Sempre Sua!
6 Capítulo 6 - Sempre Seu... Anjo da Guarda!
Notas iniciais
"Me persua sutilmente só por emoção
E eu sei que ficarei bem.
Embora meus céus se tornem cinza"
Your Guardian Angel / Seu Anjo da Guarda — The Red Jumpsuit Apparatus
http://www.youtube.com/watch?v=Q9GtrjNT4d8&feature=related
...
-Você esta bem? – Eu perguntei preocupada ao atender – Ouvi alguns rumores sobre a saída conturbada que tiveram ontem.
- Amassou toda a lataria do ônibus, só isso.
- Mas vocês estão bem? – Perguntei mais uma vez
-Sim, estamos todos bem! — ele disse me tranqüilizando, ficando em silêncio em seguida – Kate preciso falar com você
Bill pigarreou e começou:
-Ficaremos um dia a menos na França, David acha melhor você voltar para Alemanha, hoje!
Fechei os olhos, eu não acreditava naquilo que estava ouvindo. Sem responder nada apenas bufei!
-Kate? – Bill me chamou – Eu sei o que esta pensando...
-Não, acho que não sabe! — eu tentei não demonstrar minha decepção.
– Desculpe Kate!
-É você já disse isso ontem à noite. – tentei não ser grossa com ele afinal, ele também não tinha culpa.
O silêncio nos dominou.
–A única coisa que posso falar em meu favor. – Bill quebrou-o da forma mais inesperada. — É que não desista de mim!
Fechei os olhos com força sentindo-me sem força para continuar aquela conversa. E quando ele insistiu da maneira mais sincera que ele pode, eu ainda continuei sem saber o que dizer -Não desista de mim... De nós!
- Preciso desligar para arrumar minha mala. – Eu murmurei – Nos vemos na Alemanha!
Olhei para o meu aparelho e desliguei, me sentindo agoniada e atônita, dias que eu esperava serem incríveis, tornaram-se um pesadelo!
Ao entrar no elevador, o reflexo no espelho me assustou, aproximei meu rosto e percebi minhas enormes olheiras, resultado de noites mal dormidas e as que seguiriam serviriam para contribuir para elas aumentarem.
E entrando na minha suite para pegar minha mala para voltar a Alemanha, pensei com leve pesar, e sendo honesta comigo mesma. Se eu tinha esperanças em ter um namoro normal, dentro dos padrões, aquela manhã, eu tive a certeza que se eu esperasse por isso, teria que sentar ou deitar para aguardar uma batalha perdida contra a minha própria realidade.
Enquanto eu esperava um taxi, uma jovem com um casaco verde e um óculos escuro se aproximou, e sorrindo para mim perguntou:
- Tokio Hotel não está mais hospedado aqui né?
Eu apenas sorri e delicadamente respondi:
-Não sei!
-Você ouviu algum comentário dentro do hotel, entre os funcionários, para onde eles possam ter ido?
-Não, desculpe! –eu disse olhando-a, ela parecia irritada, mexia as mãos freneticamente.
Meu táxi chegou, eu sorri para ela e entrei seguindo para o aeroporto.
Bill’s Pov.
Peguei meu celular e o coloquei dentro da bolsa, quando Saki bateu a porta do quarto, ainda estávamos na França, era o nosso último dia, eu o olhei e ele entrou.
-Bill, estas cartas estavam no outro hotel, quando fomos pegar o restante da bagagem me entregaram.
Saki estendeu a mão e entregou-me as cartas, coloquei-as sobre a mesa olhando os envelopes, quando uma me chamou a atenção em especial, não era possível ela estava na França. Eu me levantei e a abri.
-Você esta bem, Bill? – Tom me olhou preocupado, vendo minha expressão fechada.
-Não... – Eu apenas disse saindo da minha suíte para procurar por David.
Bati na porta de sua suíte quando abriu a porta eu levantei a carta e ele deu um passo do lado para que eu entrasse.
