Sexandrugs

4 Capítulo Quatro.


Notas iniciais
Ola meus anjinhos que caíram do ceu *u* Cam Briel é Harrison Gilbertson, to morrendo do coração ♥ ♥ ♥ Ok, deu de amores. Vocês me ajudariam a chegar nas 100 reviews até o capítulo 10 ou o 15? *u* não estou cobrando mais reviews, é só uma meta que quero chegar msm. Lets go post. Ah eu comecei a por capa nos capítulos então chequem os antigos para verem e não se assustem se a maioria for de SKINS.

Percy.

Eu tirei minha camiseta e coloquei em Bianca enquanto Nico pegava sua bolsa, sua calça, sua regata e seu sapato. Saímos daquele quarto e fomos em direção ao carro de Bianca. A parte ruim é que o carro só tem dois bancos então eu fui dirigindo e Nico foi com Bianca em seu colo.

– Pra sua casa ou pra minha? — eu perguntei nervoso.

– Pro hospital Percy, temos que levar no hospital é claro. — ele disse acariciando o rosto de Bianca e tentando ver se ela acordava.

– Você ta louco e o seu pai? Ele vai te matar Nico.

– Oh droga, ele não precisa saber mesmo assim, pro hospital Percy.

Eu assenti e acelerei pro hospital. Ele pegou o seu celular e começou a discar um número, ele ligou e pôs no alto falante e logo no primeiro bip a pessoa atendeu.

– Alô, quem é? — perguntou a voz na ligação.

– Oi Annie, sou eu Nico. — ele disse calmo pela primeira vez no dia.

– Ah ola Nico, nem sabia que tinha o meu número, alguma coisa com Bianca? — disse Annabeth na ligação.

– Sim, eu a levei em uma festa e ela se drogou demais, vai pro Rady Children's (P/A: O hospital existe, a praia onde teve a festa existe, qualquer lugar da California que eu digo na fic eu pesquisei sobre então existe.) agora, por favor. — disse Nico desesperada.

– O QUE? CARALHO SEU FILHO DA PUTA COMO VOCÊ LEVA A BIANCA PARA UMA FESTA DESSAS? VOCÊ TEM PROBLEMA? — berrou Annabeth com Nico. — Shiu Thalia cala a boca, Bianca foi em uma festa e se drogou demais e é pra mim ir no hospital. — disse Annabeth claramente falando com Thalia.

Ok se você achou os xingamentos de Annabeth forte, sério, não leia sobre Thalia e nunca provoque Thalia.

– NICO DI ÂNGELO SEU VIADO FILHO DA PUTA ARROMBADO, O QUE VOCÊ FEZ COM A BIANCA? EU IRIA PERGUNTAR SE VOCÊ SE DROGOU MAS CLARAMENTE SIM NÉ SEU FILHO DA MÃE, O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA? PÓ? EU ACHO QUE SIM E VOCÊ FUMOU ELE NICOLAS. — gritou Thalia e ao fundo se ouvia Annabeth gritar a pedido do seu celular de volta.

– Uou calma priminha, vai pro hospital e depois você me bate ok? — disse Nico rindo e desligou o celular na cara de Thalia.

E assim Hades vai produzir mais um caixão e esse sera pro seu filho. Fui o mais rápido possível para o hospital até que chegamos, Nico levou Bianca para emergência enquanto eu preenchia aquelas fichas chatas. Fui procurar Nico e no meio do caminho vi uma garota de cabelos loiros e outra de cabelos negros com algumas mechas azuis que eu sempre vou saber quem é.

– Thalia? Annie? — perguntei.

Thalia e Annabeth se viraram e eu pude ver melhor as duas. Annabeth estava com uma trança de lado junto com um gorro, um moletom de coruja, uma calça branca e um all star com aqueles negocinhos que só garota sabe o nome (roupa). Thalia estava com roupa de Thalia, ou seja, um gorro, óculos escuro, camisa de caveira e calça preta. Thalia estava com seus olhos azuis faiscando de raiva, com a mandíbula travada e o punho cerrado. Eu sai correndo pelo mesmo lado que tinha chegado.

– VOLTA AQUI PERSEU, VOLTA AQUI, COMO VOCÊ E AQUELE VAGABUNDO DO NICOLAS LEVAM BIANCA PRA SE DROGAR? — disse Thalia correndo atrás de mim.

Nós corremos o hospital inteiro até que apareceu uma enfermeira velhinha na minha frente e disse (lê-se gritou):

– Vocês estão loucos? Parem os dois, isso é um hospital. SILÊNCIO! — disse a enfermeira irritada.

– Desculpe. — eu e Thalia dissemos juntos.

Ela nos deu um olhar feio mas não foi pior que o de Thalia. Ela me deu um soco na cara, eu nem revidei, é sério, nunca brigue com Thalia. NUNCA!

– Como ela esta? — Thalia perguntou.

– E eu vou saber? Você começou a correr atras de mim quando eu ia levar vocês até ela, vai se fuder. — eu disse irritado.

