Notas iniciais
Olá caros amigos. Temos um capítulo narrado por mim. Mas por que um capítulo narrado por você, Cris? Porque eu achei que esse capítulo só ficará bom se eu narrar, por será meio que separado por pais. Mais uma vez eu agradeço a todos que comentam graças a vocês eu ainda não desisti. Yuyu, seu chato, você vai me amar ainda. Eu sei disso. Poderá, entretanto, em meio a minha narração, neste e no próximo capítulo surgir narrações por personagens aleatórios, mas será indicado. PS: Desculpem a demora, mas era a última semana de aula, seguida da semana da formatura e após, semana de vestibular. Logo depois disso eu formatei meu telefone, metade deste capítulo estava lá e eu não me lembrei, ou seja, já Elvis... Mês passado, meus pais se separaram, eu me mudei, e aqui não tem área e nem internet, ou melhor, não tinha até então. Faz pouco que a internet chegou... Boa leitura, povos e povas!

POV Autora

O dia raiou e, enquanto a filha da noite dormia, os guerreiros da profecia levantavam e se encontravam no Coliseu. Um a um eles foram chegando, e quando todos estavam Octavian chegou.

— Delfos não virá mais até vocês, Rachel e Bella. Até esta luta terminar o oráculo se retraíra. — ele disse com a voz cansada. — Cada um de vocês deverá seguir para o templo do seu pai. Lá haverá palavras de força, ideias e presentes a receber. Quando voltarem aqui, Marte os encontrará e os treinará. À tarde descansaram, para a noite lutar.

Porém, antes de saírem, Sam se levantou e falou:

— Eu pensei esta noite e decidi que não quero levar meus Centuriões ao campo de batalha.

— O que? Não, nós vamos! — Cysne gritou e se levantou também.

— Preciso dos meu Centuriões levando esta Legião, lutando pela ordem, pela honra, e acima de tudo, pela sua casa. Eu sinto que se falharmos, o próximo alvo será os acampamentos, nossas casas, e não que deixá-las desprotegidas. — declarou pensativa. — Os Centuriões ficarão e protegeram a sua casa. — ela ordenou.

— Esta missão é dela, esta profecia é dela, quem decide quem irá ou não acompanhá-la é ela. — declarou Octavian em resposta aos olhares temerosos dos Centuriões.

— Vocês são grandes líderes, isto está estampado em seus olhares. — Martin declarou, em pé. — Aqui vocês serão úteis, serão protetores, serão guerreiros fiéis. Eu juro pela minha alma, que nada de ruim irá acontecer à sua Pretoria! — sentenciou erguendo sua espada.

Ainda relutantes, os Centuriões voltaram aos seus postos, ao lado de suas respectivas Coortes. Restavam somente Augusto, Bella, Martin e Yuri para lutarem pela segurança de sua Pretora.

— Esperem! — Octavian gritou, mas não era sua voz. Era Delfos. — Essa garota não pode ir somente com quatro protetores! Chamem Gabriela e Henri da Quarta Coorte.

Tão rápido quanto apareceu, Delfos saiu, mas não deixou Octavian cansado como deixava Bella, que ainda não havia se acostumado com as presenças de Delfos em seu corpo.

Demorou um pouco até que ambos guerreiros chegassem, só então se dividiram em duplas, grupos ou foram sozinhos até os templos de seus pais. Com exceção de Bella e Rachel que ficaram para trás, por uma ordem de Octavian, que apenas acenou com a cabeça para que elas o seguissem.

Apolo

Natanael e Possati andavam lado a lado, mas não trocavam palavras, nem olhares. Subiram degrau a degrau do templo de Apolo Febo. Ao entrarem, o pai os esperava em pé, mas de costas a eles.

— Um dia eu pensei que estaria fadado a ter filhos que não se entendem, mas nunca pensei que mandaria os dois para a mesma guerra, para defender um ao outro, sendo que nenhum dos dois está priorizando este objetivo.

— Pai. — eles disseram em uníssono, e se ajoelharam.

— Levantem-se, vocês não tem muito tempo. — ele disse apressado. — Eu quero que vocês se entendam, que prezem a família! Se não, não lutaram para defender ninguém, mortos.