-Mais uma ameaça, Bill! – David disse fechando a porta – A décima em cinco meses!
-Isso está me cansado! – sentei na cama e lhe entreguei a carta, ele leu e dobrou-a colocando dentro da jaqueta.
-Ela esta cada dia mais agressiva! — David me olhou preocupado
-Isso já esta começando a ficar sem graça!
-Não sabemos se ela está blefando! – David me olhou
Eu bufei e comecei a andar pelo quarto, de um lado para outro, impaciente.
-Você queria contar! – Isso não era uma pergunta de David e sim uma afirmação.
-Sim! – Eu estava decidido – Eu queria assumi-la!
-Sinto muito, Bill! – David bateu em meu ombro e antes de abrir a porta de sua suíte deixando-me sozinho. Disse:
-Tenho certeza que ela vai entender.
- Eu não tenho tanta certeza — Eu mordi o canto da bochecha e com raiva deixando a suíte de David.
x.x.x
Depois de algumas horas de atraso no aeroporto, consegui retornar a Alemanha em uma tarde cinza e úmida. Senti falta da luz vívida dos olhos de Bill. Ao chegar em meu apartamento, abri a porta e carreguei minha mala até o canto da sala, olhei para ele e me dei conta que ele era desconsoladamente frio e escuro. Esse era o mundo real... O meu mundo real.
Extremamente cansada, segui para o banheiro e tomei um banho demorado, batendo os dentes de frio, coloquei rapidamente um pijama e joguei-me na cama, adormeci em um segundo. Bill naquela noite não me ligou, nem no dia seguinte e nem no outro.
O meu celular só tocou depois de quatro dias...
-Kate?
-Oi Nathy – Não consegui disfarçar meu desânimo e me limitei apenas a dizer aquelas palavras.
- Bill pediu pra ligar, está tudo muito corrido por aqui. – Eu não disse nada e então, ela continuou – Ele pediu para um táxi passar em uma hora no seu prédio para te buscar e que assim que terminar a entrevista para a revista Bravo ele segue para a casa do David.
- Certo! – Eu desliguei sem esperar pela despedida dela. Confesso que fiquei brava, enquanto ele dava a ordem a ela, Bill podia ter me ligado. Para me manter sã, tratei de permanecer ativa e prática, não sabia até quando.
Foram necessários apenas alguns segundos para que eu me acalma-se, andei até o sofá e fixando meu olhar em lugar nenhum, consegui colocar meus nervos no lugar, respirei e inspirei, tinha que fazer aquele ritual sozinha, já que na frente dele, eu sempre me mantinha estável .
Natalie Franz. Gostava dela, de verdade, mas pela primeira vez aquela amizade entre o namorado e a maquiadora, me causou um certo desconforto. Na verdade ninguém devia ter inveja de mim, por ser a namorada escondida de Bill Kaulitz e sim de Natalie por que era ela que estava com ele em todos os momentos alegres ou tristes, em todas as horas, em todas as fotos postadas em sites, revistas e jornais. Não eu!
Eu mesma desarrumei minha mala, depois me troquei rapidamente e desci até o portão do meu prédio, o taxi chegou em dez minutos e em silêncio absoluto segui para a casa de David, chegando no enorme portão, toquei a campainha e depois de minutos quem me recebeu foi a empregada.
-Oi, o David está em casa? – Eu perguntei educada.
-Não, mas ele pediu para a senhorita entrar que já está chegando. – A senhora me disse também sorrindo muito educada.
Eu passei pelo portão e entrei na sala branca e sofisticada de David sentando-me no sofá esperando por Bill, por educação a senhora ligou a televisão e agradeci, iniciou-se um programa, terminou, outro começou e também terminou, não sei dizer quantos mais vieram e se foram, pois acabei pegando no sono, esperando a chegada de Bill.
-Kate... Kate! – Ouvi uma voz doce me chamar, longe. – Kate acorde!
