Notas iniciais
Esse poema foi inspirado numa música de mesmo nome, do jogo Cytus.


Vossa força de vontade já não levará nada a algum lugar... Será?



Em termos de razão que surgem
No meio da apatia etérea
E aparência eterna
Em meio aos sangues fluem
Aquele coração nada sério
E a figura que deixou de ser paterna



Faz dos tolos inteligentes naquela dança e naquela música



Louvai!
Por campos coloridos e belos
Tragas os grãos da determinação
Cultivados nas terras dos castelos
A burguesia nada em vão
Judiada com fortes martelos
Esculpindo resistência no brasão
Faz dos nobres a marca do barão



Interliga todo aquele paradoxo e então brota algum raciocínio



Nas notas mais calmas vêm
Aquelas mensagem que escondidas não se veem
Nas regras que eles têm
Retira o acento do livro que eles leem
A reforma surge
Sentimentos ascendem
O ponto de ebulição é determinado



E então escorrem-se os glóbulos vermelhos diante do luar



A modernidade na planície é nostálgica
Traz-me aquela inspiração mágica
Aquele violoncelo me entende
Aquela melodia me surpreende
Dispersarei! Descontente, não
Em meio ao pulsante meu maior furacão



Aquela palavra desconhecida, usamos então rústica



Ao ultimato que se aproxima
Sem ritmo deverás ficar
O fim das palavras estranhas
É o mais difícil de se fazer



E terá a razão, algum patrocínio? Ou algum fará?

Notas finais
That is it. Pardon pela formatação bagunçada, mas eu não podia imaginar o poema de outra maneira.