Sempre Estarei Aqui Por Você
11 Capítulo 11 - O Rei e as Rosas
Notas iniciais
Curiosos pra saber qual a surpresa que a Care tem para o Jasper??? E qual a surpresa que ele está preparando pra ela, hein???
Bora descobrir!!!
Mesmo que Jasper tenha tentado descobrir para onde Caroline os estava levando por inúmeras vezes, a loira manteve-se firme em sua decisão de manter a surpresa. E bem... Não era nada grandioso, na verdade. Era apenas algo que lhe despertava boas memórias, e gostaria de proporcionar isso para o namorado nesse momento.
Levaram pouco mais de quinze minutos para que a garota estacionasse o carro próximo à entrada de uma faculdade. Alguns metros adiante, podiam avistar um parque estendendo-se verdejante até onde a vista podia alcançar. E mesmo parecendo estranhamente familiar para Jasper, ele ainda não conseguia situar onde estavam exatamente.
– Vamos? – diz ela, assim que desembarcaram do carro, voltando-se para ele com uma expressão ansiosa.
– Será que antes, bem... Poderia me dizer onde estamos? – ele pergunta, ainda parecendo confuso, ao guardar as chaves que a garota estendia para ele.
– Ah, claro! – Caroline responde, sem conseguir conter um sorriso ao ver a expressão confusa dele. – Bem, fiz meu curso de enfermagem aqui, sabia? – ela continua, indicando o grande prédio, segurando uma das mãos dele e fazendo-o andar ao seu lado pela calçada. – E em algumas ocasiões, passei meus poucos horários livres nesse parque, mais precisamente sob a sombra daquela árvore ali! – completa, apontando para um grande Bordo com as folhas avermelhadas, encaminhando-se para lá.
– Aposto que vinha acompanhada por algum namorado, certo? – diz Jasper, parecendo enciumado.
– A menos que ele se chamasse Aragorn, ou Passolargo, ou ainda Pedra Élfica... – a garota comenta, pensativa.
– Aragorn? Eu entendi direito?
– Não diga que nunca ouviu falar do Rei de Gondor! – e agora Jasper estava completamente perdido, sem entender onde Caroline queria chegar com aquilo tudo. Ele ainda a encarava interrogativamente quando ela se deu conta de que o rapaz não fazia mesmo ideia sobre o que ela estava falando. – Amor, você não conhece “O Senhor Dos Anéis”?
Ao vê-lo acenar negativamente, ela sussurrou um “Me desculpe!”, puxando-o consigo e o fazendo deitar a cabeça em seu colo (mesmo que um pouco relutante, pois ele insistia em dizer que não seria cavalheiresco de sua parte) assim que ela se sentou sob a sombra do Bordo. E afagando os cabelos de Jasper delicadamente, Caroline pôs-se a explicar:
– Bem... “O Senhor Dos Anéis” é uma trilogia de livros e de filmes intitulados “A Sociedade Do Anel”, “As Duas Torres” e “O Retorno Do Rei”. É uma história de fantasia, talvez por isso você não os conheça, já que é um menino muito sério... – diz ela, com um sorriso, beijando o rosto dele em seguida. — É rica em detalhes para que eu me lembre de todos, e eu levaria séculos para resumi-la pra você... Mas o Aragorn que eu citei antes é uma das personagens da história, o verdadeiro Herdeiro de Isildur e Rei de Gondor, mesmo que isso só aconteça ao fim do terceiro livro... Aliás, poderíamos assistir aos filmes um dia desses, assim você poderia entender melhor sobre o que eu estou falando. – e antes que ele pudesse esboçar qualquer reação, ela continuou. – E não são filmes para meninas, viu? Há uma grande guerra, batalhas e um vilão assustador!
– Quem poderia dizer que esse tipo de filme atrairia a minha garota, não? Achei que gostasse de coisas mais românticas, como “A Última Música”... – diz Jasper, acariciando o rosto dela. – Só ainda não entendi como o tal Aragorn pode ser seu namorado...
