Seven

7 Luxúria...


Notas iniciais
Como sempre está porcamente betado oque é normal se tratando de mim rsrsrsrs.
Quero dar alguns avisos oque tmb é normal se tratando de mim XD.
1° Caraio todo mundo riu da ultima frase do cap anterior, eu sabia que vcs iriam gostar auhsuahsauhsuahsuahsuahs.
2° Affs lemons né, é complicado por isso se não estiver bom não me matem.
3° em uma parte deste cap a uma citação sobre (3 horas da madrugada) que quem viu o filme '' o exorcismo de emily rose'' vai entender e para quem não viu eu explico, 3 horas da madruga seria a hora em que os demonios tomam conta do mundo, pois as 3 horas da tarde seria supostamente a hora em que jesus foi crucificado.
4° e é isso o/ (todas comemoram )
Boa leitura.

Já não era possível medir o valor das horas, a lua resplandecia no céu graciosa e amedrontadora, um contraste com o brilho rubro dos olhos demoníacos que protegidos pela penumbra observavam em completo silencio o pequeno nobre adormecido, envolto por pesadas cobertas, a longa espera que já alcançava certas horas não significava nada para o criado, aquele instante o apenas servia para que pudesse organizar seus pensamentos, mesmo que de nada servissem.

Depois do fato consumado no mesmo ambiente a qual se encontrava o criado cumpriu suas obrigações, exerceu a tarefa de servir o jantar e de colocar o pequeno amo para dormir, como sempre fizera, mas nenhum som abandonou seus lábios e este agradeceu ao bom senso de seu mestre por fazer o mesmo, não tinha certeza de que conseguiria se manter impassível a alguma provocação por parte do menor.

Deixou Ciel pronto para dormir, reverenciou e se retirou dos aposentos, mas não verdadeiramente se distanciou, permaneceu como um cão de guarda parado a frente da porta, olhando fixamente para a maçaneta esperando o momentos exato em que seu mestre pegasse no sono, quando aconteceu entrou no quarto e parado de pé ao lado da cama deste, aguardou.

Agora era ali que se encontrava, os olhos deste fixos em um pequeno embrulho que ressonava, ele havia dado o aviso, ele tinha deixado bem claro que já estava cansado daqueles joguinhos, se aquela criança pensou por um momento que podia brincar consigo, estava enganada. Esgueirou-se pela escuridão como uma cobra rastejando para perto de sua presa, puxou com violência as cobertas as jogando ao chão, os olhos cintilaram diante dos pequeninos pelos na coxa clara que se ouriçaram pela repentina troca de temperatura, movimentou o rosto como um filhotinho curioso diante do cheiro característico.

O aroma adocicado de rosas proveniente dos sais de banho, o cheiro da pele infantil, a excitação.

Ah a luxuria...

Nem se preocupou em saber que imagens eram projetadas no subconsciente de seu amo para o deixarem assim, simplesmente não lhe importava. Abaixou o rosto, o nariz a milímetros da pele sedosa do pescoço, aspirou profundamente gravando aquele aroma único em seu vasto banco de memorias.

Ah...Bocchan...

Grunhiu em pensamento, nunca em toda a sua existência, algo lhe parecia tão saboroso, seria desperdício se prova-se o conde somente de uma forma, deveria o degustar de todas as maneiras que conhecia e ele à muitas sabia. Era improprio dizer que a figura negra estava em seu estado normal, o mais certo seria dizer que Sebastian já não era mais Sebastian, naquele momento havia abandonado o papel de mordomo devotado.

Apenas o demônio residia ali.

Aquela casca agora era ocupada por sua verdadeira natureza, um ser unicamente disposto a obter prazer. A mão com a marca contratual se intrometeu entre as coxas juvenis do adormecido, acariciou o membro diminuto por breves instantes, os olhos em um tom escarlate assustador, Ciel gemeu tão baixo que um humano não conseguiria ouvir, mas o servo guardará mas esta relíquia para si, ah como queria ouvir a voz de mesma melodia a lhe pedir por mais, a outra mão puxou a fita de cetim do pijama deixando o peito um pouco amostra, empurrou o tecido até os ombros, a língua do criado movera-se para hidratar os próprios lábios.

