Sex Thrust.
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Notas iniciais
Bom, galera. Eu estava devendo essa fic desde que me apaixonei com B.A.P no debut, e para quem não sabe, meu OTP é Gukelo disparado, não tem como. Bom, pelo menos no B.A.P é. Eu fiz essa fic e mostrei para algumas pessoas, e entre elas está a Meguari, Kami e a minha filhota Shiroyama que eu gostaria de dedicar para as mesmas. Obrigada por terem lido, e espero que curtam o restante que eu fiquei devendo, ok? ♥
O sensor de movimentos daquele andar fora brutalmente quebrado. Apenas as luzes dos andares inferiores é que faziam alguma diferença ali.
Bang não sentia a menor vergonha em vandalizar aquele lugar se preciso para ter o menor apenas por alguns minutos a sós consigo em momentos tão intensos. Não que isso fosse atrapalhar o rapaz loiro que trabalhava com ardor em se livrar daquela camisa social branca, arrancando os botões com uma brutalidade que já era esperada apenas por quem notasse sua figura naquele instante; baforando contra um pescoço claro, aterradoramente duro e rijo contra aquelas coxas. Ele era perfeito para servir como base em suas encoxadas, afinal, seu tamanho era proporcional ao do líder, qual se dedicava em fazê-lo sentir o quanto sua ereção seria dolorosamente enterrada naquele corpo magro. Suas falanges então eram como lâminas afiadas, percorrendo cada centímetro de sua epiderme e marcando-o com mais vontade. Um anjo imaculado, completamente postado à sua frente, devoto de seus desejos e escravo de suas ordens. Zelo era uma criança obediente e deliciosa. Era um crime, a constituição estava atrás de si a partir do momento em que seus dedos tocaram aquele corpo sem o menor pudor, quando seus dedos bulinaram aquela bunda, quando apertaram seus mamilos róseos, puxando-os entre os mesmos, beliscando-os. A boca fizera o favor de sugar cada um, chegando a deixar os mesmos quase roxos pela vontade incontida em cada ato. Não havia paciência para respeitar o corpo imaculado, fazendo-o se acostumar com cada sensação. Seria o arroubo dele, o estouro de seu limite, o máximo de seu clímax como um furacão, abriria aquele corpo e faria o mesmo virar um vortex, não queria parar, não queria o consentimento dele, só que isso também não era preciso, afinal, o mais novo tentava ser reciproco em suas caricias, tocando-o com alguma vontade além do que Yongguk esperaria, fazendo-o sorrir por entre cada sucção que largava naquela tez branquinha e tão violável. Os gemidos eram mais do que um deleite, e o rapper mais novo sabia fazê-lo como ninguém. A voz suava como a de uma criança às vezes, mas parecia que o homem naquela situação não se importaria de violar uma, sendo esta então o maknae. “Mais alto.” As ordens não eram acatadas porque era contraditório; como o faria gemer em gritos se a boca se sobrepunha a do mais novo? Intercalando as línguas em movimentos eróticos, até segurar aquele queixo – qual já estava sem sua bandana característica, afinal, arrancara assim que tivera chance – e com a mira perfeita, deixou que a própria boca se enchesse de amilase, mirando-a contra a cavidade alheia, qual cuspira dentro, vendo-o fechar os olhos, e quando este pensara em despejar pelo queixo aquele conteúdo viscoso, um aperto contra o membro do menor o fizera gritar, e quase se engasgara, afinal, a saliva descera sem querer por sua garganta, tendo o gosto rançoso natural daquele líquido, ademais, era excitante ao líder o ver sendo humilhado e torturado daquela forma, pois com aquele ato, não demorara ao menor abrir os olhos, quais vertiam em lágrimas pelos cantos, porém não sabia se era de excitação ou vergonha, já que seu membro e seu tremular corporal lhe eram muito evasivos para uma conclusão direta. “ Que gracinha... Você não sabe o quanto sou sádico, pois se soubesse, não iria chorar na minha frente.” Não poderia comentar mais alto do que um simples sussurro aquela cena lamentavelmente excitante. Estava explodindo, chegando ao prazer absoluto só de vê-lo tentar se manter forte, porém era miseravelmente oprimido pelo poder que o líder impunha contra seu corpo, prensando-o naquele concreto gelado, qual