Sempre ao Seu Lado
22 "Não quero ver você se machucando."
Notas iniciais
POV Ludmila.
— Me responde. O que faz aqui? Quer destruir minha vida de novo? -falo alterada e ele rir. -Qual a graça?
— Podemos conversar a sós? -pergunta.-
— Não! -disse firme. -Sai daqui, some da minha vida. Já não basta o que você me fez? -pergunto mais alterada ainda.-
— Posso saber o que eu ti fiz? -pergunta cínico.-
— Deixa de ser cínico. Você sabe muito bem o que você me fez. Eu deveria ter te processado. -falei fora de mim e ele riu. Não aguentei e dei um tapa na sua cara.-
— Ludmila, se acalma. -pede Fêde. -Vamos para outro lugar.
— Então esse é seu novo namorado? -fala meio que debochando e eu segurei o Federico.-
— Sai daqui Tomás! -falei quase gritando.-
— É melhor você sair mesmo. -falou Diego num tom ameaçador.-
— Diego, a quanto tempo. -disse falso. -Essa morena é sua namorada? Quer dizer que ela pôs uma coleira em você? -pergunta debochando. -Até que ela é bem bonita. -disse olhando a Fran e o Federico não aguentou e deu um soco nele.-
O Diego também partiu para cima dele e os três começaram uma briga, pedi para o Brod e o Maxi separa-los, antes que o diretor chega-se. Quando os meninos separou-os, puxei os dois para o meu lado.
— Sai daqui Tomás. -disse quase gritando e ela saiu, com o rosto machucado. -Você está bem? -pergunto olhando o Fêde, já que a Fran estava cuidando do Dih.-
— Estou. -falei e logo gemeu de dor.-
— Onde dói? -pergunto e ele aponta para o canto da boca que está cortado, o seu estômago e perto do olho, onde está um pouco vermelho. -Vem, eu vou cuidar de você.
Fomos até meu quarto, ele se sentou na cama e eu peguei o kit de primeiros socorros.
— Não devia ter partido para cima dele. -falei enquanto limpava o sangue com algodão e álcool 70.-
— Me segurei ao máximo, mas não aguentei ver ele falando com você daquele jeito e ainda ter falando daquela maneira com a Fran. -disse e logo gemeu de dor de novo.-
— Não quero ver você se machucando. -disse e comecei a fazer os curativos.-
— Não se preocupe, sei que se eu me machucar, vou ter você para cuidar de mim. -falou e o abracei, mas ele ele gemeu de dor mais uma vez.-
— Desculpa. -pedi e peguei gel para massagem.-
— O que você vai fazer? -pergunta com medo.-
— Calma. Levanta a blusa. -pedi.-
— O que? -pergunta e logo da um sorriso malicioso.-
— Não pense besteira, só vou passar esse gel para aliviar a dor. -digo me aproximando dele.-
— É melhor eu só tomar um analgesico. -fala com medo.-
— Federico! -repreendo-o. -Levanta a blusa agora. -mando e ele com medo tira a blusa.-
— Gosta do que vê? -pergunta com um sorrisinho no rosto e eu percebo que eu estava encarando o tanquinho dele.-
— Muito. -disse num sussurro e acho que ele escutou, pois deu uma risadinha. -Convencido. -comecei a passar gel pela região do seu estômago.-
— Isso tá gelado. -reclama quando eu termino.-
— Relaxa um pouco. -digo e ele veste a blusa de novo. -Logo vai melhorar. Agora prometa que não vai mais ficar se machucando.
— Tudo bem. -diz e rir. -Eu estou cansado e você também deve está, por que não ficamos aqui e aproveitamos para namorarmos e ficarmos juntinhos? -pede manhoso.-
— Ta bom, mas só por que eu estou cansada. -digo e ele começa a me beijar.-
Ele me prensou contra a parede e o beijo foi se intensificando. Ele começou a descer os beijos para o meu pescoço, apertou minha cintura de leve. Suas mãos foi subindo minha blusa e eu o empurrei de leve.