– Bobo! Falei isso porque li os três livros da saga aqui nesse parque, e Aragorn era minha única companhia. Não havia nenhum namorado real, apenas o Herdeiro de Isildur! – Caroline responde, aos risos. – Mas me espanta você não conhecer uma das principais obras de Tolkien e citar um dos livros de Nicholas Sparks! Como isso é possível?
– Bom... Bella e Alice sempre comentaram sobre os livros, era uma paixão das duas, sabe? E também obrigaram a mim e ao meu cunhado Edward a assistir às adaptações para o cinema. – ele responde, e dessa vez parecia não se culpar por dizer o nome da ex-esposa. – E você, senhorita adoradora do Herdeiro de... de... como é mesmo o nome? Quer saber, não importa. – continua, sem dar chance para que a garota respondesse. – O que quero saber é se também aprecia o trabalho do Sr. Sparks...
– Tem mesmo certeza de que assistia aos filmes por obrigação? – ela pergunta, aos risos. – Parece saber bastante para alguém que não tinha opção entre assistir ou não!
– O que posso dizer... Eu prestava atenção, ao menos, certo? Não é inteligente não conseguir comentar o filme depois, não é?
– Own... Como você é fofo, Jazz! – e ela não resistiu em unir seus lábios aos dele por alguns segundos, plano que acabou frustrado pois Jasper a manteve junto a si por mais alguns instantes, não deixando que ela se afastasse tão rápido. – Uau – a garota se limitou a dizer, pouco depois, – acho que... perdi a linha de raciocínio... que eu havia traçado... – continua, ainda um pouco em êxtase. – Acho que era algo sobre... nem mesmo Aragorn, com toda a sua realeza, conseguir ser tão perfeito quanto você!
– Vai acabar me deixando convencido desse jeito, sabe? – o rapaz responde, ao se sentar de frente para ela, ajeitando uma mecha de cabelo da garota despreocupadamente. – Mas fico mesmo feliz em saber que desbanquei o seu amor dos tempos da faculdade.
– Palhaço! – e Jasper não pode conter os risos após Caroline lhe dar um tapinha no ombro. – E ainda tem coragem de rir?
– Amor... que culpa tenho se sua carinha de brava me faz rir? – ele argumenta, puxando-a para mais perto de si. – Não, não faça biquinho Care. É um golpe muito baixo, sabia?
– Eu não ligo! E nem adianta... chegar assim... tão... perto... e... – a garota tenta retrucar, em vão, pois Jasper a olhava de maneira tão carinhosa que as palavras simplesmente fugiram de sua mente à medida que os lábios dele aproximavam-se dos seus lentamente.
– Assim como? – Jasper ainda sussurra, distante apenas por poucos milímetros, sentindo a garota estremecer levemente em seus braços.
– Você... é... mau... – Caroline sussurra em resposta, segundos antes de ter os lábios dele junto aos seus outra vez.
E naquele instante, em que envolveu o pescoço dele com seus braços puxando-o para ainda mais perto, ela jurou que nunca se cansaria de repetir aquele gesto, de senti-lo entregue e seguro em seus braços... Naquele instante, teve certeza de que o amaria sempre, independente do que pudesse acontecer...
********
Damon acabara de almoçar (mesmo que, na verdade, aquela tenha sido sua primeira refeição do dia) e, mesmo tendo de suportar certos olhares furtivos que vinham do lado de fora da lanchonete, mais precisamente, de um grupinho de três garotas sorridentes que não deveriam ter mais do que 17 ou 18 anos, sua mente estava ocupada demais para dar atenção àquilo.
Não que não pudesse ser divertido passar algum tempo com aquelas meninas, afinal, ele tinha o dom de conseguir o que quisesse com meia dúzia de sorrisos e palavras doces, mas não poderia perder o foco. Agora que a dor de cabeça já aliviara um pouquinho, graças à ajuda da tal garçonete, ele precisava encontrar uma maneira segura de se fazer ser lembrado por Caroline. Precisava lembrá-la de que não desistiria, mas não poderia se expor demais. Ainda precisava se manter oculto, de certa forma.