não diminuía o calor que se alastrava por sua anatomia tão encolhida. Ele estava fraco, tentadoramente fraco. Era como se, caso viesse a ser solto, iria ao chão em menos de átimos, chocando-se contra este, tremendo e gotejante em seu falo duro. “ L-líder... ” Um fiasco de voz, um tapa, um gemido rouco e as pernas foram abertas com vontade pelo maior, qual encaixara a sua esquerda no meio destas, fazendo a coxa pressionar o pau alheio, o que parecia ser demais para o garotinho de quinze anos, virgem e nada experiente. Fora como um presente divino descobrir que Zelo era apenas uma criança sem a menor maldade, e que nunca notara o que pretendia Guk ao carregar aquele corpo delicioso com aquela face de anjo para as escadas de emergência atrás do palco onde acabava de acontecer o primeiro Showcase do grupo. Uma data importante para Bang, mas não por ser sua estreia em um palco com o grupo naquele tipo de performance, mas sim por estar ali para retirar a virgindade daquele menino tão hipócrita sob os palcos, dizendo-se ser uma criança rebelde, um guerreiro contra a hipocrisia de todos, um cara sexy e agressivo. Ele era mais como o coelho que lhe representava; frágil, delicado, fofo... Comestível.“Estou sufocando você?” Aquela pergunta era tão carregada de escárnio que a vontade do mais novo de chorar se tornara maior, tendo em vista que ele parecia um maníaco, louco, fascinado com a possibilidade de arrancar sua pureza por entre suas entranhas e fazê-lo ser dele, como um brinquedo sexual, um objeto. Não era algo saudável, tão menos se mostrava consensual, mas no fundo, ele queria tanto quanto o rapaz à frente, queria tocar ele com os lábios que estavam inchados, dormentes, molhados pela saliva dele. Queria roçar-se no corpo musculoso do seu líder – e seu não era uma forma de tratamento por conta de seu grupo, mas algo pessoal, algo que vinha antes daquele debut, antes de todos aqueles garotos. Um sentimento tão inútil perto do tesão de um homem como ele, e por tal, apenas negativou, se entregando de vez ao que quer que fosse que sofreria naquelas mãos suadas, assim como ambos os corpos. O calor infernal que estava ali era responsável por tal, porém ainda era mais gostoso com o cheiro do corpo dele, cheiro de homem, cheiro próprio de um homem com tesão.
“Se não estou... Vou sufocar agora. Get down. ” Mas por que pedir com gentileza se o que interessava era a agressividade do momento? Com a canela, batera na dele, qual pendeu com a dor ao chão, chegando a segurar-se na calça do rapaz à frente, sentindo o corpo reclamar em seus ossos da perna pela agressão sofrida, mas o mais alto apenas rira, deixando que as próprias mãos facilitassem o trabalho que sabia que ele não iria conseguir fazer estando com tanta dor como naquele momento – e o fizera de propósito só para deixar o menor desorientado o suficiente para que seu membro fosse atolado naquela boca que se mantinha aberta, procurando ar em tragadas desesperadas, como se estivesse sofrendo uma parada cardiorrespiratória, mas se fosse este o caso, Guk não se importaria. “ Atola na boca e chupa até doer, seu puto.” Seu vocabulário não era mais escrachado do que suas ações; o próprio pau fora puxado da calça após arrebentar o botão da mesma, facilitando bastante a locomoção de sua mão pelo falo extremamente irritado, com os nervos tensos e rijos, prontos para serem agrados e acalmados por aquela boquinha tão convidativa, qual primeiro fizera questão de passar com a glande pela mesma, fazendo-o saborear seu gosto que vertia da uretra, e ele o fazia, como um escravo devoto. A primeira reação de Zelo fora lamber, um instinto primitivo ao ver o líquido ali, e era almiscarado, porém viciante. Sem que seu líder esperasse, a boca avançou, quebrando aquela brincadeira que Bang estabelecera com a sutil provocação de esfregar o pau contra sua face, e agora, este que tremera ao ter metade do falo dentro da cavidade bocal alheia, qual já sugava com força, e está era utilizada também contra as pernas do mais velho, e quase como se obrigasse o mesmo a sentar-se na escada atrás de si, não parava de empurrar elas. “Porra, Z-zelo!” Deveria aceitar o fato