Notas iniciais
Bem, minha segunda fanfic para vocês! Espero que gostem! :3

Kagura gritava com Gintoki enquanto era carregada em direção ao inferno: — Eu posso muito bem cuidar de mim mesma sozinha! – Esperneava-se e debatia-se para poder fugir dos braços do samurai.

– Cala a boca, Kagura. Vão pensar que sou um tarado. – Resmungou o samurai.

– É só por um tempo, Kagura-chan, eu tenho certeza que você nem vai perceber o tempo passar. – Shinpachi tentou acalma-la.

– E eu não posso não perceber o tempo passar sozinha no Yorozuya?! Já sou bem grandinha, posso cuidar de mim mesma!

– É? E o que você vai comer? – Respondeu o samurai. – Lá eles tem comida de graça!

Kagura parou de debater-se.

– Quantos dias vocês vão ficar fora mesmo? – Perguntou mais tranquila.

– Sério, Kagura-chan? Desistiu da sua dependência por comida de graça? – Shinpachi disse indignado.

– Megane, as vezes na vida, temos que fazer coisas que nunca imaginamos que faríamos. Faz parte da vida. – Respondeu com o tom mais grave.

Mas Kagura não estava brincando, quantas vezes ela teve que roubar ou fazer algum tipo de trabalho não muito honesto para ganhar comida desde que foi abandonada?

E Shinpachi percebeu isso.

– Tsk, vocês fazem barulho demais – O samurai cortou o silêncio. – Pronto, chegamos.

Depois de deixar Kagura no chão, entraram no Shinsengumi.

– Oe, Gorila-san. Precisamos de um favor seu. – Disse o samurai quando Kondo entrou na sua vista.

– Pode falar, Gintoki. – Kondo preferiu ignorar o apelido.

– Vamos sair em um trabalho, e não temos mais ninguém para cuidar da Kagura-chan, ela pode ficar aqui? – Pediu Shinpachi.

– A china girl? Vocês tem certeza? E a Otose-san?

– Aquela velha babona resolveu tirar férias com suas escravas. – Respondeu o samurai.

– Otae-chan?

– Aneue está trabalhando até mais tarde.

– Bem, se não há mais opções, por mim tudo bem! Mas, não temos quartos de hóspedes, ela vai ter que dividir com alguém...

– Oe, Oe, Oe! – Kagura resolveu se intrometer. – Como assim dividir? E com esses pervertidos? Nunca!

– Comida de graça, Kagura. – Gintoki sussurrou no seu ouvido.

– Mas, Gin-chan... – Choramingou.

– Você é forte, já sabe o que fazer se um deles tentar tocar em você.

xx

Okita caminhava até o quarto do Hijikata com mais um de seus “presentinhos”.

– Hijikata-san, trouxe uma coisa para você... – Ao abrir a porta, deparou-se com a Kagura ao lado do Hijikata que escrevia um relatório do dia.

Como por instinto, Okita sacou a bazuca e atirou em direção ao Hijikata.

– Oe, sádico inútil, está tentando me matar? – Hijikata gritou.

– Claro que não Hijikata-san, eu só estava tentando matar um mosquito que estava no seu ombro esquerdo.

– Oe, sádico infeliz, você quase me acertou! – Kagura segurou Okita pelo colarinho.

– Ah, você estava ai china? Nem tinha te visto. – Respondeu com a mesma feição de sempre. – Falando nisso, o que você está fazendo aqui sem o Danna?

Kagura soltou o colarinho do Okita e voltou a sentar-se ao lado do Hijikata.

– Não te interessa, palhaço.

Hijikata resolveu interromper antes de brigarem bem no meio do seu quarto:- Gintoki resolveu abandonar china girl aqui enquanto ele e o Shinpachi vão em um trabalho. – Acendeu seu cigarro com seu isqueiro especial. – E vamos ficar com ela por uns dias.

Por algum motivo, Okita queria sorrir, mas preferiu manter a mesma feição.

Hijikata continuou:- E Kondo-san acha melhor ela dormir aqui comigo.