Mais alguns minutos se passaram até que a ideia mais simples se apresentou a ele. Só precisaria de um pouquinho de habilidade e um belo sorriso! Após ensaiar por alguns instantes, ergueu a mão, pedindo para que a garçonete se aproximasse.
– Deseja mais alguma coisa, senhor?
– Apenas a conta, querida. – Damon responde, sorrindo para ela.
– Aqui está. – diz Stacy, arrancando a comanda de seu bloquinho e entregando a ele.
O rapaz olhou rapidamente para o papel, tirando uma nota de vinte dólares de sua carteira em seguida e estendendo-a para a garçonete. No momento em que ela iria pegar o dinheiro, Damon tomou a mão dela na sua, puxando-a para mais perto dele, o que a deixou surpresa e corada no mesmo instante.
– Obrigado por sua ajuda, querida! Você foi um verdadeiro anjo. – ele sussurra, com o rosto muito próximo do da garota. – E pode ficar com o troco, viu? Você fez por merecer. – completa, beijando a face dela para só então soltar sua mão.
– Não precisava agradecer, senhor! Só quis ser gentil. – a garota responde, ainda ruborizada. – Bem, se me der licença, vou voltar ao trabalho. – diz ela, dando as costas e se afastando dali.
“Ah, você nem faz ideia de como me ajudou, querida Stacy!”, ele pensa consigo, deixando um sorriso vitorioso transparecer, encarando o aparelho celular que tirara do bolso do jeans da garota sem que ela sequer percebesse.
*************
Jasper e Caroline caminhavam pelo parque há algum tempo, o braço dele circundando a cintura da garota protetoramente, até enfim avistarem a área onde ficava o playground.
Ao ver aquelas crianças ali, correndo, sorrindo e pulando, o rapaz diminuiu o passo automaticamente, e Caroline pode sentir o quanto ele ficou tenso.
– Hey... Olha pra mim, Jazz... – a garota pede, envolvendo o rosto dele com suas mãos, vendo-o atender seu pedido alguns instantes depois. – Vai ficar tudo bem querido, confie em mim.
Ao vê-lo acenar afirmativamente, ela tomou as mãos dele nas suas e o conduziu até o banco mais próximo, fazendo-o sentar e se acomodando ao seu lado em seguida. Esperou em silêncio por um curto tempo, enquanto acariciava as mãos dele , até o rapaz tomar coragem para dizer algo.
– Agora sei por que achava tudo tão familiar. – ele começa, sem olhá-la. – Não havia reconhecido antes porque, sempre que vínhamos a esse parque, fazíamos uma rota diferente e entrávamos por esse lado, próximo ao parquinho. Claire adorava esse lugar!
– Jasper, eu... Eu não fazia ideia, me desculpe! – ela sussurra em resposta, sentindo-se culpada por tê-lo feito sofrer. — Só queria compartilhar com você um lugar que me traz boas recordações...
– Também traz a mim, querida. – diz ele, enfim olhando para ela. – E não precisa se desculpar por isso, ok? Você não tinha como saber e, bem... Foi a oportunidade perfeita para conseguirmos novas boas recordações, não é? Nossas recordações, minha querida. – continua, afagando o rosto dela delicadamente. – Mas ainda é um pouco... Doloroso, entende? Saber que não vou mais ouvi-la gritar divertida em meio aos brinquedos... Eu realmente perdi a conta de quantas vezes empurrei minha princesinha naquele balanço, quantas vezes a amparei na descida do escorregador, e de quantas vezes ela implorou para que eu parasse de fazer cócegas em sua barriga! – completa, e Caroline já podia vislumbrar um leve sorriso nos lábios dele ao falar da filha.
– Você deve ter sido um pai muito, mas muito babão! – a garota resolve pegar no pé dele, na tentativa de fazê-lo sorrir novamente. Queria que ele pudesse se lembrar sem ter a companhia da dor, e não desistiria até conseguir isso.
