Senhor Egoísta.

2 The almond eyes found me


Notas iniciais
Aqui está o 2 capítulo :)

“Sue”.

“Ajude-me.”

“Sue? "

– "O QUÊ?" — Eu rosnei, virando e piscando para o rosto de minha companheira de quarto. Ela estava ali, toda felize e pronta para o dia para começar. Seus olhos alinhados e lábios fortemente cobertos de seus habitual gloss cor de rosa, ela segurava uma caneca de café quente de amortecimento entre os dedos bem cuidados. Apertei os olhos, dirigirindo o olhar para o relógio que estava em minha estante."

– "Que porra é essa, Lia? São seis e meia." — Voltei à minha posição original e puxei meu edredom sobre a minha cabeça.

– “Eu sei, mas...”

– "Eu não me importo “ — Eu bati debaixo do meu edredom. "Deixe-me dormir, é sábado. POR FAVOR!.”

Ouvi-a suspirar e tomar gole de seu café. — "Há alguém aqui querendo falar com você."

Eu olhei para ela debaixo do meu edredom. — "Quem?"

Ela tomou outro gole de seu café, — "Um cara, ele está aqui para você."

– "O que você está falando? São seis e meia."

– "Ele encontrou sua carteira ou algo assim". — Ela murmurou e um sorriso lento roçou seus lábios. — “E cara, ele é muito gostoso. "

– "Minha carteira?"- Repeti. De repente eu estava acordada.

– "Ele está sentado na outra sala e ele quer falar com você."

– "Aguarde .." eu peguei meu edredom, deixando-o emaranhado na beira da minha cama, balançando as pernas para o lado da cama rapidamente. "Um momento .."

Ela perfurou seus olhos azuls no meu castanho chocolate, com o cabelo loiro brilhante brilhando sob a luz fraca do sol que vinha das cortinas da minha janela. — "Você pode querer pentear o cabelo ou algo assim" — Ela sugeriu. — "Como eu disse, ele é muito quente."

– "Eu não me importo, é seis e meia o seu normal é estar feio neste momento do dia" — Eu rebati, levantando-me e alongando. Uma velha camisa de grande dimensão cobria um par de calções rosa no meu corpo.

– "Você deve” — Eu balancei minha cabeça, colocando o meu cabelo em um coque bagunçado. — “De qualquer maneira, eu vou lhe fazer companhia. Por favor, faça-se apresentável! Você pode fazer isso?“

Revirei os olhos enquanto ela saía do meu quarto, fechando a porta suavemente atrás dela. Lia era tão diferente de mim, eu á conheci alguns anos atrás e ela era a típica garota perfeita. Sempre usava as melhores roupas que mostravam o seu corpo esbelto, pele pálida e tinha maquiagem definindo o rosto da boneca de porcelana.

Olhei para mim mesmo no espelho e gemi. Eu tinha manchas negras sob os olhos, eu havia esquecido de tirar minha mascara de cílios de modo que o preto era notável por toda extensão de meu olho. Eu verifiquei-me novamente. Eu olhei, tudo bem.

Quando entrei na sala de estar, eu podia ouvir Lia soltar borbulhantes risos no ar. Ele deve ser atraente, porque eu podia ouvi-la trabalhando em seu charme. Eu não dei a mínima para sua aparência, tudo que eu queria era a minha volta carteira. Tinha feito apenas dois dias em que eu cancelei meu cartão, mas minha carteira foi dada a mim por meus avós. Lia a chamou de feia quando eu mostrei para ela, e realmente era um pouco feia em comparação com sua carteira da Louis Vuitton.

– “Ah, é mesmo? Isso é tão adorável. Eu gostaria de poder cantar!" — Mais risos.

Esfreguei meus olhos enquanto eu caminhava em direção ao sofá, sentando ao lado de Lia. Ela tinha as pernas cruzadas sorrindo para a figura sentada na cadeira preta. Ela olhou para o lado quando me viu sentada, os olhos rolando por cima do meu corpo com um olhar de desaprovação.

– "Sue.." — Ela murmurou, seus olhos travando meu, me implorando para mudar. – “Este é...Zayn.

