Seven

2 Preguiça...


Notas iniciais
Hello gente linda XD, como estão eu espero que bem.
Aqui o 2° cap espero que gostem.
Boa leitura

Após uma noite mal dormida, mesmo o Conde que não era dado a manhas matinais não esperava ser acordado na hora habitual na qual era, mas o mordomo sabia que inúmeras obrigações atrasadas deveriam ser cumpridas e sendo assim na exata hora de sete e meia da manha, quando o sol já brilhava com menos vergonha Sebastian abria as cortinas do quarto do Conde, depois de passar a noite inteira velando mudamente o sono de seu mestre.

Ciel se remexeu na cama, tapando os olhos com o travesseiro e resmungando baixinho clamando aos céus que o incomodo se finda-se, o criado riu mesmo o tom de voz mais infame era captado por seus ouvidos, prendeu as cortinas e se dirigiu até a cama retirando o travesseiro de cima do rosto de seu pequeno mestre.

-Hora de levantar Bocchan. -falou recebendo um resmungo ainda mais mau educado. -Para seu desejem eu preparei... — Ciel buscou a coberta a trazendo até a cabeça se cobrindo por inteiro. -Bocchan está na hora de levantar ! -repetiu o criado, no rosto uma expressão desentendida, seu jovem amo nunca havia agido daquela forma tão impropria. -Bocchan? -chamou o sacudindo levemente com a mão em seu ombro. -Bocchan está na hora de …

-Eu sei. -a voz soou abafada.

-Então levante. -o mordomo falou de forma divertida.

-Não quero. -o pequeno falou ainda completamente protegido pela grossa coberta.

-Mas Bocchan tens inúmeros compromissos. -o criado bem que tentou, mas tudo que recebeu foi um bem audível bufar de lábios.

-Eu não quero. -Ciel falou pausadamente como se fala com uma criança, Sebastian revirou os olhos só podia ser a puberdade, era a única explicação.

-Ficarás deitado o dia inteiro? -perguntou o mordomo.

-E se eu quiser ?-o jovem falou finalmente se destapando, o rosto ainda pálido evidenciava o estado frágil que se encontrara no dia anterior, mas Sebastian sabia que no momento nenhuma moléstia o afetava.

-Se assim desejar. -por fim o criado se deu por vencido contra um mestre preguiçoso ele não podia lidar, falou e foi se dirigindo para fora do quarto.

-Aonde está indo? -perguntou Ciel por fim se sentando na cama.

-Buscar seu desejem. -simplista o mordomo respondeu.

O conde deitado estava, deitado permaneceu até o regresso do mordomo, Sebastian entrou no quarto empurrando o carrinho e preparou tudo para que seu jovem mestre degusta-se seu chá matinal no conforto de sua cama.

-Está bom? -perguntou olhando para a criança que comia com vontade o salmão defumado mesmo que não fosse seu prato preferido.

O conde apenas balançou a cabeça comendo com afinco, apesar de tomar os devidos cuidados para não passar mal novamente, e o mordomo mesmo sendo proprietário de um infinito auto controle não conseguiu refrear o ato completamente fora do contesto, acariciar de forma terna os fios sedosos da sua criança, Ciel paralisou, o garfo parado no meio do caminho a boca aberta e aquela expressão de ''mas oque você está fazendo?'' no rosto, que Sebastian bem conhecia, o mordomo pigarreou e se afastou indo falsamente arrumar um vaso de rosas perto da janela.

-Tens aulas de equitação a tarde devo remarcar? -perguntou o criado.

Ciel piscou algumas vezes antes de conseguir formular uma frase coerente em sua cabeça.

-Hum...Não a necessidade. -respondeu.

-Mas me informou Bocchan que passaria o dia inteiro na cama, por acaso mudou de ideia ? -Sebastian falou sem olhar no rosto da criança, se o olha-se veria um sorrisinho de canto.

-Só se eu quisesse lembra ? -essa o mestre havia ganhado.

-Sim lembro. -o mordomo riu, voltando a face para a criança que tinha os lábios sujos e algumas pequenas manchas no camisolão.

-Bocchan. -exclamou em tom de repreensão. -Primeiro come como um esfomeado, depois se nega de levantar no horário devido e agora tens os modos de um babuíno ao se alimentar. -diz indo até o pequeno e limpando com delicadeza a boca do jovem.

O pequeno cora violentamente, e afasta com brusquidão as mãos do maior de seu rosto.

-Não sou um babuíno. -diz voltando a ter uma expressão emburrada no rosto.

-Sabes que não insinuei isto ? -o criado diz retirando a bandeja de cima das pernas de Ciel. -Disse que seus modos alimentares, estavam parecidos com os de um babuíno. -sorriu ao terminar achando graça na própria piada, mas ao contrario de si o Conde não riu cruzou aos braços e pensou em revidar, mas estranhamente não tinha vontade de discutir para falar a verdade não tinha vontade de fazer nada, e de repente até a aula de equitação marcada para as três da tarde lhe parecia deverás estafante, suavizou a expressão e se jogou na cama sorrindo ao falar ao mordomo que cancela-se aquele compromisso também.

-Mas oque iras fazer o dia inteiro Bocchan? -Sebastian perguntou enquanto se dirigia ao roupeiro para pegar outro camisolão.

-Ao contrario de você Sebastian, que tens inúmeras obrigações que não podem ser remarcadas, adias ou canceladas eu não farei nada. -respondeu o jovem sorrindo macabro para o criado que o trocava com certa dificuldade por este nem ao menos se levantar para ser trocado.

-Entendo. -respondeu sem humor o criado, depois de muito lutar conseguiu vestir uma nova peça de roupa em seu mestre, levantou-se e se curvou anunciando sua retirada se dirigindo a porta do quarto.

-Sebastian ? -Ciel falou já com um camisolão limpinho e deitado confortavelmente em sua cama.

-Sim Bocchan?

-Antes de fazer, oque você deve fazer. — e o Conde frisou a palavra ''dever'' e riu internamente. -Me traga alguns livros da biblioteca.

-Sim Bocchan, mais algumas coisa ? -perguntou já abrindo a porta.

-Não é só isso. -o pequeno falou. -Ah não, espera. -Sebastian parou e se virou para o visualizar. -Depois que terminar todas as sua tarefas volte aqui. -falou o pequeno.

-E para que seria Bocchan? -perguntou.

-Para me fazer companhia. -o Conde falou baixinho e voltou a se cobrir com a coberta tapando assim do olhar rubro da criatura do submundo suas bochechas que queimavam em vergonha.

-Yes, my Lord. -o mordomo sorriu e mesmo que o mestre não pudesse ver se curvou com a mão no peito, fechou a porta e idealizou com uma expressão meio assustadora no rosto para os demais mortais oque faria se tivesse para si um dia livre.

Com certeza não seria o pecado da preguiça que este cometeria.

Notas finais
E então como ficou, gostaram?
Comentem sim please.
E mais uma coisa obrigadinho a quem comentou no cap anterior é serio me ajudou a jogar delado a ''preguiça'' XD e escrever esse cap, então é a mesma coisa eu ainda não escrevi o proximo e nem sei qual sera o pecado, mas vcs peceberam que os pecados iram ficando cada vez mais pesados assim como a tensão (sexual é claro) entre esses dois auhaushuahsusuu, eras isso.
Bjinhos até