Será mesmo uma missão...?

4 Cap. 4 - Insane Black Rock Shooter.


Notas iniciais
Hoje é aniversário dos irmãos Okumura o/ Omedetou!

Amanheceu e Yukio foi o primeiro acordar. Viu a cena daqueles dois e sorriu, mas durou por pouco tempo. Aqueles dois não sabiam o que lhes aguardavam.

Yukio não sabia ao certo o que estava por vir, mas Mephisto disse que não seria boa coisa. Deixou o quarto e foi tomar café da manhã. Só mais três semanas e voltará para Vera Cruz.

Enquanto isso, no quarto... Mato afagava os cabelos de Rin, enquanto sorria com ternura. Seu peito estava transbordando de felicidade. Sabia pouco sobre amar ou se apaixonar, mas algo nela estava prestes a sair. Rin que ainda segurava sua mão, passou o rosto sobre a cama e esfregou os olhos, olhou para Mato e sorriu.

– Bom-dia.

Disse ele.

– Bom-dia.

– Como se sente?

– Muito bem... — seu sorriso fica maior. — Rin, eu estive pensando... — Seu rosto começa a ficar vermelho. Mato procurava palavras certas para explicar o que sentia — eu não consigo para de pensar sobre ontem a noite e eu não consigo parar de sorrir.

Rin ouvia atentamente, ele também estava ficando corado.

– Eu me sinto segura ao seu lado, me sinto feliz e tem um sentimento que... nunca tive antes. Será que eu... me apaixonei por você?

O Okumura sorri e diz:

– Só há um jeito de saber.

Rin aproxima de seu rosto e passa o polegar sobre os lábios de Mato. A mesma encosta sua mão direita na nuca do garoto e os dois começam um lento e profundo beijo. Em meio de tudo, Rin começa erguer a blusa de Mato, enquanto passa a mão sobre o corpo definido. A mesma começa a desabotoar sua camisa e ao terminarem o beijo, Rin termina de tirar a blusa da garota, deixando a amostra o sutiã, ele começa lamber seu pescoço e ouve Mato gemer seu nome.

– R-Rin...

– Se quiser, posso parar.

Disse ele em tom provocativo.

– N-Não, eu quero... que v-você continue.

Rin sorriu, tira sua camisa e sobe em cima de Mato. Começou a passar a mão sobre suas coxas, enqunato lambia seu pescoço.

– N-NII-SAN!

As coisas foram rápidas até demais, talvez seja algum sinal de que eles ainda não podem continuar.

– Y-YUKIO!

Gritaram os dois. Rin saiu de cima de Mato e empurra o mais novo para fora do quarto. Enquanto Mato se vestia novamente.

– O que diabos estava fazendo?!

Esbravejou Yukio.

– Você sabe muito bem! Por que nos interrompeu?!

– Você esperava que eu fizesse o que? Vê-los naquela posição e dizer " Ah, nossa, Rin está praticando relações sexuais com a Kuroi, vou deixa-los em paz ".

Disse Yukio com uma voz sarcástica.

– É!

– Rin, não faça isso... Mephisto ainda não contou tudo sobre ela para você.

Yukio voltou a ficar sério, diferente de Rin que não entendeu nada.

– O que quer dizer?

– Você irá descobrir ainda, você irá conhecer a verdadeira Kuroi Mato. — Yukio suspirou e disse: — Ela ainda não sabe, então, por enquanto, vamos manter segredo. Mephisto disse que se ela não souber, melhor será.

Mato saiu do quarto segurando Kuro nos braços, então disse:

– Desculpe Yukio, esqueci completamente sobre estar em sua casa.

– Não se desculpe Mato, vamos para fora.

Disse Rin puxando-a pelo pulso.

– Está tudo bem...

Murmurou Yukio.

***

– Rin... você está sem uma camisa. — Mato tirou seu casaco e entregou para ele. — Pelo menos coloque sobre as costas.

Então ela o fez. Rin segurou sua mão e a abraçou.

– Não me deixe...

Rin começava a soluçar.