Abri os olhos lentamente e deixei a imagem de Gustav se formar diante de meus olhos, me levantei devagar ainda processando onde estava me dei conta que enquanto esperava Bill tinha adormecido.
-Desculpe acho que adormeci — eu disse ainda sonolenta me endireitando no sofá, vendo-o sorrir para mim. Olhei em volta e vendo-o com Georg e Natalie. -Bill? – Eu o chamei girando meus olhos por toda sala. – Cadê ele?
-Bill não conseguiu sair da reunião, ele ficou decidindo alguns contratos com Tom e David, pediu para você esperar mais um pouco. – Gustav informou-me.
-Eu vou pra casa! – eu disse me levantando procurando minha bolsa. – Diga a ele que esperei demais e se quiser falar comigo... – Peguei minha bolsa e olhei para Natalie. – Ele sabe onde me encontrar.
-Espere que eu te levo! – Gustav disse pegando a chave em cima da mesa.
-Imagina Gustav não quero incomodar tem um ponto de táxi a dois quarteirões. Obrigada!
Sorri para ele saindo da casa de David. Uma onda amarga e dolorosa invadiu-me, dentro de mim eu sabia que não podia ficar com raiva, nem ficar brava com Bill por esses imprevistos, que não era o primeiro, porém ninguém podia me tirar o direito de me sentir daquele jeito: Abandonada, triste, desapontada e com uma imensa saudade de Bill, que chegava a machucar.
Perdida em meus pensamentos, levei um susto quando a buzina disparou ao meu lado, eu olhei para o carro parado e quando desceu o vidro insulfilmado vi Gustav olhando-me com reprovação.
-Vai chover Kate – Ele disse abrindo a porta do carro – Deixe que eu te leve para casa, por favor!
Eu olhei para os dois lados, bufei, sem ter outra saída, entrei no carro e fechei a porta. Virei minha cabeça fixando meus olhos nas casas e lojas.
-Kate ele não fez por maldade, quando ele estava saindo, o produtor pediu a ele para ficar para resolver algumas coisas para o dia do Comet Viva! – Gustav disse quebrando o silêncio de minutos.
Eu não disse nada. Apenas baixei minha cabeça.
-Não fique aborrecida com ele! – Gustav continuou — É desesperador ver Bill tentar ligar para você, tentar ter um segundo para ficar a só para dizer pelo menos um oi. – Ele não tirava os olhos da rua ao conversar comigo – Mas é muita gente ao redor dele falando sem parar, o Rock In Rio em Lisboa está se aproximando e você sabe como ele é perfeccionista e chato quando se trata dos preparativos. – Gustav me olhou por alguns segundos – Ele gosta muito de você!
Eu respirei e continuei calada.
-Bill tem muita sorte em ter alguém como você ao lado dele.
Olhei para Gustav ainda séria, mas era impossível ficar bravo com um ser humano como ele, calma e paz eram dois sentimentos que ele conseguia passar-me apenas com um simples olhar, me rendi e sorrindo disse a ele:
-Bill realmente arrumou um ótimo advogado.
O baterista olhou para mim, e depois trocou a marcha olhando para a rua, não resistindo sorriu. Não falamos mais nada, até chegar à porta do meu prédio, ele estacionou, desligou o carro e voltou a me observar.
-Suba! – Eu o convidei. — Deixa eu te oferecer uma bebida para agradecer a carona.
-Acho que vou aceitar!
Gustav estacionou o carro, ele jogou o capuz da jaqueta para se esconder descendo carro, andamos lado a lado até chegarmos à porta do elevador, subimos até o andar, quietos e quando abri a porta do apartamento indiquei o sofá para que ele sentasse.
-Whisky, né? — eu perguntei já me dirigindo até o pequeno bar no canto da sala, colocando uma pedra de gelo, e despejando o líquido até cobrir as três pedras, andei até ele e entreguei-lhe o copo, sentando-me no sofá ao lado, de frente para ele abrindo minha água com gás, bebendo um enorme gole.
-Bill vai ficar furioso quando chegar à casa de David e não te ver.
