Sex
7 Capítulo 7-Querida desculpa...
Notas iniciais
Cá estou novamente depois de bastante tempo sem postar ;P
Peço desculpas.
1-Cpaítulo dedicada a todas as leitoras
2-Sex ganhou uma beta;Rebeca Mattos ;D
3-Cap betado pela Rebeca ;D
hj não estou afim de falar mt então
Boa leitura
“[...] Você me faz sempre emocionante
Tem esse respeito [...]”
Acordei com um perfume amadeirado em meu nariz. Tateie o espaço da cama ao meu lado e como o esperado, Tom não estava lá. Ergui meu tronco e sentei-me na cama. Vaguei o quarto com o olhar ainda á sua procura; nada novamente. Somente por uma noite pensei.
(...)
-Como assim ele não estava do seu lado quando você acordou?-Juliet perguntou assim que contei a ela o ocorrido.
-Não estando Juliet!
-Claro, é bem típico de Tom Kaulitz-comentou bufando-E você ainda achava que podia confiar nele!
Ignorei seu comentário. No fundo, talvez ela estivesse certa, e o Kaulitz mais velho só quisesse mais uma noite, porém eu sentia dentro de mim que não seria apenas mais uma. Meu celular começou a tocar.
-Atende logo!-exclamou. Tirei o celular do bolso e olhei no visor. Tom.
-É o Tom!
-O que ele quer agora?-perguntou bufando.
-Eu não sei-franzi as sobrancelhas.
-Atende logo essa porcaria!!!-gritou.
-Alo?-perguntei, colocando o celular na orelha.
-Anne?-perguntou uma voz masculina. Era ele.
-Tom?-perguntei. Não custava confirmar.
-Sim. Anne, eu queria me desculpar por ter te deixado sozinha hoje de manhã. O Bill estava muito preocupado comigo, porque eu sai na hora do almoço e passei a noite fora sem dar noticia alguma — ah,então era por isso?Nossa essa foi uma surpresa-Você me desculpa?-perguntou inseguro. Como fã da banda, eu sabia que ele não costumava pedir desculpas, mas resolvi relevar; essa era a chance perfeita para conhecer o verdadeiro Tom Kaulitz.
-Sim, tudo bem.
-O que vai fazer à tarde?
-O que vou fazer à tarde?-repeti sua pergunta para que Juliet pudesse ouvir, ela balançou a cabeça em forma negativa; acho que ela não queria que eu continuasse a sair com Tom — Eu vou sair com uma amiga, por quê?
-E a noite você está livre?
-Sim...
-Você quer sair comigo?
-Quero...
-Te pego as 20h00min. Tchau — falou e desligou o celular sem esperar por resposta.
-O que ele disse?-perguntou Juliet, enquanto sentava-me no sofá.
-Pediu desculpas por não estar ao meu lado de manhã...
-E qual foi à desculpa que ele deu?-perguntou surpresa, certamente por saber que ele havia pedido desculpas. Incrível como ninguém acreditava que Tom Kaulitz ‘tivesse um coração’.
-Disse que Bill estava muito preocupado com ele, porque saiu na hora do almoço e já estava de madrugada, sem dar noticia alguma.
-Muito convincente essa; se não viesse de Tom eu até poderia acreditar... Você sabe muito bem que ele não é de fazer isso! Tom Kaulitz já enganou muitas. Você talvez não seja de uma noite, acho que duas, três, quatro... Uma transa garantida-novamente fui pega pela verdade de suas palavras. Ela tinha todos os argumentos certos para me fazer acreditar que eu era mais uma. Todos eles estavam absolutamente certos, todos tinham a razão, mas ainda assim, ignorei-os. O Kaulitz me entendia e me deixava louca, isso era um fato; mas acima disso, eu também causava nele o que ele causava em mim. Era como se estivéssemos predestinados a uma junção.