E de novo, por instinto, Okita sacou sua bazuca e atirou em direção ao Hijikata.

– Oe, Oe, Oe! Não vai me dizer que tinha outro mosquito, sádico!

– Oh não, dessa vez era uma aranha.

xx

Kagura caminhava tranquila em direção ao Yorozuya. Apesar de não poder dormir lá sozinha (mesmo quando Gintoki saía para beber e só aparecia no outro dia), ela não podia simplesmente tomar banho no Shinsengumi.

Por um momento, até pensou que estava sendo seguida por um rapaz de cabelo cinza, mas quando virou a esquina do parque, ele não estava mais lá. Com seu guarda-chuva, sentou-se no banco só observando as crianças correrem.

Por que o Gin-chan teve que levar o Sadaharu?” choramingou. Gintoki não havia explicado-lhe direito o porque: “vamos precisar dele” foi tudo o que disse.

Não queria admitir, mas já estava com saudades dele, do Sadaharu e até do Shinpachi. E pior, não tinha nem mesmo seu sukonbu.

Foi tirada de seus pensamentos quando ouviu risadas femininas um pouco altas demais.

–Nee Okita-sama, o que você vai fazer conosco hoje? – Perguntou uma menina que aparentava ter uns 18 anos, de cabelos rosas e olhos verdes. Mas o que a Kagura estava reparando não era sua aparência, mas sim a coleira no pescoço da menina e sua amiga.

– Cala boca, cadela. Você só pode latir quando eu mandar. Late. – A menina latiu.

Aquela cena realmente irritou Kagura.

– Oe, sádico infeliz, o que você pensa que está fazendo?

– Exatamente o que você está vendo, china. Quer se juntar? – Sua cara demonstrava que o limite de sadismo não existe quando se trata de Okita Sougo.

Kagura apontou seu guarda-chuva para as correntes das coleiras das meninas e atirou.

– Sumam daqui, antes que eu atire na cara de vocês. – Disse desafiadora. As meninas não pensaram duas vezes antes de irem embora.

– Você acabou de livrar meus brinquedinhos para matar o tédio. Agora vai ter que me entreter, china. – Okita se aproximou mais de Kagura.

– Se você der mais um passo eu explodo seus miolos, sádico infeliz. – Apontou para a cabeça de Okita.

Kagura estava muito irritada com aquela situação e nem ao menos sabia disse o porque. Talvez por que ela odeia sádicos? Não, não era isso. Talvez por que ela tinha dó daquelas meninas? Não, isso com certeza não era.

Mas Okita também estava irritado. Ele se lembrou de quão próxima a Kagura estava do Hijikata sem ao menos dizer uma palavra. E ele nem sabia dizer o porque aquilo irritou-lhe tanto, só sabia que não tinha gostado.

Após alguns segundos de silêncio se encarando, Okita, irritado, deu-lhe a costas e deitou-se debaixo da árvore. Kagura estranhou a reação dele, pensou que ele iria começar uma briga, mas resolveu dizer nada. Lembrou-se que ainda tinha que tomar banho, então retirou-se do parque e foi para o Yorozuya.

xx

Kagura já tinha tomado seu banho e já estava no Shinsengumi no quarto do Hijikata. No momento que chegou, até pensou que iria ter um ataque no coração.

Quando ela passou pela porta do Shinsengumi, Okita caminhava tranquilamente sem camiseta segurando a toalha e quando viu que ela estava lá, observando ele corada e sem qualquer reação, sorriu satisfeito.

E por isso Kagura estava sentada no meio do quarto com a mão no peito esquerdo, como se isso fosse ajudar o coração a parar de bater tão freneticamente. Por sua sorte, Hijikata não estava ali para ver sua reação, muito menos sua face envergonhada. E como ela agradeceu aos céus por isso.

Tsk, deve ser os hormônios” pensou um pouco mais tranquila. Mas ela sabia que isso não era verdade.

A porta foi aberta bruscamente, a fazendo quase gritar de susto.

– Infeliz! Não sabe bater na droga da porta? – Gritou antes de ver quem estava ali.

– Para de gritar, china. Não sou surdo. – Okita fechou a porta.

