Senpai, Você É Incrível
12 Forno
Notas iniciais
Porque estava tão quente? Porque o quarto de Yukio parecia um forno a 150°C? Porque, meu Deus, parecia que meu corpo estava pegando fogo por inteiro? Eu sentia que estava suando, mas o calor não diminuia um pouco sequer. O suor de Kasamatsu também pingava em mim, mas também era quente. Falando nisso, porque ele estava tão quente também? Parecíamos os dois com febre.
Tá certo que nenhum tipo de toque se compara a isso. Nenhum. Era bom, ardente. Mas nada se equivalia ao som rouco que saía do fundo da garganta do garoto que estava com a boca grudada na minha. Eu também produzia um gemido rouco, que parecia deixar Yukio louco. Ou mais do que ele já estava.
Kasamatsu's Point of View
Desabotoei minhas calças com um pouco de dificuldade, não conseguia tirar os olhos dos peitos de Rin. É claro que eu já tinha visto peitos antes, mas porque esses me prendiam tanto? Eles eram tão... grandes, redondos, rosados... Deliciosos.
Ela arrancou a calça, revelando a calcinha preta de renda. Eu nunca soube que ela era tão sexy assim. Meu Deus, ela era tão gostosa e provocadora. Afundei minha cabeça no pescoço dela, sentindo o cheiro doce dela. Rin se prendeu no meu pescoço, apertando as pernas nas minhas costas. Eu queria logo arrancar o resto das roupas de uma vez, não estava mais aguentando tanto tesão sem ação, mas eu tinha que ir devagar, por ela.
Mas Rin parecia tão desesperada quanto eu. Ela abaixou minha cueca enquanto eu abaixava sua calcinha, já apalpando a gaveta na mesa de cabeceira. Rin estava muito agitada embaixo de mim.
–Calma, Rin. Calma, eu preciso...
–Põe logo então, Yukio. Rápido. — ela ofegou.
Pelo visto ela estava muito excitada. Posso dizer o mesmo referente a mim. Minhas mãos tremiam um pouco, e quase não consegui colocar a camisinha direito. Por sorte, deu tudo certo.
Antes de continuar, dei mais uma olhada nela. Seus olhos pegavam fogo, ela respirava pela boca rapidamente, então balançou a cabeça e fechou os olhos.
E, bom, eu fui.
Primeiro, a barreira. Parecia que eu estava travado no meio do caminho. Rin mordeu os lábios com força, tentando dar golfadas de ar. Se ela continuasse tão nervosa assim, seria um problema. Dei uma série de beijos em sua orelha, fazendo-a rir um pouquinho. Ela puxou meus cabelos quando finalmente consegui. Perdi o ar ao ouvir o som que ela fez.
–Você está bem? — perguntei baixinho.
–Aham. Claro que sim — ela sorriu pra mim.
A capitã de Seirin estava me matando lenta e dolorosamente.
Começamos a transar de verdade uns minutos depois. Rin parecia estar gostando, tanto quanto eu. Ela era tão... apertadinha. Eu gostava disso, gostava muito. Eu estava morrendo de tesão. Não conseguia desgrudar minha boca da dela um segundo. Comecei a ir mais fundo e mais forte, mordendo os peitos dela enquanto a garota com certeza deixava algumas marcas no meu pescoço e arranhões nas minhas costas.
Trocamos de posição. Agora, eu estava sentado e ela em cima. Apertava a cintura dela com força enquanto a ouvia me chamar sem parar. Rin tinha noção do quanto isso era enlouquecedor? Acho que não. Mas melhor assim, pois eu também a chamava em um tom até que alto demais. Ela pulava em cima de mim. O cheiro dela estava impregnado na minha cama.
Uma hora, Rin parou. Ela começou a tremer dos pés a cabeça e suspirar sem parar. Prendeu a respiração e afundou a cabeça no meu pescoço. Logo agora que eu já sentia a sensação quente chegando?
–Yukio... Yukio... — ela exclamava, olhando ao redor.
Deitei a garota de volta na cama, e continuei. Meu pinto já latejava e eu estava quase lá... A sensação desceu da barriga em um jato, indo parar direto no espaço reservado na frente da camisinha. Soltei um gemido rouco, fechando os olhos com força e sentindo as unhas de Rin afundarem na minha pele ao me comprimir contra ela.
–Yukio? — ela chamou.
–Oi — saiu meio engasgado porque estava curtindo a sensação pós-gozo.
Ela ficou em silêncio, então olhei para ela. Seu rosto estava vermelho e molhado de suor, o cabelo estava desarrumado e ela tinha um sorrisinho feliz na cara. Lambi os lábios.
–Você tá tão sexy, Kasamatsu-senpai.
–Eu que o digo, Rin-chan. — analisei o rosto dela por mais um tempo — Foi bom?
–Foi mais que bom; foi ótimo, perfeito, maravilhoso. Se soubesse que sexo assim teria começado antes, com certeza.
Joguei-me na cama ao lado dela, tirando logo a camisinha e dando um nó na ponta. Joguei para dentro do banheiro.
–Depende com quem você faz, né.
–Vamos de novo? — ela perguntou, apoiando-se em cima de mim.
–Mas já? — ri um pouquinho — Agora não, estou cansado. Vamos comer alguma coisa e quem sabe depois.
–Seu chato.
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