Sempre Te Amarei...

49 Primeiro Mês...


Pedro entrou bufando no quarto, logo agora que ele tinha colocado nininha pra dormir aparece aquele vendedor dos infernos.

Karina olhou para Pedro com a cara amarrada, ela dava de mamar para Ana, tão gulosa quanto o pai dizia rindo enquanto Pedro rebatia que a filha tinha puxado a fome da mãe.

Depois de finalmente bota-los para dormir, eles tomaram banho, um de cada vez claro, afinal Karina estava de resguardo, já na cama, Pedro terminava de contar que era o tal vendedor de panelas, Karina ria tanto que chorava, até Pedro entrou na dela, também rindo, era tão perfeito o sorriso de sua esquentadinha, faria de tudo para que ele nunca sumisse, jamais.

Tão rápido passou aquela noite, Pedro e Karina se revesavam para acordar, para trocar ou olhar os bebês, quando era fome Pedro acordava a mulher para dar de mamar e depois ele mesmo fazia arrotar, trocava e também colocara os pequenos pra dormir, ele já havia pegado o jeito, para o alivio de Karina que estava morta de cansaço.

Duas Horas da manhã, foi a hora que o casal finalmente dormira, Pedro foi dormir um pouco mais tarde por que botara a filha pra arrotar, trocara ela e sem falar que a pequena estava com cólicas, o que atrasou ainda mais o sono dela, e também do casal, afinal Karina ficara preocupada e tentava ajudar o marido em tudo, mesmo ele dizendo que era pra ela descansar.

***

Um mês se passou, os bebês completariam um mês de vida e os familiares fariam uma pequena confraternização no restaurante dos Ramos, todos babavam os pequenos, que estavam a cada dia mais lindos e mais parecidos com o pai e a mãe, tanto fisicamente ou emocionalmente, Rafael era calmo igual a Pedro, já Ana era mais birrenta, João costumava brincar dizendo que era o genes da mãe, e que seria tão esquentada quanto ela.

Assim que chegaram no restaurante Ana pulou de colo em colo, mas o que ela mais gostava era o de Pedro, adorava brincar com seus dedos, Karina dizia que a cada dia ela ficava mais puxa-saco, arrancando risos de todos.

Já Rafael, esse era tranquilo, quando não estava dormindo, estava no colo de alguém brincando, nunca chorava, era bem calmo até, pelos pais que tinha.

Aninha já fazia beicinho, por que? muito simples, por que o guitarrista cabeludo dera a filha para Jade segurar para ele poder comer um pedaço de bolo, já que a filha não tinha deixado ele comer ainda.

_ Filhinha, papai precisa comer, jaja ele pega você! — disse Pedro para a pequena garota, Karina riu com o bico de nininha, tão esquentada quanto a própria esquentadinha.

Ana Clara reclamou fazendo um beicinho de choro, Pedro não a pegou, precisava acostuma-la, como seria quando viajasse?

_ Pááááá! — Gritou Ana, todos se viraram para a emburradinha, Pedro tinha um sorriso bobo no rosto, aquilo seria ela tentando falar "Papai??" ele dizia que sim, Já Karina achara que era apenas um resmungo, afinal ainda era muito cedo.

_ Repete filha! — Pediu Karina com a câmera em suas mãos, não teve jeito, nada de Ana repetir qualquer coisa, nem mesmo um simples som, Karina resmungou, Pedro todo sorridente pegou a filha no colo enquanto Karina o desafiava, como quem diz, "Quero só ver", Pedro sorriu, aconchegando a baby em seus braços, alisando suas bochechas, a menina riu.

_ Repete minha Princesa, repete pro Papai! — Pediu Pedro com aquele sorriso lerdo dele, não teve outra, não é que a menina ficou rindo e fazendo pequenos sons? uma bela puxa-saco como diria Karina, que estava emburrada, enquanto Pedro gargalhava, brincando com a Pequena em seus braços.

Na hora do parabéns todos já haviam tirado foto com Rafinha, menos com a mine esquentadinha, que não queria sair do colo do pai, inclusive, Pedro tinha tirado foto com os dois no colo, para a menina não chorar.

Gael, Jade e o resto dos familiares conseguiram, com jeitinho, domar a ferinha, quer dizer, pega-la, não por muito tempo, afinal a garota pediu o pai, não necessariamente pediu, digamos que deu um escândalo em forma de choro, e mais que rapidamente o guitarrista a pegou, babando-a, mal sabia a pequena, mas com aqueles pequenos sorrisos, ela encantava cada vez mais o Pai, se possível, mas do que já estava encantado.

A noite tinha sido perfeita, a primeira de muitos meses.

Notas finais
OI MEUS AMORES... ANINHA PUXA-SACO HEIM? KKK, TAMBÉM, O PÊ É UM AMOR