Eu passei meus braços em torno de minhas pernas e olhei para cima, para dar uma olhada na cara. Eu desejaria nãoter feito isso. Seu corpo levemente bronzeada estava coberto por um par de tênis bege, um casaco preto cobria até a altura da cintura, assim deixando aparecer sua calça jens e também usava um gorro preto que cobria seu cabelo preto. A que beleza, o caro maluco da Ásia que eu tinha conhecido há dois dias estava sentado no meu sofá conversando com minha colega de quarto.

“Por quê?”

Ele olhou para mim, lançou um sorriso puxando o canto de seus lábios cheios. Seus olhos presos nos meus e eu sabia que eu estava ferrada. Engoli seco e respirei lentamente.

– “Oi'” — Disse ele com seu sotaque britânico.

– “Oi” — respondi secamente.

Seu braço se levantou de sua posição em seu colo e, entre seus longos dedos estavam a minha carteira. Acenou-lha na frente de meu rosto, quase zombateiramente. — "Eu a encontrei em um beco. Lugar estranho para deixar uma carteira, você não acha? "

– “Eu...”

– "Por que você estava em um beco?" — Lia perguntou, franzindo um pouco a testa.

– "Eu.. Eu vou te dizer mais tarde "- Eu disse rapidamente.

– “Tudo bem” — O cara de cabelo preto, Zayn nos interrompeu. — "Às vezes as coisas acontecem da maneira que fazem."

Lia franziu a testa e olhou para ele com um sorriso tímido. — "Por que você estava em um beco?

– "Meu carro estava estacionado no estacionamento" — Respondeu ele, com os olhos de bloqueio nos meus. — "Parece que alguém o danificou enquanto eu estava jantando.

– “Sério?”' — Leoni engasgou. Eu senti vontade de vomitar. Zayn não quebrou o contato visual.

– "Sim, é uma vergonha"- Ele suspirou. — "As pessoas são tão imprudentes."

Eu passei à frente em seguida. — "Bem ..." — Limpei a garganta gentilmente, e desconfortavelmente. – “Obrigado por devolvê-la."

Ele estendeu-a para mim e me movi para frente, tentando evitar a sensação de queimação que eu sentia em meu peito enquanto eu sabia que seus olhos malditos estavam em mim. Peguei-a retirando rapidamente, segurando a carteira com tanta força que eu sabia que meus dedos estavam ficando brancos.

– "Sue, Zayn é um cantor" — Lia disse de repente, sorrindo para ele. — "Isso não é ótimo?"

– “Sim, ótimo." — Eu murmurei, tirando um fio de cabelo fora dos meus olhos. Olhei para ela. — “Lia, por que não oferece a ele algo para beber?"

– "O quê? Oh Deus, eu sou tão rude " — Ela bufou, levantando-se.

– “Você tem sede? Temos um pouco de café... ou suco de laranja, se você preferir."

Zayn sorriu calorosamente para ela. – “Café seria ótimo.”

– “Ok” — Ela balançou a cabeça com um sorriso. — "Você quer um pouco de leite nele? Açúcar?

Zayn balançou a cabeça, seus cabelos negros que se deslocaram em movimento. — "Não! Eu bebo meu café preto.” — Ele me olhou por um momento. — "Eu gosto da amargura."

– "Um café preto chegando" — Ela se levantou de repente e piscou para ele antes de fazer o seu caminho para a cozinha, balançando os quadris deliberadamente a cada passo. Quando ela desapareceu, fiquei em silêncio desconfortável com o homem que eu tinha ameaçado a partir de noites atrás. Agora realmente.... fudeu tudo.

– "Você é inteligente" — Eu comentei secamente, cruzando os braços levemente contra meu peito. — "Agindo como se você não me conhecesse. Chegando ao meu apartamento tão cedo. "

– "Bem, é claro" — Ele falou lentamente. — "Eu queria ver a beleza que você está na parte da manhã."

– "Ah, foda-se.“ — Eu rebati, franzindo a testa para ele. Ele soltou uma risada curta para isso.