de que era o primeiro e não era apenas o prazer que sentiria. Aquele garoto usava até mesmo seus dentes, e sua garganta apertava de forma inacreditável a sua glande, trazendo-o a um revirar de olhos intensos e uma das mãos foram sedentas de uma forma de controlar o menor, tão freneticamente e desajeitadamente gulosos contra seu cacete, afinal, ele o mamava com tanta devoção que parecia querer tirar todo seu gozo em segundos, mas a dor não ajudaria em nada, afinal, a fricção causada pelos dentes do menor o faziam sentir a tez arder, já que a película estava ainda mais sensível pelo nível de excitação que se encontrava no instante, trazendo-o a puxar os cabelos loiros e cacheados, tal como de um anjinho das histórias infantis que lera outrora, e com isso, o fizera desacoplar a boca com um puxão forte, tendo o vislumbre de uma ligação pela amilase ser feita da boca rosada até seu membro, qual se rompeu quando ele lambera os lábios, retirando o excesso de pré-gozo e saliva das laterais de sua boca. E que cena majestosa era aquela, e pudera visualizar com os mesmos efeitos usados nos clipes: perfeitamente lentos e impactantes. Tão violentamente despudorados que seu membro latejara ainda mais, fazendo-o apertar as madeixas com mais raiva, empurrando-o de volta para o trabalho de antes, qual o menor aceitara mais uma vez com empolgação, provocando gemidos que se misturavam com os ruídos da saliva que o menor despejava contra seu saco a cada sucção provocada. “Isso, chupa... Engole. Mama no seu líder, hun~? Ele quer encher essa carinha de porra, seu ninfo filho da puta.” A mão que estava livre era usada para esbofetear aquela face rubra, e sabia que era apenas por calor, afinal, a vergonha a muito já abandonara aquele corpo, esquecendo-se de dar um pouco de seu teor para um ser que suspostamente deveria estar com nojo e vergonha por estar fazendo um oral tão molhado em um membro deveras grande como aquele, mas era melhor que fosse de tal forma, afinal, a paciência que um homem como Bang Yongguk dispunha era mínima, e excitado, talvez a mesma se reduzisse para zero. E com toda a noção do perigo que aquilo representava – ainda que fosse extremamente excitante – o mais novo se dedicava sem precedentes ao ato, mostrando toda a devassidão ao engolir, quase tocando-o com a glande em sua garganta; mas não arriscaria uma situação daquelas. Sua inexperiência era notável ao líder por saber que ele jamais conseguiria conter a ânsia ao ter goto tocado pelo membro nervoso e rijo do mais velho. Olhar para o pequeno garoto Choi naquela situação era muito mais do que excitante. Jell-O demonstrava uma satisfação quase arrebatadora ao que fazia, e seu hyung não se importava de se colocar igualmente deleitoso com aquele ato. Era sem sombras de duvida uma sensação tão ávida e arrebatadora que não ia conseguir se privar de empurrar sua pélvis na direção dos lábios alheios, o que fizera golfar um bolo de amilase contra o membro do mais velho, e aquela sensação térmica elevada que tinha, deslizando pelo seu membro o fizera encarar o loirinho entre suas pernas, qual já chorava pela ação anterior, um ato involuntário, além de se engasgar, tentando conter o som de seus brônquios. Ao ver de Guk, ele ficava encantador se contendo daquele jeito, porém, ainda não era o suficiente. Por que ele estava se privando daqueles sons que vinham extasiar os ouvidos do rapper? Era bem aquilo que o rapaz musculoso queria, pois a verdade vinha junto das expressões dele, corporais ou não; ele estava gostando de toda aquela sujeira sexual que ambos faziam ali. “ C-coff..! C-cooff. H-hyung.. ! “ Ele parecia um tanto assustado, temeroso como se tivesse feito algo de errado. O que gerou um riso cheio de escárnio no rapaz que se encontrava sentado, e este levou as mãos na direção de seus cabelos, bagunçando-os e subitamente agarrou as madeixas com força, trazendo-o de encontro com seu rosto. " Parece que não aguenta engolir tudo pela boca... E por esse rabo gostoso? Será, Jell-O? " Não precisava de mais palavras para que o blue bunny entendesse. O maknae, em todo seu desespero ao se deparar com que enfrentaria, apenas tremeu