Notas iniciais
Vou tentar começar a escrever um poema por dia por 365 dias Se eu falhar a culpa é minha q Poema inspirado numa personagem duma história minha


Culto
Vulto
Culto
Insulto
Par'aquela barganha
Já não há mais a manha


Corte os olhos e esteja a sonhar


Diga-me, o mundo
Me diga, moribundo
Tão pálido no escuro
Que ilumina o futuro
Como é a vida
Num lugar tão imaturo?


De sangue são os óleos
Gosta tanto de queimar


Arranca, assunto
Arranha, profundo
Rompe as mágoas
Liga as falácias
Rasga a garganta
Enlouquece e canta


O firmamento há de beneficiar somente a um
O firmamento há de causar dor no ser comum


Arranca, assunto
Arranha, profundo
Rompe as mágoas
Liga as falácias
Rasga a garganta
Enlouquece e canta


O firmamento há de beneficiar somente a um
O firmamento há de causar dor no ser comum