– Desculpa. — disse com uma carinha triste.

– Repete isso. — eu disse brincando com Thalia e ela voltou a ficar com raiva.

– Nunca Perseu, me leva até a Bianca. — ela disse me puxando.

Fomos até a emergência e achamos o quarto que Bianca estava. Ela estava consciente e Nico estava do seu lado junto com um doutor.

– Nico, como ela esta? — eu perguntei entrando no quarto.

– Ela injetou uma quantidade de drogas na veia e isso fez muito mal a ela mas já retiramos toda a droga do sangue dela e uma lavagem estomacal tirou toda as bebidas e êxtase que ela ingeriu. — o doutor explicou.

– Eu fiz a mesma coisa e estou aqui bem, por que Bianca não esta? — eu perguntei erguendo uma sobrancelha.

O doutor me olhou sério me analisando e disse.

– Você usa drogas há quanto tempo? — ele me perguntou.

– Sei la, eu tenho 16 anos, eu tinha 14 na época, uns dois anos talvez ou mais. — eu disse pensativo.

– Você usa drogas a tempo e a garota pelo jeito não. Eu tenho um amigo meu que é dono de uma clínica de reabilitação e é bom você... — o doutor começou a falar mas logo eu o interrompi.

– Olha eu não quero ajuda, eu sei o que eu estou fazendo e eu só quero me divertir, eu não vou para nenhuma clínica ok? — eu disse irritado.

– Bom a escolha é sua, a garota ira ficar aqui hoje e amanhã poderá receber alta e ir pra casa agoa eu vou deixar vocês com ela mas só os três e no máximo os pais ok?. — disse o doutor.

– Claro. — Nico disse e então o doutor saiu da sala.

– E Annabeth? — perguntei.

– Puta que pariu, eu sai correndo atrás de você e não soube dela. — disse Thalia se lembrando de Annie.

– Eu vou procurar ela. — eu disse e ela assentiu.

Sai do quarto e rodei o hospital inteiro atrás Annabeth, até que finalmente a encontrei.

– PERSEU! — gritou Annabeth e veio me abraçar.

Sim, Annabeth Chase me abraçou.

– Oh, ANNABETH. — eu disse rindo.

– Oh droga, desculpe, ér, como Bianca esta? — disse ela percebendo o que fez e logo parou de me abraçar.

– Se drogou demais, só isso.

– Só isso Perseu, só isso? — ela falou com raiva.

– Shiu Annie, ela ta bem, se acalma. — falei levantando as mãos e rindo.

Annabeth me deu um tapa no braço.

– Me leva até ela. — ela pediu.

– Vai sozinha Annie, até mais. — eu disse me dirigindo a saída e deixando Annabeth sozinha no hospital.

Eu dei uma leve risada ao imaginar a cara dela como deve ter ficado quando eu fiz isso. Liguei para um táxi e fui para casa. Quando eu cheguei em casa ali estava, minha mãe no sofá com olheiras me esperando.

– Percy. — disse ela vindo me abraçar. — Isso são horas?

– Mãe! — exclamei apertando o abraço. — Dona Sally eu já disse quantas vezes para não me esperar?

– Oh Percy, eu fico preocupada. — ela disse me dando um beijo na testa.

– Eu estou com fome e com sono mãe, o que tem pra mim comer? — eu perguntei.

Eu odiava a maioria das mulheres, mulher pra mim só serve pra fazer comida e ser comida mas minha mãe era diferente, era a única mulher qual eu respeitava, a única mulher a qual eu amava.

– Tem bolo na cozinha meu amor. — minha mãe disse com um olhar triste de me partir o coração.

Fui para a cozinha comer, comi bolo azul mesmo. Logo depois subi e dormi. Eu dormi muito, muito mesmo. Eu me acordei as 7h da manhã de sábado. Me levantei da cama e fui tomar um banho. Eu quase resolvi mergulhar na banheira e quase me afoguei com os meus pensamentos.

"Percy, para Percy, eu cansei de correr," disse uma voz fina de criança e exausta de correr na minha lembrança do qual eu lembrava muito bem . "Percy por favor pare com isso." disse a voz da garotinha rindo e me batendo por que eu estava a jogando no mar.

"Percy você esta se drogando?" dizia ela preocupada.

"Percy você colocou sentimentos a mais em uma amizade e você sabe disso, eu nunca retribui então não me culpe por sua tristeza." dizia ela um tanto magoada comigo.

Droga, droga, droga. Por que eu lembro disso agora? Eu não deveria, eu sei tão bem que não deveria afinal esta tudo bem entre eu e ela. Essas lembranças malditas. Droga. Merda. Porra. Me levantei e logo eu me vesti. Coloquei uma calça jeans preta, uma camiseta azul e um supra azul forte e logo sai. Sai sem rumo de casa, estava dia ainda pra mim fazer isso mas eu ia fazer. Eu iria em um puteiro. Eu estava louco pra fuder com alguém, eu estou na seca a 1 dia, eu não comi ninguém ontem, eu preciso gozar. Fui em direção a Sex House Free a pé mesmo. Eu fui caminhando fumando um cigarro até que eu ouvi um berro.