— Ele trocou sua família por um mísero treinamento romano! — Natanael reclamou, mas Possati nem se importou em retrucar, estava esperando as palavras do pai.

— Ele fez o melhor para ele. Se ele aceitou o acampamento romano e o mesmo o aceitou, ele não fez errado. Oportunidades não nos esperam. E ele não trocou a família, ele a aumentou também. — ele se aproximou os dois irmãos com as mãos em seus ombros. — Se entendam, vocês são irmãos!

— Você não nos trocou? — Natanael perguntou espantado.

— Jamais faria isso. Marte apenas pediu que nos concentrássemos ao máximo no nosso treinamento, o que me afastou da família, tentando gravar as milhares de sequências de luta que ele nos passava todos os dias.

— E gravou? — Natanael perguntou, dando um soco de leve no peito do irmão o fazendo rir. — Você não é muito bom com isso.

— Gravei o essencial. — então os três rirem.

— Aqui meus filhos. — Apolo os estendeu dois arcos dourados, brilhantes, e aljavas prateadas. — Foram forjadas por Hefesto, o que me custou muitas dracmas. Cuidem, utilizem. Elas nunca os decepcionaram.

Em um movimento rápido os irmãos prenderam as aljavas nas costas, posicionaram-se um de costas ao outro, empunhando o arco. A seguir, puxaram uma flecha cada, da aljava do irmão e atiraram.

Hermes — Mercúrio

Meggie andava a passos largos, quase correndo. Aproximou-se sem medo do templo de Mercúrio, mas esperando encontrar Hermes, seu pai grego.

— Senhor Hermes? — ela entrou no templo.

— Um momento, estou fazendo uma ligação. — a resposta veio de um canto mais afastado. — Não, eu já falei que não quero mudar o prazo. Não, então cancele. Ok. — ele desligou o celular e as cobras se enroscaram mais no mesmo.

"Chefe..." Martha sussurrou em sua forma diminuta. "Sua filha está te esperando."

"Ela trouxe ratos?" George praticamente gritou.

Com uma risada baixa, Meggie respondeu.

— Não George, eu não trouxe ratos.

— Meggie, minha filha. — Hermes caminhou até a filha e a abraçou. — Em que você se meteu minha filha? Você sabe que aquele filho de Poseidon não será seu.

— Afrodite e Eros brincaram comigo por muito tempo, mas eu aprendi algo com eles. Se você não é a pessoa certa para fazer a outra feliz, deixe que encontre uma que a faça feliz e proteja a felicidade deles acima de tudo. É isso que eu estou fazendo papai. — ela disse firme. — Estou protegendo a felicidade que eu não consigo dar.

— Ah, minha filha. Que Afrodite veja que ela que te ensinou algo e te abençoe depois dessa batalha. Agora, minha filha, eu vou te dar um presente que irá te ajudar nessa luta.

Ele andou até o altar e pegou um objeto que lembrava muito um estilingue. Voltou até sua filha, colocou o objeto em suas mãos e usou as suas para envolvê-las.

— Minha filha, um estilingue é perfeito para pregar peças sabia? — ela olhou-o confusa. Então ele sussurrou: — Ainda mais se ele se transformar em algo mais que um simples estilingue.

Hefesto — Vulcano

Ricardo, Augusto e Henri seguiam lado a lado atormentados. Um deles era grego e todos sabiam que um deus romano ficava confuso e fora de si quando estava em presença de alguém ou algo grego, o mesmo valendo ao oposto.

Ao chegarem aos pés da escada que levava ao templo do seu pai, eles pararam.

— Vão vocês primeiro. — Ricardo sugeriu.

Assentindo, os irmãos romanos subiram até o templo e encontraram seu pai, manco, ao lado da porta.

— Ricardo! — o deus gritou chamando a atenção do filho que esperava sentado nas escadas. — Suba aqui, agora!

O garoto prontamente subiu as escadas, com a agilidade que tinha adquirido treinando a vida toda.

— Pai, isto não o deixará confuso? — perguntou Augusto.

