Sempre ao Seu Lado.
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Nada estava dando certo em sua tentativa de se soltar. Até que Sara decidiu colocar todo seu peso sobre a barra, aumentando assim a força, mais a barra de ferro não agüentou e se rompeu perfurando uma de suas mãos.
Houve um corte profundo no local. Sara gemia de dor enquanto tentava retira o ferro de sua mão.
— AÍ.... Que droga!!!
Saia muito sangue de sua mão, com a água que Hank havia deixado ela lavou a ferida e a enrolou com um pedaço de lençol que havia acabado de rasgar.
Sara voltou a se encostar-se no canto da cabana. Tinha que arrumar alguma forma de sair dali, ou de avisar seus amigos. Temia, por não saber o que Hank queria afinal, ele estava imprevisível.
Ora demonstrava que realmente gostava dela, a tratava com um certo cuidado apesar de tudo, ora, estava revoltado e muito agressivo e só se via ódio em seu olhar.
Nesse momento Sara escuta um som de carro parando perto da cabana. Olhou por uma fresta que havia na parede e pode ver Hank carregando algumas coisas para o fundo da cabana e depois entrar.
— Oi... já voltei! Comportou-se direitinho na minha ausência?
— Quê isso??? Deixa-me olhar. (Hank olhava para o pano ensanguentado na mão de Sara)
Sara: — Não... já me virei, estou bem!
Hank: — Está tudo bem mesmo? Não parece... você está sangrando um pouco.
Sara: — Estaria melhor se você me solta-se!
Hank: — Não vou fazer isso, quero você perto de mim!
— E nem pense que seus amigos do laboratório vão te ajudar... eles estão longe de te achar! rsrsrsrs
Sara: — Até podem demorar mais vão me achar cedo ou tarde. Esqueceu que eles são os melhores no que fazem.
Hank: — E você esqueceu que trabalhei com vocês... sei tudo o procedimento que fazem numa investigação, então tomei meus cuidados.
Sara: — Seu doente.... seu ....!!!
Hank: — Ohhh... Sara não fique nervosa... isso faz mal ao bebê!
— Agora descanse... mais tarde voltaremos a conversar sobre minha proposta que você recusou. Te darei outra chance e mais um tempo para pensar.
Sara: — Eu já dei minha resposta e não vou mudar de opinião!
Hank: — Descanse... depois conversamos.
O tempo passava e nada das evidências darem algum resultado. Os CSIs estavam horas analisando e re-analisando todas as provas.
Grissom estava cada fez mais nervoso por não ter nada que indique onde sua amada estava e quem estava com ela. Resolveu então reunir toda a equipe e reavaliar todas as informações recolhidas até aquele momento, na tentativa de achar algo que deixaram passar. Cada CSIs estava em alguma analise sobre o caso, grissom passou em cada sala os chamando.
— Reunião agora! ( falou na porta da sala onde Cath e Greg trabalhavam)
Greg: — Mais ainda não saiu o resultado de compatibilidade com a digital que achei.
Grissom: — A Wendy nos avisa quando achar um compatível.
( Wendy passava pelo corredor e escuta o que Grissom fala e confirma com a cabeça)
Cath: — Grissom preciso falar com você!
Grissom: — Vem comigo, e conversamos enquanto chamo os outros.
Os dois saíram da sala que estava e seguiram pelo corredores conversando.
Cath: — Grissom, acho que está na hora de abrir o jogo com toda a equipe, sobre você e Sara.
— Não terá mais como esconder isso, alem do mas eles verão os testes. Melhor saberem agora.
Grissom: — ... certo, mais estou mais preocupado em acha-la primeiro!
— Encontre os outros para a reunião e leve tudo que temos anotado e recolhido.
Catherine passa na sala onde estava Nick e Warrick e os chamam para a reunião.
Grissom chega a sala de reuniões e é recebido com varias perguntas.
Cath: — E ai descobriu alguma coisa?
Warrick: — Alguma pista?
Grissom: — Infelizmente, não! Vi várias vezes as fotos da cena, re-li as anotações e nada.
Greg: — Estamos ficando sem opções!
... todos ficam em silencio.
Grissom: — Vamos voltar tudo que temos.
Cath: — Então... Todas amostras de sangue recolhida era de Sara. A porta foi arrombada mais sem digitais, quem fez isso tomou muito cuidado.
Nick: — Podemos dizer então que ele conhecia bem a vida dela. Sabia o que ela era ou o que fazemos.
Warrick: — Tornando assim nosso trabalho mais difícil!
— Os vizinhos confirmaram que viram um carro sair do prédio, não tenho o modelo só sei que era grande e prata, achei um compatível numas da câmeras de segurança do quarteirão mais a imagem não ajuda muito, estou esperando se o proclama consegui limpar imagem para conseguimos a placa.
— Mais mesmo assim não posso afirmar que é nosso carro.
Greg: — Achei digitais mais estou esperando um compatível, comparei com todos suspeitos dos casos antigos dela mais não deu em nada, então generalizei a busca. Deve demorar um pouco ainda.
Nick: — Onde achou essas digitais? Se o suspeito tomou cuidado, não acho que ele iria se descuidar nem por um momento se quer? Acho que pode não ser de quem nos queremos!
Greg: — Achei no boquê de flores, sei que pode não esta ligada ao desaparecimento dela. Mais achei estranho, por que tudo em sua volta estava quebrado menos ele.
Warrick: — Ele pode ter levado as flores, assim despistou o porteiro e subiu, ou mentiu ser um entregador!
— Pode ser uma hipótese.
Cath: — Espera ai... acho que vocês estão certo!
— Passei na casa dela depois do seu ultimo turno, não percebi flores nenhuma.
Greg: — Tem certeza, talvez só não viu.
Cath: — Eu tomei banho lá... se teve-se alguma flor lá eu veria.
Grissom: — Mais ainda não podemos afirmar isso. Mesmo que isso esteja certo, não nos dá uma direção para segui e é isso que precisamos!
Cath: — Esse cara é bom... olha só o que ele deixou para gente:
— Uma imagem de um carro muito ruim que ainda pode não ser o que procuramos e uma digital sem dono.
Nick: — Quanto mais procuramos, parece que mais longe estamos ficando de achá-la.
Grissom: — Não vamos pensar assim, se concentrem! Ninguém é perfeito, por mais cuidadoso que eles sejam sempre deixamos algo para trás. E cabe a nos achar, e rápido.
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