– Se por “babão” – e ele fez aspas com os dedos nesse momento, — você quer dizer ligar pra mãe e pra irmã para contar que a primeira palavra de sua filhinha foi papai ao invés de mamãe, ou então de fazer questão de colocá-la pra dormir todas as noites e ainda ler “O Pequeno Príncipe” vezes sem conta para ela, ou ainda ter a chance de ampará-la no dia em que Claire deu seus primeiros e vacilantes passinhos... É, acho que você tem razão. – diz Jasper, passando um dos braços sobre os ombros de Caroline e aconchegando-a em seu abraço. – Adoraria viver esse tipo de experiências outra vez...
– Deve ser mesmo incrível, não é? Saber que aquela pessoinha depende de você e te ama da forma mais pura possível. E você poder amá-la da mesma forma...
– É realmente maravilhoso! Hey... – diz ele, erguendo o rosto dela delicadamente após ouvi-la suspirar tristemente. – Sei que também é doloroso pra você, meu bem. Mas sei também que o tempo nos trará novas chances de vivenciar tudo isso, e juntos. Porque é lógico que isso só fará sentido se eu puder viver ao seu lado, certo? – continua, com um sorriso, fazendo Caroline se perder em admiração por alguns instantes. — Será uma mãe incrível Caroline, como eu tenho certeza que teria sido para aquele bebezinho que eu adoraria ter tido a chance de amar, do mesmo modo como eu amo você.
– Ele ainda seria filho do Damon, Jasper. – ela sussurra, sem olhá-lo.
– Não. Ele seria seu filho... Seria o nosso filho, Caroline. – e ao som dessas palavras, a garota não teve como não deixar escapar uma lágrima, abraçando o namorado o mais apertado que pode, como que para ter certeza de que Jasper era mesmo real.
– Eu amo tanto você que chega a doer, sabia? – diz ela com a voz embargada, o rosto escondido no vão do pescoço dele. – E eu sei que não te mereço, porque é perfeito demais pra alguém como eu...
– Não diga isso outra vez amor, porque não é verdade. – Jasper responde, afagando os cabelos dela. – É você quem eu quero ao meu lado, lembra? Eu amo você.
E com cuidado, o rapaz afastou Caroline apenas o suficiente pra que pudesse olhar em seus olhos, demorando-se neles por logos segundos. Além do brilho proveniente das primeiras lágrimas que haviam se formado, ele podia ver carinho, esperança e amor transbordando do olhar dela, e poderia jurar que o seu próprio olhar era o reflexo perfeito daquele que ele vislumbrava.
No instante seguinte, sentiu o toque doce e delicado dos lábios dela nos seus, sem pressa ou furor, num gesto que daria ao momento toda a ternura que ele merecia...
*********
Após deixarem o parque, Jasper disse que era a vez dele fazer sua surpresa, o que deixou Caroline extremamente curiosa. Para isso, eles seguiram direto para o hotel onde estavam hospedados, apenas para buscar suas coisas e encerrar a conta, seguindo logo em seguida para o local misterioso que Jasper denominara como “um pedacinho do paraíso”... Mas isso só após as milhares de perguntas e pedidos da garota para que ele dissesse para onde iriam, lógico, e de ele não resistir à carinha de “gato de botas” que ela fez, onde acabou entregando-lhe a chave que recebera da mãe, mas sem especificar à que pertencia, já que queria manter a surpresa. Fato que a deixou indignada no mesmo instante, obviamente.
Já dentro do carro, após acomodarem-se e Jasper deixar do estacionamento do hotel, a garota voltou-se para ele:
– Sabe que a vingança não é uma atitude muito bonita, não é? – diz Caroline, encarando Jasper com um biquinho de indignação e os braços cruzados. – É muito feio de sua parte me deixar tão curiosa!
