Senhora Platinium - Ligação Das Três
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Notas iniciais
Passado(na Inglaterra)
Os preparativos para receber a corte francesa estavam terminados.
— E você meu filho, você mandou polir a tiara? – pergunta o rei à Henrique VI da Inglaterra.
— Sim, a tiara de Bigengland já está polida e permanece no cofre real. – respondeu Henrique VI ao seu pai o rei Henrique V.
— Muito bom meu filho, essa tiara é muito importante no jogo político entre a Inglaterra e a França. O diamante que está no meio dela, é o único no mundo, é raríssimo, dizem que foi encontrado em terras africanas, outros dizem que foi em um lugar perto daqui. Quando você entregar a tiara para Iolanda, filha mais velha de Carlos VII de França, vários territórios da França serão da Inglaterra. – disse o rei.
— Vossa Majestade os franceses chegaram. – disse um dos guardas do rei.
— Então coloque eles em seus aposentos, e semana que vem será o dia do grande baile. – disse o rei.
Depois do que o rei falou, todos saíram do trono e então se passou um dia. Iolanda estava no jardim com suas donzelas então Henrique VI foi se apresentar a ela.
— Olá eu so... – o príncipe tenta falar mas é interrompido por Iolanda.
— Servo eu quero que você pegue aquela rosa que está logo ali. – fala Iolanda.
Desolado Henrique VI resolveu por pegar a rosa, e entregou à Iolanda, e logo após resolveu sair.
Se passaram algumas horas, era de tarde, Iolanda estava saindo da biblioteca quando se esbarrou em Henrique VI.
— Ah, você está aqui servo? Como devo chama-lo? – pergunta Iolanda.
— Você se lembra de mim? Meu nome é Hen...zo, meu nome é Enzo.- disse Henrique preferindo não revelar sua identidade.
— Bom Enzo, você poderia me acompanhar até ao terraço do castelo? Gostaria muito de ver a cidade de lá. – pergunta Iolanda.
— Claro vossa alteza, eu te levo até lá.
Henrique VI e Iolanda foram até ao terraço, eles conversavam bastante sobre todos os assuntos possíveis, os dois pareciam que estavam se apaixonando. Dias se passaram e os dois se aproximaram ainda mais
Presente(em Golmud, na província de Qinghai, China)
Chaya, Nina e Alexander tinham saído de Keroim Gagçi e decidiram procurar primeiro a tiara de Bigengland, Nina estava lendo um livro á respeito deste objeto e encontrou uma pista.
— Aos comerciantes chineses. Essa foi uma anotação que eu achei do homem que roubou a tiara que que possivelmente poderia ter vendido aos chineses. – fala Nina
— Aos chineses? Isso quer dizer que vamos para a China?. – pergunta Alec
— Meu pai quer esses objetos de qualquer maneira, então iremos seguir qualquer pista, que leve a estes objetos, nem que leve uma década. – fala Chaya
Pegando suas armas, várias roupas, comida, jóias e dinheiro, colocou em um jumento, partiram para a China. Preferiram seguir pelas montanhas, como são treinados para todas as situações, conseguiram passar pelo Tibete, faltava alguns quilômetros para chegar a cidade de Golmud, foi quando avistaram uma garota japonesa sozinha em volta de uma fogueira.
— Quem será que é aquela garota? Ela está com roupas nobres do Japão, o que uma moça delicada demais anda fazendo sozinha em um lugar desses? – pergunta Alec já indo na direção dela
— Não Alec espera. – grita Chaya
Alec se aproximou da garota, e a garota logo pega sua katana e aponta para ele.