sem o menor controle, fechando a revirar os olhos quando as mãos dele desocupavam qualquer lugar de seu corpo para se concentrar em apenas um; com estas erguendo suas nádegas, abrindo-as e o indicador mais habilidoso do que achou ser a mão esquerda, tocando seu ânus daquela maneira analítica, verificando se havia uma passagem descente para entrar sem ter que estourar aquele corpo com toda sua anatomia bem desenvolvida. Mas, para a alegria e sadismo de Guk, não havia. Seria na marra, com um pouco de saliva que ele deixara em seu pau e nada mais. Ele deveria chorar, gritar e pedir para que o mais velho parasse, no entanto, não era bem o que tinha em mente naquele instante. Seguiria com aquela foda até se dar por saciado, e com isto, quem vinha a ficar no chão agora o loiro, que ao ser empurrado, se estabilizou rapidamente de joelhos, mas não fora palio para o chute que recebera na clavícula, que se estendeu até suas costas, fazendo-o gemer de dor ao que fora no chão, de forma desajeitada, quedando-se ali enquanto as pernas ficavam flexionadas num instinto de proteção, para afastar o corpo do mais velho. “ Ah, desculpe, blue bunny... Machucou? Oh, pena que essa merdinha de chute não vai ser nada quando eu te rasgar inteiro.” “ G-guk-hyung! N-não! P-por favor!” Ele estava implorando por que? Até o presente momento, ele se mostrava tão receptivo. Não gostava de dor? Ah, que criança desrespeitosa era aquela que não queria sentir um pouco de seu sadismo? Ele deveria sentir-se privilegiado de estar sendo a conciliar sensações tão opostas e tão atraentes, assim como eles dois, tão diferentes até mesmo na respiração, afinal, Zelo parecia estar a beira de um infarto, enquanto Guk se mostrava calmo, perigosamente calmo, respirando devagar, sugando o ar com doçura para suas narinas infladas, diferente do menor, que bruscamente procurava por ar naquele pequeno ponto da escada de incêndio, e se estivesse em seus maiores devaneios, diria que estava tendo um ali pelo calor enlouquecedor que seu corpo sentia, aumentado quase dez vezes em sua percepção pelas roupas da apresentação de Warrior; aquela jaqueta de couro pesada, assim como a calça até o detalhe de seus tênis. Estava suando, porém era frio, o que vinha gerado pela adrenalina exacerbada e o inquietante. Sofria por antecipação, e sabia que da boca daquele líder sádico, o que saia ele fazia valer à risca.
“ Quieto... Não grita antes da hora. E bom, vamos dar um jeito nessa calça? Ela está me irritando para caralho.” E mesmo com a pergunta, ele não esperava uma resposta. A calça fora puxada com força, arrebentando o zíper assim como o botão desta, qual voaram longe do alcance de ambos. As mãos do rapper mais novo fizeram o favor de tentar conter as alheias, furiosas em seu corpo, desbravando com vontade cada pedaço daquele tecido que era irritante demais ao seu ver. Queria ver as coxas leitosas dele, tocar, estupra-las com as mãos em arranhões profundos, quais gostaria de ver até infecionados e prolongados naquela tez macia e tão branquinha. Não demorou a livrar-se, ignorando o menor. A coxa esquerda fora erguida, e seu tronco abaixado. Os lábios volumosos do líder seguiram primeiro com pequenos beijos e um roçar como se estivesse verificando, contestando a si mesmo o que imaginava daquelas coxas roliças, e ele estava deliciosamente certo, e por tal alegria de saber que ele era tão gostoso como em seus sonhos, os dentes se adiantaram em alcançar sua virilha, mordendo-a com uma vontade que gerava um filete rubro de sangue. Ah, como ele era gostoso até naquele líquido... E mais ainda gritando como uma menininha ao ser desvirginada. Mas, resolveu ignorar, passando então com a boca para a outra coxa, qual sugou desde o joelho até sua virilha, e como uma recompensa por ele ter se mantido tão delicioso até ali, sugou-lhe o testículo esquerdo, vendo a dor esvair-se no semblante do mais novo, qual revirava mais uma vez os olhos, fazendo com que a boca fosse fechada e os lábios massacrados uns contra os outros. “ G-guk-sshi... A-awwn..” Que verdadeira gracinha ele se tornava quando sentia prazer, no entanto, preferia vê-lo gritando de dor, tentando