Separados pelo Destino, Reunidos pelo Acaso

8 Capítulo 7: Violação, término e recomeço.


Notas iniciais
Ola para todos que acompanham o/ Demorou mas chegou gente. Tive uma semana agitada na vida pessoal então ficoj complicado escrever, mas consegui terminar. O capítulo pode estar com algums errinhos que escaparam na revisão, já que fiz tudo pelo celular e estou postando por ele por motivos de, estou no meu pai sem notebook. Na parte da Ino eu sugiro que vocês ouçam Till It Happens To You da Lady Gaga. Essa música é linda e fala sobre esse tipo de situação. Mega recomendo. É isso espero que gostem do capítulo. ♥

Assim que chegou em casa bateu a porta com força. O estrondo da batida foi ouvido em todo o imóvel e devido ao susto do barulho, Mikoto Uchiha foi ver do que se tratava. Assim que se deparou com seu filho mais novo encostado na porta com as mãos e o nariz cheios de sangue seus olhos se arregalaram e sua preocupação materna tomou conta.

– Sasuke, meu filho o que aconteceu? — Ela perguntou preocupada enquanto o direcionava até o sofá deixando o garoto sentado. Não obteve resposta. — Vou pegar a caixa de remédios e você vai me contar o que aconteceu.

Ele bufou de raiva, sua vontade era de sumir da face da Terra. Não sabia o que era pior, seu amigo lhe dar um soco, a cara de choro de Sakura ou o olhar desesperado de Hinata, e pior, se ela não tivesse parado Neji, a briga seria mais feia.

Sua mãe retornou pegando água oxigenada e um pouco de algodão, começou a limpar o ferimento.

– Seu nariz não quebra por pouco. Com quem você brigou?
– Ninguém. — Mentiu da melhor maneira que podia tentando ignorar a dor.
– Ninguém não é nome de gente. — Ela não acreditava no filho, obviamente. — Quando quiser conversar sobre isso pode me chamar.

Ela não insistiria e ele gostava disso em sua mãe. Não invadia seu espaço. Ela terminou de limpar, passou remédio e colocou uma gaze no local.

– Obrigado. — Agradeceu e pegou sua mochila subindo para o quarto. Sem dar mais explicações, trancou a porta.

Pendurou a mochila em um gancho preso a parede e depois se largou na cama com a barriga para cima. Seu nariz ainda doía, em um único dia arrumou briga com Hinata, levou uma detenção por isso e no final brigou com Neji. Para ficar melhor, pediu um tempo para Sakura e sabia que isso a deixaria arrasada, mas não podia enganar ninguém, seria pior.

Hinata e Neji estavam bem próximos. Ele estava com uma sensação esquisita, parecia uma azia. Virou para o lado ficando de frente para a parede do quarto e ouviu a sua porta abrir.

– Mãe, eu quero ficar sozinho.
– Não é a mamãe. — A voz grossa de Itachi respondeu.
– Se ela pediu para vir conversar comigo, pode esquecer. — O mais novo retrucou ainda de costas para o irmão.
– Ela não pediu, eu vim por mim mesmo. — O mais velho se aproximou sentando-se na cama. — Eu recebi uma ligação interessante hoje de manhã, da diretora da sua escola. Você brigou com a Hinata? Não pensei que viveria para ver esse dia.
– Incrível como as pessoas pensam errado.

Nossa todo revoltadinho, abaixa as garras Sasuke.

– Para de rebeldia, você não é criança. — Itachi dizia virando Sasuke para ele. — Eu não sei o que está acontecendo, mas seja lá o que for pensa no que está fazendo, cada dia que passa parece que você fica pior e eu não quero ninguém com diagnóstico de depressão nessa casa. Você não é assim, nunca precisou brigar para resolver seus problemas. — Sasuke permaneceu calado, e ele se deu o direito de continuar. — Irmãozinho tolo. Pense bem antes de fazer besteiras. Se não reagiu bem a volta dela e não querem ser amigos tudo bem. Mas não chore de arrependimento depois quando perceber que fez merda. Talvez a maior de sua vida.