-Vamos sair?-perguntou segundos depois de sua ultima fala. Fiz cara de confusa -Você disse para o seu ‘ficante’ que iria sair com uma amiga...Ou essa amiga não sou eu?
-Vamos!
(...)
Juliet bateu em meu braço.
-Olha ali!-falou apontando em direção a um sexshop-Vamos aproveitar para você comprar algo para usar para o Tom! Vou te dar isso de presente...
-Mas hoje não é meu...
-Feliz aniversário-falou e abraçou-me carinhosamente. Tantas coisas estavam acontecendo que havia até me esquecido.
-Obrigada-sorri grandiosamente para minha melhor amiga enquanto ela puxava-me em direção a loja de sexo.
Um espaço mediano se comparado a outras lojas, enfeitado com balões e panos nas cores brancas e vermelhas; as cores da paixão e paz. Vibradores, camisinhas, perfumes e óleos afrodisíacos, calcinhas comestíveis, dados eróticos, fantasias excitantes...
-Com licença, eu posso ajudar?-perguntou-nos uma moça de uns vinte anos máximos.
-Minha amiga está fazendo dezessete anos hoje...
-Parabéns- a moça disse dirigindo-se a mim.
-Obrigada- agradeci.
-Ela gostaria de alguma fantasia para vestir hoje na festa... -mentiu Juliet, e a moça assentiu.
-Venham comigo — falou e nos a seguimos em direção a uma vitrine em uma parte mais afastada da loja. Lá havia fantasias de todos os tipos, cores e tamanho-Como você está fazendo dezessete anos, está fantasia — disse mostrando uma fantasia de colegial — É perfeita para...
-Vou leva — lá!
-Tem certeza?-perguntou a moça — Temos muitas outras fantasias...
-Eu gostei dessa!
-Já que se decidiu tão cedo, o que acha de levar alguns perfumes e óleos, é o meu presente de aniversário para você, então aproveite!-disse Juliet empolgada.
-Vamos lá então...
(...)
-Parabéns para você, nessa data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida... -ouvi assim que adentrei minha casa. Minha ‘mãe’ estava sentada em um dos sofás da sala, mas foi a sua frente, que uma torta de baunilha chamou minha atenção; ela havia lembrado.
-Obrigada-falei e fui em direção abertos para dar-me um abraço. Minha tia, e mãe por consideração era uma ótima pessoa. Sempre compreensiva e palhaça, apoiava-me em todas minhas decisões.
-De nada minha filha.
-Oi Marge-Juliet se dirigiu animada a minha mãe.
-Oi Juliet. Vamos comer o bolo?
-Vamos-Juliet sorriu para ela e atacou a torta passando um de seus dedos pelo chantilly.
-Anne, você trouxe alguém para casa ontem de noite?-perguntou sorrindo maliciosa.
-Marge, se ela te contar você não vai acreditar!
(...)
Minha mãe havia saído para casa de uma de suas muitas amigas, disse que dormiria lá e que eu poderia ficar em casa com Tom. Como eu já esperava, ela ficou surpresa por eu estar saindo com ele; imagine se sua mãe, do nada, soubesse que você está ficando com um dos caras do pôster do seu quarto, o que ela faria?A minha entrou em um ataque de risos. Talvez por minha vida for repleta de altos e baixos; encontrar Tom deveria ser um dos altos.
-Você tem certeza de que vai atender a porta desse jeito?-perguntou minha melhor amiga incrédula de minha decisão.
Virei-me e olhei o meu reflexo no espelho. Uma bota preta de couro com um salto alto e fino. Uma minissaia de pregas listradas nas cores pretas, vermelhas e marrons, juntamente com uma pequena blusa acima do umbigo.
-Eu só quero brincar um pouco com ele, Ju-comentei com inocência.
-Tudo bem-deu de ombros — São quase 20h00min, e eu já vou indo. Tchau e boa sorte-me abraçou e se foi em direção à saída.
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