– Não é vingança querida, é a minha surpresa. Além do mais, eu até já lhe entreguei a chave que recebi de D. Cora, não é? Não sou assim tão mau... – o rapaz responde com um sorriso, enquanto guiava o carro pelo caminho memorizado ainda na infância.
– Não, você definitivamente não é... – ela responde, substituindo o biquinho por um sorriso.
– Foi o que eu disse! Sou um gentleman, convenhamos...
– Seu... seu... convencido! – a garota diz, dando-lhe um tapinha de leve no ombro e vendo-o cair na risada logo em seguida. – Você é absurdo. – completa, cruzando os braços novamente e segurando-se para não rir com ele.
– Mas você me ama mesmo assim, confesse! – diz Jasper, olhando-a por alguns segundos, já que ainda estava dirigindo.
–É... Não posso negar esse fato. – Caroline responde, sem conseguir conter um sorriso. – Mas diga-me, quanto tempo até esse lugar super secreto, Sr Whitlock?
– Mais alguns minutos, Srta. Forbes. Mas vai valer à pena, garanto!
E como ele havia prometido, menos de trinta minutos depois eles estacionavam em frente a uma casa de alvenaria em um tom muito simpático de amarelo, cercada por uma cerquinha de madeira branca, e além dela, um jardim repleto de roseiras de várias cores.
– É... é lindo Jasper! – diz a garota, assim que ele abriu a porta do carro para que ela desembarcasse. – Como descobriu esse lugar?
– Pertenceu aos meus avós, pais da minha mãe. – ele responde, tomando a mão dela na sua e levando-a consigo pelo caminho por entre as roseiras que levaria até a casa. – Bella comentou que iríamos sair de meu apartamento, então D. Cora nos cedeu a casa por uns tempos. O que acha?
– Perfeito... – ela sussurra, olhando em volta completamente fascinada. – Você tinha razão... é mesmo um pedacinho de paraíso. É perfeito Jasper, simplesmente perfeito! – completa, enlaçando o pescoço dele com os braços e enchendo seu rosto de beijos.
– Agora será o nosso pedaço de paraíso! – diz Jasper, com um sorriso. – Agora venha comigo, quero te mostrar uma coisa.
E dizendo isso, ele a puxou pela mão até uma das laterais da casa, onde havia um grande carvalho com as folhas num tom amarelado. Preso num dos galhos, havia um antigo balanço de madeira que, provavelmente, fora vermelho um dia, mas estava um tanto desgastado pelo tempo e agora tinha uma coloração alaranjada.
– Passei tardes e mais tardes brincando nesse balanço. – diz ele, aproximando-se mais da árvore. – Já minha irmã preferia a gangorra que fica no jardim dos fundos, então não havia grandes desentendimentos entre nós por conta dos brinquedos. Vovó ficava com Bella lá atrás, enquanto meu avô me ajudava a balançar aqui.
– Devem ter sido dias incríveis, certo? – Caroline pergunta, contente por ver o sorriso no rosto do namorado.
– Foram sim! – Jasper responde, puxando-a para o abrigo de seus braços. – Mas os nossos serão ainda melhores, você vai ver!
Permaneceram por ali mais algum tempo, percorrendo o jardim em seguida, para só depois lembrarem-se de que precisavam levar as malas para dentro.
Quando seus pertences já estavam todos sobre o tapete da sala, a garota pode ouvir seu celular tocar insistentemente dentro de sua bolsa. Correu para pegá-lo em tempo, e mesmo que desconhecesse o número que piscava no visor, resolveu atender a ligação.
– Alô?
– Olá minha querida! Sentiu minha falta?
– Damon...
Notas finais
Ah, antes que eu esqueça (e apesar de não ser muito fã de fazer propagandas, aí vai uma...) postei uma one shot "Carolisper" essa semana aqui: http://fanfiction.com.br/historia/396871/Voce_De_Volta/
Então, se quiserem e puderem dar uma passadinha por lá pra conferir e deixar um comentário, ficarei imensamente feliz, viu?
Até mais...
xoxo
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