Eu queria tanto escrever um poema.

Um poema que expressasse os meus sentimentos;

Sentimentos por alguém que nunca veio e nunca partiu;

Mas que vive em meu coração.

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Um poema que falasse dos meus momentos.

Momentos que nunca vivi,

Mas que outrora sonhei;

Momentos que talvez eu nunca viva,

A não ser de olhos fechados

Com a cabeça recostada no travesseiro.

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Um poema que refletisse meus pensamentos.

Pensamentos que vão além do possível;

Pensamentos secretos, ocultos, indecifráveis;

Pensamentos que ultrapassam as fronteiras da realidade e da fantasia.

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Eu queria escrever um poema

Que revelasse ao mundo os meus sonhos.

Meus sonhos de menina;

Meus sonhos de mulher;

Meus sonhos com fitas azuis;

Meus sonhos com alguém que nem mesmo sem quem é.

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Um poema que revelasse a todos os meus medos.

Medo de adormecer e não sonhar;

De acordar de um sonho lindo,

Mas não do pesadelo;

Medo de nunca poder agradecer

Os sonhos que me deste,

A magia que me ensinas-te.

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Um poema que revelasse ao mundo os meus pesadelos.

Pesadelos com ventos fortes e chuva gelada;

Pesadelos com noites escuras,

Sem lua, sem estrelas,

Só o negro céu, vazio e infinito.

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Eu queria muito escrever um poema.

Um poema que gritasse aos quatro cantos do mundo

O meu infinito amor,

Sincero e fiel

Por Deus, pela vida,

... Por ti!