— Sim, mas temos pouco tempo, então temos que apressar o máximo possível. — quando o último filho chegou, Vulcano cambaleou, se apoiando no ombro de Henri. — Sabem, eu não esperava outros filhos defendendo heróis. Henri, o meu filho guerreiro, que tem um arsenal escondido todo feito por ele com apenas 16 anos. — os outros dois olharam para o irmão que havia ficado vermelho e inclinado a cabeça para baixo. — Ricardo, o meu filho que com 13 anos já matou mais monstros com armadilhas que um filho de Her...cúrio. — ele parou confuso. Citar um deus era difícil quando se estava dividido. — Enfim, e o grande Augusto, que mesmo perdendo alguém, se entregou a luta, se especializou em arco e flecha. Estou orgulhoso de vocês.

Ele completou e sumiu. Era muita confusão para um deus só. Em seu lugar havia três mochilas de tecido de camuflagem. O primeiro e pegar a bolsa foi Augusto, que sorriu ao abri-la.

— Prontos pra lutar?

Deméter – Ceres

Orphelia e Oprah caminhavam lentamente, não se importando com o tempo. Em determinado local elas pararam e recolheram frutas para a deusa da agricultura.

O templo da deusa não possuía degraus e muito menos algum tipo de fundamento. Algumas espigas de trigo cresciam próximas as paredes do templo. Sentada no chão, em um vestido cor de areia, estava a forma grega da deusa.

As garotas correram e se ajoelharam em frente à mãe com um sorriso espalhando as diversas frutas em frente às pernas da mãe. Enquanto as frutas eram suavemente absolvidas pela aura da deusa, um sorriso se espalhava no rosto da mesma.

— Ah, minhas filhas... — A deusa se esticou e envolveu ambas em um abraço. — Nunca esperei ajudar duas filhas minhas em uma guerra. — ela suspirou e soltou as filhas. — Mas, agora, vocês serão guerreiras de Deméter, e eu as ajudarei.

A deusa se levantou, com os pés descalços como os das filhas. Seguiu para o altar onde parou em frente ao altar com suas filhas ao seu lado

— São armas perfeitas para vocês minhas filhas. — ela disse com as mãos em seus ombros enquanto as meninas encaravam as armas. — Mas armaduras não combinam com filhas da agricultura.

Ares – Marte

Yuri e Martin andavam a passos largos enquanto discutiam qual tipo de armadura seria mais adequada para os guerreiros. Nem notaram quando estavam em frente ao seu pai, por estarem tão entretidos em seus argumentos.

Marte até riu quando ambos pararam em sua frente e continuaram a falar.

— Desculpe pai. — disseram os dois aos se ajoelharem.

— Não se preocupem meus filhos. — ele respondeu com um sorriso no rosto. — É bom ver que a euforia ainda está presente. Melhor ainda é ver que meu filho está finalmente bem! — deu um leve soco no ombro de Martin que sorriu envergonhado.

— Sabe como é, quando a loba te leva pelo cangote você começa a pensar em algumas coisas. — ele disse sorrindo, enquanto os outros dois gargalhavam.

— Cada guerreiro foi até seu pai para receber estratégias, armas, armaduras ou o que mais que fosse preciso. — Marte disse sério, após parar de rir. — Mas como filhos da guerra, eu não tenho armas melhores a lhes oferecer além daquelas que vocês já possuem, assim como as armaduras. As estratégias que eu conheço vocês também conhecem, de modo que não resta muito que eu possa oferecer.

— E nós só podemos agradecer por isso, pai. — Yuri disse.

— Entretanto, existe algo mais importante que armas, estratégias e armaduras que será de extrema importância nessa luta. — Marte disse enigmático. — Informações. O inimigo que vocês enfrentaram finalmente libertou o supremo, o astuto e o confiante, porém os mesmos permanecem em repouso, pois o mesmo absorveu muito de suas forças para lhe trazer dois reforços. Ao menos é isso que eles querem que os outros acreditem.

— Então, o real inimigo não é o principal, e sim os dois que chegaram de reforço. — disse Martin um pouco confuso.

