Sempre Vou Te Amar

30 Tensão? Tesão? - parte 1


Notas iniciais
Mais um fresquinhooo!!!! Hoje ainda tem mais :D Beijoooooooooos Enjoy Kids.

RACHEL POV

Meu pai chegou uns 20 minutos depois de Quinn ter ido embora. Meu coração estava quebrado, só conseguia chorar. Quinn não podia ser transferida. Entrei no carro e desabei em um choro sofrido. Papai me abraçou e perguntou o que houve. Disparei a falar entre soluços. Ele ouviu com muita atenção e com diversas expressões.

L: Ho meu amor, não se desespere dessa forma. — tocou no meu rosto. — Mesmo que ela seja transferida, vocês podem continuar se vendo.

R: Não pai. O senhor não entende? Sra Judith não cometerá nenhuma falha. Com certeza ela irá mudar-se de cidade. E mesmo que continuasse aqui não permitiria chegarmos perto uma da outra. Eu vi o olhar daquela mulher.

L: Estrelinha do pai, você ainda tem muita coisa a aprender nessa vida. Quando duas pessoas se amam dão jeito para tudo. Aliás quase tudo. — fitei-o preocupada. — Só não para morte.

R: Obrigada pai. Quero ir pra casa. Ainda estou com muita dor.

L: Nada disso, vamos ao médico para fazer alguns exames nessa cabecinha. A enfermeira da escola disse que a pancada foi muito forte.

R: Certo. Preciso de remédios também.

L: Coloca o cinto.

Fiz o que o pai pediu e fomos ao médico. Fiz todos os exames necessários. Dr House (hihihihi), nos tranquilizou afirmando estar tudo bem, e passou um remédio para dor.

Chegando em casa, tomei um banho quente e deitei no sofá tentando não me desesperar a cada vez que olhava no celular e não via nada referente a Quinn. Cochilei… Acordei assustada uns 40 minutos depois com meu celular vibrando. Um número que não conhecia.

Alô?”

É a Rachel?”

Sim. Quem é?”

Rachel, é a Frannie irmã da Quinn.” — Coração gelou, levantei.

Oi, está tudo bem? Cadê a Quinn?”

Está lá embaixo conversando com meus pais. Olha, ela pediu pra ligar pra saber se você estava bem, se melhorou da cabeça.”

Haa simm, estou melhor, fui ao médico com meu pai. Mas Frannie, não que eu não tenha gostado de receber uma ligação sua, mas porque a Quinn não ligou?” — Ouvi risinhos

Ela está presa lá embaixo a horas com nossos pais, eles estão irredutíveis, mamãe tá possessa. Ela não teve chance nem de ir ao banheiro, imagina ligar para você.” — Meu peito inundou de tristeza.

Wounn Frannie, ela deve está arrasada.”

Rachel eu preciso desligar, minha presença é importante, estou tentando passar força para ela. Não se sinta triste, nunca vi minha irmã tão determinada a algo. Ela te ama, pode ter certeza. E saiba que estou com vocês. “

Obrigada Frannie, diz a Quinn que eu a amo.”

"Direi."

Desliguei sentindo um misto de alegria e tristeza, alívio e agonia, amor e dor. Fui beber água, não conseguia comer nada. O resto do dia foi preenchido por documentários que eu não sei direito dos assuntos que abordavam, pois não assisti nenhum. Só via imagens de armas e soldados e pensava em Quinn. O pai descia vez ou outra para saber como eu estava. Tentei jogar Candy Crush, mas enjoei logo depois da terceira fase. Subi para meu quarto e resolvi abrir a janela, mesmo com o vento frio do outono. Lembrei do que Quinn dissera antes de sair (não tranque a porta), e sorri com o pensamento. Não era a primeira vez que tinha pedido isso. Será que ela viria de novo? Já era noite. Senti os pelos dos braços e nuca se eriçarem e junto com essa sensação, a dor e o aperto no meu peito. Deus, eu nunca tinha sentido nada parecido com isso. Como eu a amo!!!