-É um risco que tenho que correr! – Eu disse triste!
- Qualquer garota esperaria várias noites acordada para ter um segundo da atenção dele. – Gustav bebeu um gole e olhou para pedras de gelo em seu copo.
- Eu não sou qualquer garota, Gustav! – Eu disse – Eu gosto muito do Bill, mas não vou parar minha vida, mais por causa da vida dele.
-Talvez ele goste tanto de você justamente por esse motivo.
-Não faço isso para ele gostar menos ou mais de mim – Eu disse colocando a garrafa de água na mesa de centro. – Faço por que eu quero gostar de mim primeiro.
- Mas você sabia que seria dessa forma.
-Como poderia saber se nunca namorei um famoso?
-Nossa vida não é fácil, Kate!
-A minha também não é, Gustav!
Gustav sorriu, e bebeu todo o líquido do copo e depois com um sorriso, concluiu.
-Realmente, você tem todas as respostas na ponta da língua!
Eu sorri e arfei, estava descontando minha raiva na pessoa errada e não era justo fazer algo desse tipo com alguém tão doce como Gustav. Então, suspirei e com calma expliquei a ele:
-O que eu quero dizer, eu gosto de Bill, muito, sei o quanto é difícil a vida que vocês levam, e tinha total consciência que teríamos algumas dificuldades ou até mesmo imprevistos em nosso relacionamento. – Eu o olhei sério – O que Bill tem que entender é que imprevistos eu suporto, falta de consideração, não!
- Bill é meio egoísta!
-Meio?! – Eu disse sorrindo – Você está sendo muito generoso.
-Mas um defeito que desaparece perto de centenas de elogios que posso fazer a ele!
-E lá vem você novamente fazer o advogado de Bill Kaulitz
-Não é ser advogado! – Ele sorriu baixando a cabeça – Bill é um garoto muito responsável, sério, dedicado e tudo que se propõe a fazer faz muito bem feito.
Gustav sorriu, peguei o copo dele da mesa de centro, fui até o bar novamente e o enchi, quando lhe entreguei o copo, ele me perguntou:
- Você já reparou que uns tempos para cá Bill tem reclamado muito após o show?
-De dor de garganta! – Eu já havia percebido.
-Você reparou? – Gustav fez uma careta. – Todos acham que pode ser o cigarro.
-Mesmo odiando que ele fume, acho que não seja! – Eu dei minha opinião. – Mas, vou ficar de olho e, por favor, me avise se isso persistir.
-Eu aviso! – Ele levantou-se e pegou a chave do carro. – Agora, preciso ir!
-Não vá! — eu disse, brincando chorosa. – Vou pedir uma pizza, não quero jantar novamente sozinha!
- Volte comigo para casa de David! — Gustav tentou mais uma vez.
- Quantos não serão necessários para te convencer? – Eu o olhei fingindo que estava brava. — A minha parte eu fiz, quem não apareceu, foi ele!
-Vou aceitar a pizza! – Ele disse mudando de assunto, sabendo que não me convenceria.
Sorrimos um para o outro, peguei meu celular e disquei o número pedindo a pizza, e quanto esperávamos , servi mais um whisky, quando ela chegou sentamos a mesa, e jantamos esquecendo o desastroso dia que tive, o sentimento de solidão tinha desaparecido de dentro do meu peito, eu me sentia leve e incrivelmente bem com Gustav.
-Vou preparar um café! – Eu disse quando terminamos de jantar – Minha especialidade!
Quando me levantei para ir até a cozinha o meu celular tocou, eu o peguei e olhando para o visor pensei seriamente em não atender, mas ao ouvir a tossida intrometida de Gustav, atendi.
-Kate! – ele disse calmo, nem esperando o meu alô. – Por que não me esperou?
-Eu esperei... Até demais – Disse baixo fechando os olhos, tentando não deixar Gustav ouvir.
-Gregory me segurou no estúdio não deu para...