se livrar da sensação incomoda que lhe apossava. Fosse a dor mais aguda ou a mais arrebatadora, e isso tudo seria vertido em gozo, uma hora ou outra. “Chega de entradas... Eu quero comer o prato principal, Jell-O.” O Red Bunny não parecia realmente disposto a esperar tanto assim, ou se aventurar a brincar ainda mais. O tempo ali era corrido, o local era nada propicio, afinal, alguém logo apareceria, e poderia ser desde os companheiros de grupo até o segurança pelos berros que o loirinho no chão deixava no ar, que no instante seguinte, era frequente, já que ao pegar a cabeça do próprio membro, molhada – assim como ele todo – e dura, avermelhada, não quis mais nenhuma delonga naquele pseudo-estupro; enfiou todo o pau contra aquele local, sentindo que a carne dele queria lhe expulsar com força, e o sangue era vertiginoso, assim como outras secções que não sabia bem, afinal, tudo se misturava ali: gozo, sangue. E era bom, desde o barulho aquoso que começara a escutar quando bombeava aquela bunda redonda e obscena, como também o chocar dos corpos. Seu membro ardia pela força que o interior fazia, criando uma fricção impossível, e até pode imaginar que a sua película peniana poderia romper-se, mas que fosse; dali ele não sairia sem gozar. “P-puta que pariu, garoto! C-como é apertado, porra!” Oh, ele era. Em demasia para sua sanidade já muito conturbada com tantos desvios. E por esse mesmo motivo, o menor parecia estar sofrendo ainda mais. Os olhos estavam derramando tantas lágrimas e as pernas tinham seus calcanhares entrelaçados contra o cóccix do maior, onde sem querer, fazia uma alavanca sempre que sentia dor, puxando-o para mais perto e dentro de si. A boca fora tampada pela mão do outro quando notou o tom de voz já muito mais do que sensual; era escandalosamente doloroso aos seus ouvidos, no entanto, ele já demonstrava que com a dor estava aprendendo a lidar, afinal, o seu quadril não se moveria daquela forma insinuante, erguendo-o para o outro foder com tanta voracidade, e era o que Guk fazia. As vezes, intercalava com três estocadas fortes e rápidas, dando acima de seis mais rápidas e não tão firmes, completamente erráticas, só para voltar a seguir mais fundo no canal, até achar o ponto onde mais gostaria de socar naquela criança. “HUUUUN! H-HUNG!! G-GUUNK!!” Seus gemidos e chamados eram distorcidos pela falange que ainda insistia em lhe tampar a boca, e a língua até mesmo passava por entre aqueles dedos, lambendo-os e sentindo o gosto salgado lhe inundar o paladar, mas não era melhor do que ter sua próstata socada daquela forma – e nem sabia de fato o que ele estava fazendo para que se tornasse tão bom e a dor tão escassa, mesmo que a ardência fosse uma constante quase insuportável. Fosse como fosse, ele o fazia bem, e gostava de sentir seu líder daquela maneira. Ele estava lindo, a beira de um ápice com aqueles olhos entre abertos lhe fitando, além de sua boca carnuda que deixava um sorriso de canto se tornar real a cada penetração executada, e ele pingava suor, exalando seu cheiro natural que se misturava com o de gozo e o metálico de seu sangue, que já nem se preocupava se era derramado em demasia ou não, assim como não sabia como andaria após tudo aquilo. “Você é um ninfo do cacete mesmo, né? Gosta de sentir meu pau te rasgando todinho... Criança depravada e imunda.” A mente humana era realmente um mistério, pois aqueles insultos que deveriam lhe trazer em prantos só faziam com que seu membro já rijo novamente – e nem percebera isso – ficasse mais duro, completamente. Não pudera dar a devida atenção para o músculo necessitada contra o próprio abdômen, pois o máximo que poderia desfrutar era sua glande roçando contra seu próprio umbigo, e isso era o suficiente para que enlouquecesse ainda mais depressa, assim como o outro, que ao sentir o interior do menor começar a se contrair mais avidamente, chegava a urrar, e com algumas estocadas mais fundas e caritativas contra a próstata do loirinho, conseguia gozar, enchendo aquelas nádegas até seu sêmen ser expelido a cada nova penetração que realizava, gota por gota. “J-jell-O...A-aargnn..” O maknae até mesmo assistiria