Notas iniciais
Olá amados, leitores!
Espero que apreciem essa pequena ficção GSR, em homenagem a todas lindas e maravilhosas mamães. Boa leitura!

...

Las Vegas,Nevada. Laboratório de criminalística.

No escritório do supervisor geral: Gilbert Grissom. Encontra-se uma jovem morena, alegre. Com a fala do seu marido.

— Honey, vá descansar. Pois amanhã seu dia será longo. Diz firme.

— Gil, fique tranquilo. Lembra que a equipe precisa d'eu aqui. Sinto-me bem. Diz sorrindo, fazendo seu famoso biquinho.

— Ok, têm razão. Mas amanhã... És interpelado.

— Querido,eu sei vamos comemorar nosso três anos de casados. Diz maliciosa.

Alguém bate na porta. O supervisor geral, permiti a entrada.

— Olá, Sara. Gil, deixou ficar nesse estado? Indaga sério.

— Jim, com todo respeito. Eu estou grávida. Não doente. Diz indignada.

— Desculpe-me as vezes esqueço, que falamos de Sara Sidle... Gil interrompe-o.

— Jim, os casos! Exclama Gil, parando a fala desenfreada de seu velho amigo e esposa.

— Eu estarei no caso: Alencar. Verbaliza e lhe entregar duas pastas pardas.

— Sara, vá com Brass. Moça morta, aparentemente é suicídio. Diz firme.

— Vou pegar, meu kit. Brass lhe encontro na recepção. Diz retirando-se.

— Gil, você melhor que a equipe. Conhece a Sara... Tentar ser persuasivo.

— Jim, está tudo bem. Com ela e com a Aycha- refere sua filha-. Jamais deixaria minha mulher em risco. Diz impaciente com seu amigo de longa data.

— Quem fará dupla com ela? Questiona mudando de assunto.

— Eu. Nem olha-me desse jeito. Só vou acompanha-la,nada de vida pessoal, relacionado ao nosso trabalho. Diz sério.

Jim retirar-se pois sabe que a morena é impaciente.

Observa Sara pensativa no banco da recepção.

— Está bem? Pergunta preocupado.

— Será que serei uma boa, mãe? Questiona confusa.

— Querida, fique em paz. Você é sempre a melhor no que faz. Com sua filha,não será diferente. Vamos? Verbaliza Brass.

— Vamos. Obrigada, pelas palavras de incentivo. Diz é levantar-se.
...
Chegando a uma casa padrão na parte metropolitana da cidade.
Sara passa a faixa amarela. Com seu kit. Devido já está de 18 semanas, a morena usa um colete personalizado que seus colegas/ amigos lhe deram de trabalho. Com sobrenome: Grissom.

Ao adentrar sentir um cheiro de ferro no ar. E vê um corpo de uma jovem morena no chão. Com uma arma em mãos. Começar a bate fotos. E ensacar as evidências. David retirar o corpo.

Após quase uma hora processando a cena do crime. Escuta um gemido. E vai em direção com uma arma em punho. E encontra um quarto de bebê. A criança parece está bem. Bate fotos, e começar pegar as evidências.
No berço. Porém senti um sentimento inexplicável pelo recém nascido.

—Mama. Diz o bebê, a olhando. Devido não ter resposta começa a chorar. A morena no ápice, do desespero. Pegar a criança. E sentir uma vontade imensurável de protege-lo.

Com seus cabelos castanhos claros, olhos azuis brilhando querendo atenção. Pele clara, em seu macacão verde.

— Você é lindo. Como alguém pode não querer uma criança, tão fofa. Fala para si mesma.

E começa a ninar a criança recém encontrada. Uma moça, entra acompanhada de Brass.

Jim, assusta-se com a morena segurando um bebê, protegendo.

— Sra Grissom, vou levar o bebê. Diz séria, e tentar tomar a criança da morena.

— Não. Eu levo. Ninguém tocará nessa criança além d'eu. Diz impaciente.

— Mas... Questiona a conselheira.

— Sra Andrews, vou leva-lo. Dou minha palavra. Diz percebendo que o bebê, dormiu novamente.

Gil que entrou e observou a conversa de sua esposa.
Afirma a conselheira tutelar.

— Sara, não se apegue,a essa criança. Ela têm família...

— Julgar pela casa. Não vejo fotos de familiares. E pelo esse bebê lindo. Ela não iria tirar a própria vida. Diz séria saindo.

Gil acompanha.

— Honey- acaricia sua face- nada de precipitação. Daqui a pouco,eu chego no laboratório. Faça todos exames na criança.

— Até breve. E lhe dar um beijo rápido.
Quando vai repreender a ação da esposa. Percebe que um rapaz não tira os olhos deles.

Homem de olhos castanhos, estatura mediana, vestido como um vocalista de banda de rock. Cabelo loiro arrepiado.

Espera a morena dar partida.

E vai chamar Brass. Para interroga o suspeito.

— Já falei com ele. Chama-se Arthuro Figueiredo. Ele disse que estava numa boate. E quando aproximou-se, ouviu um tiro. Diz sério.

...
No laboratório, após fazer os exames geral. No bebê. Sara deita-o no sofá. Pois caiu no sono. Outra vez.

Hodges entrar com respostas para morena.
Que em momento nenhum tira os olhos da criança.

— Sara, está escutando? Diz impaciente.

— Hodges, estou. Pode falar...

— Sara,eu fiz o teste de DNA na criança. E, acho que algo estar errado. Diz tendo a atenção da morena.

— Por que, diz isso? Questiona encarando-o.

Entrega uma pasta parda para morena.

— Não pode ser. Hodges, é brincadeira de mau gosto. Diz levantando-se assustada.

... TO BE CONTINUED

Notas finais
O que achou até aqui?
Tenham um ótimo dia das mães!