Kagura virou o rosto, ainda estava corada, ficou observando o chão.

– O-o que você está fazendo aqui, sádico infeliz? – Gaguejou.

Ela não viu, mas Okita realmente gostou daquela reação.

– Só testando uma coisa... – Sussurrou e só então a Kagura percebeu em como ele estava próximo de si. Kagura criou coragem e olhou para ele, e se arrependeu disso, Okita ainda estava sem camiseta e quase em cima dela. Ela nem tinha percebido que seu corpo estava inclinado para o chão. O rosto do Okita estava se aproximando demais para a sanidade da Kagura, olhou para os lados para ver se conseguia pensar melhor e conseguiu. Kagura levantou a perna que estava debaixo do tronco do Okita, chutando-o com toda a força que podia nesse momento.

– Droga, china! Por que isso? – Okita gritou furioso.

– Não sou um dos seus brinquedinhos, sádico! – Furiosa, pegou seu guarda-chuva e atirou nele que desviava com tranquilidade. – Você não pode fazer o que bem entender comigo!

Kagura parou de atirar e baixou sua cabeça, fazendo com que a franja cobrisse seus olhos. Okita sentiu seu coração partir em dois.

Ela realmente acha que é só um brinquedinho para mim?” pensou furioso.

– Oe china...- Foi interrompido pela porta que foi aberta bruscamente.

– Oe, o que vocês pensam que estão fazendo no meu quarto? – Hijikata gritou furioso. – Se querem brincar de lutinha, seus sádicos malucos, vão fazer isso lá fora!

Nenhum dos dois disse nada, Kagura pegou seu futon e deitou-se. Okita ainda tentando entender o que diabos tinha acontecido, saiu do quarto, mas não antes de sacar sua bazuca e atirar no Hijikata.

– Boa noite, Hijikata-san. – Respondeu no mesmo tom de sempre. Hijikata preferiu nem dizer mais nada, ele reparou que algo de errado tinha acontecido ali.

Apesar de tudo, Kagura ainda era a Kagura e dormiu no momento que fechou as pálpebras.

Okita, incrivelmente, ainda não tinha conseguido dormir. E não era só pelo o que a Kagura disse, mas saber que ela estava dormindo no mesmo quarto que o maníaco por maionese o incomodava mais do que deveria. Hijikata sempre teve atenção de todos que ele amava, não ficaria completamente surpreso se isso acontecesse de novo. E ele não sabia o que faria se Hijikata roubasse a Kagura dele.

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Kagura sempre soube que é apaixonada pelo Okita, ela não é idiota, ela só não queria admitir isso para si mesma. Estar apaixonada pelo Okita era o fim do mundo para ela, logo o príncipe dos sádicos? Ela não se conformava. Por um tempo, até pensou em viajar pelo universo com o Umibouzu só para esquecer ele, mas logo desistiu da ideia, deixar Gintoki e a Terra não seria nada saudável. Um dia depois de acordar, lavou o rosto e disse para o espelho:“estou apaixonada pelo Okita e vou aceitar isso” e desde então não briga consigo mesma para tentar “desapaixonar-se”. É normal uma garota da idade dela se apaixonar por um rapaz que a perturba, não é? Ela vê isso sempre na TV.

Um dia comentou com a Otae para ter certeza disso:- Eu acho que estou apaixonada, Anego.

– É? Até que enfim, Kagura-chan! – Otae demonstrou felicidade. – Por quem?

– Antes de dizer por quem... – Kagura deu uma leve pausa. – Como sei que estou realmente apaixonada?

Otae demorou um pouquinho para responder e disse:- Quando você acorda e dorme pensando nessa pessoa, Kagura-chan. – Com um sorriso doce de ambas, a conversa foi encerrada.

Desde então a Kagura parou para pensar sobre o que a Otae havia dito e percebeu que não só acordava e dormia pensando nele, mas o dia todo era assim, quando está no parque ela pensa nele, quando está deitada no sofá só perdendo tempo também está pensando nele. Até pensou que tinha virado uma stalker, mas jamais se esconderia em algum lugar só para vigiar ele.