Coloquei algumas músicas da minha Playlist e me joguei na cama. Estava com frio, muito frio, mas queria sentir isso. Precisava sentir algo mais forte que a agonia, saudade, aflição e dor que se fazia presente no meu coração. Alguns minutos depois caí em um sono leve, meio conturbado no inicio, porém reconfortante logo em seguida. O frio havia passado, sentia um aroma gostoso, alguém acariciava minha face e beijava meus… LÁBIOS? Abri os olhos de forma digamos que tosca.

R: Quinn?!!!?? — Segurei seu rosto com as duas mãos. — Deus!!! Eu não acredito! Como você do nada...?

Q: Xiuuu... Calma meu amor. — Me interrompeu e alisou meu rosto. — Seu pai me deixou subir e entrar, ainda bem que não trancou a porta do quarto. — soltou um risinho, o meu predileto. — Estava aqui te observando dormir e não resisti a esse lábios lindos. — Deu-me mais um selinho.

R: Amor, que bom ter você aqui pertinho de mim. Eu não aguentava mais não saber de você.

Q: Vai ficar tudo bem, descanse. Você deve tá exausta com o dia de hoje. E essa cabecinha? — perguntou alisando minha cabeça. — está melhor?

R: Tô. Mas Quinn, precisamos conversar. Como foi lá? — Cortei o assunto sobre meu estado físico. — Como conseguiu sair? Preciso saber, ou não terei paz.

Q: A Frannie me ajudou. Você precisa descansar, está tarde.

R: Não! Eu preciso saber! — Sentei na cama a encarando.

Q: OK. — levantou. — Aconteceu o que já esperávamos. Minha mãe mandou eu escolher em voltar com ela pra Califórnia ou esquecer que tenho mãe.

R: CALIFÓRNIA???????? — Praticamente gritei. — Não Quinn!! GOD! — Meus olhos já estavam marejados.

Q: Hey baby. — Se ajoelhou. — Não fica assim. Daremos um jeito.

R: Que jeito Quinnie? — Levantei. — Nós não trabalhamos, não temos como nos casar, não temos como sustentar nem uma casa. — Andava de um lado para o outro. — Fora que você não quer ficar longe da sua mãe. — A observei. — E desde quando você é tão segura assim? – ela estava sentada no chão olhando as unhas. Mas o q?! — Você deve tá encenando não é? Só para me tranquilizar? Quinn eu exijo a verdade!

Q: Acabou Jéssica? — Prendi o riso. — Senta aqui. — Sentei ao seu lado. — Olha, seu amor me fez crescer, enxergar o que realmente importa. Eu não estou encenando nada. Não se desespere eu e Frannie estamos vendo um jeito. Eu não trabalho mas posso, já tenho 18 anos.

R: Você não vai deixar de fazer faculdade Quinn! — A interrompi.

Q: Rachel, estou analisando todas as possibilidades de ficarmos juntas. Eu não me importo se eu tiver que trabalhar. E a Frann tem um apartamento em Nova York vazio, ela disse que eu poderia morar lá o tempo que precisasse.

R: Qual a diferença de você morar na Califórnia com sua mãe e em um apartamento em Nova York?

Q: Você não entendeu? — neguei com a cabeça. — Rach, estamos em novembro, nos formamos em 6 meses. Você com certeza será aprovada em NYADA – revirei os olhos. — logo, vai morar em Nova York.

R: Sim, e você e sua faculdade?

Q: Também vou me inscrever pra NYADA.

R: O que??

Q: Calma Rach, não é com o canto.- Deu outra risada – Vou entrar com desenho. Já me informei sobre isso, é bem possível.

R: OK OK OK. — Levantei novamente. — Digamos que todos esses planos realmente deem certo. Você tá esquecendo de uma coisa. E os 6 meses que faltam?

Q: É isso que eu e Frannie estamos tentando resolver. Minha mãe vai comprar as passagens depois de amanhã, então teremos que pensar rápido, mas enquanto isso queria te ver e te abraçar. Já passamos por tantas coisas em tão pouco tempo. Tudo tão intenso. Não quero me desesperar como antes sabe?! — Fez beicinho

R: Ho minha vida. — Sentei ao seu lado. — Desculpa minha insegurança, tenho muito medo de perder você. — falei, reconhecendo minha infantilidade diante do problema.