Itachi bagunçou os cabelos de Sasuke que permaneceu calado e saiu do quarto. Sasuke ficou alguns segundos olhando para a porta onde seu irmão sumiu, até que por fim ele levantou e foi até à porta trancando-a.

Ficaria naquele quarto somente com sua companhia. Precisava de um tempo.

Cuidado para não pensar demais, Sasuke. Você não tem ideia do que rola nos bastidores.

UM MÊS DEPOIS

A loira caminhava apressada pela rua mal vendo a hora de chegar em casa e jantar a comida de sua mãe. Ficou tempo demais na escola estudando e o caminho para sua casa era deserto. Apesar disso não estava com medo, os fones estavam nos ouvidos tocando alguma música de J-POP, seu estilo musical predileto, as ruas pareciam não a intimidar.

Um vulto passou logo atrás de si, a garota parecia não perceber. Alguns passos depois uma silhueta masculina se tornav visível. Andava calmamente atrás da garota em passos silenciosos, até que eles aumentam a fim de se aproximar dela. Ino mal vira para trás e recebe um soco do homem.

– Ai, seu louco... — Ela gritou as palavras que foram abafadas pela mão do homem em seu rosto.

Ele a imobilizou e foi arrastando-a até o final da rua deserta. À direita havia um pequeno beco e aquele foi o destino final.

Ino trajava o uniforme tradicional do Colégio Sakura. Saia prego ate em cima dos joelhos, a blusa de manga longa, sapatilhas e meias. O homem a devorava com os olhos. O corpo da garota tremia de medo e seu rosto doía por conta do soco que a deixou desnorteada.

– Que linda. — Ele dizia ainda a olhando sem nem ao menos piscar. O olhar perdido e alucinado do homem mostrava que não estava em sua perfeita sanidade.

Ela ameaçou levantar e correr, mas ele a segurou e bateu a cabeça de Ino na parede com força. Ino gritou e assim que o fez o homem voltou a tampar sua boca, puxou sua saia com força até que a rasgou fazendo com que a Yamanaka ficasse sem a peça. Usou um dos pedaços para amarrar a boca da loira, impedindo-a de falar.

Prensou seu corpo contra o dela na parede, a mesma fazia de tudo para empurra-lo para longe em vão, ele era mais forte. Foi removendo as peças de qualquer jeito até que a deixasse apenas com roupas íntimas.

Sentia nojo a cada toque maldoso que ele dava em seu corpo, lutava contra ele com todas as forças que tinha, e o tecido amarrado em sua boca estava apertado e a machucava. Sem paciência com o fato dela lutar, ele bateu com a cabeça de Ino três vezes contra a parede com força, essa por fim desmaiou.

Ele prosseguiu com seu ato sujo, com um sorriso sádico no rosto e olhar desesperado. Um típico tarado mentalmente instável com fetiche clichê em garotas de colegial. Ao final largou o corpo nu da menina no beco e foi embora levando o celular da mesma.

Você não sabe como é, até que aconteça com você.

~~

A última semana tinha sido uma das mais difíceis de todo o processo de recuperação. A abstinência é a pior parte para um alcoólatra do processo de limpeza. Seu comportamento melhorou no hospital, o tratamento já não parecia ser tão ruim e quando começou a colaborar, Tsunade ficou mais carinhosa.

Santa Tsunade, essa mulher deve ser Deus.