— Me desculpa. -pede e eu fico envergonhada.-
— Ta tudo bem, só não estou preparada ainda. -falei envergonhada.-
— Mas se você não mais virgem, por que tem tanto medo? -pergunta confuso e eu o chamei para sentar-mos na cama.-
— Não é questão de ser ou não virgem, mesmo se eu fosse, já teria me entregado a você. -falei olhando nos seus olhos. -Aconteceu minha primeira vez foi com o Tomás e ele meio que me obrigou, então a única coisa que eu sentir, foi dor. -disse e lágrimas saíram pelos meus olhos.-
— Nunca vou te obrigar a nada. -falou, limpou meu rosto e me deu um selinho demorado. -Eu te amo.
— Eu também te amo. -digo e nós beijamos.-
— Que tal irmos para a praia esse final de semana? Meus pais tem um casa de praia e podemos chamar a galera para lá. -pergunta.-
— Acho uma ótima ideia, depois falamos com o pessoal. -respondo.-
— Então, agora vamos cantar. -falou e pegou o meu violão. -Você compos outra música alem de quiero?
— Sim. -vou até o guarda-roupa e pego uma caderno rosa meu.-
— Não sabia que você escrevia músicas. -disse e logo eu escolhi uma, mostrei a ele e o mesmo fez uma careta, mas aceitou toca-la.-
Como Quieres
Eh, eh
Oh, oh
Dime lo que quieres
Y no me hagas llorar
No juegues conmigo
Y me hagas ilusionar
Oh, oh
Oh, ouh
Dime las palabras
Que digan la verdad
No prometas cosas
Que no van a pasar
Oh, oh
Oh, ouh
Sabes que yo cambio
Cuando tú estás aquí
Me siento distinta
Porque me haces feliz
Cómo quieres que te quiera
Si te quiero y tú
No quieres que te quiera
Como yo quiero quererte (4x)
Oh oh
Oouh
Oh, oh
Oh, ouh
Sea lo que sea
Yo lo voy a aceptar
Sabes que te quiero
Y ya no quiero llorar
Oh, oh
Oh, ouh
Pase lo que pase
Quiero tenerte aquí
Tú eres la persona
Que me hace reír
Oh, oh
Oh, ouh
Sabes que yo cambio
Cuando tú estás aquí
Me siento distinta
Porque me haces feliz
Cómo quieres que te quiera
Si te quiero y tú
No quieres que te quiera
Como yo quiero quererte (x4)
Oooh
Uoh
Yeah, yeah
Cómo quieres que te quiera
Si te quiero y tú
No quieres que te quiera
Como yo quiero quererte (x4)
POV Violetta.
Terminamos o beijo, decidimos não termos nada sério, mas eu sai e fui para o intervalo, encontrando todo mundo tenso, tirando que a Fran, a Naty, o Dih, a Ludmi e o Federico que não estavam lá.
— O que aconteceu? -pergunto confusa.-
Eles me explicaram que teve uma briga do Tomás, o Diego e o Federico.
— Vocês viram o León? -pergunta Cami.-
— Não. -respondemos em unisson.-
— Ele deve está beijando a loira oxigenada. -disse brava e me olharam confusos. -O que foi? Eu vi eles se engolindo na quadra.
— Ciúmes Vilu? -pergunta Maxi.-
— Lógico que não. -digo e me olharam com cara de "Tá mentindo." -Quer saber? Tchau.
Sai andando e me esbarrei em um menino.
— Não olha por onde anda idiota? -pergunto irritada.-
— Calma o patricinha. -falou e logo reconheci a voz. Nós levantamos e ficamos nós encarando.-
— Ah! É você Leonard. -digo com desgosto.-
— Podemos conversar? -pergunta.-
— Claro... Que não. -respondo e sorriu falsamente.-
— Quando vai me perdoar? -pergunta.-
— Deixa eu pensar... -fiz cara de pensativa. -NUNCA. -grito.-
— Admiti que você ainda me ama Violetta Castilho. -fala e me pega pela cintura, tento me solta, mas ele é mais forte. -Admiti que sente a minha falta. -sussurra no meu ouvido.-
Ele me beijou, pediu passagem com a língua e eu demorei mas acabei cedendo, nossas línguas travavam um batalha sem fim.
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