Q: Tudo bem amor, você já aguentou muito sozinha, isso não é nada.

R: Eu amo você. Daremos um jeito.

Q: Como sempre.

R: Sim, como sempre.

Cheguei mais próximo ao seu corpo e a tomei para um beijo urgente e cheio de saudades. O beijo foi se intensificando.

E intensificando (…)

Quinn começou a sugar minha língua e dar algumas mordidas fortes no meu lábio inferior.

Subi no seu colo abrindo um pouco as pernas para encostar no seu corpo o máximo que pudesse. Segurei sua nuca puxando de leve algumas mexas do seu cabelo. Ouvi o gemido abafado de Quinn dentro da minha boca. Somente com isso, cheguei a um extremo de excitação incrível. Comecei a rebolar um pouco no seu colo sem afastar nossas bocas nem por um segundo. Mais um gemido. Senti suas mãos na minha cintura e logo depois na minha bunda, pressionando para que eu aumentasse o ritmo e a força do rebolado.

R: Hummm... Quinn.. — sussurrei no seu ouvido. – Assim… eu não vou conseguir. — consegui falar entre os beijos.

Quinn, desceu para meu pescoço, e devorou com muita fome. Eu só conseguia gemer. Os movimentos estavam cada vez mais fortes. Podia sentir uma Quinn completamente entregue e cheia de tesão. Nada diferente de mim.

Eu não podia parar, não queria.

Tirei minhas mãos da sua nuca e desci encontrando um par de seios ouriçados, sim ela estava sem sutiã, Coloquei ambas as mãos por dentro da camisa e apertei seus dois mamilos, provocando um uníssono de gemidos.

Q: Rach... — Arfava meu nome e isso estava me deixando mais louca ainda, se fosse possível. — hmmmm. Rach. — Continuei massageando os mamilos e rebolando no seu colo. Suas mãos me apertavam cada vez mais.

R: Você é deliciosa Quinn. — sussurrei no seu ouvido, mordendo o lóbulo da sua orelha logo depois.

Q: Aaiii Rach. — Eu vou…

R: Vai o quê? — mais uma mordida.

Q: Rach… — Já estava com os olhos fechados. — hmmmm...

Em um ato de puro prazer, desci um pouco e abocanhei seu peito esquerdo. Mordi, chupei, lambi e suguei. E era presenteada pelo som mais gostoso de se ouvir, o gemido de Quinn. Coloquei a mão na sua boca a fim de abafar seu gemido. Fui surpreendida mais uma vez quando Quinn, puxou dois dedos e os chupou com vontade. Parei o que estava fazendo e a encarei. Seu olhar estava vidrado em mim, chupou mais uma vez e senti uma dorzinha no ventre. Uma dor gostosa.

R: Hmmmm Quinn. — Arfei. — Você me mata assim. — Fechei os olhos. Antes que pudesse abri-los, constatei um par de mãos nas minhas coxas me suspendendo e me jogando na cama. Abri os olhos. — Quin?!

Q: Você pediu Rach. — Sua pupila estava dilatada e seus olhos em um verde escuro espetacular.

R: Você chupa meus dedos e eu que to pedindo algo? — Dei um risinho malicioso.

Q: Não se faça de besta. Você sabe que é gostosa. — tirou meu short moleton com uma puxada só. Arregalei os olhos. — Você tem noção do seu efeito sobre mim! — Encarou minha intimidade, mesmo coberta pela calcinha. Mordeu os lábios.- Você já se viu e ouviu gemendo? — Olhou para mim. — É uma coooooisaaa...- falou rouca me deixando mais louca, como se fosse possível. — Gostosa! — Me pegou pelo braço forçando-me a ficar sentada, envolveu minha cintura e me puxou para seu colo. Chegou perto do meu ouvido, sua respiração estava quente e vi meus pêlos se ouriçarem cada vez mais. — Eu quero te fazer gozar!

CONTINUA(...)

Notas finais
Não me matem e se comportem! hahahahahaha Acompanhem, o próximo capítulo sai ainda hoje.