Será Amor?

9 Capítulo 9 - LualRomance


Notas iniciais
Gente... Desculpe se demorei a postar... Toda vez que eu ia escrever alguém vinha me atrapalhar, assim eu demorei a conseguir formar uma coisa toda em minha cabeça... Boa leitura. Ass. Eiza Allycia Jullie

Andamos lentamente de mãos dadas até a beira da praia, a onda batia de leve nos nossos pés, nós ficamos abraçadinhos até quando pedi para que Ally me enterrasse na areia.

–Austin! –Ela ria como um anjo. –Ta, ta, deita mais longe da água para não afogar você.

Ally começou a me enterrar pelos pés, parecia que eu tinha duas botas, ela foi subindo a areia com cuidado e ficou meio envergonhada quando chegou na minha cintura, ela soltava a areia delicadamente e legal foi o que senti ao ver que ela ia fazer o mesmo que fez com minhas pernas, como se fosse lixar a areia, arfei, Ally com resposta automática corou. Ela me enterrou por completo a não ser pela cabeça, bem na hora Dez chegou com Trish e como sempre... Dez estava com a câmera e me gravou tentando sair daquela areia quente.

O sol já estava querendo sumir do sol, então voltamos para a casa de praia. No chuveiro que tinha na garagem eu tirei toda a areia, ou a maior parte dela, e fui para um banho real no meu quarto. Ally estava separando algo para vestir.

–O que acha de fazermos um luau? –Perguntei. Ally olhou para mim e sorriu. –Hoje é um dia perfeito, lua cheia, será ótimo.

–Concordo. –Ela era sorrateira enquanto se aproximava de mim. –Mas vá tomar seu banho, vou preparar algo para comermos... Você mandou Dez trazer geleia?

–Sim. –Ela tocou meus ombros com delicadeza me fazendo arrepiar. Para finalizar me deu um beijo doce, porém quente, com isso, Ally me puxou lentamente até a cama, caí em cima dela. Porém, algo estava errado.

Nosso beijo era continuo, o calor passava por meu corpo todo e eu já sentia que Ally me queria aquela noite, porém, eu não iria deixar, não aquela noite.

–Espera. –Eu disse afastando minha boca da dela, a mesma não entendeu nada. –Não posso fazer isso com você! –Afirmei com calma. Levantei da cama e me encostei na parede.

–Como assim? Você... –A voz dela se perdeu e vi seus olhos lacrimejarem. Andei até ela rapidamente e a fiz olhar para mim.

–Calma Ally, nós temos muito tempo, minha amada, não fique triste. –Sorri confiante. –Só quero te reservar por mais um tempo.

–Desculpe Austin. Só achei que você gostaria. –Sorri irônico.

–Ally Lany Dawson, você não tem a mínima ideia de quanto eu quero isso. –Ela corou, automaticamente eu lhe dei um beijo no canto da boca e lhe dei um abraço. –Eu te amo tanto.

Assim, depois de lhe convencer, fui tomar um banho. Um banho daqueles que a gente relaxa, esquece os problemas, os pessoas más, os erros oferecidos pelo mundo. Acordei do meu mundo de fantasia, me enxuguei e me vesti. Saí a procura de Ally, a achei logo na cozinha. Lhe dei um beijo no canto da boca e me sentei.

–Ai Austin. Olha o que eu ache!? –Ela me mostrou uma caixa de cereal.

–Me dá, me dá. –Falei como criança e ela riu. –Dá.

–Quente ou gelado? –Indiquei segunda opção com os dedos. –Ta, mas vai ter que esperar o Dez e a Trish para comermos todos juntos!

–Ah, isso não é junto. –Fiz biquinho e ela sorriu. –DEZ E TRISH, VENHAM JANTAR, TRISH, COMER TRISH. –Em menos de um minuto eles estavam lá perguntando o que tinha de bom. Fiz tanta birra por causa do cereal que só eu comi, meu precioso (rsrs), os outros comeram torta de frango, acabei me arrependendo por comer cereal.

–Austin, não sabe oque está perdendo. –Trish falou me fazendo inveja.

–Sei sim. –Deu uma curta pausa. –Foi a Ally que fez.

–E, falando em mim, vou tomar meu banho. Nós vemos já. –Ally me deu um abraço por trás e um beijo na minha testa. –Comente sobre o luau. –Ela sussurrou em meu ouvido, automaticamente assenti.

–Dez, Trish, que tal fazermos um luau? Hoje ás 20:00hr’s a lua cheia vai aparecer, eu pego meu violão, e após a Ally sair nós vamos para a praia.

–Que ótima ideia Austin, vamos Dez, pegue sua câmera.

Ally saiu lindamente do banheiro, ela estava com uma tanguinha de praia, era um tecido fino e transparente, por baixo, ela usava um visível sutiã branco e um short branco também. Peguei meu violão e andamos de mãos dadas em direção a praia. Ally estendeu uma toalha, que eu não tinha notado, e sentou-se.

Com uma lanterna, Trish iluminou meu violão e assim começamos aquela noite. Na manhã seguinte eu acordei cedo, com um barulho na cozinha. Fiquei totalmente alerto, e admito, um pouco nervoso. Peguei a raquete de tênis e andei lentamente até a cozinha, o barulho vinha de dentro do armário, onde ficavam os copos, talheres, panelas e uma geladeira que era da própria casa. Abri a porta devagar. Tomei um grande susto com um grito alto, porém, me acalmei quando vi que era apenas a Trish.

–Quase me provocou um ataque cardíaco. –Comentei e coloquei a raquete na mesa.

–O que foi isso? –Ally apareceu na cozinha desesperada.

–Sua amiga doida nos assustando. –Sorri me aproximando dela. –Bom dia amor. –Lhe dei um beijo lento e demorado, e por fim, um abraço.

A noite, Ally estava fazendo uma sopa com Dez. Eu sentia o cheiro do quarto. Juntei as camas de solteiro formando uma só de casal, a cobri com um edredom amarelo que Dez tinha trago. Ajeitei os travesseiros e fechei a porta.

Após jantar, escovei os dentes e chamei Ally para conversar. Eu a puxei para o quarto, antes de abrir a porta, percebi seu rosto assustado e logo prossegui, abrindo a porta. Seu rosto era incrível de se olhar.

–O que você fez Austin? –Ela perguntou preocupada, porém gostando da ideia. A empurrei para a cama e ela parou sentada.

–Ally, bom, estamos no nosso último ano da escola e... Bom, não sei como falar. Então... –Ela ficou com a fissura assustada e eu sorri. –Eu te amo tanto minha morena.

–Austin... Continue! –Eu sorri e comecei a beija-la sem medo nem agonia.

Ela conseguiu me derrubar em cima da cama e sentou no meu colo. Me deu longos beijos na linha do maxilar, e depois...