-Está se desculpando? — Eu o interrompi. — Natalie, Gustav e Georg fizeram o favor de fazê-lo por você, não gaste sua saliva.
- Quero que volte para a casa do David! — Ele disse em um tom baixo, mas extremamente dominador.
-Não!
Eu o ouvi bufar, sua respiração começara a mudar e seu tom de voz aumentou cresceu um pouco quando ele voltou a falar:
-Custa vir me ver?
-Eu fui te ver Bill! – Diferente dele, eu não alterei meu tom de voz, continuei calma. – Você pediu para a Natalie ligar e eu fui!
-Ah então foi isso? – Bill sorriu nervoso. – Você ficou brava por que pedi para a Natalie te ligar!
-Não subestime o limite da minha paciência! — Eu disse ríspida – Isso tem a ver apenas com você!
Ele ficou em silêncio.
-Você espera que eu implore? – Bill disse, depois arfando, sem paciência.
-É o que vai fazer?
-Não! — Ele disse – Mas... Se eu implorasse, você viria?
-Não! – eu disse sincera. — Amanhã tenho uma entrevista. – Eu finalizei.
-Entrevista do que? – ele perguntou bravo
-De emprego!
-Você não me disse nada! – Bill disse nervoso.
-Eu teria o maior prazer em dizer se você pelo menos tivesse a consideração de agir como um namorado e ligar de vez em quando!
Houve outro silêncio. Gustav percebendo o clima pesado pegou a chave do carro e de longe acenou para mim, gesticulando que ia embora.
-Espere!
-Espere o que? – Bill perguntou sem entender.
– Não, não disse a você eu disse a Gustav!
-Gustav? – Bill disse surpreso. – Ele está ai?
-Sim veio me trazer em casa!
-Daqui quatro dias vamos para Portugal e gostaria que você fosse. – Bill fez uma pausa e continuou, ainda com a voz alterada. – Só que terá que chegar amanhã. – Bill explicou. – Eu chego depois de 24 horas.
-Não sei Bill! – Não disse para fazer charme, eu não estava disposta a viajar com ele. – Preciso realmente pensar e como já expliquei tenho a entrevista e...
-Você não ira nessa entrevista estúpida! – Ele disse, bravo – Kate... Venha conversamos e resolvemos tudo aqui na casa de David!
-Bom show em Portugal para você! — Eu apenas disse.
-Kate... — Bill suspirou, parou de falar. -David já reservou o seu quarto em Portugal e o vôo sai amanhã às 10hs – Bill suspirou e com a voz calma pediu – Venha para cá e te coloco em um táxi, amanhã. – e antes de desligar Bill murmurou: -Não quero discutir mais, Kate...Venha!
Bill desligou sem esperar minha resposta ainda fiquei por alguns segundos com o aparelho de celular no ouvido, pensando o que eu faria, que atitude eu tomaria.
-Kate eu preciso ir!
Olhei para Gustav e coloquei o celular no sofá, indo em direção a ele, lhe dando um beijo na bochecha.
-Obrigado pela tarde e noite agradável!
-Disponha, quando precisar de um ombro amigo! – Gustav disse também me dando um beijo na bochecha.
-Bom show para você também!
-Você não fará isso, não é mesmo?!
Eu apenas sorri, não respondi, andando pelo hall e entrando no elevador, sorrindo antes de fechar a porta do mesmo. Meu sorriso morreu, assim que fechei a porta.
x.x
Gustav chegou à casa de David depois de vinte minutos, entrou pela sala, atravessando-a dando uma pequena olhada para Bill, seguindo para o escritório onde Georg estava no computador.
Bill o olhou e sem dizer nada ao amigo, seguiu para o quarto para tentar dormir, tentou ainda ligar uma última vez para Kate, mas o celular dela caiu na caixa postal, ia tentar na casa, mas sabia que como no celular, ela não o atenderia.
“Ela vem... Tenho certeza que ela vai comigo para Portugal!” — Bill pensou, antes de pegar no sono.
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