Será Que É Amor?
4 Capítulo 4
Notas iniciais
kkk
Já é um grande avanço!
Beijos, aproveitem ♥
Levy: Lucy...
Lucy: O que? Já que eu não gosto dele e...
Levy: LUCY... – dessa vez ela ela estava olhando pra mim. Parecia em transe. – A CULPA É DO ANEL!
Lucy: O que? Como assim?
Levy: Claro! Você estava com o anel quando ele te puxou pela mão, no saguão da pousada. E, foi aí que o Gray começou a gostar de você.
Lucy: Impossível! Isso é só uma lenda! – não queria acreditar, mas a Levy tinha falado com tanta convicção.
Levy: Alguma outra explicação?
Lucy: Bom, ele... – poderia gostar de mim de verdade, mas só teve coragem de admitir nessa missão – Não, não tenho outra explicação – cedi.
Levy: Então vamos!
Lucy: Aonde?
Levy: Na biblioteca da guilda, ver se achamos um livro que mostre um jeito de quebrar esse feitiço!
Chegamos na biblioteca, procuramos um monte de livros, até que achei um com o título: “Objetos Mágicos”.
Lucy: Eu acho que é esse! Tá escrito: “Anel da Paixão”, deve ser isso aqui.
Levy: E diz como quebrar o feitiço?
Lucy: Deixa eu ver... Aqui! –li o que estava escrito. — Oh não! Tem que existir outra maneira!
Levy: Passa pra cá. – dei o livro a ela, que começou a ler — Vish! Vai ser complicado! Mas acho que não tem outro jeito!
Lucy: M-mas isso é errado!
Levy: Mas também é errado deixar o Gray enfeitiçado. Pense bem no que é mais importante e em como as coisas vão ficar se você não fizer isso.
A Levy estava certa. Eu não podia deixar o Gray enfeitiçado. Eu tinha que fazer algo a respeito.
Lucy: Então venha junto comigo!
Levy: Gomen! Mas o Gajeel já me pediu pra ir numa missão com ele!
Lucy: Hum... o Gajeel, é?
Levy: L-lucy. – ela estava ficando corada.
Lucy: Calma, Levy, haha. Mas se você não for, eu vou ter que ir sozinha.
Levy: Então, ganbatte, Lu-chan.
Lucy: Arigatou, vou precisar!
Lucy’s pov off
Gray’s pov on
Onde será que tá a Lucy?! Ela parecia bem estranha quando foi falar comigo. Afe! Vou perguntar pra alguém.
Gray: Yo Gajeel, você viu a Lucy por aí?
Gajeel: Ela e a Levy foram na biblioteca da guilda. Ei, se você for lá, diz pra Levy que eu tô esperando ela pra missão, ok?
Gray: Hum. A Levy, é? – ele corou – Haha, não precisa ficar vemelho. Pode deixar que falo com ela.
Gajeel: A-arigatou.
Elas estavam mesmo na biblioteca. Mas antes de chamá-las decidi ouvir o que estavam conversando. Me escondi atrás de uma estante. Peguei apenas uma parte da história, mas já sabia o que estavam planejando. Tive que me segurar pra não começar a rir. Ai, ai, Lucy, você é única mesmo. Mas não posso deixar você fazer isso.
Gray’s pov off
Lucy’s pov on
Antes de voltar para a casa daquele cara eu tinha que passar na minha. Pegar só o que era necessário. E eu só precisava de uma coisa, e não foi difícil achá-la. Agora, só faltava fazer o que tinha que ser feito.
Finalmente cheguei no lugar. Como a casa era baixinha, não foi difícil entrar no segundo andar. Não procurei muito e achei o anel. Estava em cima de uma mesinha na sala. Peguei o martelo que estva na minha casa. A verdade é que eu não queria fazer isso. Eu gostava do fato do Gray gostar de mim. Mas não assim. Não por causa de um anel. Tinha que ser verdadeiro.
Quando desci o martelo em direção ao anel senti que ele bateu em alguma coisa, mas não ouvi nenhum som de algo quebrando. Então percebi o que estava acontecendo. O anel estava envolto em uma camada grossa de gelo.
Gray: Yo, Lucy. O que tá fazendo?
Lucy: G-gray – Kami-sama, o que ele tava fazendo ali? – E-eu... b-bem, o a-anel.. é-é c-culpa d-do a-anel, v-você...
Gray: Eu não acredito que você pensou que eu gostava de você por causa desse anel. – ele foi chegando mais perto – Se eu estivesse enfeitiçado, seria pelos seus olhos, ou pelo seu sorriso. – agora estava muito, muito perto – Eu estou apaixonado por você, Lucy Heartfillia. – e me deu um beijo. Foi um beijo longo e paixonada, o qual eu retribuí na mesma intensidade. – E o único que tem culpa é o meu coração.
Que momento perfeito. Ele não tinha dito que me amava. Não esperava isso. Ainda não tinha certeza do que sentia também, mas eu gostava de ficar perto dele. Acho que também estava apixonada. Eu me sentia feliz.
Gray: Então vamos colocar o anel no lugar e voltar pra guilda, ok?
Lucy: A-ahã – eu gaguejei, ainda estava zonza com o beijo.
No caminho pra guilda começamos a conversar.
Gray: Lucy, você... – ele fez uma pausa. Olhei pra ele. – Você quer namorar comigo?
Lucy: — eu abri um sorriso, o mesmo sorriso pelo que ele dizia estar “enfeitiçado”. – Sim!
O Gray também abriu um sorriso e segurou minha mão. Eu não precisava mais perguntar o que ele queria me dizer. Já estava bem na cara. Depois de um tempo ele começou a falar de novo.
Gray: Como você acha que as pessoas da guilda vão reagir?
Lucy: Não sei! Mas vão ficar surpresos, e confusos.
Gray: Acho que eles não precisam saber agora, precisam?
Lucy: É, a gente pode esperar mais um tempo antes de contar. Mas é melhor eles não desconfiarem de nada até lá.
Gray: É, pode ser.
Chegamos na guilda e ela estava como sempre. Todos loucos, comendo, bebendo e fazendo bagunça. Ninguém nem imaginava o que tinha acontecido. Fui logo atrás da Levy.
Lucy: Levy-chan.
Levy: Lu-chan. Então, deu tudo certo?
Contei pra ela tudo o que tinha acontecido, e fiz ela prometer não contar a ninguém sobre mim e o Gray.
Levy: Que kawaii! Pode deixar comigo, Lu-chan. Mas eu também tenho um segredo que ninguém pode saber.
Lucy: Sério? O que?
Levy: Eu e o Gajeel estamos namorando. – ela corou ao dizer essas palavras.
Lucy: Isso é ótimo! Sabia que um dia ele ia se tocar do que sente por você!
Levy: Sim! Foi durante a nossa missão, um momento tão lindo...
Nossa conversa foi interrompida pela Erza que parecia um pouco estranha quando chegou e... com uma roupa diferente... e, ela estava usando maquiagem?
Notas finais
Kkkk
Ah, e obrigada a todos que comentaram o cap passado, fiquei mto feliz com o q escreveram ^^
Amo vcs, :3
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