– Você melhorou bastante, não parece o mesmo garoto que chegou todo quebrado aqui à um mês atrás. — Ela dizia em mais uma de suas visitas diárias.
– Graças aos meus amigos. Principalmente, Shino. — Ele respondeu com um sorriso.
– Espero que quando sair daqui não tenha nenhuma recaída. Vou te manter internado por mais alguns dias para me certificar disso.
– Espera! Você vai me dar alta? — Os olhos do Inuzuka brilharam com aquela possibilidade.
– Pretendo, mas tudo depende de você.
– Você ouviu cara? Eu devo receber alta em breve. — Ele disse agora se direcionando a pessoa que estava do outro lado do quarto sentado em um pequeno sofá.
– Sim, fico feliz com isso. — Shino respondeu com um sorriso.

Esse hospital virou sua segunda casa não é, Shino?

~~

Já havia passado um mês desde o trágico episódio de Sasuke e Neji na porta da escola, e desde então o Uchiha ainda não havia falado com ela. Quanto tempo mais ela teria que esperar? Aquele mês foi o mais confuso de sua vida, não sabia dizer para as pessoas quando elas perguntavam se estava namorando ou solteira, e aquilo estava lhe dando nos nervos. Karin então, gostava de perguntar todos os dias.

Fechou a porta de seu armário com força e é só pensar na ruiva Uzumaki que ela aparecia. Parece até um jutso de invocação.

– Bom dia minha flor. Como estamos hoje? — Ela perguntou ajeitando os óculos na face e com um sorriso falso no rosto. Falso, mas que conseguia enganar bem os outros.
– Ótima. — Sakura respondeu fria dando sorriso amarelo forçado.
– Não é o que essas olheiras dizem. — Karin insistia no assunto.
– Eu vou falar com Sasuke, e tentar resolver isso de uma vez por todas. — Ela falava enquanto abraçava os livros contra o corpo e andava em direção a sala da primeira aula. — Viu Ino hoje? Estão sempre juntas.
– Não, estranho que ela nem me ligou. — Karin respondeu pensativa enquanto seguia Sakura. — Sou mega a favor de ir falar com Sasuke, e melhor ainda, terminar com ele. Onde já se viu fazer uma mulher esperar tanto?

A Haruno parou e congelou assim que viu a silhueta de Sasuke sentado no fim do corredor do primeiro andar. Ele lia um livro que aquela distância ela não conseguia saber qual era.

Eu estou dizendo para vocês é só falar o nome das pessoas por aqui que elas aparecem. Só falta um sinal de mão e vira um jutso de invocação.

– Vai indo na frente. — Sakura disse para Karin deixando-a para trás. A ruiva deu um pequeno sorriso e permaneceu no corredor observando de longe.

Se cada um cuidasse da própria vida o mundo seria bem melhor, concordam?

– Sasuke, eu posso falar com você? — Ela perguntou receosa, tinha medo que ele recusasse e a evitasse como fez o mês inteiro.

Ele tirou a atenção do livro e subiu o olhar até a rosada. Seus olhos assim como os dela estavam com olheiras. Não pode deixar de achar o garoto parecido com irmão mais velho, com aquelas olheiras Sasuke era a cópia mais nova de Itachi.

– Sente-se. — Seu tom de voz era calmo e ele apontou para o chão ao seu lado direito. Ela sentou, porém não olhava diretamente para ele. — Eu ia falar com você. Precisamos conversar.
– S-Sim...
– Eu me isolei nesse mês não só de você, mas também dos meus amigos e família, menos Itachi porque nem amarrando eu consigo me livrar dele. — Brincou no final e ela deu um pequeno sorriso. O bom humor de Sasuke parecia ter voltado. — Foi bom, eu pude pensar por mim mesmo e clarear minha mente. Você foi uma ótima namorada, gosta de mim desde quando éramos crianças.
– Por que eu não estou gostando do rumo dessa conversa? — Ela falou olhando fixamente para seus pés. Conseguiu sentir o olhar dele sobre si nesse momento, mas era incapaz de retribuir. Do jeito que estava falando parecia que ele ia...
– É melhor a gente terminar. — Pronto era isso que ela estava prevendo. — Eu agradeço tudo que fez por mim, mas eu não sinto mais a mesma coisa. É melhor terminar agora do que adiar e fazer ser pior mais para frente. Estou sendo bem sincero.
– E-Eu enten... — Levantou-se e saiu passando direto por Karin no corredor. A ruiva ficou parada observando Sasuke que deixou algumas coisas de sua mochila se espalharem pelo chão.

