Notas iniciais
Primeiro dia de aula em Londres.

Simone

Meu primeiro dia de aula é hoje, estou me arrumando, coloquei meu boné do superman, minha blusa da Hayley Williams, minha calça jeans escura e meu all star vermelho. Peguei minha mochila e fui a caminho da escola. Nada piorou até agora.

Cheguei. Logo o sinal bate, entramos na sala de aula. Garotas me encarando, garotos falando algo sobre mim e me olhando com olhares estranhos. Todos vestindo a mesma roupa...

Logo a professora entra, depois de falar um monte de blábláblá's, ela vem até mim e diz:

-Qual é o seu nome?

-Simone , e o seu?

-Eu disse enquanto estava lá na frente, é Hellen. Por quê não está de uniforme?

-O quê? Você acha que eu vou usar essa roupa escrota todo o dia que eu vir pra cá? Você acha que você é a minha mãe me dizer o que vestir? Não, não é, você nem poderia ser porque minha mãe... MORREU!

-Não sou sua mãe mocinha, mas você terá de vir com o uniforme daqui em diante.

-Desde que eu não tenha mais que ouvir esses seus blábláblá's daqui em diante eu estou bem.

Ela me olha esquisito assim como todos daquela sala e volta lá para frente. Começa a passar coisas para copiar. Logo uma garota, a do meu lado, diz baixinho para mim:

-Você chega aqui hoje e acha que já pode mandar em algo aqui?

-Garota se tu quer falar algo, fala alto para todos ouvirem. Falei alto.

-Algum problema Simone?

-Eu estou bem professora. Quem ta falando é ela ali. Apontei para a garota.

Assim ela se calou. E eu, continuei a copiar. Logo bate o sinal, RECREIO!

Saio da sala de vagar, passo no meu armário, pego o livro que deixei lá antes de entrar na sala de aula e começo a ler sentada em um banco qualquer daquela escola estranha. Um garoto chega do meu lado e diz:

-Você é a Simone?

-Sou sim.

-Bom, eu queria falar com você, mas você está lendo, então não irei incomodar.

-Sim, pode se retirar então. falo ignorando ele completamente.

-Olha eu queria mesmo falar com você, posso? Por favor?

-Ok fala. Digo fechando o meu livro.

-Eu estudo aqui desde o ano passado e eu também não gosto de ninguém aqui. Eu estou cheio dessas pessoas desde que entrei aqui e parece que você também, e, quando disse que sua mãe estava morta, era verdade? Na sala...

-Não sei se ela está viva ou não, ninguém sabe. Por isso aquele caixão estava fechado. Havia apenas ar lá dentro.

-Nossa. Eu poderia te mostrar algo?

-Aqui? Na escola?

-Não. Venha! Disse ele me pegando pelo braço e me levando até longe...

Ele me levou até um lugar fora da escola, me fez pular o muro de trás da escola e correr antes que alguém consiga nos ver. Fomos até um campo, estava cheio de rosas vermelhas, eu deitei na grama e olhei para o céu, eu sorri. Peguei uma rosa e acabei me cortando com seu espinho... Logo ele vem e me trás uma rosa sem espinho algum. E dizendo "Uma rosa, para outra" enquanto me entrega aquela rosa cheirosa...

-Nunca vi esse lugar antes. Disse.

-Só algumas pessoas sabem dele.

-Como assim?

-É um lugar que, só pessoas como você, conseguem chegar.

-E o que tem aqui? Só grama e rosas?

-Aqui tem tudo o que você quiser. Parece que você queria visitar um lugar assim não é? Porque só paramos aqui porque é isso que você imaginava... É isso que você queria.

-Sim.

-Aqui também podem ser revelados segredos e outras coisas.

-Como a morte de minha mãe?

-Sim.

-Como posso relevar isso?

-Então... Não é simples. Você teria que crusar um rio, depois passar por uma floresta "negra", cheia de fadas que praticamente nos deixa surdos, anões loucos e algumas criaturas medonhas, depois matar um caçador de humanos que passam por lá e conseguir entrar em um castelo, mas só consegue entrar lá, se você achar as sete chaves que devem ser encontradas nessa longa aventura.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.