Era incrível o quanto uma simples criança humana, mimada e arrogante conseguia arrancar a besta de dentro de si, lhe trazer a superfície, se afastou por centímetros apoiou os joelhos no colchão com as pernas do conde entre as suas, olhou pela janela visualizando a lua, suspirou.

Três horas da madrugada, a hora contraria em que o filho do criador havia perecido na cruz, a hora em que ele filho das trevas tinha sua vitalidade demoníaca em total. Apoiou as mãos delicadamente na cintura frágil do infanto e bruscamente o virou de bruços, com a rapidez que lhe era característica arrancou do menor a peça mais intima e se jogou para cima do corpo pequeno, colando seu peito nas costas do conde.

Ciel a está hora já se encontrava meio desperto, pensando em estar revivendo um dos seus piores pesadelos, quando havia sido raptado, o rosto de lado sendo forçado contra o travesseiro e o peito em completo desespero, não gritaria, passaria por aquilo novamente como passara da primeira vez, em silencio.

Temeroso abriu lentamente os olhos e ao visualizar a mão de unhas negras apoiada do lado de seu rosto teve conhecimento da situação incomum a qual se encontrava.

-Me solte Sebastian. -ditou ainda sonolento em sua voz uma grande porção de describilidade, não acreditava que aquilo estava mesmo acontecendo.

-Shiiiuuu. -o mordomo falou, a língua vermelha passeando pela bochecha da criança. -Avisaste a ti Bocchan que me cansaste de esperar, de participar deste teu jogo. -o halito frio se chocava com a pele morna do conde lhe causando diversos arrepios pelo corpo todo.

Era estranho para o pequeno Senhor, sentia seu orgulho desmoronando, seu corpo reagindo vergonhosamente a toda aquela atenção, a vergonha por estar em uma situação como aquela com um simples serviçal, mas não sentia medo, não sentia medo porque afinal de contas era seu fiel criado ali, aquele que nunca mentiria para si.

-Insolente, maldito me solte, como ousas me tocar desta maneira. -brandou em fúria, debatendo-se em busca de liberdade, obviamente falhando.

-Cale-se! -o mordomo falou baixo e rouco com uma autoridade que fez Ciel arregalar os olhos. -Amanha tudo voltarás ao normal. -o servo lambeu os próprios dedos e os conduziu até a abertura do menor introduzindo dois de uma única vez e sendo agraciado com um grito doloroso por parte o outro. -Mas agora quero que tenhas em mente, que me pertences, que sou eu o dono de ti. -acariciou de forma brusca o interior do menor, Ciel resmungava dolorido e se debatia, brandava palavrões nada castos.

-Solte-me Sebastian é uma ordem. -gritou já desesperado, não por medo, mas sim por saber que mesmo que sua mente repudia-se o ato seu corpo correspondia positivamente aos toques íntimos. -Não me obrigue a repetir. -falou sofrego, enquanto os dedos frios moviam-se dentro de si

-O Senhor jovem mestre. -Sebastian retirou os dedos de dentro do abrigo e elevou o quadril do menor o deixando sobre os joelhos, a outra mão mantendo-se na nuca para que o menor não escapasse. -Não me obrigues a repetir, hoje não passas de minha presa, hoje eu não sou seu criado, não sigo a suas ordens. -observou em completa adoração a pequena abertura rosada, a mão livre trabalhando freneticamente em abrir os botões da calça, deixando livre o membro desperto. -Hoje es tu que me serviras...Bocchan. -o penetrou sem aviso, lhe invadindo violentamente saboreando o uivo dolorido do conde, Ciel deixou que lagrimas lhe escapassem, apertou entre os dedos o lençol, tentou escapar e falhou, a mão em sua nuca foi para seu cabelo o puxando fortemente até que se eleva-se e suas costas colassem no abdômen do outro, resmungou o quanto aquilo doía.

-Tens noção de o quanto isto estas contra as condutas comportamentais da criadagem. -seu orgulho era verdadeiramente imenso e Sebastian sorrio diante daquilo, Ciel sempre estava a lhe surpreender, a mão que não mantinha a cintura fina colada ao seu quadril foi para a intimidade do nobre, manteve-se imóvel apenas acariciando a ereção do jovem.