O que era mentira.

Um dia a Kagura viu Okita conversando com uma menina, muito bonita para seu gosto, se escondeu no matinho atrás deles só para ouvir sobre o que falavam. Por sua sorte, a menina só estava pedindo informação, mas pelo tom da voz da menina, ela percebeu que na verdade não era informação que ela queria. Okita nem deu bola, apesar da Kagura não ter percebido, ele percebeu que ela estava escondida ali, até pensou em retribuir a “cantada” da menina só para irritar Kagura, mas foi chamado pelo rádio para ajudar Hijikata em uma missão. Irritado, ele deu a informação para a menina e foi embora.

E nesse dia, Kagura percebeu que essa paixão não estava mais saudável para seu psicológico, tentou de novo esquecer ele, até saiu com um dos meninos do parque.

O encontro até tinha sido bom, apesar de nunca ter ido em um, ela se divertiu bastante. O encontro foi em um festival da cidade, lá encontrou Okita com uma menina que estava de coleira, ficou irritada, mas o seu amigo fez uma piada qualquer e a deixou mais tranquila.

Quando acabou o encontro, o menino levou-a até a porta do Yorozuya e tentou dar-lhe um beijo, mas a Kagura só conseguia ver a face do Okita, então entrou gritando um “desculpa” e fechou a porta bruscamente.

Gintoki não tinha gostado muito da ideia dela ter saído em um encontro, mas depois que a viu chegar em casa completamente normal, não disse mais nada.

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Hijikata acordou e viu que Kagura não estava mais no seu quarto. Seu futon estava todo bagunçado.

Preguiçosa igual o Gintoki” suspirou derrotado. Foi ao banheiro, escovou seus dentes, lavou o rosto e colocou seu uniforme. Ao entrar no refeitório, deparou-se com Kagura e Okita brigando e quebrando tudo a sua volta.

– Maldito sádico, eu posso comer o quanto eu quiser! – Kagura gritou enquanto desviava do tiro de bazuca.

– Não enquanto você estiver no meu território! – Okita recrutou.

Hijikata suspirou e cutucou o Kondo. Kondo só ria daquela cena, achando tudo muito normal.

– Você pega o pirralho e pego a pirralha. – Sussurrou para o comandante.

No momento que a Kagura deu um chute na barriga do Okita, o comandante segurou-o para aliviar impacto e prendeu-o nos seus braços. Hijikata aproveitou essa chance e segurou Kagura e colocou-a nos seus ombros.

Quando Okita viu o Hijikata segurando Kagura, uma aura assassina surgiu em sua volta e gritou com um tom ameaçador: — Oe, Hijibaka, solta a minha china agora!

Todos no local ficaram em silêncio. A Kagura até parou de debater-se para sair dos ombros do vice-comandante, “minha china” ecoava na sua cabeça, fazendo-a ficar sem qualquer reação e enchendo-a de esperanças.

Depois de alguns segundos em silêncio, Okita percebeu o que havia dito. Sua aura assassina sumiu e o rosto de raiva também, trazendo uma feição de choque. “Eu realmente disse isso em voz alta?” pensou ainda nos braços do comandante.

Todos no local perceberam que o clima estava tenso, então voltaram a fazer o que estavam fazendo.O comandante soltou o Okita e sussurrou: — Já está na hora de resolver isso, não acha? – Então, aumentou a voz o suficiente para o vice-comandante ouvir. – Tenho que falar com você, Toushi.

O vice-comandante assentiu e soltou Kagura, ainda sem qualquer reação, e seguiu o comandante até o escritório dele. Quando o vice-comandante saiu do local a Kagura voltou a realidade e percebeu de verdade o que havia acontecido. Ao lembrar-se de que estava em um local cheio de tarados e intrometidos, envergonhada, ficou corada com a situação.

Olhou para o Okita, que a olhava sem qualquer expressão facial e tentou ler seus olhos. Esperança? Medo? Raiva? E não encontrou nada. Okita saiu do local pensando: “O gorila-san está certo, está na hora de resolver isso”. Com a esperança que ela fosse seguir-lhe, foi para seu quarto.

