Será Amor?

37 Capítulo 37 - Abraçados e Amados


Notas iniciais
QUATRO DIAS SEM POSTAR!!!!!!!!!! NYAH OQUE ACONTECEU COM MEU PC? Gente, desculpe a demora de 4 DIAS, foi que meu pc não queria entrar de modo algum no site do NYAH e eu já estava ficando nervosa, assim que consegui entrar pensei "vou escrever" e aqui estou euuu ^_^ Boa leitura.

Pov. Ally

–Estou exausto. –Sorri com o comentário, realmente a noite foi bem movimentada.

–Não é para menos. –Peguei Ada no colo para dar de mamar e logo após sairmos para o banho de sol. –Você se movimentou bastante.

Sorrimos de forma divertida um para o outro. A noite havia sido ótima, se eu contasse detalhadamente, daria para fazer um livro, mas não está em questão. Após Ada estar saciada e já ter arrotado, fiz o mesmo com Alec.

–Você vem? –Disse arrumando aqueles bebezinhos fofos. –Digo, caminhar conosco?

–Claro, só vou pegar a carteira. Vai ser meio turbulento mas vale apena estar com vocês. –Meus olhos brilharam e eu sorri automaticamente. –Então, vamos. Quer que eu leve o carrinho?

Olhei para ele e pensei um pouco antes de responder.

–Eu levo um pouco e você leva depois de um tempo. –Saímos e trancamos a casa. Andamos vagarosamente pelo calçamento, conversávamos, ríamos, sorríamos. Tomara que tudo continue assim...

Pov. Paloma

E tudo foi exatamente diferente do que li e ouvi. Riker fora tão cauteloso e calmo que eu não senti um pingo de dor, primeiramente me senti incomodada, não estava acostumada com aquilo, mas depois fui me acostumando e foi bom tê-lo para mim. Deitada ao seu lado, sorri triunfante, o dia estava maravilhosamente lindo e claro. Tinha que aproveitar aquilo, teria que partir três dias depois para a casa de Rosa novamente e voltar para a rotina na faculdade, batalhar muito pelo tempo perdido.

–Bom dia bela. –Riker disse acariciando meu rosto.

–Bom dia fera. –Sorri feliz e satisfeita.

Fomos tomar um banho e saímos logo para dar uma volta pelos mais bonitos pontos da cidade. Era muito cedo, nem seis horas ainda, mas o sol já tomava seu posto no céu nos dizendo “bom dia”.

Pov. Dez (finalmente, já estava me sentindo excluído).

Cheguei em casa após mais um dia de trabalho, sim, estou trabalhando. Decidi que se fosse para eu fazer as coisas, que fosse pelo menos certo. Aquele menino meio doido ainda está aqui, mas ele tem um amigo que é responsável. Estava fazendo faculdade de direito e trabalhando para ganhar uns trocados de confeiteiro. Ganhava o suficiente para pagar uma casinha simples alugada. Era o que eu precisava no momento.

De aliança comprada, comecei a bolar um plano para um pedido perfeito. Pensei em fazer um bolo e colocar a aliança dentro da fatia que eu daria a ela, mas ela poderia engolir. Pensei em por na taça de champanhe mas poderia ocorrer o mesmo. Não podia ser com comida.

–O que eu faço? –Falei comigo mesmo enquanto tirava o tênis.

Peguei o celular com a esperança de receber uma dica e liguei para o Austin.

–Eae cara? –Austin disse animado.

–Oie Austin, estou precisando de sua ajuda. –Houvi um segundo de silêncio.

–O que precisar.

–Ótimo, estou querendo uma dica para pedir a Trish em casamento, sabe como ela gosta de atenção, então eu queria fazer de uma forma que muitas pessoas vissem. Tem alguma ideia?

–Dez, ligou na hora perfeita...

–.-.-

Pov. Ally

Voltar a rotina de faculdade? Ah claro, mas quem cuidaria das minhas fofuras? Precisa ser alguém confiável.

–Droga Ally, porque não pensou nisso antes? -Aiaiai, lá vou eu, falando sozinha novamente.

Austin agora estava em uma rotina de shows super acirradas, era um show por dia em cinco dias de semana, mas como as vezes o local era mais longe e ainda tinha aquele negocio de se preparar, ele tinha que sair bem mais cedo de casa.

Peguei o carrinho duplo e arrumei Ada e Alec para dar uma volta. Era mais ou menos quatro horas e eu precisava ir no mercado, estava perto do natal, era dia 16 de Dezembro e não tinha nada pronto. Por mais que combinamos de passar o natal na casa de Rosa, queria minha casa arrumadinha e comprar algo para Austin. Não estava trabalhando mas eu tinha uma poupança que daria perfeitamente para dar um presente para Austin. Sem dizer que minha loja estava ativa, mas eu não tinha buscado os lucros ainda. Trish passou a bola do trabalho para Pam, eu concordei porque além do fato que ela estava precisando de uma graninha, eu confiava nela.

–Ally... –Ouvi alguém chamar. Coloquei Alec no carrinho e atendi a porta.

–Any? Oque faz aqui? –Perguntei assustada.

–Bom, desculpe aparecer assim, do nada. Mas é que eu estava ficando preocupada. –Assenti sorrindo.

–Quer entrar? –Ela entrou tímida.

–Ally, eu lhe trouxe tudo oque perdeu de matéria na escola. –Ela me deu uma postila grossa e eu ri nervosa. –Se quiser posso ajudar.

–Ah, obrigada Any. Aceita algo? Água? Suco? Bolo? –Saí perguntando enquanto me direcionava para a cozinha onde tinha deixado meus pequenos.

–Não obrigada. –Ela veio me seguindo. Parou na porta e ficou meio que boquiaberta.

–Esses são meus filhinhos. –Disse sorrindo. Ela caminhou até o carrinho e tocou na mãozinha de Ada.

–Que lindo. –Ela disse com uma voz aguda e engraçada.

–Pode pega-la. –Já que não ia sair, teria que fazer algo. Aproveitei para terminar de lavar aquela louça, misericórdia, eu estava precisando de ajuda. –O nome dela é Ada e o dele Alec. Parei de ir a faculdade por causa deles, nasceram muito prematuros e eu fiquei me mordendo de preocupação.

–Nossa. –Sorri enquanto colocava detergente na bucha. –Eles são tão fofinhos, da vontade de arrochar.

Ficamos um bom tempo conversando, Any me pediu para tocar a melodia mais difícil que sabia no piado e assim o fiz. Nós ficamos maravilhadas, pois eu não tinha tocado ainda naquele piano e quando o fiz, ouvimos gostosas gargalhadas do Alec, que por fim, acabou contagiando Ada e os dois ficaram rindo e rindo enquanto eu tocava. Devia ter filmado.

–.-.-

Não deu para comprar novamente as coisas para a casa. Mas tudo bem, valera apena.

Austin chegou em casa era quase meia-noite, o dia seguinte seria de folga e poderíamos sair e ficarmos juntos. Na noite real do natal, ele tiraria folga, mas na virada de ano ele teria que ir cantar. Principalmente porque ele foi chamado para cantar em um programa ao vivo.

–Desculpe a demora. –Ele disse ao meu ouvido após deitar-se ao meu lado.

–Não tem problema, eu entendo.

–E como você está? –Eu sentia cansaço na voz dele.

–Estou bem. –Me aconcheguei a ele e depositei um beijo em seu pescoço. –Estava com saudade.

–Eu também. –E dormimos. Abraçados. Amados.