— Exatamente. Os monstros se recuperam em uma determinada velocidade ao serem mortos, dependendo do seu poder , porém esses dois receberam algum reforço para se recuperarem mais rápido. A profecia diz: o supremo, o astuto e o confiante o subestimaram. Esses dois monstros os controlaram então foram eles que os subestimaram. O principal está servindo de ligação para eles aqui, e como uma bolsa de energia. Eles ainda não estão cem por cento recuperados.

Poseidon — Netuno

Lucca andava hesitante para o templo pro seu pai, a última vez que o viu, a conversa terminou em uma briga feia e um Tyson confuso arrumando a porta do Chalé 3. Quando se aproximou do templo algo chamou a sua atenção. Uma trilha de água seguiu para os fundos do templo.

Seguindo a trilha, chegou atrás do templo e encontrou um Poseidon com aparência idosa, sentado e encostado na parede.

— Achei que não precisaria assumir essa forma novamente, mas meu poder está ficando fraco. — O deus falou com voz rouca e baixa.

Lucca caminhou até o lado do pai e encostou-se à parede também.

— O que te deixa fraco, pai? — Lucca perguntou.

— O mar parece revoltado. — ele pausou e olhou para o filho — Eu sinto pelo sua mãe, meu filho. — falou em um tom de consolo. — Eu tinha uma grande afeição pela sua mãe.

— Obrigado pai. — Lucca agradeceu cabisbaixo.

— Sua mãe era livre, sabe? — ele comentou parecendo voltar no tempo. — Ela me encantou em uma praia quando ela foi com outros mortais. Enquanto todos sentavam na areia ou se banhavam no mar, sua mãe corria pela orla da praia dando mergulhos às vezes. — soltou um suspiro. — Ela encontrou uma das minhas sereias guerreiras. Ela gritou para a sereia perguntando se a água estava agradável naquela profundidade, mas a sereia se assustou. Sua mãe entrou em pânico quando ela não voltou a superfície. Poderia ter se assustado com a cauda que mergulhou logo após, mas se concentrou no fato de ela não voltar a superfície.

— Ela não deveria ter visto a sereia. — Lucca comentou confuso. — Não como ela era pelo menos.

— Sua mãe nunca te contou, mas ela não era confundida pela névoa. Foi assim que ela reconheceu a sereia.

Ambos se silenciaram por um tempo perdidos em seus pensamentos. enquanto Poseidon se concentrava no quanto se encantou pelo espírito jovem de Abella, Lucca pensava nos momentos bons com a mãe. Então Poseidon retomou a conversa:

— Are...Marte, — ele parou com a confusão. — ele sabe quem está a espera na batalha, mas ele não comenta. Além do mais, eu preciso fazer algo por você antes de tudo isso acontecer.

— O que?

— O medo eles causam, o sofrimento eles levam. — Poseidon mencionou. — É isso que diz a profecia. Essa profecia criou um poder, um vínculo, entre o mar e o submundo. O meu poder fará parte de você, não integro, mas em parte, por esta batalha.

— Eu vou ter o seu poder? — Lucca perguntou espantado.

— Não integro uma parte dela, mas ele não aparecerá se você estiver só. Você precisa se conectar de alguma forma a filha do submundo, meu filho. Precisa da Samantha.

Hades — Plutão

Plutão estava sentado em uma cadeira de ferro quando foi surpreendido por outra filha de Plutão que ele não esperava ver. Samantha conversava animadamente sobre os cães infernais com Gabriela, outra filha sua.

— Pand? — Plutão chamou a filha pelo apelido, espantando ela.

— Como... — Gabriela balbuciou antes de perceber que era seu pai em sua frente, se ajoelhou junto com Samantha.

— Ora, você não acha que eu me esqueça de tomar conhecimento sobre como vocês preferem ser chamadas não é? — ele disse com um sorriso.

Samantha se aproximou do pai e o abraçou com força. Quando Plutão retribuiu o abraço, a menina começou a chorar.

— Sinto muito... — ele sussurrou no ouvido da filha. — Posso lhe garantir que a morte dela não foi em vão.

Quando a garota conseguiu controlar o choro, ela se afastou do pai e deu um sorriso fraco para Gabriela.

— Bom, eu esperava receber somente uma filha, alguma de vocês pode me explicar o que acontece aqui? — ele perguntou, tentando animar a garota.