E cara, como ela me deixa louco quando fica corada” pensou depois que passou pela porta e ouviu alguém fecha-la.

Kagura ainda estava corada e olhava para qualquer lugar, menos para os olhos do Okita, observou em como o quarto dele era limpo e até cogitou a ideia dele arrumar uma masoquista para limpar para ele. Ficou irritada, mas quando olhou a foto de uma moça jovem, bem parecida com o Okita, ficou tranquila.

Então ela era a irmã do Okita? Agora eu sei porque o Mayo era apaixonado por ela” pensou enquanto observava as feições delicadas de Mitsuba.

Duas mãos fortes empurrou-lhe contra a parede, tirando-a de seus pensamentos e fazendo-a prestar atenção naquele momento.

– Oe, sádico o que...

– Não fala nada, china. – Interrompeu. Okita beijou o pescoço de Kagura, que quando arrepiou-se, motivou-o a continuar. Fazendo uma trilha de beijos até a nuca, a respiração da Kagura ficou mais pesada. Sem saber o que exatamente o que fazer, colocou suas duas mãos nos cabeços do Okita e fazendo um leve carinho. Subindo os beijos para a orelha de Kagura, Okita mordeu a lóbulo da orelha dela, fazendo-a soltar um gemido baixo e fechar as pálpebras. Okita não pensou duas vezes em beijar os lábios rosados e delicados de Kagura. Com a língua, pediu passagem para aprofundar o beijo e Kagura não pensou duas vezes antes de ceder. Okita a segurou pela cintura e puxou-a mais para o encontro de seu corpo, se isso era possível. Kagura arranhava de leve a nuca de Okita. Isso tudo é muito novo para ela, então ela só fez o que ele fazia.

Contra sua vontade, Okita cortou o beijo e encostou sua testa na dela. A respiração de ambos estava pesada e nenhum dos dois dizia uma palavra. Okita abraçou a cintura da Kagura, e a fez sentar no seu colo no chão, colocou o seu rosto no ombro de Kagura e estava esperando um tapa ou algo como:“me solta seu sádico pervertido!”, mas nada aconteceu.

Cortando o silêncio, ouviram um grito vindo do corredor:- Cadê o maldito ladrão de impostos e a Kagura? – E a porta foi aberta bruscamente revelando Gintoki e Shinpachi logo atrás. – Oe, Kagura, o que você está fazendo com esse ladrão de impostos? – Furioso, Gintoki pega a Kagura pelo pulso e a coloca sobre seus ombros.

– Tsk, já estou cansada de ser carregada em cima dos ombros de alguém. Me solte antes que eu quebre o seu, Gin-chan. – Kagura disse tranquila.

– Não até vocês me explicarem o que diabos está acontecendo aqui!

xx

Depois de horas discutindo e tentando convencer Gintoki que o Okita jamais a faria algo que a Kagura não quisesse, Kagura agora esta no colo de Okita no meio do parque comendo seu sukonbu que ganhou dele, depois dele ter tentado colocar uma coleira nela, como um pedido de desculpa.

– Sádico, e se o careca não deixar a gente namorar?

– A gente casa e foge. – Respondeu tranquilo.

Kagura gelou.

– Casar? Você acha mesmo que um dia vou casar com você? – Respondeu sarcástica.

– Eu tenho certeza.

– Tsk, convencido. Por que mesmo eu estou namorando com você?

– Porque você me ama. – Depois sussurrou. – E eu também te amo, china.

Kagura aninhou-se ainda mais ao peito de Okita e pensou:“É sádico, eu realmente me casaria com você”.

Notas finais
E então? Gostaram? Acharam que ficou confuso ou muito OOC? E entre essa fanfic e a outra, quais vocês gostaram mais? :3 Eu, sinceramente, gostei mais da outra :33 A outra eu fiz em três dias, essa eu levei dois dias, então talvez eu tenha feito muito as pressas e por isso não gostei muito. Por favor, se poderem dar críticas construtivas para eu melhorar minha escrita ou enredo, eu agradeço ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!