Notas iniciais
Lysandre: Autora... CÊ TÁ ME ZOANDO, VADIA?!
Yana: Pfff... Eu nem estou triste. TT-TT Só um muito.
Satan: Espero que a Yana te chifre também! Comigo :3 rs
Autora: Leiam o capítulo para entender ;3 QUE COMECE O CAPÍTULO!

Ansiosa, assim que chegamos, arrastei Satan até minha antiga casa, procurando por Sebastian. Mas ele não estava lá, isso me deixou só um pouquinho desanimada, só um pouquinho...

— Yana, você tá chorando há quase 5 horas... Eu estou com fome. Prepara alguma coisa pra mim?

— Te vira. — Resmunguei com a voz rouca. Satan respondeu sério:

— Se não fizer o jantar, eu vou estuprar você.

— Se não me deixar em paz, eu mato você. — Murmurei, com raiva. Eu não estava brincando. Meu humor estava tão bom que se Satan começar com as viadagens dele, eu o mato sem hesitar.

— Por que não tenta?

— Como você é burro!

Me levantei, e ao contrário do que Satan esperava que eu fizesse, passei direto por ele. E exatamente como ele achou que eu não faria, peguei um rifle nas minhas coisas, e metralhei Satan. Depois, joguei o rifle no chão e corri para o meu quarto. Espero que ele tenha morrido! Idiota que sequer tenta entender os meus sentimentos! Eu quero tanto fugir, mas sei que Satan vai matar Lysandre caso eu faça isso.

Me joguei em minha cama e dormi em segundos.

Acordei agarrada em alguma coisa. Ou melhor, alguma coisa me abraçando. Aquele cheiro...

— Me solte agora, estuprador maníaco do capeta. — Resmunguei, empurrando Satan. Ele me abraçou mais forte. — Eu mandei soltar.

— Quem dá as ordens aqui sou eu, princesinha.

— Mas quem tem as armas sou eu, agora saí de cima porque eu tô armada. — Respondi com um sorriso louco. Satan fez uma careta e se afastou.

— Você não sabe mesmo criar um clima.

— Graças a você o único clima que sei criar é o de morte.

— Poético. Estou com fome. Cozinha algo para mim, por favor? — Pediu ele, fazendo um biquinho.

— Não. Você não tem que ir para uma reunião? Sabe, para confirmar sua presença. — Perguntei. Ele assentiu, parecendo deprimido.

— Você vai visitar o Lysandre?

— Sim. — Murmurei, trocando de roupa. Escondi armas na meia calça, no cinto, no colete, no cabelo, nas botas... Armada até os dentes, como sempre. Peguei meu soco inglês e o coloquei no bolso do vestido. Saí de casa sem me despedir de Satan. Sinto que estou sendo fria demais com ele... Bem, não importa. Eu odeio Satan, aliás, todo mundo odeia Satan, menos a Tsubaki, a amante de Satan. Ela mora no Inferno desde pequena, e nunca subiu a superfície, mas acho que ela estará na reunião dos demônios. Afinal, ela é tão forte Satan, talvez até mais. Mas não tão forte quanto eu de TPM. Peguei um taxi até a escola, me lembrando de não chamar atenção. Paguei o taxi quando chegamos ao local combinado, e saí correndo de lá. Eu quero muito ver Lysandre, quero muito, muito, muito mesmo! Entrei na escola mais rápida que um raio, e fui até a secretaria.

— Em que posso ajudar a senhorita? — Perguntou a secretária.

— Vim visitar meu parente, Behemoth Lysandre. — Sussurrei, ansiosa.

— A Srta é o que dele?

— Prima.

— Claro, claro, me siga... — Murmurou a secretária. Segui ela, tensa, e com as pernas quase congeladas de nervosismo. Ela foi até a frente da sala e falou com um professor até que se virou e me disse. — Parece que ele não está na sala.

— Pode me dar uma autorização para que eu possa o procurar pelo colégio? Tenho que falar com ele imediatamente. — Suspirei, meio aliviada, meio decepcionada. Ela me deu a autorização e eu comecei a correr feito uma doida pelo campus. Enquanto passeava pelas quadras, me lembrando daquela época, senti uma dor de barriga imensa de nervosismo quando passei pelo galpão. Abri a porta, meio hesitante.

O que eu vi me deixou tão chocada que eu chorei sangue.

Lysandre, apalpando os seios de uma ruivinha meio tábua. Alguém colocou uma mão no meu ombro, Satan. Lysandre estava tão chocado por me ver ali, que não teve reação, apenas ficou me olhando com os olhos arregalados.

— Que bom que seguiu em frente...

— Y-Yana... É você mesmo... — Murmurou ele, tentando se aproximar. Tirei o revolver do bolso e apontei para Lysandre. A garota ruiva, assustada, saiu correndo dali. Nem o revolver apontado para a cabeça de Lysandre o deteve, então Satan o empurrou.

— Vamos sair daqui, Yana. — Sussurrou Satan em meu ouvido.

— Yana, me desculpe... Não é o que você está pensando... Me deixe tocar em seu rosto! — Pediu Lysandre, se recuperando do susto.

— Yana, vamos sair! — Insistiu Satan.

Ódio, raiva, fúria, dor, magoa, infelicidade, ansiedade, medo, insanidade, e por fim, uma dor horrível no coração.

— CALEM A BOCA! Eu vou sair daqui quando eu quiser. — Gritei, dando um tiro para cima. — Seus bostas, Lysandre... E-Eu... — Apontei o revolver para a cabeça de Lysandre, e quase atirei. Quando me lembrei. Por que estou fazendo isso? Lysandre seguiu em frente. Isso é fantástico! Eu devo apenas me retirar. — Fico feliz por você, agora se me permite, meu mestre, devo me retirar. — Pedi para Satan, e saí correndo dali, chorando.

— YANA! — Ouvi Lysandre gritar atrás de mim.

Enquanto corria, acabei tombando com a garota ruiva. Ela olhou para mim babando de medo.

Sorri.

Tirei as facas do bolso, e empurrei a garota ruiva para o chão. Me sentei em cima dela, e cravei a adaga em sua barriga. Fiz um corte enorme por toda sua barriga, e enfiei a mão lá dentro. Vasculhei em sua barriga, até encontrar seu útero. Quando o encontrei, arranquei ele e joguei no gramado perto de nós.

Agora, ela não vai mais poder chegar perto do meu Lysandre!

...To be continued amanhã porque minha mãe está novamente dando alok aqui do meu lado, e se eu não sair ela arranca meu fígado...