Notas iniciais
Esta é minha primeira Fanfic, então espero que gistem de verdade... Se não gostarem comentem...me digam o que posso melhorar...
Prologo
Eu corria pela floresta, perdida, com uma flecha na mão. Eu chorava com medo de ficar perdida pra sempre no meio daquela imensidão com arvores. Foi ai então que algo me fez parar. Olhei admirada para a luz azul que flutuava diante dos meus olhos. Pareceu que fiquei a observando brilhar ali, tao reluzente por uma eternidade. Mas então eu quis toca-la. Estendi a mao pra encostar na luz, mas quando me proximei mais ela sumiu. Pisquei confusa, até notar que varias outras apareceram logo na seguida uma seguida para a outra, seguindo todas na mesma direção.
Talvez estejam me levando na direção de casa...
Esse devaneio me veio a cabeça, não sei porque, mas segui cada luz mágica o mais rápido que eu podia seguindo para um destino incerto. A floresta as vezes ficava mais densa e as vezes eu ouvia algo atras dos arbustos, as vezes me arranhava nos galhos mais baixos das árvores.. Estava com muito medo agora, e queria parar. De uma hora para outra, a floresta ficou menos densa, e se abriu mais. As luzes então pararam de aparecer, e a a última por qual passei se apagou, deixando a floresta mais escura. E eu tinha pensado que chegaria até meus pais agora. Bati o pé e sentei debaixo de uma arvore. Comecei a chorar. Afoguei minha cabeça nas mãos e deixeinos cachos caírem pelo rosto inteiro.
****
- BANGUELA! CADE VOCÊ, SEU GRANDE BOBALHÃO!
Gritei um pouco preocupado com meu amigo dragão que havia desaparecido ha alguns minutos voando acima das arvores me deixando sozinha na floresta. Bati com a mao na testa e Fechei os olhos...
— Ai, Banguela... Sério que você vai me deixar sozinho aqui na floresta?
Falei pra mim mesmo. Então de algum lugar um pouco atras de mim, ouvi um barulho. Parecia de galhos se partindo, mas também parecia um soluço... Ai que ironia pensar nisso... Andei devagar na direção do som, onde encontrei uma bola de pelos cor de fogo que emitia um som de choro de criança...Por um instante fiquei confuso, até que Vi a menina, de olhos grandes, azuis e redondos erguer a cabeça. Ela estava chorando. Ela tinha longos cabelos ruivos e muito cacheados. Eu não disse nada ate que ela recuasse. Tive certeza, pelas roupas e por ela estar em uma ilha bem diferente, que ela não era de Berk... Mas fala sério, quem recuaria diante de mim? Tudo bem que ela não devia ter mais de sete anos, mas eu era baixinho, magrelo e não tinha nem coragem de matar um dragão. Eu finalmente disse:
— Ah... Você está bem?
Ela se levantou e ajeitou a postura
- Eu...
Ela certamente ia falar alguma coisa, mas ela parou, com os olhos arregalados, olhando para o céu como se tivesse visto um fantasma. Quando virei o dragão pulou logo em cima de mim, balançando a cauda negra. Ouvi o grito assustado da menina.
— Banguela! Você assustou a menininha!
Disse me levantando. A menina, com um olhar assustado disse:
— Não sou uma menininha... Eu já tenho SETE anos!- ela pareceu se zangar por um instante, mas depois voltou para mesma expressão assustada- Esse...esse dragão é seu?
— Bem... Esse é o Banguela...ele é meu amigo... E eu sou o Soluço...
— Soluço é nome de verdade?
— Sim... Uma tradição viking...
— Viking?
— Deixa pra lá... Qual seu nome?
— Merida... De DanBroch... Prazer em conhecer vocês...
Banguela se agitou, e se aproximou da menina que recuou um passo, antes de encostar a mao no focinho dele.
— Hihi... Ele é bonzinho...
O olhar alegre dela se transformou em um olhar preocupado.
— Eu quero sair daqui... Mm as eu estou perdida... Você pode me ajudar?
— Claro... — eu disse tirando uns cabelos dela do olho, que teimosamente caiu ali de novo — aonde você mora?
— Moro longe daqui, mas estava passando meu aniversario no parque... Eu vim buscar minha flecha aqui...eu me perdi..
— Ah... Eu não Vi nenhum parque por aqui...
Antes que o olhar da menina se entristecesse, Banguela se agitou de novo, parecendo que sabia de alguma coisa.
— Tem um parque por aqui, amigo?
Ele fez que sim com a cabeça, fazendo a menina pular de alegria...
Subindo dorso de Banguela, e convidei a menina pra subir "a bordo" também.
Deixei que Banguela voasse apenas alguns metros, e aterisasse ainda dentro da floresta com visão para o parque. Ela desceu com o dragão ainda no ar. Ela deu um aceno de despedida histérico e gritou
— Tchau Soluço, Tchau, Banguela!
A menininha gritou para os bracos da mãe com a flecha nas mãos. Banguela já estava voltando, quando Vi a menina sendo colocada num cavalo junto com sua mãe. O cavalo disparou na direção oposta e um urso apareceu de trás das arvores que estavam do outro lado. Eu ouvi a voz da menina gritando
— PAPAI!
Vi muitos homens correndo para o urso, enquanto outro carrancudo e grande, tinha sua lança arrancada da mao, e sendo mordido com força na perna pelo urso. Todos os outros homenscorreram na direção oposta, quando o urso investiu contra o homem que agonizava de dor. Nem precisei falar para Banguela voltar, porque ele logo foi na direção do homem que fechou os olhos como se esperasse a morte.
— SOBE! — gritei. — SALVE SUA VIDA!
Banguela ajudou o homem a subir, apavorado. Certamente a perna dele teria que ser amputada. Banguela saiu voando por um lugar que não tinha ideia de no de era. Até olha para a floresta abaixo e Vi que ele estava seguindo o cavalo tende estava a menininha de cabelos de fogo. A direção levava a um castelo, direção para qual meu dragão investiu. Ele deixou o homem ali no chão, que agradeceu com JM aceno de cabeça e começou a falar:
— Como posso recompensar?
— Não é necessário... As vezes o sorriso de uma criança que tem um pai já serve de recompensa.- tive a sensação de não ter um pai por anos...parecia que eu era visto como "isso" e não um menino. Mas tudo mudou quando conheci o Banguela...pareceu que tinha ganhado meu pai de volta. E eu sabia melhor do que ninguém que não ter um pai é horrível. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, Banguela voou em direção ao céu.
***
Sai escondida do castelo. O clima lá estava de pura raiva. Meu pai disse que uma boa pessoa havia levado ele pra casa, junto com um cavalo.Mas eu não acreditava que ele podia ter chegado antes de nós... Tinha magia no meio... Mas ele se recusava a acreditar em magia... Isso sem contar que ele tinha amputado a perna e estava jurando matar o Mordù a qualquer custo... Loucura... Quando saí lá fora, encontrei um disco negro e brilhante, do tamanho da palma da minha mão. Olhei abismada para este. O que era aquilo. Uma luz me veio a cabeça e me trouxe a imagem de Banguela, o dragão de Soluço... Aquilo não era um disco... Era uma escama...
— Soluço...
Notas finais
Comentem, é muito importante pra mim...
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