-E tu Bocchan tens noção de o quanto me provocas. -movimentou fracamente o quadril, ganhando um pequeno gemido. -De a quanto tempo uso de minha total capacidade de controle. -outra estocada desta vez um pouco mais funda e Ciel suspirou. -O desejo tanto. -murmurou com os lábios colados no ouvido do menor, tendo que curvar as costas para poder alcançar.

Ciel só não ignorou a nefasta relação, como também muito provavelmente nem a ouviu, estava muito mais preocupado em não gemer abertamente.

-Pare Sebastian. -implorou, já perdido no pecado da luxuria. -Pare... -a voz não passava de um sussurro.

-Me peça qualquer outra coisa Bocchan, menos que eu pare. -ditou o mordomo se movendo com mais força, ganhando um bem audível gemido, ah como era doce aquela voz, como poderia ser um de seus melhores momentos estar se entregando à aquele desejo? a besta dentro de si agradecia por finalmente estar sendo saciada, o quadril movia-se a mão manipulava o membro do menor, Ciel não só gemia baixinho denunciando estar apreciando, como também movimentava o quadril sempre de encontro ao do outro.

Não tinha mais como negar, então o conde não o negaria, afinal o mordomo nunca o mentia e amanha tudo voltaria ao normal.

A mão do jovem encontrou a do criado, a empurrou fazendo com que Sebastian o soltasse, abaixou o tronco e apoiou os cotovelos no colchão, afundou o rosto entre as cobertas reviradas da cama e pela primeira vez em muito tempo rezou.

Rezou para que não fosse possível sentir tanto prazer com um ato tão mundano, mas novamente Ciel falhou, pois seu corpo era invadido por ondas prazerosas.

Sebastian o manipulava ao seu bel prazer, o tocava em lugares dentro de si que ele nem ao menos sabia da existência, manipulava seu membro de uma forma que Ciel nunca ousara fazer, era tudo tão intenso, tão estranho, tão sujo, tão bom...

O mordomo corria os dedos da mão livre de tarefas pela pele do menor o marcava, o apertava em dados momentos se baixava e selava a pele dos ombros com os lábios, mordia o pescoço e por mais que deseja-se o contrario era até certo ponto cuidadoso.

Ciel simplesmente perdia o controle, aquele ato se tornando algo a qual ele desejava não estar acontecendo, pois ele era o culpado por seu orgulho estar desmoronando.

Ele estava gostando, gostando de ser tomado por um demônio, não só simplesmente um demônio, o seu demônio, o seu criado, era tão incapaz de fazer com que seu corpo repudia-se tal ato, que deixou que todas as suas defesas perecessem. Gemeu arrastado quando um certo ponto dentro de si foi tocado, o mordomo sorriu, era a mais prazerosa das formas de pecar, era a mais prazerosa forma de se deixar aquela alma ainda mais saborosa.

Os corpos moviam-se juntos, o criado saboreava cada som que a boca pequenina do conde produzia, os dedos longos trabalhavam na ereção do garoto, os outros arranhavam com certa delicadeza a pele da cintura, afinal sabia bem que apesar da aparência carrancuda, seu bocchan era delicado, especialmente ao toque, sua pele branca podia facilmente ser comparada a um frágil floco de neve, era quase incontrolável a vontade de tocá-lo mas por certo isso causaria danos, era como o servo se sentia, estar flagelando aquele corpo era errado, mas já não era possível controlar-se.

O queria a tanto tempo, de tantas formas.

O pequeno nobre levava uma das mãos aos lábios na tentativa de abafar os sons que teimavam em sair cada vez mais altos, mas havia os sons dos corpos se chocando e esses Ciel nada podia fazer para evitar, em certo momento Sebastian reclinou-se para trás sentando-se na cama e trazendo o pequeno para seu colo, a mão que apertava a cintura buscou o queixo do conde o obrigando a virar o rosto, sussurrou com os lábios a centímetros dos de Ciel, que era aquilo que se recebia por brincar com criaturas que não respeitavam as normas de Deus, o nobre incapaz de vocalizar qualquer coisa apenas gemeu, e quando teve os lábios tomados pelo criado ofegou.

Seu primeiro beijo.

