estou possuída Luke, é outra coisa. — eu falei ainda rindo.
– Ufa! — exclamou ele colocando a mão no peito.
Eu dei mais uma risadinha e logo Luke se deitou do meu lado de novo. Ele não apagou as luzinhas mas nem me incomodei. Quando eu estava quase pegando no sono novamente ele me chama.
– Thals, o que era o sete dias? — ele perguntou.
Eu mordi a ponta do lábio inferior.
– Você tem sete dias Luke, sete dias para me provar que eu vivo melhor com você do que sem você.
Luke suspirou.
– Tudo bem, eu vou provar pra você que eu sou capaz de mudar, de não ser mais um babaca. — Luke disse.
Eu virei para o lado e dessa vez consegui dormi, sem nenhuma interrupção. Luke ainda dormia e eu estava agarrada nele, eu lembro que dormimos um de costas para o outro mas não de tão agarrada nele, eu parecia uma criancinha que dormiu e teve um pesadelo. Eu me desprendi dos seus braços e levantei. Coloquei uma calça de moletom e comecei a arrumar o café. Logo Silena apareceu e ficamos conversando enquanto preparávamos cappuccinos. Ouvimos alguns gemidos.
– Pipes e Jason ou Annie e Percy? — perguntei rindo.
– Não sei, Percy e Annie? — ela perguntou rindo.
– É talvez.
Rimos mais um pouco e logo Jason levantou apenas de cueca.
– JASON!!! — berrei. — Ninguém é obrigada a isso. — eu reclamei.
Jason riu e me abraçou por tras.
– Ah Thals, qual é, eu sei que você adora um loirinho. — ele disse rindo e beijou meu pescoço.
– Sai Jason, sai. — falei rindo tentando me soltar.
Jason se dirigiu ao banheiro por que no quarto dele não deveria ter e logo depois Luke acordou e nem olhou na cara de ninguém, ele só pegou um café e saiu para a praia. Eu e Silena nos olhamos com um olhar do tipo: "Como assim? O que deu nele?". Logo depois de algum tempo Luke me apareceu rindo com três pessoas que eu nem imaginava que ele conhecia.
Nico.
Grávida, Bianca esta grávida, isso mesmo, grávida. Se meu pai descobre eu não quero nem ver. Percy e Annie deram um banho em Bianca para tirar o vômito e Thals e Annie a ajudaram a se vestir. Logo quando Thalia saiu do quarto eu fiquei abraçado com a Bianca.
– Nico? — ela perguntou com a voz baixa.
– Sim, anjo. — eu falei acariciando o cabelo dela.
– Como nós iremos lidar com isso? Nico, eu não vou aguentar se papai saber, eu aborto Nico, eu.... — ela falou chorando e eu a interrompi.
– Bianca, shhh.. vai ficar tudo bem, eu prometo, não aborta, não, nunca, é o nosso filho, esta na hora de eu crescer, ta na hora de eu enfrentar o nosso pai. — eu falei limpando as lágrimas dela.
Eu não via as lágrimas dela por que tava escuro mas eu sabia que ela chorava, eu sabia o quão preocupada ela estava.
– Mas Nico, eu não vou aguentar te ver machucado, não vou, eu não consigo, não de novo. Você não pode assumir o filho, eu digo para o papai que eu não sei quem é o pai. — ela disse me abraçando forte.
– Ele ainda vai querer me matar Bianca, ele sempre deixou claro que o meu dever é te proteger e eu falhei. Eu não vou falhar em te deixar sozinha nessa Bianca, a gente vai assumir ele junto, não importa se a gente sofrer preconceito. — eu disse a abraçando mais forte. — Eu amo você, Bianca.
– Eu te amo mais, Nico. — ela disse me beijando.
O beijo de Bianca era sempre o mesmo, sempre ótimo mas dessa vez eu queria ficar assim com ela para sempre. Eu não iria deixar ela sozinha, eu não vou deixar ela sozinha de um filho meu. Eu estou pouco me fudendo para o meu pai, ele pode querer me matar, pode esfregar na minha cara tudo de ruim que eu faço. Ele não vai poder me convencer que eu não amo Bianca, que eu sou um irmão de merda que abusa da irmãzinha gostosa, ele não vai me convencer que eu sou um nada, não dessa vez. Eu parei o beijo com Bianca e mesmo o nosso quarto tendo duas camas eu não me importava, eu queria dormir com ela, sem sexo, eu não quero sexo, eu quero protege-la. Eu a abracei e assim nós dormimos, como se não houvesse nenhum problema. Quando eu acordei Bianca já tinha se levantado e la na rua eu via um pequeno sol. Me levantei e apenas coloquei uma calça de moletom, nós eramos amigos, eu não via problema nenhum em ficar sem camiseta. Eu sai do quarto e me deparei com três pessoas que eu não conhecia. A primeira era uma garota que mesmo conversando dava para ver que ela era absurdamente tímida, ela tinha o cabelo castanho com algumas mechas verdes na ponta (P/A: É californiana ta gente, só que homem é homem.), ela usava um vestido branco e com o cabelo preso em uma trança com uma flor branca na ponta, margarida eu acho. Do lado da garota conversando animadamente com Percy estava um garoto moreno, ele tinha uma barba pequena, usava uma calça jeans e uma camiseta laranja de um tal de Acampamento não-sei-o-que e usava um gorro preto. Em um canto da sala perto da porta estava uma garota realmente bonita, ela era morena com os cabelos bem cacheados, tinha um grande expressão de tédio, ela usava uma bermuda que ia até o joelho e uma camiseta roxa.
– Ah, bom dia Nico, nem sabe quem Luke viu na praia. — disse Percy sorrindo.
– Esses três? — perguntei erguendo uma sobrancelha.
– Esses três tem nome garoto. — bufou a garota morena com cara de tédio.
Eu a fuzilei com olhar.
– Essa chata é Hazel. — disse Percy apontando para a morena que mostrou a língua para ele. — Essa garota fofa é Juníper e esse outro aqui é Grover, você ouviu falar dele não? — perguntou Percy sorrindo.
Notas finais
Sinopse sobre a fic que eu to vou criar quando acabar essa:
Ela? Annabeth Chase, uma detetive que nunca erra e que vai investigar a vida do maior traficante e matador dos EUA.
Ele? Perseu Jackson, um dos maiores traficantes e matador de todo os Estados Unidos. Rico, bandido e o sonho de toda mulher, tem a missão de investigar cada garota que trabalha para ele na missão de descobrir quem o esta investigando.
O destino acaba surpreendendo os dois com uma coisa chamada amor. Duas pessoas que se amam são obrigados a mata um ao outro devido a suas profissões.
Ok, ta uma bosta mas vcs entenderam o que a história quer dizer né? :3 Eu sei que existe várias parecidas mas eu estou louca pra criar.
Eu quero reviews, muitas reviews (ok fantasminhas?). XOXO
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