A Uzumaki se aproximou e ajudou o moreno a recolher suas coisas, a aula estava perto de começar.

– Pelo visto as coisas entre você e Sakura não foram boas. — Começou tentando obter a resposta que tanto queria.
– Terminamos. — O Uchiha respondeu sem emoção colocando o livro de volta na mochila.
– Sempre achei que ela não fazia muito o seu tipo, acho que você precisa de uma namorada diferente, alguém tipo...
– Tipo você? — Ele perguntou rindo.
– Se acha isso. — Ela respondeu com um sorriso malicioso nos lábios.
– A única coisa que eu acho é que lugar de piranha é no rio. — Colocou a mochila nos ombros e foi pra a sala deixando uma Karin vermelha de raiva como o próprio cabelo.

TURN DOWN FOR WHAT.

~~

O beijo seguia intenso e cheio de desejo. As pernas dela estavam enlaçadas em sua cintura e mantê-la em seu colo segurando-a pela bunda não era ruim, afinal ele adorava bundas. As línguas se entrelaçavam buscando com fervor uma pela outra. Tinham sorte que como a aula estava perto do início os alunos já se dirigiam para as salas, e aquele pequeno pátio no fundo quase não era utilizado.

Separaram-se por falta de ar, nesse momento ele desejava não precisar disso para viver. Não queria soltar a garota nunca mais, aquele mês tinha sido um dos melhores e estava realmente apaixonado, só não sabia como expressar o que sentia em palavras, nunca foi um cara romântico.

– Vamos para a aula, Neji. — Hinata dizia amarrando seu cabelo em um rabo de cavalo alto.
– Não quero ir. — Segurou na mão dela e a puxou de volta até si com delicadeza. — Vamos matar aula. — Sussurrou no ouvido dela mordendo seu lóbulo em seguida. Hinata abriu um pequeno sorriso e mordeu os lábios.
– Não. Eu não quero outra bronca dos meus tios, já bastou o castigo pela detenção. — Hina deu dois tapinhas no ombro do primo como protesto.
– Sabe eu estava pensando e acho que a gente podia levar isso a outro patamar. — Envolveu ela com os braços e uma de suas mãos entrou na blusa da Hyuuga.

Hinata sentiu suas bochechas ficarem quentes com o toque de Neji em sua pele sob a blusa. Estava muito vermelha e sabia onde ele queria chegar, a questão era: estava preparada para isso?

Sexo era algo muito mais intenso que alguns beijos, envolvia muitos sentimentos, e eles eram primos. Gostava da sensação de adrenalina que era estar com ele, mas será que gostava de Neji a ponto de perder sua virgindade?

A mão dele chegou ao seu peito e o apertou de leve por cima do sutiã. Nenhum garoto nunca tinha chegado a esse ponto com ela. A sensação era boa, mas não queria aquilo, não agora. Ela retirou a mão dele de dentro de sua blusa e se afastou.

– Desculpa se te constrangi eu...
– Não acho que devemos, Neji... Não é hora. — Ela tentava se recompor do momento constrangedor e falar com firmeza. — Isso é errado.
– Errado? — Neji perguntou incrédulo. — Então ficar comigo esse tempo também foi errado?
– Não!
– Então não tem sentido, Hinata. Eu entendo que não esteja preparada, mas não diga que é errado. — Neji se aproximava calmamente de Hinata. — É certo demais para mim. — Disse depositando um beijo no pescoço da prima, fazendo-a se arrepiar.
– Só, vamos esperar mais um pouco.
– Tudo bem. — Mas no fundo estava gritando de vontade. Desde que começou a sair com ela não transou com nenhuma outra garota, daqui a pouco iria subir pelas paredes.

