Será!?
3 Pequenos Planos e Grandes Problemas
Notas iniciais
Desculpe pela demora, minhas explicações:
Um bichinho verde peludo com mechas azuis de três olhinhos que aparenta ser muito meigo mas na verdade é um diabidinho ele comeu a minha imaginação e eu só consegui recuperá-la hoje ( 04/09) porque ele não gostou do sabor dela e vomitou tudo.
Então ficou a merda que está.
uashusahuashsauhsauhsauhsa
nos vemos lá em baixo.
beijocas
–HAHO. HALO. — falou Mila.
Amy, Ian e Mila estavam em cima de um alto prédio ao lado do hotel que queriam entrar.
–Ahn? — questionou Ethan/Ian.
–Eu conto, fazer o que. — bufou Mila. — É uma tecnica dos Ekat com o paraquedas. HALO é quando caímos em queda livre e só na última hora abrimos o paraquedas para conseguirmos velocidade e não sermos detectados por radar . HAHO é quando abrimos antes o paraquedas e conseguimos manusea-lo para cair em território inimigo com melhor perfeição.
Ela entregou dois papeis do tamanho de um cartão de crédito e um mostrava a o procedimento de HAHO e o outro de HALO.
–Vai mesmo fazer isso? — perguntou Amy.
–Uhuum. — disse Mila já colocando o paraquedas nas costas. — Entrem pelo saguão do hotel e faça como se já tivessem a reserva no hotel, vou entrar pelo tubo de ventilação e mudo o sistema do computador deles como se já tivessem nossos nomes e um quarto reservado.
Mila não disse mais nada, apenas pulou do prédio e abriu o paraquedas logo em seguida. HAHO.
–Vamos? — perguntou Amy.
–Ah, claro. — respondeu Ethan/Ian abobalhado. — Eu levo para você. — ele pegou a mala da mão dela.
–Obrigada.
Um Lucian sendo prestativo? Só conheci um... pensou Amy e logo afastou o pensamento.
No saguão do hotel a recepcionista procurava o nome deles no computador.
–Desculpe, poderia repetir por favor? — pediu ela.
–Anna Kennedy, Jake Caustin e Helen While. — respondeu Amy batendo o pé no chão freneticamente. Cadê a "solução" mágica dessa Mila? pensou ela.
A moça procurou novamente no computador.
–Não estou encontrando, srta.Kennedy. Kleiton venha aqui um instânte. — chamou a recepcionista.
Ian/Ethan gelou ao ver que o gerente se aproximava para conferir também.
–O que foi, Olivia? — perguntou a voz grossa dele.
–Não consigo encontrar o nome deles no computador.
O gerente perguntou novamente os nomes e procurou até que apontou o dedo para o computador e explicou:
–Está aqui, Olivia. Kennedy, Caustin e While. — ele lançou um olhar mortífero para a recepcionista e depois foi em bora. Ela pediu desculpas e entregou a chave do quarto o mais rápido possível.
As malas com os equipamentos perigosos e sigilosos chegaram pelo tubo de ventilação para que ninguém visse e de repente acontecesse um grande problema.
Ethan se jogou numa das três camas aproveitando o luxo do hotel e suspirou. Amy parou estática no meio do quarto e petrificou o olhar no menino que mal conhecia. Ethan se remexeu na cama incomodado com o olhar.
–Desculpe. — Amy se recuperou. — É que você se parece muito com um... conhecido meu.
–Ah...
Conhecido meu? Ian não podia esperar coisa melhor depois da briga feia que tiveram.
–... habilidoso com longas espadas; completou cursos de karatê, box, kung fu e é formado em direito.
–AHN?! — questionaram Amy e Ethan/Ian.
–Como foi que você chegou aqui? — soltou Ian.
–Pela porta.
–E quem é esse? — perguntou Amy mudando de assunto. — Hans ou David?
–Hans Carter.
–Um assassino profissional. — brincou Ethan
–Exatamente.
–Que é formado em direito. — riu o garoto.
As garotas reviraram os olhos.
–Ótimo, qual é o plano?
–Achei que você fosse o Lucian. — falou Mila.
–Gente... eu tenho um.
Amy fez um sinal com o dedo chamando-os para mais perto e aos sussurros contou o plano.
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David Petter Rosemore colocou a chave na fechadura e girou uma vez. A porta deu um clique e estava aberta. Parou a mão na porta, antes de empurrá-la, ao ouvir um barulho e passos atrás dele. Virou-se noventa graus para olhar o local onde aparentava ser o mesmo que o barulho.
Instintivamente pôs a mão no bolso de trás procurando algo. Tirou uma revólver do bolso da jaqueta e pousou a mão no gatilho. Com a arma abaixada ao lado do quadril, ele abaixou o óculos de sol que estava na cabeça e colocou os olhos.
Depois riu.
Simplesmente isso.
–Te achei. — brincou.
Apontou a arma para um vaso no final do corredor.