— Eu, hã... — Samantha começou, mas Gabriela a interrompeu.

— A Pretora sabia que não poderia deixar a Legião sem líderes durante a batalha, então ordenou que os Centuriões permanecessem aqui. Delfos achou que ela precisava de mais guerreiros e então convocou a mim e a um filho de Vulcano, Henri, para suprirmos essa falta.

— Interessante. — Plutão comentou. — Então eu falarei com você, Pand, primeiro e depois eu gostaria que você me deixasse a sós com a Sam, tudo bem? — Gabriela acenou com a cabeça concordando. — Eu poderia te dar armas, mas você fabricou a sua arma. Poderia te dar uma armadura, mas sei que você tem uma de muito estimo. — ele parou por um instante pensando no que dar para a filha. — Acho que sei algo perfeito. Está te esperando lá fora, conheça-o e espere por sua irmã.

Gabriela assentiu, fez um reverência leve, dirigiu um sorriso pequeno para a irmã saiu correndo do templo, mal vendo os degraus a sua frente. Quando chegou ao último degrau, olhou para o que a esperava e gargalhou.

— Obrigada pai! — ela gritou alegre.

— Acho que ela gostou... — Samantha comentou sorrindo. — Por que precisa conversar comigo a sós, pai?

— O medo eles causam, o sofrimento eles levam. — Plutão citou a profecia, assim como Poseidon. — Uma parte de meu poder é seu Sam. A profecia deu essa oportunidade, se você se conectar ao mar de alguma forma. Nunca achei que meu irmão grego pudesse criar algum vínculo comigo, mas a profecia criou.

— Conectar ao mar? — Samantha perguntou confusa.

— De algum modo você deve se conectar com Lucca, fazer o poder fluir para ele, para ele retribuir e o poder dele vir até você. Eu não sei bem o que vai acontecer, Sam, mas quero que você tome cuidado. Isso pode ser perigoso, não há nenhuma história falando disso.

— Eu estou com medo, pai...

Delfos

Octavian conduzia as duas garotas até uma cabana em meio à floresta. As meninas o seguiam, desconfiadas.

— Octavian! Onde você está nos levando? — Gritou Bella.

— Apenas me siga! — ele retrucou.

— Eu não dou mais um passo se você não me disser onde está nos levando. — Rachel falou.

— Você ficou mais teimosa do que eu me lembro! — Octavian se aproximou dela até ficar cara a cara. — Delfos quer falar com vocês a sós.

Virou-se novamente e voltou a andar, agora mais rápido. As garotas voltaram a segui-lo, agora com energia renovada. Começaram a conversar sobre as aparições de Delfos em seus corpos e como aquilo poderia ser desconfortável às vezes.

Quando Octavian parou, ele teve que estender o braço para que as duas não entrassem na cabana.

— Espere ele chamar. — disse entre dentes.

Logo uma fumaça verde começou a passar em meio aos pés deles. Depois que a fumaça parou, a voz velha e rouca de Delfos saiu de dentro da cabana.

— Entrem! — forte, a voz ordenou.

Enquanto as garotas entravam, Octavian se virava e voltava ao Acampamento. Precisava treinar os legionários caso algo desse errado.

— Delfos... — as garotas sussurram quando viram a fumaça tomar uma forma de um mortal.

— Vocês vão nessa guerra como espíritos de vidência. Seus corpos não podem ser prejudicados, pois o Oráculo não pode perder vocês ainda.

— Como assim? — Rachel perguntou.

— Meu espírito protegerá vocês, nenhum dano a vocês será causado. — a fumaça verde começou a rodeá-las. — Vocês perderam amigos, mas não devem se desesperar. Todo o esforço será recompensado, todas as perdas serão valorizadas.

Notas finais
E aí, o que acharam? Então, eu comentei com alguns leitores que eu iria postar dois capítulos, mas estou com uma certa dificuldade de escrever o próximo capítulo. Ele saíra, mas eu não tenho ideia de quando... Mas para compensar, garanto que ele será gigatesco, e, talvez, seja dividido. O epílogo já está meio que programado, e a capa desenhada está em desenvolvimento :3 COMENTEM MEUS KIWIS! 25-01