— Quem é você? Vai embora. – fala a garota japonesa
— Calma donzela, meu nome é Alec, e sou um aventureiro da Rússia. – responde Alec e logo Chaya e Nina chegaram
— Olá meu irmão não queria te assustar, ele é assim, gosta de proteger donzelas. – fala Nina
— Eu não sou nenhuma donzela, fui treinada desde criança pelo meu pai as artes de defesa, karatê e jiu-jitsu, e meu nome é Izumi, Ichida Izumi. – fala Izumi abaixando sua katana
— Meu nome é Chaya, sou inglesa, e essa é Nina, irmã do Alec. É que uma garota japonesa vestida em trajes nobres em um lugar propenso a perigos não é fácil de encontrar. O que você faz em um lugar assim – pergunta Chaya
— Estou procurando meu irmão Takachi que sumiu há vários meses. Ele estava devendo para alguns chineses que moram em Ürümqi, na Rota da Seda, talvez foi levado para lá, ele é um bom lutador, mais não prestou muito atenção nas aulas como eu. E vocês o que fazem aqui? – pergunta Izumi para Alec, Chaya e Nina
— Estamos em busca de um objeto mítico, ou apenas aventuras. – responde Alec.
— Se seu irmão foi levado para Ürümqi, na região de Xinjiang, eles podem fazer seu irmão trabalhar quase como um escravo lá, ou até ser vendido como um. – fala Chaya.
— Vocês acham que eu não conheço um guerreiro quando vejo um ainda mais quando vem de direção do Tibete? Uma inglesa e dois russos, eu leio muitos livros, e já li um sobre organizações secretas do mundo, e existe uma bem entre as cordilheiras do Himalaia. – fala Izumi.
Chaya, Nina e Alec ficaram espantados. Eles sabiam que teriam que se livrar da garota, pois ninguém pode saber quem eles são. Nina pegou sua espada e partiu para cima de Izumi. Izumi tabém logo puxou sua katana para se defender, e numa intensa luta, Izumi corta a espada de Nina, sobrando só o cabo.
— Quem vocês pensam que são para me enfrentar? – pergunta Izumi.
— Caramba, você luta muito bem. É que não podemos deixar ninguém saber quem somos nós, somos parte de uma organização secreta de guerreiros altamente treinados, chamado de Legendários, e você acabou de derrotar Nina. – diz Chaya.
— Eu não tenho interesse em contar para todo mundo que encontrei legendários, eu sei guardar segredo. – diz Izumi.
— Você provou ser uma ótima lutadora, e como você sabe guardar segredos sua vida será poupada, mas se soubermos que você contou para alguém, eu mesmo irei caça-la até onde você estiver.- diz Alec.
Depois de uma longa conversa eles concordaram em se juntar e cada um se ajudar no caminho.
Presente(Perto da fronteira com a Ásia)
William seguia viagem e se aventurando pela Europa, então decidiu entrar em uma caravana que ia rumo a Turquia.
A vida estava sem graça, a mesma coisa de sempre, talvez fugindo de reis, ajudando a derrubar ditaduras ou encontrando objetos raros, fosse uma grande aventura. – pensava William
William havia chegado à cidade Istambul, ele nunca havia ido tão longe, e nem sabia por onde começar, talvez ficasse ali mesmo ou talvez iria mais longe ainda. Como tinha pouco dinheiro, resolveu dormir em uma pousada. A pousada mais parecia um palácio, William nunca havia visto algo assim, na Inglaterra um quarto com o preço que ele pagava na pousada era mais parecido com uma caverna, mas o quarto da pousada em Istambul, parecia ser quarto de rei.
William deitou na cama e logo caiu no sono e sonhou:
Uma donzela muito linda estava em um jardim florido, ela estava feliz cantava e dançava, chegando mais perto ela se assustou comigo e tropeçou em uma pedra, mais quando ela ia cair no chão eu consegui segura-la.
— Calma, calma, eu não vou te fazer mal, só estava olhado, e como sua voz é linda. – disse eu.
— Você não deveria estar aqui, ele pode estar vindo. – falou ela logo se assustando. Via o medo em seus olhos.
— Quem está vindo? — perguntei.
— O....
Logo o sonho acabou.
William foi despertado de seu sonho, pois já era de manhã, então resolveu anotar tudo em seu diário. Ele ficou encantado com a garota de seu sonho, mas nunca tinha visto ela na vida, e nem sabia onde encontra-la, então pensou que se ficasse naquela cidade talvez nunca ia encontra-la, foi então que resolveu partir e ir para a Ásia. Depois de se vestir e alimentar-se, encontrou uma caravana e embarcou rumo a Ásia.
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