Sempre por você
13 Innocence
Notas iniciais
Música do capitulo: Innocence da Avril Lavigne
Pov Thalia
Depois da escola, eu fui pra casa da Bi, eu ia dormir lá. Agora, eu estava na seguinte cena:
Nico, vestido de flor gigante fazendo nossos deveres, a mãe da Bi, estava no jardim, plantando e colhendo frutas para vender na feira, ela não se importava de ter todo o trabalho de plantar, cuidar, colher, escolher as melhores e depois ir até a feira e vender. Na verdade, foi por isso que ela se separou do seu primeiro marido, ele não gostava que ela vendesse seus frutos na feira. Voltando, hoje, a prima da Bi estava de visita Calipso, ela é um doce, só que não. Por que? Por que ela diz que quando crescer quer ser como eu, mas para seus olhos irritantes de seis anos, eu era uma barata. Prova disso, é que quando cheguei, ela me atirou um chinelo e disse "Tia Séfone, mata,mata a barata", uma barata, barata, eu lá tenho cara de barata? Ai que ódio que eu tenho dessa cria.
Vocês devem estar se perguntando o por que de Nico estar vestido de flor gigante, é assim, ele apostou com a Bi, que se ela conseguisse trolar um professor, ele faria o meu dever e o dever dela, ou seja, vitória dupla. Enquanto Calipso tirava fotos e fotos de Nico, eu e Bi ficávamos conversando e vendo revistas, ah, tava me esquecendo a parte da flor, é que ele tinha que entreter Calipso, então ele pediu ajuda da Bi, o que foi a pior coisa que ele poderia ter feito.
Um tempo depois, Nico acabou os deveres e foi para o quarto ver televisão, tia Séfone saiu com Calipso para fazer compras, e Bi saiu para um encontro com um cara que ela não quis dizer quem era. Muito estranho. Então decidi dormir um pouco.
Acordei com Nico falando e me sacudindo:
-Hey, Thalia, Tha, hey.
-Ah, Ni o que você quer?
-Bem, hã, é meio constrangedor.
-Desembucha logo, criatura- disse de mal humorada, queria voltar pro meu sossego.
-É que, eu to com fome
-E...- eu disse impaciente
-Eu não sei fazer brigadeiro- ele admitiu, e se não me engano, ficando um pouco vermelho, mas ele abaixou a cabeça, me impossibilitando de comprovar.
-Então por que você não faz outra coisa?
-Não tem, pode ir lá ver.
-Ah ok-disse me levantando- quando abri a geladeira, ela estava cheia, poderia se fazer um banquete.-Nico Di Angelo, aqui tem muita coisa, por que você me acordou?
-Sei lá, é que eu queria fazer brigadeiro,mas não gosto de fazer sozinho, e você era a única pessoa que estava em casa, além do gostosão aqui.-ele disse apontando para si.
-Sério que tem um gostosão aqui? Sai da frente Nicola, eu quero ver.
-Hahaha, que engraçado sta Grace.- eu revirei os meus olhos, não gostava que falassem meu sobrenome.-Então, vai me ajudar ou não?- ele perguntou impaciente
-Já que você me acordou, sim né.- eu disse arremangando as mangas.
-Eba.-ele disse e se virou para o fogão.
---X---
Agora o negrinho já estava pronto, e estávamos comendo-o com chantilly, a Bi ainda não tinha chegado, então estávamos apenas eu e Nico.
-Eu não acredito que você fez aquilo, pobre do cara Thalia-ele falou espantado
-Ele mereceu, ele me agarrou em uma festa.
-Você entortou o pênis dele.- Nico disse entre risada
-Quem mandou me agarrar, agora aguenta, e vai ter a marca pelo resto da vida.
-Você é incrível Thalia- pera, ele disse que eu era incrível? Mas acho que ele se deu por conta por que pediu desculpas. Ficamos um tempo em silêncio até que eu senti algo frio no meu nariz. Coloquei o dedo na parte superior do meu nariz e entendi o que tinha acontecido, Nico tinha colocado chantilly no meu nariz.
-Você não fez isso.
-Fiz sim.
-Você que pediu- peguei um punhado de chocolate e joguei na sua cara.
-Thalia Grace- ele gritou- vai ter revanche.
-Ah é e o que você vai fazer?
-Quem sabe isso- ele encheu a mão com o chantilly e tacou no meu cabelo.
-NICO-eu gritei assustada. E começamos uma guerra pela casa, ele correndo com o chantilly em mãos a frente e eu atrás com a panela de brigadeiro. Mas ele era tão rápido que o perdi de vista.
-NICO, ONDE VOCÊ ESTA?- gritei pro nada, algo me puxou e me prensou contra a parede, era Nico.
-Aqui ta bom?- ele perguntou, perto de mais, mas eu não me importei muito
-Não- eu disse em um suspiro
-E agora?- ele perguntou e me beijou. Eu não sei da onde aquele garoto aprendeu a beijar daquele jeito, mas era viciante, ele parou de me prensar contra a parede e eu o guiei o beijando até a sala, que era junto com a cozinha e ele novamente me prensou, mas contra a geladeira. E assim ficamos nos beijando, eu com as mãos em sua cintura e ele com as suas no meu rosto.
Notas finais
E
V
I
E
W
S
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