A primeira vez que sua boca conhecia o gosto de outra e este gosto não podia ser mais apreciado pelo jovem, o músculo molhado se movia sem pratica no entanto Sebastian o instigava a aprender rapidamente aquela lição, se o jovem conde já tivesse experimentado outros lábios saberia que aquele não era um beijo normal, o servo praticamente violava seus lábios, segurava com força o rosto deste para que não se afastasse e o movia para cima a para baixo freneticamente o penetrando com força, porém sem a rudeza com a qual o ato havia se iniciado.

Não demorou muito para que todo aquele conjunto de ações acarreta-se no corpo pequenino tremores e ofegos suplicantes, espremendo com força os olhos e deixando um gemido extremamente audível escapar, Ciel derramou-se nas mãos do criado, o corpo rapidamente amoleceu os braços caíram para os lados do corpo e a respiração se tornou ruidosa.

Obviamente que ser possuído não no sentido figurativo por um demônio, não era simplesmente um ato sexual convencional, era mais do que isso, era baixar a guarda e permitir que o simples contato de pele com pele fosse suficiente para que o ser das trevas sugasse sua energia, como se o próprio ato já não cansasse o suficiente.

O corpo desfalecido foi jogado contra os lençóis sem sair de dentro do abrigo Sebastian continuou a estocar, mordendo a nuca e os ombros, tendo o devido cuidado de virar o rosto do pequeno para o lado para que este pudesse respirar, mais alguns minutos se passaram não o suficiente para o criado, que desejava que o momento durasse uma eternidade, digna de sua idade.

Grunhindo roucamente o nome que nunca falará o criado se desfez, inundando o interior do menor com sua semente infrutífera, permitiu a si mesmo ainda permanecer dentro do abrigo pequeno por mais alguns instantes, antes de julgar necessário se retirar para não causar ainda mais dano ao pequeno.

Observou fascinado o corpo que tão bem lhe servira, levantou apressado fechando os botões da calça e se dirigindo para o quarto de banho, pegando um pouco da água já fria de dentro da banheira e a colocando em uma bacia, voltou até aonde o corpo do Conde ressonava baixinho, o limpou e trocou o camisolão, usando de suas habilidades demoníacas conseguiu trocar os lençóis e em poucos instantes a cena esta restabelecida.

Se não fosse pelas inúmeras marcas vermelhas espalhadas pelo corpo de seu senhor, Sebastian poderia afirmar que nada havia acontecido.

Mas havia.

Na manha seguinte quando o Conde acorda-se tudo voltaria ao normal, ele por certo agiria como se nada daquilo tivesse ocorrido e o criado o faria igual, mas em seu intimo o nobre teria a noção de que não era o certo afirmar tão cheio de si que o mordomo o obedecia cegamente, afinal sua ordem fora desobedecida e também teria a consciência de que nem sempre é certo se brincar com demônios, já o criado tinha a certeza de que aquela alma já extremamente deliciosa estava agora com o gosto sublime de uma alma cem por cento pecadora.

Sorriu ao acariciar os fios do nobre, úmidos pelo suor que o corpo exalava, imaginando o quanto mais saborosa a alma manchada agora por todas as cores dos pecados capitais estaria, não aguentava em si de vontade de devorá-la, mas enquanto não chegasse a hora, podia se satisfazer com seu mestre de outra forma, igualmente gostosa.

Beijou a testa do pequeno, aproveitando para medir a temperatura do corpo, o nobre teria um pouco de febre, mas ele estaria ali para cuidar deste, afinal estaria ao lado de seu Bocchan até o contrato se findar e sentia uma pequenina vontade de fazer isto demorar um pouco mais.

-Durma Bocchan. -sussurrou ao ouvido do menor. -Amanha como ontem estarei aqui, como sempre. -Durma, meu pequeno pecador.

Fim.

Notas finais
E ai como ficou meu lemon???
Ficou bom, meia boca ou uma caca???
Quem não entendeu esta parte ''Grunhindo roucamente o nome que nunca falará'' é pq o Sebastian fala Ciel, vcs já perceberam que ele nunca em o todo anime/mangá fala Ciel né.
Bom gente é isso fim, finito acabou, gostaria de agradecer a todas que comentaram, até as que não comentaram e a minha alma gemea que recomendou, e quero tmb deixar aqui avisado que mesmo que esta fic esteja finalizada e caso vc venha a ler não precisa deixar de comentar okay, eu ainda responderei, bom meus docinhos é isso ai Seven acabou mas nos vemos na proxima.
Bjinhos até
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!