Serial Killer Do Amor
2 Capítulo 2 - Toque do Amor.
Notas iniciais
Yana: SAI DE PERTO DELE, LAZARENTO.
Lysandre: Perdi meus ero desenhos. YANAAA, procura.
Autora: Consumi dorgas HURR DURR QUE COMECE O CAPÍTULO.
— Yanaaaa! Estou cansado, termine o trabalho por mim.
— Como queira. — Peguei a foice da morte de Satan, e a apontei para a garota a minha frente. É trabalho de Satan e seus shinigamis exterminar as forças angelicais que entram em nosso território. Joguei a foice ao lado de Satan, e desembainhei minha espada. Não sou boa com foices, sou uma espadachim.
— P-por favor, não me machuque! Eu não fiz nada! Eu nem sei o que sou! — A garota na minha frente não estava mentindo. Muitas vezes humanos que são descendentes de anjos são cruelmente assassinados por nós, shinigamis, sem sequer saber o que fez. Mas eu não ligo. Satan todos os dias faz questão de me lembrar: ''Continue com seu bom trabalho ou eu mato seu amado, sua fofa rs''. Atravessei a garganta da garota com minha katana negra. Seu sangue foi espirrado para todo o lugar quando retirei a katana. A garota ainda estava viva, eu podia sentir isso. Pisei em seu rosto até ouvir o barulho de seu crânio quebrando. Minha roupa estava toda suja de sangue. Bom, não faz diferença. Satan caminhou até mim, e lambeu o sangue em minha bochecha. Satan as vezes usava sua forma infantil, um pirralho de olhos vermelhos, e as vezes usava sua forma adolescente, um garoto de 17 ou 18 anos, com olhos amarelos selvagens, cabelo branco, dentes pontudos e bem alto. Nesse momento, estava com sua aparência de adolescente.
— Ah, pare de me seduzir fazendo essas coisas, Marian. — Satan não gosta de meu nome, Yana, por isso me deu um novo nome, Marian. Empurrei de leve seu ombro, so com força o suficiente para arranca-lo fora. Satan riu.
Segundo as ordens que Satan recebera de Lúcifer, esse fora nosso último serviço. Fui para meus aposentos, no castelo de Satan, que fica localizado em uma ilha afastada, no meio do Mar das Almas Sangrentas, no Inferno. Tomei um banho e fiquei pensando. Lysandre... Como ele está? Será que está bem? Ele ainda me ama? Bem, eu ainda amo ele. Me lembrei das centenas de noites solitárias que eu passei em meus aposentos no castelo, pensando em Lysandre, das vezes em que não pude conter minha excitação e saudade por ele... Ah, puxa, não pense nisso, Yana! Eu quero tanto vê-lo... Mas eu fiz uma escolha, para evitar que ele vivesse essa vida sangrenta, eu fui no lugar dele. Vesti um pijama roxo, a cor predileta de Lysandre, e também a cor de meus olhos. Olhei para o teto de meu quarto. Inteiramente branco. O tapete branco, a cama branca, os lençóis brancos... O quarto branco, sem graça. Perfeito para mim. Ly-chan... Quero tanto, tanto, tanto vê-lo... Talvez eu deva burlar algumas regras e ir vê-lo. Uma visita rápida, não irei demorar nem 5 minutos... Quem estou tentando enganar? Puxa...
Toc Toc Toc.
— Pode entrar.
Era Satan. Ele entrou, trancou a porta e se jogou na minha cama.
— Adoro esse quarto. Posso dormir com você?
— Não.
— Ah vai, por favor. — Pediu ele, agarrando um de meus travesseiros e se instalando confortavelmente na minha cama. Parece que hoje terei de dormir no chão. — Deite-se do meu lado. É uma ordem.
Me deitei de seu lado, meio desconfortável. Satan me abraçou e entrelaçou seus dedos com os meus.
— Tenho que te dizer algo. Sabe aquela cidade... — Satan disse. Engoli em seco. Aquela cidade... É onde Lysandre está. A cidade que faz parte do território dos demônios. Onde as almas se reúnem uma vez a cada 5 anos, para uma especie de ritual. Não faço muita questão de saber.
— Esse é o ano?
— Pior: esse é o mês. Arrume suas malas, amanhã mesmo estamos indo para a-você-sabe-qual-cidade.
— Acho que você tem assistido muito Harry Potter, mestre. — Murmurei. Fiquei deitada na cama, esperando que Satan saísse dali. Mas ele continuo lá. Gemi, frustrada, e tentei dormir. Depois de um tempo, me acostumei com sua respiração em meu pescoço, e consegui cochilar. Mas suas mãos se movendo pelas minhas pernas fizeram eu acordar. Suspirei, fechei os olhos e pensei: ''Não me estupre, não me estupre, não me estupre...'' Eu não me lembro onde, mas me lembro de ter lido em alguma revista, que se você desejar muito alguma coisa, ela vai se tornar realidade. Meu atual desejo é não ser estuprada por Satan.
Esvaziei a mente, e dormi em segundos.
Acordei, e senti a mão boba de Satan em minha bunda. Belo modo de acordar. Sai lentamente da cama, e corri para o banheiro. Tomei banho, escovei os dentes, me vesti e desci na velocidade da luz. Não importa quantas costelas eu quebre escorregando pelas escadas, desde que eu chegue na sala principal antes de Satan, ficarei bem. Consegui chegar antes dele, para minha sorte. Vou explicar o porquê de minha pressa: Satan acorda com um imenso apetite sexual. Ou você corre, ou você é estuprada. Ou estuprado. Satan não tem parece ligar para o que seja, desde que ele sinta prazer. Pobre Lysandre... Mas... Estou tão feliz que poderia até mesmo me deixar ser estuprada por Satan! Eu vou rever Lysandre! Mas... Meu coração está cheio de dúvidas. Ele ainda me ama? Ele quer me ver? Qual será a reação dele ao me ver? Ele tem uma nova namorada? Quando vi Satan seguro na sala, longe de meu quarto, murmurei:
— Vou fazer as malas. — E subi para meu quarto. Não tenho muitas roupas, e todas elas são iguais. Um vestido branco, e um colete vermelho, botas que vão até a coxa e uma gargantilha com uma cruz de prata. Usei meu poder de telepatia... Bem, não sei se esse é o nome. Digamos que apenas com os pensamentos eu consigo mover uma coisa até outro lugar. Primeiro essa coisa é envolvida por uma espécie de pó roxo, que o transporta para onde eu quiser. Isso facilita bastante minha vida as vezes. Depois de arrumar minhas malas, fui para a sala. Senhor Young estava passando na TV especial de Satan. Que para minha felicidade pega o Cartoon. Satan usa a TV para assistir as novelas dele, e eu, para assistir meus desenhos. Acho que como ele está dormindo, não vai se importar de eu assistir uma maratona de Senhor Young na TV dele...
Um tempo depois, Satan me acordou, dizendo, com um sorriso pervertido:
— Nossa carruagem para casa chegou, princesa.
Notas finais
http://www.youtube.com/watch?v=3GFDfaxADRk
Ai ai, masoquismo é algo sério, evitem. #FikDik.
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