aquela cena em era o esplendor em sua homenagem em toda aquela foda, mas era impossível quando ele não parava de estocar mesmo após estar ali, gozando dentro de si. Parecia que ele estava querendo leva-lo à loucura, e de tal forma, não fora difícil, uma vez que com tantas motivações – suas coxas que eram agarradas, e suas panturrilhas beijadas, o membro teso dentro de si mais fundo e seu membro que pingava gozo, sendo relado contra si. Era quase insuportável a situação, e a mão direita teve que finalizar aquela pendencia deliciosa que ficara para si mesmo; pegando o membro com força, começava a socar esta na falange, com um circulo estreito, procurando uma suave e leviana dor, qual passava despercebida a cada estocada que ele dava. A dor não era de todo ruim, ela ajudava ao seu senso distinguir ainda mais o prazer de qualquer sensação quando podia tê-lo, e assim, sua própria porra viera a ser esguichada contra o peito e abdômen, que se contraia fortemente, fazendo com que o Hyung viesse a rir de si. “Quem diria...? Você tocando uma punheta tão gostosa e se dando um cumshot desses. Wow, maknae.~” Parecia que nem mesmo o maior dos deboches do líder poderiam lhe fazer ter alguma reação. A respiração que antes era forte e turbulenta, agora era um risco fino de ar que escorria de suas narinas e bocas. O peito continuava a subir e descer com rapidez, porém o coração ia se acalmando gradativamente, ou apenas estivesse perdendo os sentidos frente ao outro, mas o mais velho fora esperto ao perceber as reações do maknae; prontificou-se a se erguer, arrumando a calça, e logo fizera o mesmo com a dele, intercalando os movimentos com tapas contra sua face para que ele não desacordasse, e deixava claro em ordens expressas que ele não fechasse aqueles olhos até que fosse permitido pelo loiro mais velho. “H-hyung...” “Aguenta, moleque.” Havia preocupação, claro. Mas não era uma preocupação com o estado dele. Era consigo, e Guk sabia que se fosse levar ele desmaiado na direção dos outros, logo lhe interrogariam o que havia acontecido e porque havia sangue nas roupas do mais novo. Sair dali não fora fácil. Teve que erguer o corpo dele e apoiar o mesmo pelo ombro, passando de forma discreta pelos corredores do local, puxando-o até o camarim do grupo, que estava misteriosamente vazio – embora houvesse uma coletiva após o showcase e eles deveriam estar se arrumando para esta – o que dava a oportunidade perfeita para que trocasse a roupa do maior. E o fizera, pegando as que já estavam separadas, ajudando-o com a mesma. A roupa suja de sangue fora então levada até o balcão de maquiagens. Retirou dali alguns sprays coloridos, entre eles o próprio vermelho, sujando-a toda ao tingir-lhe. Poderia dizer que Jell-O estava grafitando ou algo do tipo, fora a melhor desculpa que arrumou em tão pouco tempo, ademais, ainda tinha que se vestir, e fora o terceiro passo entre colocar a roupa nele e acabar com os vestígios de sangue. E quando virou-se, colocando a camisa social, observando Zelo jogado naquele sofá cochilando, como um verdadeiro anjo, qual nem parecia ter sido totalmente maculado pela sua devassidão e luxuria. A segunda reação fora olhar a porta, qual YoungJae adentrava, risonho. “Parece que você já jantou, líder.” Apenas sorriu cumplice do mesmo, que assim como todos os rapazes, sempre souberam que todas as ereções instantâneas e fora de hora que o líder sofriam tinham um motivo, uma razão, uma pessoa em especial dona das mesmas: O maknae.
Notas finais
ENTÃO É ISSO AÍ. Olha só... Eu quero reviews, várias. Porque, convenhamos que a fic pelo menos tem um português legível, e a gente está vendo isso bem pouco por aqui. Não tenho a menor vergonha em dizer, nee. Mas também quero críticas, e as aceito de coração aberto, assim como os elogios que eu vou favoritar até não dar mais, ok? ;; Eu agradeço a todos que tiveram paciência para ler e tudo mais. E bem é essa visão que eu tenho mesmo de Gukelo, e quem não tem, espero que passe a rever, porque né. k3 Então é isso, me encham de reviews, fuckyeah. ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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