Adoro ver a indecisão na cabeça das pessoas.

~~

Sakura não apareceu mais durante todo o dia de aula. Provavelmente pediu uma permissão de saída para os diretores que não lhe negariam, afinal era filha deles.

Queria ter privilégios também. Não tenho moral nem na fila do pão.

Na saída, Sasuke procurava pela outra pessoa com quem precisava conversar e essa era Hinata. Ficou parado no portão esperando ela sair e viu que estava acompanhada de Neji. Ele também ia precisar falar com o amigo, mas no momento não era a hora. Se aproximou dos dois torcendo para que Neji não lhe desse outro soco.

– Terráqueos eu vim em paz. — Ele os cumprimentou fazendo Hinata rir e Neji arquear uma sobrancelha. — Hinata, posso falar com você... À sos.

Neji entendeu o recado e mesmo a contragosto seguiu até o portão deixando os dois sozinhos. Aquilo não passou despercebido pelo Uchiha, mas estava focado demais na conversa com Hinata para se atentar à detalhes importantes do cotidiano.

– Eu primeiro quero te pedir desculpa pela forma como te recebi quando voltou. — Ele começou a falar levando uma das mãos até a nuca meio sem jeito. — Eu fui um babaca, não perguntei sequer o motivo pelo qual foi embora, te julguei por ter partido, enfim eu não pensei. — Ergueu o olhar para encontrar as orbes cinzas da garota. O que achava mais legal em Hinata desde quando crianças eram seus olhos acizentados. — Espero que me perdoe, e te peço humildemente uma chance de recomeçar tudo isso... Eu preciso da minha amiga de volta, claro se você quiser.

Hinata não sabia como reagir, sua boca estava aberta e assim que percebeu isso ela a fechou. Um misto de insegurança, alegria e ansiedade tomava conta do seu corpo.

– Amanhã é sábado, eu te encontro na praça em frente as nossas casas e vamos conversar. — Disse de forma amigável. — Está perdoado.

Sasuke não resistiu e deu um forte abraço na Hyuuga tirando-a do chão. Ele queria fazer aquilo desde quando ela voltou, mas era estupido demais para fazer a coisa certa de imediato.

Definitivamente você é todo errado, Sasuke Uchiha.

– De manhã a gente se encontra lá. — Sasuke tinha um sorriso no rosto e segurava as mãos da agora sua amiga. — Obrigado, Hina.
– De nada. — Ela corou assim que ele a tratou pelo apelido. Não entendia o porque daquela reação. Só sabia que estava muito feliz por eles estarem de bem outra vez.

Não muito longe dali, Sakura assistia a tudo. Interpretou a cena como achou melhor, já que não ouviu o que foi dito. Para ela estava claro, Sasuke terminou porque gostava de Hinata. E ela iria pagar por aquilo.

Cuidado Hinata, parece que acabou de ganhar uma inimiga. Se Sasuke não a fez se arrepender por retornar, Sakura parece estar disposta a fazer.

Nesse momento Karin chegou correndo. Os óculos estavam tortos no rosto e seu cabelo ruivo estava bagunçado, fora a cara de quem viu uma assombração.

– Sakura, não vai acreditar no que fiquei sabendo...
– Pouco importa. — Sakura respondeu ríspida.
– Ino foi estuprada, encontraram o corpo dela no beco aqui perto. Ela está internada.
– O que? — Seus olhos estavam arregalados, não conseguia acreditar no que ouvia.

Existem problemas maiores do que alguém supostamente tentando roubar seu namorado, Sakura.

Notas finais
Perdoem possíveis erros ok? Quero saber o que acharam do que houve com a Ino. Eu pensei em descrever um pouco mais o ato, mas parece que ainda não tenho sanidade para fazer isso sem me abalar psicologicamente. Comentem e façam uma autora muito feliz ♥ Até o próximo capítulo