Será o destino ?
5 Capítulo 4
Notas iniciais
Oooi gente, eu sei, demorei muito para postar o capítulo, mas me desculpa. Quero agradecer a todos que estão comentando, acompanhando e favoritando, isso é muito importante para nós.
Até lá embaixo.
Pov Jade
Depois de fazermos o nosso pedido, Cobra deixou nossa mesa com um sorriso malicioso no rosto. O dia está cada vez melhor.– Meninas, se eu soubesse que um gato desses trabalha aqui, já teria vindo há mais tempo. — Karina e Bianca explodem em gargalhadas, como ousam ?– Depois ficam falando que eu sou assanhada. — Karina resmunga, fazendo com que eu e Bianca começássemos a rir novamente, por fim Karina cede e se diverte com a gente. Fico frustrada quando vejo que não é o Cobra a trazer o nosso pedido. Elas reparam minha reação. – Ih Jade, mal conhece o cara e já fica assim. — Karina tira uma com minha cara.– Deixa ela K, calma amiga, depois ele aparece. — Relaxo após ouvir as palavras de Bianca.– Obrigada — Sussurro. Algumas horas mais tarde Karina e Bianca vão embora, eu continuo no pub ainda com a esperança de vê-lo novamente. Quando desisto, vou para a entrada do Covil da Noite a fim de esperar um táxi passar, fico entretida com um barraco do outro lado da rua até que sinto alguém puxar meu braço e colar nossos corpos. Escuto sua voz rouca em meu ouvido :– O que a senhorita faz sozinha na rua a essa hora da noite ? Pov Karina Deixei Bianca em sua casa e parti rumo a minha, quando estacionei na garagem, estava tudo escuro, corri loucamente em direção ao elevador, não querendo ficar mais nem um segundo ali. Ao adentrar em meu apartamento, o alívio me atingiu quase que instantaneamente. Entro em meu quarto, indo logo para o banheiro, me dispo, entro no box e ligo o chuveiro, a água quente cai sobre mim, relaxando cada músculo do meu corpo. Quando termino, só quero saber de cair na cama e dormir, mas na hora que consigo pegar no sono, meu celular apita avisando que uma nova mensagem acabara de chegar.MENSAGENS ON – Pai : Desculpe pelo horário, mas preciso que você venha aqui em casa no domingo, tenho um comunicado importante a fazer, boa noite. – Eu : Ok pai, te vejo no domingo, boa noite.MENSAGENS OFF O que ele teria de tão importante a dizer no domingo ? Com esses pensamentos, logo durmo . Sinto os raios solares da manhã no meu rosto, merda, tenho que comprar uma cortina com urgência. Lentamente abro meus olhos, não estava com a mínima vontade de sair da cama, mas mesmo assim me levanto. Visto uma calça jeans branca e uma blusa azul royal. Calço minhas sapatilhas pretas. Como não estou com muita fome, pego uma maçã e vou pra faculdade. Chego um pouco cedo, mas ao entrar na sala, já tinha alunos por todo lugar. Caminho pela sala e sento no mesmo lugar de ontem. Depois de uns vinte minutos o professor chega e começa a se apresentar para nós. Não vejo Jade em nenhum canto da sala. –Você viu a Jade ? — Pergunto para Henrique, um menino de cabelos preto e olhos azuis, do qual Jade é amiga. Ele apenas nega com a cabeça. Foram se passando horas e nada de Jade, estava começando a ficar preocupada, o que poderia ter acontecido pra ela faltar no segundo dia de aula, a não ser que...–Desculpa professora, posso entrar ? — Reconheceu a voz da menina e virou-se no mesmo instante, encontrando-a com uma expressão tristonha. Pov JadeFLASHBACK ON–O que a senhorita faz sozinha na rua a essa hora da noite ? — Sinto meu corpo todo se arrepiar, era ele, isso eu tinha certeza. Puxo meu braço com força, fazendo ele me soltar.