Apertou o gatilho.
O vaso explodiu e Amy rolou de trás dele, escondendo-se no corredor perpendicular ao que David estava.
Ele deu um passo confiante para frente, a arma sempre primeiro que ele.
–Vamos, apareça. Não vou te machucar. — sussurrou num tom sarcástico. — Faço coleções de Cahills.
Amy, precisa agir, acabei derrubando as munições debaixo da cômoda, estou tentando pegá-las, enrola ele! Lute! A voz de Mila falou no aparelhinho no ouvido de Amy.
–Droga. — resmungou ela. — Faz coleção de Madrigais?
Ela apareceu no corredor onde ele estava.
–Por favor. — pediu. — Abaixe a arma
Amy tinha que enrolar, mas estava em desvantagem com o homem. Ele segurava um revólver, era diferente.
–Esse é o problema dos Madrigal. — falou David. — Sempre acham que tudo acaba em paz. Que somos todos iguais.
–Só quero algumas informações. — falou ela continuando com a enrolação.
David continuou segurando a arma, mas a abaixou e segurou-a do lado do quadril.
–Também só queremos algumas informações.
–Vamos cooperar. — mentiu ela.
–Isso mesmo. — falou David. — Entregue-se por bem ou por mal.
Ele levantou a arma novamente, colocou o dedo no gatilho e...
–Ahhhh! Deixa ela em paz.
Ethan com instinto de Ian pulou em cima de David e os dois começaram a rolar no chão.
David se levantou, e apontou o revólver para Ethan. Rapidamente o garoto deu um chute na mão dele fazendo a arma voar para o alto e cair no final oposto do corredor. David não se intimidou e avançou em cima dele. Sairam no tapa, para se dizer assim, mano a mano, de maneira antiga, como homens, seja como for que chamassem aquilo, era absurdamente desumano para qualquer pessoa comum. Era um Vesper e um Cahill. Simplesmente por isso.
Amy tentou passar para o outro lado do corredor e conseguiu depois de muitas tentativas por causa da briga dos dois. Correu até a porta do quarto de David e Hans e trancou a porta, guardando a chave no bolso, depois correu para o final do corredor e pegou o revólver. Observou uma sigla gravada na arma: MDN.
O que era MDN?
De repente Mila apareceu.
–Consegui. Desculpa. Cadê David?
–Ali. — apontou Amy com um dedo para uma confusão de braços e pernas da luta de David e Ethan.
Mila mirou.
–Ethan! — gritou, chamando-o a atenção. — Preciso de um mira. Posso acertar em você!
–Não dá! — gritou de volta enquanto dava um soco na cara do Vesper. — Ou levo um murro!
Amy ouviu vozes de pessoas conversando.
–Mila, vamos logo, tem gente vindo!
–Preciso de uma mira! — desesperou-se ela. — Ethan!
–Mila!
Nervosa e desesperada ela atirou.
O alvo foi outro. O pequeno dardo com veneno acertou no pescoço de Ethan. Ele cambaleou, mas ainda consciente, tirou o dardo do pescoço e enfiou no peito de David que ria da situação. Na mesma hora o sorriso dele mudou. Ethan tinha enfiado o dardo com muita força no peito dele e agora uma fina linha de sangue manchava a camisa do Vesper.
David caiu no chão, mole.
Um casal de recém-casados apareceram passando pelo corredor.
Mila e Amy esconderam as armas.
A mulher parou ao ver o homem caído no chão a sua frente.
–Ele bebeu demais. — explicou Ethan. — Muitíssimo.
Depois ele caiu ao lado dele, também mole.
As meninas sorriram amarelo.
–Ele não podia ter dito isso. — falou Amy.
–Bebeu muito mais. — completou Mila.
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-O que é MDN? — perguntou Mila à Amy.
-É exatamente isso que eu estou te perguntando. Olhe aqui.
Não só a visão e a audição, mas a conciência de Ethan foi melhorando e seus olhos piscaram com a luz do quarto.
-Como... Como vim parar aqui?
Mila olhou para ele com um sorriso nos lábios.
-Você foi carregado.
-Po-Por vocês? — gaguejou se sentando.
-Claro que não, algumas pessoas ajudaram as pobres garotas a carregar os bêbados de volta para o quarto.
-Tire a blusa, assim você se recupe mais rápido do efeito do veneno. — falou Amy o ajudando.
Caiu um papel de dentro da jaqueta dele, Amy o pegou em instenções de devolver mas parou quando viu o que era.
-Por que você tem uma foto minha?
Notas finais
Sorry
Nunca tinha pensado que escrever ação com romance era tão dificil
E aí o que estão achando?? Pareçe vomito ou o estomago do monstrinho fez mágica?
Não precisa responder.
Esqueça o monstrinho, apenas mande seus reviews.
Beijocas, até o próximo.
p.s. já estou escrevendo, vamos ver como me saio, hehehe!
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