– Por favor, eu te amo como nunca, jamais amei alguém. Só se passaram cinco dias e você roubou meu coração em poucos instantes. Desculpe se fui muito rápido, mas... eu não consigo mais me segurar.

– Rin, não chore... — Mato limpou suas lágirmas e lhe deu um selinho. — Eu também te amo, desde que o vi... senti um calor em meu peito e uma fomigação no corpo, eu irei ficar com você, pra sempre Okumura Rin.

Rin olha para seu rosto, Mato mantinha um semblante tristonho, mas com um irradiante sorriso. Seus olhos mostravam pequenas gotículas de lágrimas.

– Sempre serei sua.

– E eu sempre serei seu.

Ouviram aplausos único. Olharam assustados para a pessoa.

– Mas que casal lindo, seria uma pena se... alguém a matasse.

Era uma jovem, cabelos negros curtos, olhos verdes penetrantes, usava óculos, possuí chifres da mesma cor e segurava uma foice em mistura de verde e preto. Pareciam ser feitos de ossos. A garota deu um sorriso assustador. Seus dentes afiados cortaram seu lábio, então, ela apenas limpa o sangue com a língua e diz:

– Terei de estragar a felicidade dos dois.

Deu uma gargalhada, era tão estridente que doía os ouvidos. Ela foi tão rápida, em pequenas frações de segundo, a mesma já estava em frente a Mato. Segurou o pescoço de Rin e o jogou para trás.

– Droga... cadê a minha kurikara quando a mais preciso?

Ele tentava se levantar, mas Rin se sentia fraco e inútil.

– Não posso perder mais um...

Murmurou. Rin não quer perder outra pessoa importante. Jamais ouviu palavras tão lindas vinda de uma garota que se apaixonara por ele a primeira vista.

– Desculpe Rin, mas você não pode se transformar por enquanto.

Disse a garota estranha.

– Agora, vamos acabar com você... Kuroi Mato.

Ela virou para o lado oposto da foice ( o cabo ), segurou o pescoço da mesma e perfura seu peito.

– NÃOOOOOOOOOOOOO!

– R-Rin... eu te amo...

Disse ela em seu último suspiro, Rin viu suas últimas lágrimas escorrer pelo rosto. Ele tentou se levantar, mas a dor era intensa e parecia o consumir por dentro. As mãos de Mato deslizaram pelo pulso da garota, ela já não respirava mais.

– ISSO! ISSO!! AGORA! VOLTE A SER QUEM ERA ANTES!

Gritava ela.

– INSANE BLACK ROCK SHOOTER!

O corpo de Mato respondeu ao chamado, suas unhas pequenas ficaram um pouco maiores. Ao abrir o olhos, eles já não tinham o azul escuro do mar, eram roxos vibrantes. Seu olho esquerdo começara a flamejar na mesma cor. Seus caninos ficaram maiores. Os cabelos quase encostavam o chão.

– O-O que fez com ela?

– Solte-me.

Disse Insane. Já não era mais a Mato que Rin conhecera e se apaixonara.

– Sim, desculpe-me.

A garota de óculos se curvou diante dela.

– Argh, não acredito que essa garota se apaixonou pelo filho de Satan.

Insane fez um muxoxo e continuou:

– Pare de chorar! ELA SE FOI! MORREU! ESCAFEDEU-SE!

– NÃO! MATO DISSE QUE NUNCA IRÁ ME DEIXAR!

Rin chorava em meio as palavras, sua boca estava salgada. Não conseguia se conformar.

– CALE A BOCA! — Esbravejou Insane. — Para quem tem os poderes de Satan, não sabe fazer o uso deles. Kuroi Mato deixou de existir! Volte a sua vida e esqueça essa vaca!

Insane começou a chuta-lo e espanca-lo. Rin já estava ficando com o corpo dormente, não achava mais forças. Seu coração foi quebrado, assim quando viu Mato morrer.

– Insane, vamos, os outros estão vindo.

Disse a garota estranha.

– Adeus, Okumura Rin.

O deixaram em cima de uma poça de sangue. A última coisa que Rin pode ver, era um portal sendo aberto pela foice para um mundo desconhecido. E desmaiou.

Continua.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.