–Por que te interessa ? — Não vou dar o braço a torcer, quem ele pensa que é pra me puxar pelo braço.–Eu gosto de proteger damas indefesas.- Cobra diz com um sorriso galanteador estampado em seu rosto.–Quem disse que não sei me defender ? — Não posso deixar ele perceber o quanto o seu sorriso me afetava.–E você sabe ? — Ele perguntou, arqueando as suas sobrancelhas.–Ok, eu não sei. — Dei de ombros, mas acabo sorrindo. — Estou esperando algum táxi passar. –Se quiser posso te dar uma carona. — Cobra pergunta em tom sugestivo.–Não, obrigada. Nem te conheço e você pode ser muito bem um estuprador. — Ele ri com a minha suposição. –Que isso gatinha, eu não vou fazer nada que você não queira — Ele diz se aproximando de mim. Fico perdida olhando para aqueles olhos pretos, quando finalmente percebo a mínima distância entre nós, meu celular toca, salva pelo gongo. Não reconheço o número, mas mesmo assim atendo. –Alô? — Pergunto meio receosa. –Jade Gardel ? — Pergunta uma mulher do outro lado da linha.–Sim, é ela. Quem fala ? — Quem poderia ser me ligando a essa hora da noite ?–Aqui é do hospital Santa Helena, estou te ligando para lhe informar que sua mãe acabara de dar entrada no hospital...- Eu a interrompo.–Como assim ? O que aconteceu com ela ? Ela está bem ? — Várias perguntas rondam a minha cabeça. Parecia que ia explodir. –Por favor, peço que a senhorita fique calma — Ela pede, e assim faço. — Ela foi encontrada desacordada em seu quarto pelos vizinhos. Mas posso lhe garantir que seus sinais vitais estão ótimos. Só que ela ainda não acordou. — Relaxo por saber que minha mãe está bem, mas ainda assim fico preocupada pelo seu estado.
–Já estou indo pra aí. — Digo para atendente e desligo a chamada, nem esperando pela sua resposta. — Desculpa gato, mas não estou mais no clima. Vejo um táxi se aproximar e faço sinal pra ele, quando entro, escuto Cobra falar antes de partir rumo ao hospital. –A gente se vê por aí, dama. FLASHBACK OFF–E foi isso aí...- Conto pra Karina , que até agora não demonstrara nenhuma reação. –Como que sua mãe está ? — Ela pergunta com uma certa preocupação por mim.–Depois que cheguei no hospital, ela acordou, graças a Deus. –Pelo menos isso...–Pois é. — Concluo o pensamento dela. As aulas se seguiram normalmente. Karina me ajudara com o que eu havia perdido no início das aulas.Pov Bianca Quando cheguei perto do prédio do curso de administração, vi Pedro sozinho , tocando violão embaixo de uma árvore. Fui me aproximando dele, sem que percebesse.–Pedro ? — Ele para de tocar e olha pra mim. –Oi Bianca. — Ele fala, levantando-se.0 –Então Pedro, eu fiquei sabendo que você tinha uma banda. — Pergunto como alguém que não quer nada.–Pois é, mas infelizmente não foi pra frente. Por que a pergunta ? — Ele pergunta olhando fixamente nos meus olhos.– Eu estava montando alguns planos com a turma, de fazer um lual na sexta à noite, e gostaria de saber se você teria algum interesse de tocar violão com o pessoal. – Opa, mas é claro, eu preciso mesmo esvaziar minha mente.- Ele diz por um momento, esquecendo que eu estava ali.–Desculpe me intrometer, mas aconteceu alguma coisa ? — Fico preocupada, sinto que vamos ser bons amigos. Quando Pedro ia responder , escuto uma voz bem próxima a gente.– Pedroso, estou precisando de um favor seu cara.
Notas finais
Me desculpa mais uma vez. Tentei de todo jeito da o espaço antes de iniciar o parágrafo,mas não consegui. Se tiver algum erro, me perdoem.
Beijoos, Ana.
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