– ME SOLTA SEUS FILHO DA PUTA! hmhumhahhahasd. — alguma garota estava gritando e provavelmente taparam a sua boca pôs o som ficou abafado.

Eu como o bom moço super herói que sou fui ver de onde eram os gritos para ajudar a garota indefesa. (P/A: Aham Percy, sabemos.) Cale a boca autora você não pode se meter no meu POV. (P/A: Desculpe Perseu.) Ok desculpada. Continuando, eu fui ver de onde vinha os gritos e quando eu chego la me deparo com uma garota ruiva de cabelos cacheados apenas de sutiã e uma saia com um garoto ao seu lado e um tapando a sua boca. Oh droga.

– Rachel? — perguntei com os olhos arregalados e os garotos me olharam.

– Sai daqui, vaza garoto, a festinha é só pra um. — disse um garoto que deveria ser o líder do grupo.

Ele era moreno, tinha vários músculos e usava uma regata toda suja de graxa. Eu sem pensar nem um pouco dei um soco na cara dele.

– Você tem razão, é só pra mim. — eu disse sorrindo.

O garoto riu de mim e com uma voz debochada falou:

– Eu sou Charles Beckendorf e sou filho de um dos maiores boxeadores de todos, e um merda como você não vai pegar a garota. — ele disse rindo.

– Uou, Charles Beckendorf, eu me chamo Percy Jackson e sou um merdinha drogado e meu pai é um babaca. E sim, um cara como eu vai ganhar a garota. — eu disse debochado e logo dei um soco na cara dele.

Charles cambaleou para trás e logo eu dei outro soco. Eu dei vários soco nele que seu nariz começou a sangrar. Ele ja estava no chão e eu o chutei forte na barriga e logo disse.

– Você é um fraco. — eu sorri e me dirigi a Rachel que estava assustada. — Vamos Rach, ta tudo bem.

– Obrigada Percy. — ela disse sorrindo.

– Eu fiz minha obrigação. — disse retribuindo o sorriso

Eu passei pelo garoto e o chutei mais uma vez e então eu e Rachel saímos dali. Eu liguei para um táxi e eu a levei para casa, no caminho para a sua casa fomos conversando.

– Obrigada Percy, obrigada mesmo. — ela falou sorrindo.

– Eu fiz a minha obrigação Rach, eu não poderia te deixar la sendo estrupada, eu não sou tão mal assim.

– Ah Percy, você é um ótimo amigo. — ela disse me abraçando.

Eu conheço Rachel desde que eu me mudei aqui para California, ou seja, quando eu tinha 10 anos. Rachel é uma garota ruiva com alguma sardas, sempre usa pouca maquiagem e muita roupa rosa. Rachel depois da Thalia e de Bianca é a minha melhor amiga, ela sabe coisa que nenhum do meus melhores amigos sabe.

– E então Percy, como vai? Como vai as suas namoradas? Eu estou estudando na Good Blood School então nem o vejo mais.

– Estou indo né Rach, namorada? — eu dei uma risada forçada. — Ah Rach você sabe muito bem que eu não namoro nem nunca vou namorar.

– Você não vai casar nunca Percy? — ela perguntou erguendo uma sobrancelha.

– Não Rach, eu vou morrer jovem, não vou precisar. — eu disse sorrindo.

– Percy cale a boca. — disse Rachel me batendo.

Eu ri e ficamos conversando mais algumas bobagens por um tempo. Ela chegou em frente a sua casa e disse:

– Pegue algum dinheiro Percy, vou me sentir mal se você pagar tudo. — disse ela me entregando 20 dólares.

– Tudo bem Rach. — eu disse sorrindo.i

Continuei no táxi e fui pra casa. Eu não estava nem aí no momento pra comer alguém, no táxi graças a Rachel as lembranças voltaram com tudo.

"Percy eu amo você, você é o meu melhor amigo." disse ela rindo no ano novo enquanto estávamos brincando de pega pega.

"Percy por que você você esta brabo comigo? O que eu fiz?" Ela me disse que gostava de outro garoto e pergunta o que ela fez?

Entrei em casa e bati az porta. Droga, droga, droga, droga, mil vezes droga. Peguei uma vodka na geladeira e subi pro meu quarto, me tranquei la e fiquei fumando, bebendo e cheirando. Era só isso que eu precisava no momento, me drogar, só isso. Eu não me lembro de mais nada, eu lembro que tudo ficou preto e acordei em uma sala branca, um quarto de hospital. Eu me virei e vi Annabeth me observando no vidro da porta.

– Annie? — eu tentei falar mas saiu minha voz mega fraca.

Eu só via uma Annabeth em lágrimas ao longe sem entender nada do que tinha acontecido.

Notas finais
É isso aí, até o próximo capítulo. Deixem reviews.