– "Olhe" — Ele bateu os dedos contra o braço da cadeira. — "Isto pode ser de uma ou duas maneiras. Você pode ser compatível ao meu pedido, ou eu posso chamar as autoridades assim que eu sair daqui " — Ele encolheu os ombros, sorrindo maldosamente para mim. — "A escolha é sua. '

– "Chamar as autoridades para o que, exatamente?"

– "Sua decisão de vandalizar o meu carro e correr."

Revirei os olhos — 'Você é dramático. Mas o que quer ...” — Suspirei pesadamente e encontrei o seu olhar castanho. — "O que é que você quer? ”

– "Eu não acho que é apropriado falar sobre isso aqui." — Ele disse.

– "Então eu quero que você me encontre num café às seis à noite."

– "Um café?" — Eu ri secamente, balançando a cabeça. — "Você percebe que isso é Nova York? Que existem centenas de cafés por aqui?

Ele sorriu – “Sim, eu percebo isso." — Ele parou e apontou para a minha carteira. — "Eu coloquei o endereço nela, a menos que você esteja desafiando as autoridades, você não deve ter qualquer problema de encontrá-la."

– Então eu vou me encontrar com você ... O quê? Para discussão?

Ele sorriu. – “Negociar.”

– "E se eu não for?"

Ele suspirou. — "Você é estúpida? Não fui eu que lhe disse qual eram suas opções?"

– "Seja como for" — eu comentei, lembrando a sua ameaça de chamar a polícia. Eu mudei de um pé para o outro, sentindo raiva cursar através de minhas veias. Depois de um momento, eu suspirava e gemia baixinho. — "Ótimo. Seja como for.".

Naquele momento Lia veio saltitando e balançando os quadris ainda, com uma caneca de café fumegante quente. Ela entregou-lhe a caneca, fazendo uma cara como quem já havia tomado um longo gole dela. — "Eu não sei como você bebe essa coisa preta, é tão forte."

Ele lambeu os lábios e suspirou pesadamente após a caneta deixar seus lábios. — "Hum, eu gosto dele forte." — Ele piscou para ela. — "Mas eu acho que eu tenho que ir."

– "Ah, tão cedo?" — Lia franziu a testa. — "Mas você acabou de chegar aqui."

– "Eu peço desculpas." — Ele disse, tomando outro gole e colocando a caneca sobre a mesa. — "Eu tenho um longo caminho à frente de mim." — Ele disse isso olhando para mim e eu senti a raiva crescer dentro de mim.”

– "É... bom, pelo menos deixe-me levá-lo até a porta." — Lia sorriu.

– "Claro." — Ele olhou para mim e piscou maliciosamente antes de andar com Lia até a porta. Eu desmaiei na poltrona e olhei por cima do meu ombro, fervendo com a visão de Lia com um pedaço de papel dobrado na mão. Claro que ela ia dar-lhe o seu número. Claro que ela faria. Ele pegou e sorriu para ela antes de me dar uma última olhada longa e desaparecendo. Lia veio deslizando de volta para a sala, com um sorriso bobo estampado em seu lindo rosto.

– "Oh, uau" — Ela suspirou, apertando a mão ao peito. — "Oh, uau, ele era lindo."

– "Eu não penso assim" — eu disse.

– "Você está brincando" — riu ela. — "Você viu seu rosto?"

– "Você viu o seu cabelo?" — Eu rebati.

– "Oh, por favor" — Ela acenou com a mão para mim. — "Você é muito exigente. Enfim, eu dei-lhe o meu número. Ele disse que ligaria para mim, não é ótimo?"

– "Maravilhoso!" — eu murmurei.

– "Pare de ser tão pessimista o tempo todo, Sue" — Ela suspirou.

Como eu poderia não estar? Eu estava sendo forçada basicamente contra a minha vontade, esta noite, a atender esse imbecil em um café para discutir "negociações", porque eu sou um criminosa aparentemente por deixar um arranhão microscópico no carro de algum "músico" rico.

Poderia minha vida no momento ficar pior?

Eu gemia e inclinei a cabeça para trás, esfregando os olhos suavemente.

Deus, me ajude.


Notas finais
Malik tirando uma com a cara da Sue, kkk. Gostaram?