Será Que É Amor?
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Isso que dá não guardar as senhas em um lugar que lembre depois kk
Mas aqui estou de volta e todo domingo é dia de novo cap ;)
Beijos e espero q o cap compense a demora ♥3
Já nos quartos:
Natsu: Yo, Lucy. Vai ficar com qual lado da cama?
Lucy: S-sei lá, tanto faz...
Natsu: Ah, então não vai se importar se eu ficar no meio, ne?!
Lucy: Mas ai não sobra lado nenhum pra m... – eu ia continuar até ver que ele já estava roncando ocupando todo o espaço da cama.
Mas tudo bem. Ainda era de tarde então decidi sair um pouco pra conhecer a cidade. Não fui muito longe e já veio um vendedor de rua mostrando umas bijuterias. A verdade é que eu adoro esses vendedores porque, além de as coisas serem baratas, você pode até achar algo legal.
Havia muitas coisas bonitinhas, mas eu me encantei mesmo foi por uma pulseira e um anel prateados, muito lindos. Acabei comprando os dois e já que combinavam com a minha roupa, por que não usá-los?
Voltei pro saguão e vi algo que não tinha percebido antes. Um pequeno pedaço do paraíso, uma estante cheia de livros dos mais diversidos autores, incluindo alguns dos meus preferidos. Fiquei em transe até que uma voz conhecida me acorda.
Gray: Yo Lucy! Vem cá! – ele disse puxando a minha mão para o outro lado da sala, então ele de repente para e me empurra num canto da parede, colocando um braço de cada lado da minha cabeça.
Lucy: Gray? Mas o q... – não conseguia mais falar, ele estava chegando perto, muito perto. Mas fomos interrompido por uma voz.
Recepcionista: Olha só! Nada de traições na minha pousada. Acho que vou deixar essa passar, mas cuidado!! – ela disse colocando dois dedos na frente dos olhos e depois apontando pra gente. Acho que acreditou mesmo que os “casais”eram eu e o Natsu, a Erza e o Gray. Teria que lembrar de agradecer a ela depois por interromper esse momento.
Gray se afastou, mas continuou com os braços, um de cada lado da minha cabeça, então falou – Lucy, eu preciso te falar uma coisa...
Ele ia continuar, mas então ouvimos a voz da Erza.
Erza: Lucy, Gray, vocês estão ai?
Mais uma voz milagrosa. Nos afastamos rapidos, antes que entrassemos no campo de visão dela.
Erza: O que estão fazendo?
Lucy: E-eu ta-tava mostrando u-uns livros pro G-gray – Kami-sama, que ótima atriz que eu sou. Mas o gray não parecia muito melhor que eu.
Gray: É-é... – nós dois estavamos muito vermelhos, e nossas mentiras não convenceriam nem o Natsu, imagina a Erza. Mas parece que ela nem se tocou, que milagre.
Erza: Então vamos indo, o dono do pedido pediu para passarmos lá hoje.
Lucy: Então tá. Vamos!
Nossa missão: nós deveríamos encontrar um anel que supostamente foi roubado. Parece que havia uma lenda sobre ele naquela cidade: diziam que aquele anel tinha o poder de fazer uma pessoa te amar pra sempre, desde que o que o estiver usando segure na mão da pessoa que quer enfeitiçar.
Mas o dono do pedido disse que não acreditava naquilo, afinal era só uma lenda, mas ele precisava daquele anel porque pertência a mulher dele que iria voltar de viagem logo.
Nada demais na missão, é claro que ninguém acreditou naquela lenda. Imagina se fosse verdade? O que a Juvia não iria fazer para colocar aquele anel e segurar na mão do Gray – pensei – Gray... eu estava muito curiosa pra saber o que ele queria me falar. Voltamos para a pousada. Já era umas 20h, todos estávamos com fome.
Erza: Bom, eu irei trazer uma pizza do restaurante aqui do lado. Vocês podem esperar aqui. Que sabor vocês querem?
Natsu: Algo bem picante.
Lucy: Uma vegetariana.
Gray: Uma de sorvete.
Erza: Já sei. Vou pedir pra dividí-la em quatro pedaços.
Gray: Espera, Erza. Também vou junto.
Que estranho – pensei – por que o Gray iria se oferecer para ir junto? Bom, pelo jeito terei que ficar sozinha com o Natsu enquanto a pizza não chega.
Lucy: Hey, Natsu., onde que tá o Happy? – bem que eu perecbi que faltava alguém me chamando de esquisita.
Natsu: Ah, como a Wendy tá se mudando pro dormitório das garotas lá da Fairy Tail, ele disse que iria ajudar a Charles com as malas.
Lucy: Hm...
Ficamos o resto do tempo em silêncio, mas a pizza não demorou muito pra chegar. O Gray e a Erza passaram pela porta, se sentaram e começamos a comer. Às vezes havia uma troca de olhares entre eles. O que será que estavam planejando, hien?
Depois da janta decidimos que era melhor irmos dormir, já que a missão começaria cedo amanhã. De acordo com o cara, tínhamos que achar o anel o quanto antes. Subimos para o segundo andar e vi a Erza andando em direção ao meu quarto.
Lucy: Erza, o seu quarto é naquela direção. – eu dsse apontando para o outro lado do corredor.
Erza: Eu sei, é que o Gray me pediu pra trocar então eu disse que tudo bem.
Lucy: O-ok! – Essa não! Eu já sabia o que estava por vir! Eu queria, sim, saber o que ele tinha pra me dizer, mas e se ele... tentar... fazer aquilo de novo... e não ter ninguém para interromper!!! Enquanto pensava nisso ficava cada vez mais vermelha.
Erza: Tá tudo bem, Lucy? Aquela pizza te fez mal?
Ai, eu nem tinha percebido que a Erza ainda estava aqui. Bom, tinha que falar alguma desculpa, ne?!
Lucy: N-não, Erza. Ta t-tudo bem. Então v-vamos indo dormir, n-ne?! Ja nee – merda, porque eu tinha que gaguejar de novo. Mas parece que a Erza não desconfiou de nada de novo.
Erza: Ja nee! Oyasuminasai!
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